Eu sou aquilo que Perdi Fernando Pessoa
Um tempo que perdi.
Em mãos,
Um envelope minúsculo.
Nele,
Folhas amarrotadas e algumas escritas, quase impossíveis de ler.
Como Poeta,
Analisei minunciosamente.
Nelas continham,
Antigas inúteis declarações de amor.
Já de certa idade e com o coração facetado pela vida,
Até senti vontade de chorar.
Mas foi um tempo que perdi e nele padeci.
Na ilusão ótica,
Um aparelho contundente em pleno funcionamento.
Solucionando assim,
Indevidas palavras que sem precisão tive que ouvir.
Abordagem única com minha própria sanidade mental.
Proativo,
Problemas solucionados.
Cálculo exato foi o meu e não teórico.
Na matemática do amor,
Que ao passar o tempo,
A vida nos surpreende, inusitadamente......
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Sinto pela minha capacidade de sentir demais
Sinto por todas as vezes que perdi a paz
Sinto por correr desorientado na escuridão
Sinto quando precisei, mas soltei minha mão
Sinto pelas vezes que feri e fui ferido
Sinto quando não deixei que o amor fosse nutrido
E quando sinto dói bastante, não vou mentir
Mas a vida é sentir para viver e viver para sentir
Também perdi a mulher que amava, e não há um único dia em que não me sinta culpado. Mas temos nossos deveres, não é?
Estamos vivenciando um período marcado por contradições e dualidades, onde as pessoas se veem perdidas e sem saber qual direção tomar, ao consumirem loucamente mídias as mais variadas, povoadas de perigosas Fake News, que divulgam uma enxurrada de informações desconexas.
É um dilema,
acho que perdi a esperança,
mas não quero entregar os pontos,
ainda tenho a lembrança
da vida com você,
emaranhada entre contos.
Pandemia política
O que pensar em pandemia?
Não sei pensar em pandemia, só penso naquilo que perdi.
Penso como um disco furado naquilo que poderia desfrutar.
Um compasso de ansiedade me pulsa o coração.
Ouvir políticos se acusando e uns mostrando a solução e outros quando não, doutra senda, anuentes com os que não querem a solução, me traz o descompasso na frustração de ter que aguardar mais alguns anos se terá mudanças.
É a carta política.
É o que foi nos acordado na subsunção Lex Legum.
É o poder dividido/unido com o aguardar da democracia que busca o momento de se encaixar na concordata.
Isso no momento é a pandemia.
Para os que pranteiam a democracia.
Me perdi dentro da minha própria sequência de DNA,dentro da minha flor de vida vi meu universo cair em alguma dimensão,ou simplesmente me desconectei dele mesmo.
Das geométricas da vida,não sei em que quadrado devo pensar fora da caixa,fato de que meu olhar em caracol vejo tudo pelos lados.
Talvez o óbvio seja a sombra da verdade não dita.
Entre a vida dentro de mim,e fora de mim prefiro elevar-me pelo espírito mais livre como a águia e mais invisível como o ar.
Quando foi que me perdi?
Que me deixei de lado?
Pensar nisso me causa náusea de mim mesmo.
Permiti que os outros
Que as circunstâncias
Que a vontade de sempre estar disponível para ajudar
Moldassem a minha vida.
Agora, sem os outros
Em circunstâncias desfavoráveis
Precisando da reciprocidade prometida
Porém negada
Me moldo sob alta pressão.
COM ELA:
Com ela não perdi nada,
Só edificou minha caminhada;
Ganhei tudo em dobro,
Nosso amor não é salobro;
É um sentimento imenso,
Não um mero fragmento.
Flutuo no tempo e nele me escondo e neste universo já me perdi.
Fagulhas de sonhos entre os escombros de tudo aquilo, que restou de mim.
Então perdi a senha Peço que me venha a recuperar O link fica abaixo do queixo encostado no peito Há de entender se consegue ver o amanhecer E quando o crepúsculo avisar Digite certo que o portal abrir-se-á Aí poderemos ir livres da dor do passado.
Quando lhe perdi!?
Quando os meus beijos perderam o sabor pra você?
Quando lhe perdi?
Quando os meus toques perderam o encanto?
Quando lhe perdi!?
Quando os seus olhos pararam de brilhar ao olhar nos meus?
Quando lhe perdi?
Quando passou a está tão longe, mesmo tão perto?
Quando lhe perdi!?
Quando a minha chegada passou a não mais valer a pena à sua espera?
Quando lhe perdi?
Tenho Dúvidas
Minha vida é uma confusão
E me perdi em minha própria imensidão
Um mundo cheio de possibilidades
Porém nenhuma me atrai de verdade
Eu não sei bem o que quero
Talvez sejam incertezas do meu coração, ou até mesmo do meu cérebro
Tenho dúvidas sobre o que é o amor
Sinto que preciso ser magoada para entender essa dor
Tenho dúvidas sobre o que é amar
Imaginar fazer de tudo sem hesitar.
Tenho dúvidas sobre o que é ser feliz
E sinto que minha vida está por um triz.
O que devo fazer?
É apenas o que queria saber
Não entendo o porquê às vezes, nada parece fazer sentido
E o meu mundo está a cada dia mais perdido.
Sofrer se tornou algo normal
Nesse meu mundo a dor é natural
A lembrança de algo extraordinário, eu nem me recordo mais
Apenas espero conseguir deixar tudo isso para trás.
Nome que é meu -
Nada no mundo me prende
perdi-me no sofrimento
e quanto dói dentro da gente
não saber dar tempo ao tempo!
Sou como a folha caída
que se perdeu do mundo inteiro
sou como a flor esquecida
em manhã de nevoeiro!
A tristeza que me abraça
dá mais voz à minha fome
sou como tudo o que passa
não me chamem pelo nome!
Porque esse nome sem carinho
foi o destino quem mo deu
deixem-me Ser pelo caminho
longe desse nome que é meu!
Foram nos momentos que questionei minhas escolhas do passado que tropecei no agora e perdi o trem do futuro.
