Escritor

Cerca de 8116 frases e pensamentos: Escritor

⁠Definição de Inspiração Bíblica:
“Inspiração é a revelação de Deus comunicada por meio de escritores humanos que usaram suas próprias mentes, suas próprias palavras, suas experiências e vocabulário; porém, Deus, de forma soberana, organizou suas vidas, pensamentos e escolhas de tal maneira que as palavras que eles livremente escreveram eram exatamente aquelas que Ele, desde a eternidade, determinara para comunicar Suas verdades.”

Inserida por CaioSantos2020

⁠Tu é o escritor e o leitor da tua própria mentira.

Inserida por Dantass

As vezes acho que afirmar que sou fotógrafo, artista plástico, escritor, percussionista, instrutor de boxe e técnico em informatica soa estranho, com presunção, arrogância...mas eu sou, mesmo que não um dos melhores.

Inserida por acvomotta

Um escritor escrevive do que faz.

Inserida por profwvmetal

Um amigo me perguntou porque eu sou de Esquerda, sendo um filósofo, poeta, escritor, comunicólogo e professor; e eu disse: por isso.

Inserida por michelfm

⁠[Enquanto houvesse algo
que nunca fosse inventado]

sou um escritor
extremamente
preguiçoso.

não quero saber
nada sobre literatura,
não me interessam
os autores,
não quero saber
nada sobre poesia.

nunca termino
um livro,
nunca penso
sobre escrever,

exceto,
quando estou escrevendo.

quando escrevo,
sou a pessoa
mais determinada
que já conheci

e já conheci
muita gente determinada.

quando escrevo,
me torno a sinergia gritante,
ecoando incessante,
a concentração das forças
que convergem,
divergem e dissipam.

me torno
a manifestação avassaladora,
da poderosa máquina
neurobiológica.

a sensualidade manifesta,
materializada sinapticamente,
no acasalamento dos neurônios.

18/11/23

Inserida por michelfm

"" Poeta que não ama é mero escritor, o amor é a essência dos poetas...""

Inserida por OscarKlemz

Não existe escritor bom, se ele não viveu o que escreveu!

Inserida por auloscarvalho

Na mesa do escritor
uma folha de ofício,
a espera de mais
uma palavra de amor(...)

Inserida por auloscarvalho

A felicidade é um monte de gente que amamos...
Escritor: Aulos Carvalho

Inserida por auloscarvalho

Aulos Carvalho é um escritor perdido no mar de palavras.

Inserida por auloscarvalho

⁠Ser escritor é ser louco,
Por isso as vezes me afasto um pouco
Ser escritor é vender a alma pro diabo
E não ter troco
Por isso as vezes eu morro
Pra ver se eu nasço de novo
Talvez um engenheiro ou um objeto oco
Ser escritor é ser canhoto, é escrever um pouco torto,
É não caber dentro de si, não caber nem no próprio verso, que dirá no outro.

Inserida por ChristieWingler

um bom escritor precisa estar com a mente limpa para escrever.

Inserida por MilesDeka

⁠Por trás do programa assistido concentradamente, existe um escritor, que também tem muito a aprender com você. Concentrar-se em si para saber o que seria.

Inserida por paulocelente

O escritor menor precisa resistir, perseverar e ironizar a si mesmo. Ele sabe que só a posteridade lhe dará o reconhecimento que está certo de merecer.

Inserida por PensamentosRS

⁠O melhor autor será aquele que tem vergonha de se tornar escritor.

Inserida por PensamentosRS

A PRIMAZIA DA EXPERIÊNCIA SOBRE O JULGAMENTO ESTÉRIL.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A história do pensamento humano ensina que o conhecimento verdadeiro jamais se constrói à distância da experiência. Desde os primeiros filósofos da Antiguidade até as reflexões morais da modernidade, permanece constante a constatação de que o saber que transforma nasce do contato direto com a realidade e não da contemplação passiva de seus erros alheios. A máxima segundo a qual " Quem age e erra aprende mais do que aquele que apenas observa. " revela uma verdade interior sobre a condição humana e sua jornada formativa.
O erro, quando vivido com consciência e responsabilidade, não representa fracasso moral nem falência intelectual. Ele constitui uma etapa legítima do processo de amadurecimento do espírito. A ação, ainda que imperfeita, insere o indivíduo no fluxo da experiência concreta, onde a consciência é confrontada com limites, consequências e escolhas reais. Nessa travessia, a falha deixa de ser estigma e passa a ser instrumento pedagógico. O erro vivido ensina porque toca a alma, fere o orgulho, desperta a reflexão e exige transformação.
Em contraste, aquele que apenas observa, julga ou aponta falhas a partir da segurança do distanciamento mantém-se preservado do risco, mas também da aprendizagem profunda. O observador imóvel preserva a ilusão de superioridade intelectual, porém abdica do conhecimento que nasce da vivência. Sua crítica, ainda que por vezes correta, carece de densidade existencial, pois não foi forjada no embate com a realidade. Tal postura gera estagnação, não sabedoria.
A filosofia clássica já advertia que o saber autêntico não se transmite apenas por discursos, mas pela experiência do viver. A ética não se forma no conforto das teorias isoladas, mas no exercício cotidiano da escolha, do erro e da correção. Cada tentativa frustrada contém um valor pedagógico que nenhuma observação distante pode substituir. É no tropeço que o ser humano se reconhece limitado e, exatamente por isso, capaz de crescer.
Assim, errar não diminui o indivíduo. Ao contrário, humaniza-o. Quem age aceita a possibilidade da queda e, com isso, demonstra coragem moral. Quem apenas observa, embora protegido da falha, permanece aprisionado à esterilidade do julgamento. O verdadeiro progresso espiritual e intelectual exige envolvimento, risco e responsabilidade diante das próprias ações.
Que cada consciência compreenda, portanto, que viver é ousar, aprender é errar com dignidade, e crescer é transformar cada falha em degrau silencioso rumo à própria elevação.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Escritor, pensador ou poeta, o importante é fazer parte do contexto literário.

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

A chuva não caía — ela tocava.

E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.

A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.

E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.

Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.

Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.

E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.

E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.

Recolhimento de Camille

Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.

Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.

Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.

E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.

Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.

E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.

Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Com muito brilhantismo, o habilidoso Escritor C. S. Lewis disse que o sofrimento, é o megafone de Deus aos ouvidos de uma Sociedade surda, que se recusa a ouvir Sua Voz. E que quanto mais a Sociedade se ensurdece diante desse barulho, mais Deus gira o botão do amplificador desse megafone, aumentando seu volume, até fazer com que os ouvidos da Sociedade, O consigam ouvir! E como nesses últimos tempos, Deus, tem realmente aumentado e girado esse botão! Daqui para frente, a tendência será a de Deus, fazer ainda mais BARULHO! Então esteja atento ao sussurro de Sua voz.


Às 19h22 in 12.05.2024

Inserida por FabioSilvaDN