Fantasia e carnaval

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"Carnaval a caminho e estou estranhando o silencio. O silencio daquela gente que continua querendo que o Carnaval 'seja Festa do Diabo', coitados!"

1678
"Considero todos, mas não deixo de notar que os que não querem Carnaval assemelham-se, por exemplo, a Alguns Ateus: não conseguem adesão expressiva, não conseguem o que desejam, mas não conseguem desistir. O que pode ser isso? Oxente!"

0116 "Conversa que o Carnaval é 'invenção do Diabo', como insistem algumas Religiões. Pode ser que o Carnaval seja exatamente 'invenção' de algumas Religiões, como sugerem alguns Carnavalescos!"

"Assim que o Ano Novo chegar, começará a contagem regressiva para o Carnaval. É o que tenho visto, desde que fui 'lançado' neste querido país!"


Meu Texto No.1186 (Ano 2022)
😴

"Estou me guardando não para 'Quando o Carnaval Chegar' (como na canção), mas inicialmente para Quando o Ano Novo chegar. O Carnaval vem depois, Uai!"


Meu Texto 1189
🤭

"Assim que o Ano Novo chegar, começará a contagem regressiva para o Carnaval. É o que tenho visto. Ou não é assim?"


Texto Meu 1186
🎭

"Guardo-me não para 'Quando o Carnaval Chegar' (como na canção), mas para Quando o Ano Novo chegar. O Carnaval acontece depois, não é?"


Texto Meu 1189
🃏

"Existe vida após a morte? E 'naquele país', existe vida entre o Ano Novo e o Carnaval? Existe ou não?"


TextoMeu 1202
🃏

"Depois do Ano Novo, ainda não sei quem chega logo a seguir: se o Carnaval ou os 'fanáticos-de-sempre', que são contrários ao Carnaval. Continuo aguardando..."


TextoMeu 1205
🃏🎉🤡

"O Carnaval não é invenção do Diabo, como dizem algumas religiões. Talvez seja invenção de algumas religiões, como dizem alguns carnavalescos!"
Frase Minha 0116, Criada no Ano 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

O natal está chegando e eu ainda me sinto em meio ao carnaval, como o relâmpago invadindo o verão....⚡🎄💡

⁠No Limiar dos Dias
Aprendemos que a vida não é um carnaval contínuo.
Há horas em que o corpo se ergue como trincheira,
as pernas inquietas tecem labirintos sem chão,
e os pensamentos, cavalos desgovernados,
rasgam a madrugada com cascadas de talvez.
Então, o mundo se cinde:
de um lado, o véu da fantasia,
onde os desejos são sussurros em chamas, do outro, o chão da realidade, cujas raízes sangram números, horas, cicatrizes.
A conta chega não em moedas, mas em peso.
E se você não se posiciona, o tempo se pociona por você, assim como rio que não retrocede, esculpe suas margens em seu lugar.
Não há escapatória:
é preciso largar a pedra que carrega, aquela que entala o peito e finge ser abrigo,
e seguir com o rio, entregar-se à correnteza que arrasta
até o mar, onde o sal dissolve certezas e o infinito é um útero de recomeços.
Pois só quem solta o lastro do controle descobre que navegar
é também ser navegado pela força que move planetas e ciclos: a arte sagrada de fluir.

Quando o povo decide ser feliz, a essa escolha coletiva damos genericamente o nome de Carnaval.

⁠Basta chegar o Carnaval para as redes sociais desfilarem santidade, mas basta acabá-lo para o mundo virar um inferno.


Entre os que se valem da folia para se divertirem e os que se valem do nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover, fico com os assumidos e previsíveis.


O calendário mal anuncia o Carnaval e as redes sociais se fartam de santos improvisados: perfis austeros, discursos moralistas, dedos em riste…


A fé, a virtude e os bons costumes desfilam com mais rigor que qualquer escola de samba instrumentalizada.


Mas é curioso como, ao soar da última batucada, esses mesmos altares virtuais se esvaziam — e o mundo, sem aviso, volta a parecer um inferno cotidiano.


Talvez o problema nunca tenha sido a folia, mas o julgamento dos que se acham mais dignos da Misericórdia de Deus do que os outros.


Porque há quem não goste do Carnaval — e isso é legítimo.


O que soa dissonante é a necessidade de condenar a alegria alheia, como se o gosto pessoal fosse mandamento divino.


A virtude que precisa julgar e humilhar para existir já nasce manca.


Se os “santos” que rejeitam a festa julgassem menos e evangelizassem mais, talvez a hipocrisia não tivesse tanto espaço para sambar.


Faltaria palco.


Afinal, moral que só aparece em datas específicas não é princípio — é só outra fantasia.


E essa, convenhamos, também acaba na Quarta-feira de Cinzas.

Procuro-te entre as pessoas,


embora resista a ser vista,


Ainda bem que é Carnaval,


e tudo termina em fantasia;


Porque no fundo sei que


aqui você não se encontra,


no meio da noite escura ---


Brindada com gotas de cristal


transformadas em prata pura


pela luz da iluminação pública,


a chuva cai solene nesta rua


misteriosa que é o silêncio,


Que me guiará para ser sua


pelo caminho da paciência


e da mais amorosa ternura,


Entre nós tudo continua


acontecendo mesmo cientes


que o melhor sequer


ainda nem mesmo começou,


Desde o dia em que nos conhecemos


o mundo nunca mais nos tocou.

Passaram por nós


o nosso Carnaval,


a Quarta-feira de Cinzas


e as lindas nostalgias,


Não esqueci de manter


vivas as alegrias,


e tudo o que faz


o coração se derreter.






Os sambas deste ano


continuo ouvindo,


Quero acreditar que


o teu amor está


escrito no destino


para deixar a chama


intensa, envolver


e de amor bamba.






Porque se não for por


amor que ao menos


vire um bom samba,


Para não deixar perder


a beleza deste tempo


que é ver pelo caminho


o Jacarandá de espinho


florindo e o teu sorriso


para mim se abrindo.

Alguns ignoram ou até duvidam, mas a verdade é que o diabo é o ser que dá as ordens no carnaval.

Está chegando o dia do ano em que as mães do Brasil mais choram. Esse dia se chama Carnaval!

Eu queria que você fosse e retornasse, mas a verdade é que muitos vão para o carnaval com vida, mas retornarão sem ela.

Se você passou o ano todo brincando com o pecado, mas agora, no carnaval, quer pregar para os que frequentam essa festa mundana, você é um hipócrita.