Fantasma da Opera
opera cansativa dessa vida...
calamidade causa de desejos,
arredio momentos no frio que o diga
amor solitude absoluta minha alma,
pingos de esperança sem medo da morte.
opera,
sonho tardio,
opressão,
sussurros,
perdidos nos pontos de outras auroras,
fadigante teor num espaço
espírito sem alma...
sombras sem superfície,
estações puro medo,
vagos teores bizarros,
por-do-sol,
obtuso temor singular,
longitudes,
variação...
orientação...
solitude,
ferozmente,
laços de ternura
predicados,
transcendentes...
monstros editados,
zona de perdições,
luz obscura,
mantos congelados,
vitoria sem vencedores,
series sem graça,
sonho sem termino,
dessabores,
num quadro manchado,
abnegação,
dos tais,
sentido profundo,
tarde de mais,
para se acostumar...
virtudes sem má
definições
belo retrato,
olhar irreal,
belas artes,
lagrimas nobres,
lembranças pura tristeza,
emoções,
mente que flui
em chamas de despedidas
ousadia,
juntas na sala de espera,
termino de um retrato,
algo estranho,
status,
obstrução do seguro social,
asas que caíram
no momento que amei...
nunca mais,
entre as janelas do céu,
numa vida
retratações
desespero,
enganos,
frutos da decepção,
mergulho profundo,
em dias de fogo e ferro
o aço no metal
derrete o horizonte,
muitas magoas,
sobre poem
mel folgaz
sobriedade,
terror,
sentimentos vazios...
absolutos,
flores que sangram
sobre todos dias,
obscuras lagrimas...
pura anestesia...
pensamentos num fundo de musica.
A maior das violências se opera contra aquele que não pode protestar, justamente porque lhe é ausente um projeto de consciência e, consequentemente, julgamento moral que o motivaria a tal ação.
monstros que roubam seus sonhos,
por males opera se para o bem estar próprio
degradando aqueles de boa fé,
sempre tem com esperança desatina...ricos,
fardos da boa alma que teus olhos,
te engana por fé se trás a cura
de feridas inóspitas
como sonhar de olhos abertos
e querer viver por mais um momento
ao mesmo que seja de olhos abertos
o vicio se deprime em tais atos...
Porque o amor se faz em ópera, tem que ser gritado o mas alto que der, tem que fazer barulho...O amor tem que ser vivido num abraço, em palavras...Num aperto de mão entre amigos, em desconhecidos...em negros da favela, brancos da maré ! O amor tem que se dá as mãos em quem tem fome, em mendigos.
21/03/2018
O cenário literário nacional e suas vertentes... Um ensaio descompassado e permeado por brigas operárias. Não foi a toa que me restringi. A propósito, há muito mais que holofotes e guerra de egos. Um parecer saudável é o construtivo, o resto é ofensa. Ser escritor é escrever com o coração, independente do tempo verbal. Erramos. Acertamos. Aprendemos. Por fim: as palavras de ordem são RESPEITO e EMPATIA. Se não for assim, não há erro gramatical ou tempo verbal que aguente. Sou uma eterna contadora de histórias, nasci para escrever com o coração. PAZ!
Ao cair da noite entendo o silêncio que opera em toda casa, a mesa rústica muda de cor, o sofá frio perde a sua importância,
a cama vazia reflete a sua falta e ignora a vontade que eu tenho de me deitar nela ,apenas porque eu estou Sozinho..
Um espetáculo de ópera-bufa protagonizado por um candidato comunicador e pronto, muda o destino de um país.
No registro de lingua do pensamento em protocolos culturais do meio social se opera tal sistema operativo que ao que se chama "analcifetismo" que é o analfabetismo circulante que forma opinião pré-matura das expressões alfabeticas ditas, opinião meia-boca formada devido formação meia-boca porém o que é meia-boca para voce aqui lá onde se diz é mais cultura do que se entende.
Existe linguisticas que passam a vida inteira estudando uma palavra e descobre varias e somente no fim da vida descobrirá aquela palavra que começará a tentar e tudo é porque não é facil entender o analcifetismo e analcifetista porque não tem um latim burocratico de processos metodicos mas tem um latim multi-tecnico de cultura especializada em seu modo de vida e não no modo de tecnicas operativas de interação socio sistemica de atos metodicos burocraticos.
Exemplo quando se fala de agua com uma pessoa que trabalha com voluntarialismo publico, ela pode ser analcifetista e ter mais cultura dentro do analcifetismo que qualquer pessoa normal mas sua linguagem cultural não esta no padrão normal mas do cultural que esta desenvolvendo.
Todos somos em um dado momento analcifetista e todos temos uma cultura do analcifetismo porém alguns tem uma interação mais inradical(dentro da radicalidade) que inflequexivel(dentro da flexibilidade) com seu proprio registro de lingua contida na cultura ou expressão dela como analcifetismo e analcifetista.
Como exemplo é a aquela pessoa que sabe falar de tudo e escrever varios protocolos desconhecidos mas não sabe rever sua ideia em metodos burocraticos da linguagem padrao é como voce saber fazer um calculo analitico financeiro mas não saber explicar na linguagem padrão.
Assim existe consultores financeiros que são otimos em calculos mas para negociar são analcifetismo porque tem especialização para negociar com niveis mais baixos e calcular com niveis mais altos ou sua linguagem esta condicionada e preparada para lidar com analcifetismos tecnicos de operações que são os mestres de obras politicos que fazem as obras ou atividades comunitarias andar e não somente ficar no alfabetismo burocratico mais ir para analcifetismo das praticas, das ruas, da cultura, ensina de modo pratico a importancia do alfabetismo burocratico enquanto alfabetismo burocratico ensina de modo metodico a importancia das praticas do analcifetismo porque tudo e todos tem defeitos e qualidades no alfabetismo e analcifetismo assim ninguem é perfeito para ser analcifetismo completo e analfabetismo completo.
Ópera inconsciente
Num minueto inconstante, me desfaço de essências e pensamentos de essências.
Mais próximo da visão opaca,
Distante mesmo da lucidez do Direito Civil,
Encontro minhas vãs filosofias.
Me deturpo em falácias corajosas,
Me sinto nelas como que num axioma de pensamento absoluto.
Eu e o quê do mundo?
Eu e o quê disso que chamam poesia?
Eu e tudo como essência que preenche o nada.
Me sento à margem dos olhos que confiam sua verdade intocável a qualquer um que respire,
Que me dizem qualquer coisa que seja sincera e mesquinha.
Mistura de archés que causam o mundo este cataclisma que é,
Archés e Religiões e Sociologias perdidas na ilusão e filosofias do cume de uma ágora moderna e demagoga.
Minueto tocado e dançado como Funk que é,
Como Funk e como toda esta boa música que se faz hoje em dia.
Minuetos e Sinfonias do destino e do aquém.
Minimamente se encontra um retrato de jovens leitores pelos criados-mudos das vielas urbanas de hoje, encontra-se vestígios da demência.
Eu que não me escuto, estou me escutando.
Eu que não me curto, estou me encurtando.
Eu que não me gosto me amo me adoro, estou me exaltando.
Num narciso de Vênus eu me vejo nu e molhado, jogado às ruas esperando Afrodite vir me buscar para n'alto mar me crucificar e depois de minha morte eu vir a ser lavado e remido de vinho por Dionisio.
Me olho de longe como quem olha moça bonita passar pela rua e a cobiça endeuzando-a.
Não há nada que possa me pisar, senão eu mesmo.
E os que se sabem próximos a mim, nada sabem de mim.
Aqueles que de longe me vêem num intervalo de uma piscada de olhos, sabem mais que eu mesmo sobre mim.
Ó, mácula!
Morri ontem e hoje estou podre por ter nascido.
Diariamente Deus opera milagres ao mundo através das mãos dos médicos que atuam movidos pela essência de Hipócrates.
Sem a síntese, que o ideal opera, entre o impulso de universalidade e os interesses do organismo psicofísico, não haveria meio de fazer um homem sacrificar-se, impor-se restrições, contrariar desejos e reprimir temores, em prol de algum valor moral, social ou religioso, para alcançar sua plena estatura humana e tornar-se, talvez, maior do que ele mesmo.
