Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental

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"O sol brilhava,
mas eu não me importava.

A chuva caia,
mas eu não a sentia.

Uma criança para mim sorri,
indiferente eu a vi.

A dor que eu sentia,
era o que me movia.

Em busca da felicidade,
vagarei pela eternidade."

Eu tava tão triste que sentia meu corpo pesar e não tinha vontade de fazer nada, nem de me mexer. Por isso eu acho que tristeza é o pior sentimento de todos. Quando tu sente raiva, por pior que seja, ainda é um sentimento que te serve pra alguma coisa. A raiva te empurra, te faz querer mudar o que tá errado, dar um soco na cara de alguém, falar umas verdades, se revoltar. Tristeza não. Só dá vontade de sumir do mundo, e não de mudar o mundo.

Eu não sabia que sentia sua falta, até você se ausentar.

Eu me sentia perdido e solitário,
Para a minha vida não via solução.
O pecado me separou de Deus,
Nenhuma esperança havia em meu coração.

Mas algo inexplicável então aconteceu,
Descobri que Jesus por meus pecados morreu.
Pagou um preço tão alto, que era para eu pagar,
Por Seu amor infinito morreu em meu lugar.

Todo esse amor me invadiu e surpreendeu,
A esperança em meu coração então renasceu.
Hoje tenho plena felicidade, serenidade e paz.
E sei que tudo isso é a presença de Deus quem trás.

O amor que eu sentia por ele era independente, não precisava ser recíproco para continuar a crescer e uma briga não era o suficiente para destruir.

... Um dia!
Eu sentia saudades tuas.
Só que na verdade não era bem tua!
Mais sim... De mim mesma!
Pois havia me perdido de minh'alma no vago da tua!
E por isso: busquei-me!
Para voltar a viver...
O legado do meu amor
Em outras vidas, em outros lugares, menos egoísta
Do que àqueles que um dia tu me ofertaste
Sem cores, cheiros ou sons verdadeiros
Para o meu coração que tanto te amava em silêncio,
Em voz, no vento, no tempo do meu EU profundo.

Estou indo...
Desculpa, mas eu não me sentia importante pra você. Você tem o meu telefone, e sabe onde me encontrar.

Ao chegar em sua casa me sentia tão feliz
Oh, querida avó...
Que quando você partiu, eu não resisti...
Tive vontade de ir te procurar e nunca te deixar, pois a tristeza que senti fez meu coração se partir.

⁠"Eu não sabia quem eu era, mas eu sentia quem eu sou"

Eu não...

Eu não amava ela.
Eu não adorava ela.
Eu não sentia falta dela.
Eu não queria me matar por saudades dela.
Eu não precisava dela pra viver.

Na verdade...

Eu amo ela.
Eu adoro ela.
Eu sinto falta dela.
Eu quero me matar por saudades dela.
Eu preciso dela pra viver.

⁠Quis lhe falar tudo o que eu sentia, mas recuei... Não tive o ímpeto da coragem que transpareço ter. De fato, tem coisas que só saem da gente por escrito.

⁠Olhei nos teus olhos e falei o Eu te amo que você já sabia que eu sentia. Disse-lhe que não sabia o que era amor, mas caso “Amor”, fosse tudo o que eu sentia por você, com toda certeza eu te amo.
Assim, o ambiente ficou em silêncio, descansei em seu colo e braços, em quanto me fazia carinho e por fim fui embora.
Descobri que meu eu te amo não foi sobre amor e sim sobre despedida.

Antigamente eu sentia que estava no topo do mundo. E, então, um dia, percebi que não parecia mais estar lá. Eu só flutuava dentro dele. E um dia parecia que o mundo estava por cima de mim.

Nunca quis gostar de alguém da forma que eu gosto de você.Até tentei dizer que o que eu sentia não passava de um capricho,mas eu me apaixonei.Até hoje eu não consigo dizer com todas as letras que eu o amo,é difícil pra mim admitir que gosto de você.

Hoje eu senti saudade pela primeira vez, antes o que eu sentia era tristeza e raiva porque você não estaria mais aqui, eu estava inconformada por você ter ido embora tão depressa, antes mesmo que eu pudesse te dizer todas essas coisas que eu tenho pra te dizer agora. E de verdade, eu esperava que qualquer coisa mágica acontecesse e você aparecesse na minha casa com o capacete na mão, sorrindo e dizendo que foi tudo um engano e que todo mundo tinha agora uma segunda chance com você. Eu queria de alguma forma poder voltar no tempo e te impedir de sair naquela noite, eu queria fazer você viver de novo, voltar. Mas hoje eu acordei e percebi que fazem três semanas desde que você se foi e que nada, nada vai te trazer de volta. E eu senti saudade, uma saudade tão grande e devastadora que eu acho que ninguém deveria sentir nunca. E agora aquele seu espaço, que estava vazio mas que guardava esperança de você voltar e que tudo fosse um engano, está fechado para sempre e ninguém nunca vai ocupá-lo; lá estarão guardadas todas as lembranças, todos os menores detalhes e todos os sorrisos, todos os medos e até aquela touca que quando eu usei você disse que eu parecia uma “mulher de abutre”, e os melhores momentos e também os piores, e além de tudo isso vou guardar a minha dor e essa saudade que de tão nova não sei o que fazer com ela. (ao amigo Josimar Moraes)

Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.

Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.

Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.

Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.

Eu menti dizendo que não sentia nada, pois além do meu coração meu orgulho também estava ferido.

O Silêncio do relógio:


O medo que eu sentia se desfez no cansaço,
eu já não tenho medo da morte, nem do fim.
Antes eu tinha, mas hoje o tempo é escasso,
e o peso do que carrego já transbordou de mim.
​Eu desconto a minha dor nas pessoas, eu sei,
e por isso eu evito me aproximar delas agora.
No silêncio dos muros que eu mesmo levantei,
espero o momento de, enfim, ir embora.
​Pois algum dia ficarei off-line para o resto da vida,
uma ausência que o mundo não saberá explicar.
E na alma cansada, uma certeza incontida:
sei que não existe uma cura para a minha doença,
apenas o silêncio que me ensina a parar.

⁠Eu queria ser feliz e sentia que você me sentia. No entanto, não compreendo que emoção é essa que persiste no abrir e fechar dos ciclos, retirando de mim todas as coisas negativas, mas também as positivas, mesmo você não estando mais presente. Essa emoção me privou da capacidade de me apaixonar novamente, mas ao mesmo tempo me deu a determinação e convicção de amar somente a ti. Meu corpo parece ainda recordar o toque dos seus dedos, suas mãos suadas e a intimidade que compartilhávamos. Fico refletindo sobre o meu dilema, pois você partiu, e eu permaneço aqui, incapaz de aceitar completamente essa realidade.
Essa situação cria uma confusão em minha mente; meus pensamentos estão turvos. A verdade é que não consigo mais ler o seu sorriso e luto para entender qual o sentido de ler o que ficou. Enquanto ouço músicas que parecem falar de nós, sinto uma conexão, mas tremo ao pensar que esse elo um dia poderá desaparecer, e minha memória poderá me trair. A impossibilidade de ir até você me obriga a aprender com a tristeza, e meu coração, em lágrimas, questiona se vale a pena guardar no peito esse amor profundo que se perdeu para a vida, que se perdeu para a morte.
Confusa!

Eu demorei para entender que o que eu sentia não era mentira… mas também não era exatamente o que eu pensava que fosse. As conversas existiram, sim. Em algum lugar distante no tempo, em alguma versão de nós que um dia foi real, elas aconteceram. Não eram invenção da minha cabeça. Mas o que eu fiz com elas depois… ah, isso já foi outra história.

Eu peguei lembranças vivas e transformei em abrigo. Fiquei ali dentro, revivendo cada palavra como se ainda tivesse calor, como se ainda tivesse presença. E, por muito tempo, eu confundi memória com continuidade. Como se só porque algo foi bonito um dia, ainda tivesse o direito de existir no agora.

E é aí que mora o engano mais silencioso de todos.

Porque não é sobre ter sido real ou não. Foi real. Foi sentido. Foi vivido. Mas não é mais. E aceitar isso exige uma maturidade emocional que a gente evita, porque, no fundo, dói menos continuar visitando o passado do que encarar o presente sem ele.

Eu chorava não porque era fraca, mas porque eu ainda estava conectada a algo que já não me pertencia. Eu alimentava aquilo como quem tenta manter acesa uma chama que já virou brasa. E, de certa forma, eu conseguia… mas só dentro de mim.

Até que chegou um momento em que eu percebi que lembrar não era o problema. O problema era me prender.

Foi quando eu resolvi escrever. Não para recriar nada, não para reviver… mas para encerrar. Eu coloquei para fora tudo o que ainda ecoava aqui dentro, tudo o que ainda me atravessava. E quando eu terminei, não foi mágico, não foi instantâneo… mas foi definitivo.

Porque eu entendi que aquilo que existiu não precisa continuar doendo para continuar sendo válido.

Ele também sentiu, também reconheceu, também olhou para trás com aquele mesmo “e se…”. Mas a vida não se constrói com “e se”. A vida exige presença, escolha, responsabilidade com o agora. E nós dois, de alguma forma, escolhemos respeitar isso.

Não houve drama, não houve volta, não houve recaída. Houve silêncio. E, dessa vez, um silêncio que não machucava… um silêncio que curava.

Hoje, quando eu penso, já não pesa. Não porque eu esqueci, mas porque eu parei de carregar. Eu não apaguei a história… eu só devolvi ela para o lugar dela: o passado.

E isso me ensinou uma coisa que eu carrego comigo todos os dias… nem tudo que foi bonito precisa continuar. Às vezes, a maior prova de amor, inclusive, é deixar ir.

Eu sigo. Leve. Inteira. Sem precisar negar o que vivi, mas sem permitir que isso defina o que eu sou hoje.

Se você ainda está aí, segurando algo que já foi… talvez o que você precise não é esquecer. É só aceitar que existiu, honrar o que foi… e ter coragem de continuar sem.