Estranho
Estranho que até um rosto tão familiar, que conhecemos tão bem, com tempo e distância vira mais um entre muitos rostos pela vida. As vezes, até irreconhecíveis.
Mãe é um bicho estranho ,quando engravidam passam de corpinho de tábua de passar para bola enorme de Pilates,e posterior a isso ela vira a pata choca, mãe é esquisita na gravidez, quer comer sorvete de pitaia com pizza Peperoni e dorme feito preguiça.
Enquanto uma sementinha dentro dela cresce, elas conversam com suas proles mesmo sem conhecerem ,passam a mão no bucho sem tocarem nas criaturas,depois alimentam suas crias, dão o leite do peito extraído sabe Deus de onde.
Elas vivem extraindo exatamente uma força inacreditável a de gerarem,zelarem,cuidarem.
Parece loucura , mas ser mãe é ser estranha ,ela perde o sono porque eles não chegam, ela diz Deus te acompanhe porque ela não pode ir, ela vira uma fera quando pegam nos seus bebês...
Elas se ofendem quando eles não dizem oi e não atendem o telefone com as mensagens do WhatsApp, elas arregalam os olhos quando visualizam as mensagens e não respondem,
elas tem olheiras, tudo porque não conseguem dormir à noite enquanto eles estão na rua .
Elas gritam uhuuu sozinhas no meio de uma platéia passando mico na apresentação dos seus filhos na quinta sinfonia de Beethoven,como uma forma única de dizer : Tô aqui e sou sua fã número um.
Existe uma expressão que consigo entender muito bem:Mãe é mãe e vaca e vaca .
hoje entendi que quando o filhote da vaca, o tal bezerro cresce um pouquinho a vaca vai pastar e se ele quiser que vá atrás dela ! Mãe não¡ mas é abestalhada ela sempre quer o filho na barra de sua saia.
Filhos vem para nos mudar, a maternidade nos ensina a ensinar , a maternidade nos alinha, nos fazer enxergar que nós não temos controle sobre nada com relação a eles, diz um ditado antigo da minha vó: Se você quiser dá lições à
alguém,é melhor desejar-lhe filhos...Tenham filhos faz bem para tosse!
Deus nos ensinou que ser mãe não é só padecer no paraíso, mas temporada a fora, às vezes passear no deserto, e lá o "paraíso" é tenso , ele nos permite ir para aprender.
Deserto:
Quando eles vão embora de casa, deserto quando eles arrumam a primeira namorada, deserto quando eles não lavam as louças da pia e não retiram o lixo de dentro do próprio quarto, quando eles espalham toalhas molhadas no colchão, quando estão com febre, quando eles pedem vem me buscar, quando eles não chegam na hora exata, quando eles não atende as ligações, quando eles acham que sabem tudo ...mesmo não sabendo de nada.
Filhos vão e vem e o uhuuu das mães as vezes vira ufa! Aff! Ah! Buáaaaa! Que? Como? Quando? Onde? 123..., Não e ponto!
Ahhh ??? Como é que é? Te amo! Já almoçou? mamãe,...mamys! Mãe...Mã...
Mães existem mesmo quando se vão, elas deixam um pedaço delas nos filhos,é a extensão do amor delas nos filhos.
Porque de fato entendi que no final das contas
Mãe é mãe e vaca é vaca!
Desejo que filhos possam ressaltar dentro do seu peito o verdadeiro sentido do amor materno, obedecendo suas mães e as respeitando, cuidando delas,preservando,honrando.
Mãe se doa, mãe se dá e se dói, mesmo às vezes quando alguns filhos não a reconhecem porque de fato elas deveriam receber uma coroa por ser sempre a RAINHA do LAR.
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#dervalorsuamaē
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Estranho é tentar fisgar com raciocínio lógico aquele pensamento cortado que mais parece um peixinho confuso que nada em círculos ébrios dentro de nossa mente.
Meio século de vida me parece estranho. Faço da vida apenas o que dá sentido a ela. Envelhecer nunca esteve nos meus planos, ter a idade do meu coração me faz cegar o externo e enxergar o que é invisível aos olhos, do tempo que ainda tenho: que não seja curto e nem longo demais, mas que seja intenso.
Quando produzimos a arte acendemos luzes em nossos olhos e boca, seremos vistos como alguém estranho, até por quem se julga amante das artes, não raro surgem críticas ou elogios vazios, de quem não tem saber poético para criticar ou elogiar. Devemos, no entanto, não nos incomodar com estes que nos invejam ou nos admiram sem conhecimento daquilo de fazemos por amor e ofício.
Eu sou o Peso e a Introversão...Mesmo estranho eu posso ser comum, talvez. Meu próprio mundo já basta. a solidão é uma companhia e eu gosto dela. Mas frequentemente eu me importo com o mundo afora sem com isso demonstrar. e sei que para os mundos lá fora eu faço uma infinita diferença pois trago comigo uma beleza para a realidade. O que me faz ter excelência e perfeição mas ao contrário, o meu egoísmo pode me fazer ser inútil até para mim mesmo.
"Não quer ser nada que possa reputar seu igual. Unicamente, o sempre estranho lhe afigura familiar. Não se insinua. Não acaricia. Não tem sons que sejam só dela. Compreender lhe interessa tanto quanto ser compreendida."
Ser conservador é, pois, preferir o familiar ao estranho, preferir o que já foi tentado a experimentar, o fato ao mistério, o concreto ao possível, o limitado ao infinito, o que está perto ao distante, o suficiente ao abundante, o conveniente ao perfeito, a risada momentânea à felicidade eterna.
Vivemos em um mundo estranho.
Como indivíduos, temos e vivemos de opinião coletiva.
Como indivíduos, não temos individualidade, isso é para poucos, e talvez para loucos.
Você não pensa, replica.
Você gosta dos gostares dos outros, e se engana achando que são seus.
Você tem alegrias, quem sabe felicidades, mas, só serão assim se forem reconhecidas pelos outros.
O coletivismo age como uma droga, entorpecendo a mente e te colocando cordas para lhe manipular como uma marionete.
Pare seu mundo. Desça dele.
Pense, o que é seu e o que é posto.
Você consegue, se desnudar e pensar por si só? Você consegue ter uma visão sua e friamente aceitar ela?
Pode parecer simples, mas não é.
Para pensar por si, você deve descobrir primeiro quem você é. Você não é um nome em uma carteira de identificação, você é alguém, representa algo mais. Você como ser vivente, tem a obrigação consigo mesmo de entender que existe uma diferença entre o que se é, e o que se quer. Saber diferenciar aquilo que realmente você gosta, das coisas que abomina.
Diferenciar, parece também algo fácil, mas, lhe digo, não é. Você reconhece o belo, porque alguém lhe disse que aquilo era belo. E você cultivou isso, e acreditou, e seguiu o padrão.
Ser você mesmo, talvez seja o maior desafio enquanto indivíduo.
Saia do modal, pense por si. Viva para você a sua vida.
Pense nisso.
Paz e luz.
Quero amar como os homens! Um estranho amor.
Quero amar como os homens! Que após nascerem, e tomarem conhecimento da vida, com sorrisos e lágrimas, escravizam seus pais; para depois, quando pais, serem escravizados pelas mesmas vontades de seus filhos.
Quero amar como os homens! Que tanto apreciam a natureza, a ponto de muda-la, para satisfazer seus próprios desejos e as suas definições do que é belo.
Quero amar como os homens! Que amam tanto os animais, que os aprisionam para sua proteção. Que os guardam em gaiolas, apenas para poder ter a exclusividade do canto preso, que de forma muda, e olhares mortos, gritam pela liberdade e pela vida perdida.
Quero amar como os homens! Que tiram as rosas de um jardim, condenando-as, apenas para agradar a amada, afinal, é uma bela declaração de amor.
Quero amar como os homens! Que dizem amar o mundo, mas, não são capazes de amar o próximo. E o que dizer do homem; extremo amor. Que medita pensando na paz, procurando a solução das misérias do mundo; negando a seu vizinho, um prato de comida para lhe saciar a fome.
Quero amar como os homens! Que tem valor passageiro na vida, e um valor insignificante na morte.
Quero amar como os homens! Que inebriados pelas coisas vãs, caminham filosofando torpezas sobre a vida. Vivendo os imprestáveis conceitos alheios que lhe são palatáveis.
Quero amar como os homens! Que conseguem falar com o divino, adorá-lo, e logo em seguida, pecar.
Quero amar como os homens! Que amam diferentes amores: pais, filhos, amigos, amantes, amadas, cachorros.
Quero amar como os homens! Um estranho amor, um verdadeiro amor, se descobrir no amor, uma forma de amar.
Massako.
Para um Novo Amor
Recomeçar no amor é como reaprender a respirar — no começo parece estranho, às vezes até assustador, mas aos poucos o ar volta a circular e o coração se aquieta.
Depois de tantas histórias, de tantas pausas e finais, eu achava que o amor talvez não fosse mais para mim… ou que, pelo menos, não viria tão cedo. Mas então, de repente — e ao mesmo tempo com uma calma bonita —, você chegou. E algo em mim começou a mudar.
Com você, o recomeço não parece uma repetição do passado. Parece uma nova chance de viver o amor de um jeito mais leve, mais consciente, mais verdadeiro. Não estou buscando contos de fadas, estou buscando presença. E em você, encontrei alguém que me convida a ser inteiro — sem pressa, sem medo, sem precisar fingir.
Talvez eu ainda carregue algumas marcas, mas elas não me impedem de sentir. Elas só me lembram que agora eu sei mais — sobre mim, sobre o que mereço, sobre o que quero construir.
E o que eu quero agora é simples: viver esse novo amor com calma, com verdade, com respeito. Deixar que ele cresça do nosso jeito, no nosso tempo.
Sei que não temos todas as respostas, mas temos algo precioso: o agora. E é nele que eu quero apostar — com você.
Eu chorei um milhão de rios por você, mas isto acabou agora, você é só um estranho na qual eu sei tudo sobre.
O artista é um ser estranho para si mesmo
Suas mãos são apenas instrumentos e
sua obra revela, por muitas vezes, um mundo que ele buscava sem saber.
Estranho te revisitar, mas isso é algo que ainda faço, por motivos distintos, às vezes, mas quase sempre são pelos mesmos. Estranho pensar no que não passa, no que não some e nas coisas que insistem em pulsar, mesmo que o tempo não tenha sido nosso melhor amigo. Estranho ter conversas estranhas com você, estranho querer sempre mais, estranho não querer parar, embora saiba que preciso. Estranho o que não foi e mais ainda, o que ainda é.
Estranho querer falar quando só me resta o silêncio
Estranho esperar sem saber até quando
Estranho te sentir mesmo não estando
Estranho o que essa falta sussurra, ou melhor, grita aqui dentro
Estranho ser o contrário do que desejo
Estranho a falta dos minutos nossos
Estranho o que permanece sem nunca estar aqui
É estranho que as pessoas querem ser perdoadas com falham, mas não perdoa quando há falhas.
Eu tenho tanto pra falar, mas inibo minha vontade por medo de não ouvirem
Tenho uma visão de mundo peculiar, pouco amistosa
E de difícil compreensão você saber que algo existe e ignora-lo para se sentir melhor
Por não ver você está bem, mesmo sabendo que existe
Não compreendo as pessoas que tem uma religião qual o mandamento é amar o próximo é só se importar com a sua família, eu não tenho religião, e não me importo com ninguém, isso não faz de mim um exemplo, mas não sou hipócrita.
Me vejo observando as coisas e como elas fluem, no meu modo de ver o mundo levo tempo, tenho análises demoradas e as vezes de difícil entendimento, isso irrita as personalidades que são, digamos, ativas, um transtorno compulsivo obsessivo de estar fazendo alguma atividade corporal a todo momento para se sentir vivo, suponho. Não há outra razão, ser notado, ou o medo de ser alguém inativo, como eles intitulam-me.
Diversas vezes li que pessoas preguiçosas conseguem fazer tarefas difíceis do modo mais rápido, pelo simples fato de levar muito tempo e disposição e isso é verdade, pelo menos pra mim, levo um tempo a mais pra fazer algo, passo um tempo pensando, 66,67% ou 2/3 matematicamente falando.
Gosto de aprender e descobrir coisas, sobre mim e sobre os outros, sobre as coisas, a vida e mergulho no submundo das coisas, procuro padrões impensáveis, estatísticas calculáveis e não consigo me explicar, nunca ninguém parou pra ouvir, mas tenho muito pra falar.
É estranho como o tempo passa, e as vezes que eu sentia o seu cheiro, sua boca quando tocava meus lábios, faziam o calor subir dos pés e se concentrar no lado esquerdo do meu peito.
É estranho como o silêncio pode ser ensurdecedor, preenchido pelos ecos das lembranças que jamais retornarão.
