Faz de Conta Qu eu Acredito
Acredito que a boca da pessoa que te gosta sempre irá sorrir, quando algo de bom te acontecer!
Sergio Fornasari
Acredito que um dos maiores temores de nós, seres humanos, é o de sofrer decepções por alguém. Não há como negar que, todos os dias, estamos à beira de um abismo, porque, todos os dias, nos relacionamos com alguém. Na minha simples bagagem de vida que carrego, acredito que a melhor forma de vencer as decepções, é nos prepararmos para não esperar nada de ninguém. Amar sim, se doar sim, mas sem esperar nada em troca. Ninguém neste mundo é perfeito. Talvez aquela pessoa que a gente confiava tanto e tinha uma ideia simpática, não é tão perfeita quanto parece e daí vem a decepção. Então nada de esperar nada de ninguém!...isso simplifica a nossa vida e evita tantos sofrimentos. Pode até se dizer que é a “lei da sobrevivência”, mas é a vida!.
Se olharmos para o alto vamos ver que Jesus, que fez tudo por nós, no fim foi sacrificado e morreu na cruz. Cada um vai responder por seus atos. Portanto, acredito que não devemos deixar que a decepção domine nossa alma, levando em consideração que o amor é a base do bom relacionamento. Que Deus nos abençoe e nos ajude a lidar com a decepção, superando-a a cada dia.
Não acredito e nunca vou acreditar em um país que a justiça é cega, mas enxerga no apagar das luzes.
Acredito muito no poder do conhecimento: quem sabe mais aumenta a chance de ter boas ideias e encontrar saídas inteligentes para seus dilemas.
A regra geral é que o que começa complicado, não progride. Acredito que seja uma forma bem prática das pessoas se conformarem com tudo que elas não tem capacidade de cuidar pra que permaneça do seu lado. Neste momento que vivemos, das relações virtuais, das personalidades fakes, da compra de curtidas para parecer popular, a vaidade cega nossos sentimentos. Os cliques são mais intensos que os toques. As sensações se esvaem. E o que sobra? O que fica é a confusão e a ilusão de que um dia vamos encontrar a pessoa perfeita. Ela nunca chagará. Então erramos, nos tornamos egoístas e cheios de rancor. Usamos pessoas por conta de nossas mágoas, por conta das nossas insatisfações por acreditar que nossos limites é sempre culpa do outro. Não saímos do lugar por crer que somos bons demais para aquele alguém. Por outro lado, quando apostamos nas mudanças, no melhor do outro e quando o outro estende e mão e se predispõe a caminhar junto com a gente, começamos a olhar e perceber que moramos ali, naquele lugar chamado coração e que, por muitas vezes, procuramos mais os defeitos do que as qualidades. E quantas oportunidades perdemos. E quanto tempo desperdiçamos. Não, ainda não é tarde. Quando a saudade de alguém for maios que tua vaidade, siga a voz da tua consciência e entenda que caminhos tortos, de tanto trafegar, se tornam uma linha reta, a menor distancia entre dois pontos. O amor te chama. Viva. Sem mais.
Acredito no poder do amor como resposta às questões da existência; e quando naturalmente torna-se o elo de permanências.
(...)
Não acredito na saudade escrita...
Acredito na saudade abraçada, ouvida, sentida...
Na saudade que me acorda, que me deslumbras, que me encontra sem achar desculpas...
Que me procura em marte, na lua e até na tempestade, mas me encontra pra viver essa saudade...
Não me venhas com esse rascunho de saudade rabiscada, quero muito mais que saudade desenhada...
Quero entranhas, saudades lembradas sem ranhuras sem data marcada.
Édny Senna
Acredito que o amor não machuca, oque machuca e destrói é a incapacidade das pessoas de serem verdadeiras.
O que será que nos enfraquece?
Não conseguir dizer Não ou inventar desculpas?
Acredito que as duas.
Não posso, não posso, não posso, e lá no fundo você começa a acreditar que EU NÃO POSSO MESMO.
Mas espere, vamos dar uma desculpa é melhor do que o Não!
Será?
É tudo a mesma coisa, isso acaba com nossa força.
No fundo eu sei que um punhado de desculpas pode ajudar, mas não sempre !
Sei que tem momentos que a gente só quer uma coisa: sossego!
O grande problema é que isso vira um hábito, a gente se fecha e esquece de viver.
Amar
Acredito no amor.
No amor que não julga
No amor que apenas ama, acolhe
Que aproveita o prazer do toque, do beijo
A alegria de poder estar junto, de conviver
O Amor que ama, mesmo sem ser amado
O Amor que é leve, solto e livre
O Amor que foge da razão, do raciocínio
Ou que dá razão ao irracional, ao que não compreendemos
Pois em matéria de amor, quem tem a equação?
Se acredito na verdade
Verdade devo dizer
Se acredito no amor
Amor devo ter
Se acredito na bondade
Bondade devo oferecer
Se acredito na paz
Paz devo estabelecer
Se acredito em Deus
Deus eu devo obedecer
Se acredito em voce
Voce deve acreditar em mim.
Acredito que, quando uma pessoa resolve seguir a carreira de medicina, ela é dotada de belos e iluminados dons. Quais sejam: o dom da partilha de vida, da solidariedade, da caridade, da humildade, da cura e, sobretudo, o dom do amor ao próximo. Quando uma pessoa decide seguir, respeitar e honrar os preceitos da verdadeira medicina, ela deixa de ser ela e passa a ser o outro, por tão grande a sua dedicação em ajudar, cuidar e “salvar” a quem dos seus “dotes” irá precisar. E não é a medicina que faz o médico, mas é o médico que faz a medicina ser o que ela deve ser sempre: o serviço que funciona com o objetivo de curar, de tirar a dor, de aniquilar o sofrimento, de assistir ao cidadão em prol do seu bem-estar físico e emocional. É assim que eu vejo o médico! Poderia nem vê-lo, pois ele se apresenta na sombra das vidas humanas, na lúcida excitação de fazer tudo que lhe for possível, para uma vida saudável, a todos ficar. Parabéns aos médicos que fazem, ou pelo menos tentam fazer, com que este mundo fique mais saudável!
Quando o vento levanta a poeira
que turva meu olhar,
não me desespero mais.
Porque acredito na chuva mansa
que virá lavar meus dias,
aplacará a sede
das flores do caminho e
me fará transbordar
em Paz infinita.
Pois é certo
que nada é para sempre,
e depois das tempestades
(que vêm tentar assolar nossa calma)
floresce dentro da gente
um jardim de tranquilidade,
onde firmo minhas raízes na Esperança.
Porque ter Fé
é guardar o Sol dentro do peito
para iluminar em dias sombrios!
10/12/2015
Sempre achei o ser humano o ultimo da lista dos seres importantes, e acredito que se as pessoas inteligentes começarem a olhar ao seu redor irão acabar concordando com essa tese maluca de um doido desconhecido que não é melhor do que ninguém, e nem pretendo ser, vou deixar essa hipótese para os consumistas natalinos que acham que seu bel prazer em gastar com ricos presentes irão transformar o mundo no que os seus desejos imaginam, como muitos nunca tiveram o natal que sonharam ter, quem sabe uma reflexão sobre seu passeio de carro novo ao shopping para pesquisar as possibilidades de mostrar o quanto seu ego pode ser maior do que sua capacidade de pensar sobre sua inteligencia pouco usada, fico imaginando como seria o natal desses seres que além de serem extremos consumistas permeiam o ócio da imbecilidade em julgamentos e atitudes mesquinhas, como seria o natal desses seres sem seu misero centavo que carregam em seus cartões de crédito como se fossem armas para utlizar nessa guerra consumista do século da informação utilizada apenas para mostrar o quanto ninguém é informado sobre nada.
Como não somos capazes de suportar a nós mesmos procuramos no consumismo uma forma de agradar o que nem nós mesmos suportamos em nós, na verdade o presente se tornou uma forma de comprar o outro ser, que por sinal aceita por questões óbvias que tornamos o natal das frustrações pessoais, das mesquinharias pessoais e das ignorâncias frente a fome e a miséria, nossas ceias fartas de pessoas famintas dos nossos exageros e das esperanças de receber o melhor que vem embrulhado em papel de presente sintilante e com desenhos e dizeres que nos remetem a não pensar em nada a não ser ganhar mais e mais caro, parece que nosso valor se resumiu a esquisitice de ser realmente o topo da cadeia alimentar, aquilo que serve apenas para sí próprio, opa, desculpe, me equivoquei, pois nem para sí próprio servimos, precisamos ser melhores para dizer que servimos para alguma coisa, e quem define se somos melhores está muito acima de nós, mas achamos que nosso cartão de crédito e nossos presentes caros no natal nos fazem seres divinos, quanta hipocrisia, quantas vezes doamos uma cesta básica a quem precisa, quantas vezes damos um prato de comida a quem pede, bom, um presente caro para cada afilhado que tive eu nunca esqueço, pelo menos eles não vão me chamar de pão duro, velhaco e unha de fome, como se isso me fizesse melhor, tenho pena de quem pensa assim, esse nunca olhou nos olhos de quem teve pela primeira vez um natal de verdade, com carinho, afeto e alguém que se importasse de verdade, de que adianta tantas coisas bonitas no natal, se só o que carrego comigo é um ser capaz do bem ou do mal, enfeitar minha casa, meu pinheiro, comprar presentes caros, isso só me faz um ser igual a qualquer outro, capaz de dizer sim as futilidades, mas sem coragem de fazer o outro sorrir pelo simples fato de existir, bom, não vou estragar seu natal, continue fazendo o que sempre fez e foi treinado, eu vou continuar pensando, afinal é a única coisa que me resta do real valor que esta data me representa.
Todos nós temos nossos defeitos e fraquezas
Mas acredito que isso não significa que
somos covardes.
Temos que nos aceitar da maneira que somos
isso é sinal de coragem
De longe parece ser fácil falar de si, mas acredito que estamos em constante evolução, portanto, o que dito foi agora, de nada valerá amanhã.
Cresça, evolua, siga em frente, o que tenho certeza mesmo é que tudo mudará!
Este sou eu, a constante evolução de mim mesmo...
