Fazia Tempo que eu Nao me Sentia Tao Sentimental
"Eu? Eu não sei. Eu só sei que eu acordei vazia, oca. Não sentia nada batendo, pulsando, respirando, por mais que parecesse que sim, porque eu ainda conseguia ficar de pé. Ou pelo menos na teoria, porque eu me encolhi como um feto debaixo daqueles cobertores, abraçando minhas pernas, deixando aquele excesso de desorientação se materializar em minhas lágrimas e soluços. Eu não fazia idéia de para onde ir, eu queria gritar por socorro, dizer que eu estava perdida, que as mãos que me acolhiam viraram pó diante dos meus olhos depois que eu percebi que elas não passavam de um sonho muito parecido com a realidade que eu desejei. Mas eu sabia que ninguém me ouviria. Na verdade, eu não queria ser ouvida. O meu desejo ainda era exclusivo daquelas mãos e agora eu não fazia idéia de para onde ir. Mas eu não podia continuar ali." (sobre F., apenas em um momento ruim.)
No começo eu até sentia raiva, mas logo logo eu entendi:
Ela não ta me copiando não, é que a gente tá brincando de "seu mestre mandou"...
Eu não tive medo de te mostrar o que eu sentia, só tive medo de saber o que você sentia.
Mas por ter medo de arriscar e talvez ser feliz ao seu lado, eu joguei fora um momento único.
Um momento que não vai voltar, mais sempre vai ser lembrado.
Antes eu era triste porque eu não me sentia completa, não sabia o que eu queria fazer. Na verdade eu não sei o que eu quero até agora, mas sei que não vou descobri isso triste... Afinal, eu nunca descobriria assim não é? Mas isso é só questão de tempo, não que o tempo cure as magoas, porque isso não acontece, o que o tempo faz é o esquecimento. Mas não sei exatamente o que esquecer, não sei ainda o que pensar. É uma coisa difícil, porque nem eu sei o que me falta. Eu tenho um pai e uma mãe, já tive um animal de estimação e estudo em uma escola boa, os meus amigos são os melhores. Faço meus deveres e consigo uma nota razoável. Tenho um tumblr, no qual dedico a minha vida, e bem eu amo. Só falta saber: quem eu amo.
Eu estava tentando encontrar explicação pra tudo que sentia, me afundei em coisas que não queria, agora fico te esperando pra vir me salvar.
As vezes aconteceu várias mudanças sobre mim,percebo que eu não sinto oque sentia antes se relacionando á sentimentos,as vezes,posso dizer que eu sou eufórico por dentro e por fora sorrio que nem retardado
- Addict
Novamente eu sentia aquela insuportável dor. Mas isso não era o que me preocupava, e sim que aquilo já estava me viciando. Eu já estava anestesiado, e não sentia mais ódio, queria, mas não conseguia me vingar. Ele conseguiu o que queria, e eu sabia que não teria mais volta.
Só pra'te contar de todas as vezes que eu não te sentia perto, e te confessar que eu sentia todas as vezes em'que tu estavas aqui, em que eu abraçava o teu pescoço pra te fazer mais meu, mais próximo, mais parte-de-mim ou parte-que-me-cabe-de-ti, e que teus braços, tanto quanto tua mente e teu olhar se distanciavam cada vez mais, cada encontro mais, cada abraço mais, porque eu te segurava, e criava mais braços e mais mãos pra te juntar, pra te acorrentar, por que, entende? Não que eu quisesse te possuir ou te comandar, eu só queria sentir os teus braços, o teu corpo, o teu querer-estar e querer-sentir, mas eu não sentia, e quanto mais meus braços envolviam o teu corpo mais deixava transparecer que era só um corpo, oco. Não havia nada ali, ao menos não pra'mim.. E que cada vez que eu tentava te sentir, via os teus braços distantes de mim, e o teu rosto usando meu ombro de repouso apenas para mirar com os olhos um outro lugar tão, mas tão longe dali.. E os meus braços cansaram, finalmente enxergaram, que não importava a força e o amor que eles sentissem pelo teu pescoço, e o meu faro pelo teu cheiro, e os meus olhos pela tua cor, meu ouvido pelo teu timbre, sempre seria assim, eu ali, entregue assim, e o teu querer-pertencente-a-outro-alguém jamais estaria onde eu estivesse, porque o teu querer pertencia-a-outro-alguém e não queria-a-mim.. Então tornou-se tudo tão mais claro, e tudo tão mais fácil, que me fez querer ter alguém que criasse elos, ligações, conexões, sintonias em apenas estar perto, meus braços cansaram-se, fecharam-se, hoje, aceitam apenas os braços que primeiro lhes tocam, e sentem necessidades que antes desconheciam, como encostar em outros braços que também-lhes-queiram e também-os-sintam, que não haja mais a necessidade de segurar, de esperar resposta, de procurar pulsos e encontrar repulsa.. Apenas o toque, apenas a recíprocidade, hoje, eles não esperam mais por ti e nem meus olhos procuram ver o que os teus parecem querer, nem meu faro sente falta do teu cheiro que o acompanhava aonde quer que fosse, descobri mil outros timbres, no início foi difícil não comparar com o teu e com aquela sensação gostosa que emanava, vibrando em mim, mas não sinto mais, e é tão livre, tão puro.. Tudo bem, se demorar pra encontrar braços que queiram os meus abraços, só que teu eu não espero mais, eu não peço mais, eu não quero, não quero mais.
Eu Ontem chorei. Não sei o motivo, o que eu sei é que sentia uma dor tão forte, e um aperto como se mu coração fosse explodir.
Seria só o medo de perder?!
Pode ser, mas o que eu sinto por você, é alem do "TER".
Não sei se é o amor. Não sei o que é amor!
o que eu sei, é que, é muito difícil viver sem você.
Eu via você e sentia o amor se afastar de nós cada vez mais.
Meu coração não gritava quando o via se aproximar, meu corpo não chamava o seu pra perto. Não como antes (...)
A necessidade de você aparentemente havia desaparecido de dentro de mim.
Foi se deixando o amor morrer, você.
Você realmente não queria saber como, eu me sentia por dentro.
De como meus dias era extremamente agonizante e de como meus sonhos
Era sem sentido, e nunca mudava. Diante dos meus olhos eu via pessoas
Caindo, como se quisesse falar alguma coisa, como se meus dias fossem pra saber
O que seria aquilo, e se um dia aquilo iria acabar ou se ia ficar pra sempre
Eu passei meus dias pensando que alguém fosse chegar.
e disso nunca chegou, como se um dia ninguém fosse ver alguma coisa
Dentro de mim, alguma coisa que estava ali, e não iria sair.
Meu medo deixou tomar conta de mim mesmo, triste os dias
Que eu pensava que a solidão era uma má escolha
Mais com ela, aprendi a viver e ter calma pra saber que talvez
Ali mais pra frente, iria me ajudar. Eu esperei por você, mais por dentro
Eu continuo a pessoa que deixa a vida na mal, olha por olhar e deixa
A ignorância e o grande orgulho tomar conta.
Traidoras...
Elas voltaram.
Ou talvez sempre tenham estado aqui, e eu fingisse que não as sentia. Talvez me tenha acostumado à sua presença e tenha passado os últimos tempos sem lhes dar grande importância.
Aprendi a finta-las. Deixei-as estar como que adormecidas. Descobri como as manter enfraquecidas…como que anestesiadas. Como se não estivessem aqui.
Por momentos acreditei que finalmente pararam de me atormentar. Deixei de sentir aquele odor constante e teimoso que se entranha no corpo e nos oferece sofrimento. Por instantes acreditei que se tinham ido, que se perderam por aí num outro corpo qualquer e esqueceram o caminho de volta.
Mas fui fintada. Fintada por elas. Eu, que outrora me julguei protagonista da finta perfeita.
E hoje lá estão elas…acordadas, despertas e dispostas a corroer mais um pouco de mim.
Não sei ao certo se elas escolhem o momento para se declararem habitantes de mim própria, se me apanham fraquezas ou se sabem quando estou mais vulnerável a elas.
Sim…elas vivem em mim, e hoje devem sentir-se com um poder qualquer sobre a minha pessoa porque não me largam.
Mas eu não as quero. Não quero. Não as pedi. Não fui eu quem as acordou. E se acordaram por si só, não quis em nenhum momento alimenta-las.
Estão aqui, mas não as quero. Tapo os olhos para não as ver. Não as quero. São intrusas.
Traidoras. Quiseram lá saber da minha vontade. Como se estivessem este tempo todo à espreita. Como se soubessem que mais tarde ou mais cedo seriam rainhas no meu aglomerado de emoções.
Traidoras. Passeiam-se astuciosamente cá por dentro como se eu lhes pertencesse. São devastadoras. Parece que voltam sempre mais fortes depois de permanecerem muito tempo escondidas.
E aqui estão elas a vandalizar a minha alma de tal forma, que não sei se quem escreve este pequeno desabafo… sou eu… ou se são elas.
Elas…as saudades.
Eu estava feliz, só sentia saudades. Era só um vaziozinho que insiste em me acompanhar, não importa onde eu vá, com quem eu esteja. Ele está lá, sempre comigo, sempre me perturbando a paz.
“Eu sempre te pedi amor, amor.
Porque não percebeu,
pra me avisar,
que o que você sentia
logo ia passar ?
Agora como você se sente
sabendo que acabou
e não me deste
a única coisa que de ti eu queria...? ”
Não sinto mais tanta falta de algumas pessoas, o que realmente dói é a saudade do que eu sentia por estas. Recordo-me da euforia ao saber que ia ve-los. É assim, você um dia passa acreditar que não se beija pé que te chuta!
E na minha mesa já não mais servia amor para dois, eu já sentia uma certa dor mas confundia ela com o calor.
Calor do seus abraços, olhares e palavras que me deixavam encantado. E eu sabia que na minha mesa já não mais servia amor, e nem era amor para dois era apenas amor
Quem diria que tudo isso acabaria, eu jurava que você seria a minha rainha, jurava que você não seria mais uma que faria eu rodar as ruas.
E eu sabia que na minha mesa já não mais servia, deveria ter me levantado, ido embora, deixado de lado, pois em uma mesa sem amor tudo se transforma em dor.
Já não sinto mais o que eu sentia , o amor já não é o mesmo , meus olhos já não brilham ao te ver, já nem sei quem é você.
Eu não era eu mais podia me ver sofrer.Eu não estava lá mais sentia vontade d chorar.Meu coração não batia, o mundo não corria o diário não se abria, e nem todos sabiam
Eu nunca tinha existido!
Só hoje eu sei o quanto sentia a sua falta,não te conhecia e nem sabia aonde você estava.
mas só hoje eu sei o quanto sou feliz porque tenho você agora.
