Escritor
A leitura é uma fonte rica e abundante de inspiração. O escritor que muito lê, é deveras produtivo; não se queixa de falta de inspiração.
O escritor não pode fingir o que realmente sente; a dor genuína é a essência dos textos mais profundos.
CONFIANÇA EM SUAS CRIAÇÕES
Se o artista (o escritor, o poeta, o artífice etc.) tem dúvida em sua criação é de pouca importância que ele se preocupe acerca das apreciações, avaliações, análises, exames, julgamentos, pareceres, opiniões, comentários ou coisas que os valem sobre ela, pois nada mais inapropriadas à duvida de qualidade de seu ofício do que as críticas, que mais resultam em mal-entendidos do que boas considerações que o levem à frente.
Relativo à criatividade, as coisas estão longe de ser tangíveis e dizíveis quanto cremos. A maior parte da inventividade, imaginação, inspiração ocorre num espaço em que nenhuma palavra seja capaz de alcançar. Menos suscetíveis ao alheamento do público do que qualquer outra coisa são as obras de arte, esses seres misteriosos fecundados para perdurarem além das nossas vidas efêmeras.
Na incerteza, descrença, suspeita de que suas invenções não possuem feições próprias, se são tão só acenos discretos e velados de fatos isolados, de que não têm expressão e forma independentes, explicações ou definições suficientes, implícitas, o que menos o inventor poderá fazer é olhar para fora de si a fim de obter uma resposta quanto à expressividade ao seu cultivo. Se as manifestações dos apreciadores forem afirmativas, se a resposta à interrogação sobre a insegurança quanto à aceitação pública for um forte sim, então construa os seus engenhos com mais tranquilidade de suas vidas.
Com as suas dores mais aliviadas, aproxime-se da natureza para dizer a que veio ao mundo, com vive, ganha ou perde em vida, pois precisa de uma força grande e amadurecida para se produzir algo de proveitoso no domínio em que há boas tradições, usos e práticas brilhantes. Necessário se faz fugir dos motivos gerais para aqueles em que a sua existência lhe proporcione. Trabalhe conforme seus desejos, seus pensamentos, sua fé, com afeto e beleza, tudo com íntima e humilde sinceridade. Exprima as imagens dos seus sonhos, dos objetos de acordo com a sua cosmovisão existencial, mesmo que todos os ruídos do mundo lhe cheguem aos ouvidos, não lhes dê atenção. Procure soerguer sua personalidade, alargando-a e transformando-a durante a transição do dia para a noite, onde o ruído passe longe, sem nele penetrar. Se depois deste ensimesmar-se, a criatividade brotar com ímpeto, então, não mais pensará em perguntar seja a quem for se a criatura será boa. Nem tão pouco tente compensações por seu trabalho, pois há de ver nele um pedaço de sua voz e de sua vida.
Sua obra deve ter um apelo universal que transcende fronteiras culturais e linguísticas. Os temas, atemporais e significados de cores vibrantes que encantem gerações. Pinturas, histórias que nos levem a um mundo mágico e encantador que nos convide a encontrar beleza nas coisas mais simples da vida.
Em resumo, à obra de um grande artista não poderá faltar a força que inspire e encante milhões de pessoas em todo o mundo. Sua arte é uma celebração da vida, da imaginação e da criatividade humana, e um testemunho duradouro de poder transformar o mundo. Assim sendo, caso venha saber o que significa ser um artista, então aceite o destino e carregue-o com seu peso e a sua grandeza, sem nunca se preocupar com recompensa que possa vir de fora. Sua criação, com efeito, deve ser um mundo para si mesmo e encontrar tudo em si e nessa natureza a que se aliou.
O Poeta e Escritor José Adailton da Silva Ferreira foi a primeira pessoa no Brasil e no mundo a escrever a palavra Marçalismo nas redes sociais.
O Poeta definiu o Marçalismo da seguinte maneira:
"O Marçalismo é um movimento que não é de esquerda e nem de direita. Surgiu em São Paulo, em 2024 e pode conquistar o Brasil.
eles dizem que você nunca morrerá para um escritor
porque você ressuscitará em um poema
isso é uma mentira, não há rascunhos de você no meu quarto
mas há uma chave escondida
meu iphone debaixo da camisa dele
um olhar no cômodo escuro
apenas pra mim
Pois sendo um escritor sincero,
sujo, mas singelo,
lhe escrevo este bilhete
com as unhas grandes
como o ego.
O escritor é um semeador de
ideias e sentimentos no solo
fértil da vida. Sua missão é tentar
entender o futuro, viver o presente
e escrever a respeito do passado.
Livro: 365 Frases Inéditas Reflexivas & Motivacionais
Ser leitor é viajar sem sair
de casa, incentivar a cultura,
e procurar entender o que o
escritor escreveu, se alegrar ou
ficar triste.
Livro: 365 Frases Inéditas Reflexivas & Motivacionais
Sou um escritor de livros não escritos, um filósofo de frases não ditas e um poeta de versos jamais lidos...
Um escritor não precisa ser um espelho do seu tempo.
Um livro dentro de um escritor é como um feto no útero. Depois de ser concebido, ninguém pode acelerar ou evitar sua chegada.
"Não sou escritor, muito menos poeta. Na verdade, as frases já me fogem da memória num estalar de dedos; as palavras soam trêmulas e fracas; os cabelos já denunciam a idade. O velho e vulnerável coração dói de saudades suas..."
Tanto o escritor quanto o leitor são transportados para um novo mundo — a diferença é que o escritor tem o poder de moldá-lo.
Não sou de todo escritor mas, na dor, escrevi algo que gostava de partilhar.
Procurar-te-ei dia e noite
até conseguir satisfazer
a eterna agonia que é
não te ter por perto.
Questiono-me se te deveria dizer
que és a razão pela qual são 4 da manhã
e ainda não larguei a caneta. INJUSTO seria
Conversaríamos e, de certo, à conclusão
de que juntos deveríamos estar chegaríamos.
A verdade é que de nada serviria.
Estamos condenados à eterna efemeridade
que é amarmos apenas na solidão.
O que um escritor realmente sente quando o amor vira só uma história antiga que ele já não sabe mais contar?
Quando nasce um escritor, nasce um leitor. E nessa simbiose, a literatura floresce, conectando pessoas, desafiando mentes e tocando corações.
...o escritor brasileiro, via de regra, trabalha sozinho. Não dispõe, como os seus confrades estrangeiros, pelo menos os dos países ditos desenvolvidos, de secretárias. Como eu sempre fui, para escrever os meus livros, pesquisador, anotador, redator, datilógrafo e revisor...
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 228
