Fantasia e carnaval
Tempo de carnaval
Tempo de história e escolha
Onde a vida é uma folha
E você escreve a sua
Você que tem que escolher
O amor ou a pegação
Sentimento ou a diversão
Tudo isso cabe a você
Minha escolha esta feita
Eu ouvi meu coração
Melhor 4 dias preso
Que um ano de Solidão !
No fundo eu me divirto com alegorias,
Mas não sou fã desse carnaval
Gosto mesmo é de sentir o amor entrando pelos poros
e saindo pela respiração.
Sou quase poeta, careta e antigo
Sou quase tudo,
Sou vazio de nada.
Carnaval no Guarujá.
O carnaval é uma festa pública originária da Grécia de meados de 600 a 520 a.C.
Por incrível que pareça, passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 520 d.C. como “adeus à carne” daí o nome “carne vale”.
O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.
A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.
De um tempo para cá, principalmente no Brasil, o carnaval é muito mais lembrado como Sodoma e Gomorra, pelos excessos sexuais e etílicos. E nem se fale de adeus à carne porque o que mais se vê são churrascos antes, durante e depois da festa, o que custa aos cofres públicos um dinheiro que não existe para contratar médicos, aparelhar hospitais e minorar o sofrimento da maioria daqueles foliões que gastam grande parte dos salários de muitos meses para aparecerem como pequenos pontos coloridos nos desfiles das escolas de samba.
O carnaval está mais para circo do que para festa, pelo tamanho da palhaçada que os administradores do dinheiro público fazem.
Há verbas de todos os tipos, com todos os nomes e sempre para os mesmos bolsos. Não se vê gente séria envolvida com essa palhaçada porque se era ou foi sério algum dia deixa de sê-lo quando alguém é homenageado, agraciado, paparicado ou qualquer outro nome que se dê a tamanha insuflação do ego.
Nos próximos dias vamos ler no Diário Oficial do Município o tamanho das verbas destinadas ao carnaval e os gastos com a montagem dos palanques. Os mesmos palanques usados para as campanhas eleitorais, os mesmos cabos eleitorais, os mesmos foliões com o dinheiro público.
E os hospitais? Bem isso é para nós, os palhaços de sempre!
Isso é fantástico!
No estoy en contra de que las personas bailen y desfilen en carnaval. Lo que no apruebo es que algunos días se diviertan y después, en el resto del año, se queden callados y vivan curvados aceptando las injusticias que generan nuestros políticos sinvergüenzas.
Antônimos...
Fazes impune a festa de seu carnaval
Leve, pés que quase não tocam o chão
Delicados, flutuam no compasso
De meu insano e apaixonado coração
Sem planos de ser aclamada ou quista
Com teu olhar fitando o vago vazio chão
Estrela da noite, quiçá, a mais bela que há
Metade brilho, metade cais e solidão
Voas no ritmo, com o passar dos janeiros
Atriz, dona dos suspiros de minha alma
Tens de mim o reverso de cada meu verso
Quase santo, quase herege, em mim imerso
Me tomo por desabitado em minha natureza
Fico a admirar-te, capitã de meu lamento
E parto, estradeiro, cafuzo, sem norte
Me entregando silente ao revés da sorte
“Aquele grito que diz seus sonhos ser loucura, é porque aquela boca vive no carnaval da insanidade.”
Giovane Silva Santos
Os políticos brasileiros são bailarinas do lamaçal, dançadores de tangue no carnaval, destoa o ritmo da gestão no descompasso perverso da ganância, cada passo de forró é um pinote enlouquecido, média, perseguição, imprudência, violência, e tem mais, é esquerda, é centro, é direita, tudo frequenta o brinquedo camicase no parque simbólico das travessuras, eita que esses meninos sapecas tem vontade de brincar, brincar de poder, de cifras, de ter, escandalosamente o povo é envolvido nesse palco ordinário, pula meu coração e suspira minha mente, a poesia que alivia é a que insensato não sente, é a vida violada, é a esperança engaiolada, é os interesses particulares, os segredos oculares, o Brasil é professor da opressão, o povo é a aluno dessa condição, e os políticos mera decepção.
Giovane Silva Santos
"Vamos viver
Vamos viver no Carnaval e em todos os dias de nossas vidas, como protagonistas que somos nesse surpreendente e esplêndido espetáculo que é a vida, com leveza, doçura, com humildade, com solidariedade, com o brilho divino, com um colorido inigualável e com uma pitada intensa de amor."
Sonhos de Carnaval - 20/02/2020
Entra os sonhos inesperados, trazidos pelos ventos do carnaval, e os olhares do coração, a invadir as histórias de quem busca na memória, os momentos de si mesmo.
Os cristãos vivem o feriado denominado Carnaval, mas na realidade comemoram o Espirival todos os dias. (Festa do Espírito)
Carnaval duro não é mole não !
Mas o mais duro é ficar mole quando na verdade ficar duro é bem melhor segundo as expectativas dumas e doutras ....
A festa já acabou
É carnaval,
E a minha alma pula, inquieta,
Sem paz.
É carnaval,
E as alegrias só restaram nos carros alegóricos,
Nos enfeites brilhantes,
Nos comas alcoólicos.
É carnaval,
E as alegrias só ficaram
Nos instantes, efêmeros,
Intervalos
De dor.
É carnaval,
E a banda passa,
E a vida passa,
Diante dos seus olhos.
Acabou-se o carnaval,
E só restaram os confetes,
No chão.
Carnaval
sob os olhos da esposa
é felicidade
quase tão grande
quanto a de um curió
cantando,
aprisionado
em uma gaiola
O Brasil é o país do carnaval. Mas qual carnaval? Estar no carnaval pode abranger múltiplas possibilidades.
Quando você descobre que a Vida pode ser uma constante celebração, o Carnaval permanece o ano todo dentro do seu coração.
Lá fora o carnaval
e eu aqui no bloco do eu sozinho.
Não tenho carnaval.
tenho um batuque no peito
e uma atração mórbida
por quartas-feiras de cinzas.
REFLEXÕES PERVERTIDAS DE UM CARNAVAL.
A igreja católica tem cometido alguns erros ao longo de 2.000 anos. Um deles foi proibir o casamento aos padres como forma de garantir o celibato.
Como pode isso se, o casamento, é um dos modos que afasta uma pessoa do sexo?
