Coleção pessoal de marcos_amaro_1

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⁠Olhar a cada dia,
sentir a cada dia,
sofrer em alguns dias,
alegria em outro dia,
pensar em você todos os dias,
te amar como se não houvesse outro dia,
reflexão de todos os dias.

Marcos Amaro

⁠Uma leve brisa ao entardecer,
ouvindo o som do mar,
curtindo te conhecer,
embalados por uma canção,
que será a lembrança
de nossa paixão.

Marcos Amaro

⁠Saí dali,
era tóxico,
enfestado de gente ruim.
Fascista?
Tão contraditório quanto Salvador Dali,
prefiro ficar aqui,
sonhando em construir,
mesmo sem saber o
que há de vir.

Marcos Amaro

⁠Não foi fortuito o nosso encontro,
Hoje sei! Estava previsto
em algum lugar.
Como desconheço dá onde vem,
sei bem,
que corpo e mente reconhecem,
esse alguém para amar.

Marcos Amaro

⁠Fechei os olhos, pálpebra inchada,
pesada,
carregando toda a incerteza
do indivíduo.
E amanhã? Não sei.
Sei que não há pureza,
o mundo se impõe, tenta destruir.
Mas quero a beleza
da infância,
que ainda hei de possuir.

Marcos Amaro

⁠Sentir a dor física,
pujante, latejante,
faz reconhecer,
o corpo!
Frágil, insignificante.
Frente a mente,
doente,
rastejante.

Marcos Amaro

⁠Fui instigado a escrever sobre você,
quando senti os raios moldados
na janela,
era iluminação pura,
mas não era sonho,
era bela, esculpida em breve instante,
tão linda, sendo singela

Marcos Amaro

⁠Fui relapso, não aprendi
a forma de manter sua atenção,
talvez, bastasse ouvir
e concentrar-me em sua emoção,
dando voz e sentindo,
às dores do seu coração

Marcos Amaro

⁠Linda!!! Linda!!!
Te vi crescer atrás dos montes,
resplandecer, irradiante,
tão grande, que tua irmã era figurante,
em um estabelecer,
de hoje em diante,
mas foi assim,
quero amar-te,
como se fosse o que último instante.

Marcos Amaro

⁠Copo vazio,
sem conteúdo,
superficial.
Surgiu!
Mas é um nada,
e nada é!!!

Marcos Amaro

⁠Não queria admitir,
desde o dia em que te vi,
sonhei em tê-la aqui,
sobre o meu peito,
e vê-la dormir.

Marcos Amaro

⁠Não foi aceito,
pelo povo que ali vivia,
nascimento e provação.
Insistiu, pois dele, o povo dependia.
Certo é! Que o matamos todo dia.
Mas, contra o desamor lutou,
pois, palavras de amor entoou.

Marcos Amaro

⁠Janela descortinada,
Você! Deixada ao léu.
Oh! Céus.
Desejo seus favos de mel,
para me entorpecer
nas entranhas desse crime de amor,
e me tornar réu confesso,
ainda que haja dor.

Marcos Amaro

⁠É um dilema,
acho que perdi a esperança,
mas não quero entregar os pontos,
ainda tenho a lembrança
da vida com você,
emaranhada entre contos.

Marcos Amaro

⁠Dor de difícil cura,
volta e meia ela ressurge,
dando pontadas no coração,
ela é dura,
um forte sentimento que
perdura.

Marcos Amaro

⁠Conectei o emocional,
o sonho,
fora do racional,
para não tornar banal,
o ato sentimental,
consumado no prazer carnal.

Marcos Amaro

⁠Pratiquei um delito,
ato culposo,
sem dolo,
redundância proposital,
apesar das variantes,
Bem! Não sei direito, coisa e tal.
Mas, voltando ao delito.
Consumado?!
Crime de amor, como havia dito.

Marcos Amaro

⁠Cabelos brancos,
mãos calejadas,
pele enrugada,
ainda que prefira uma imagem jovial,
não se sinta enganada,
a idade chega como um punhal,
mas sinta-se rejuvenescida,
quando amada.

Marcos Amaro

⁠Não sou, quem penso que sou,
há algo a mais,
escondido no meu instinto,
fruto do meu labirinto,
que busca no inconsciente,
saídas.
Mas, o bárbaro insiste,
quer estar presente.

Marcos Amaro

⁠Eu sabia
que me machucaria,
foi apenas uma doce ilusão,
a presunção que você não seria tão vil.
E como é forte a razão,
simplesmente corrompeu a minha emoção,
trazendo à tona minha visão infantil.

Marcos Amaro