Escrevo e parece que não Leio

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⁠Eu escrevo o que a minha alma vê..o que o meu coração sente... o poeta é assim ..escreve pra ele ...mas serve pra tanta gente...

"É o que faço, amor, eu escrevo.
Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo.
Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo.
É o que faço, amor, eu bebo.
Para cada verso, um gole, e a cada gole eu te vejo.
Eu sou ninguém, e quando sou alguém, sou de um todo seu amor, aos céus, agradeço.
Por ser capaz de amar, mesmo ferido, amargurado, ébrio, em devaneio.
Agradeço.
Obrigado, Pai, pela tal dádiva do amor, obrigado pela não correspondência, o rancor, a indiferença, o anseio.
É o que faço, amor, eu escrevo.
Pois quando tu fores de mim, serão minha companhia a solidão, a pena e o tinteiro.
Penso em você o dia inteiro.
Eu queria tanto um abraço, o doce do beijo.
Caso não, que seja somente do abraço o aconchego.
Sem ar eu voo, e mesmo sem mar, em ti, meu amor, eu velejo.
E quando as lágrimas, que afogam minha existência, me permitem enxergar, nem que seja um pouco, amor, acerca de ti, eu escrevo..."

Minhas palavras me cortam, mas ainda assim as escrevo para não sentir dor. Então me pergunto: sou apenas eu quem sangra ao ler o que escrevo, ou aqueles que leem sangram mais do que eu?

"Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco dela.
Escrevo sobre as dores, decepções, dos amores, as mazelas.
E sempre reflito; não existiriam amarguras em meus escritos, se ela fosse minha e eu dela.
O que escrevo são gotas, para narrar um oceano, o que sinto é todo um universo, o que pode ser expressado, quirela.
Se a amo, eu a escrevo, e por isso tudo tem um pouco dela.
E é 'Tutto Per Ella'.
Ela transita livremente por meus escritos, enquanto me pego escondido, no amor que sinto, minha eterna cela.
Palavras para umas e outras, paixão a algumas poucas, fé ao Cristo, amor e devoção somente a ela.
Se meus escritos são o céu, o azul é ela.
Se meus escritos são os mares, cada gota é ela.
Se escrevo o Sol, cada raio é ela.
Se escrevo a praia, cada grão de areia é ela.
Se escrevo sobre as árvores, pomares, as flores; é ela, toda folha e cada pétala.
Quando escrevo sobre a morte, percebo: a minha vida é ela.
Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco, mas bem pouco, acerca dela..."

Faço filosofia,
em cada letra que escrevo,
para quem busca sabedoria
e vencer um pouco do medo!

Tudo que escrevo aqui na Terra,
vêm lá das profundezas da minha alma,
são rimas de poeta,
causando grande calma!

Nada ganho para escrever,
aqui no site do pensador,
mesmo assim escrevo com prazer,
lindos versos de amor!

⁠Querido eu,

Escrevo estas palavras para lembrá-lo do quão incrível você é. Você é uma pessoa única, com qualidades e talentos que são verdadeiramente especiais. Ao longo da sua jornada, você enfrentou desafios e momentos difíceis, mas nunca se rendeu. Sua determinação e coragem são inspiradoras.

Lembre-se sempre do seu valor. Você é precioso, com um coração generoso e uma mente resiliente. Os seus valores e princípios são a base sólida que guia as suas escolhas e ações. Não permita que nada nem ninguém abale esses alicerces.

Você é mais forte do que imagina. Cada obstáculo que superou até agora é um testemunho do seu poder interior. Continue firme, mesmo nos momentos de dúvida. Confie em si mesmo e no seu potencial para alcançar grandes conquistas.

Não desista dos seus sonhos. Eles são o reflexo dos seus desejos mais profundos e das suas aspirações mais elevadas. Mantenha-se focado no que realmente importa para você e siga em frente com determinação.

Lembre-se também de cuidar de si mesmo. A sua saúde física e emocional são fundamentais para o seu bem-estar geral. Dedique tempo para descansar, recarregar as energias e cuidar das suas necessidades pessoais.

Estou aqui para apoiá-lo incondicionalmente. Acredito no seu potencial e no impacto positivo que você pode ter no mundo ao seu redor. Continue sendo essa pessoa incrível que é, sempre firme nos seus valores e princípios.

Há anos transformo o que vivo em palavras. Não escrevo para agradar ninguém, nem obrigo ninguém a curtir ou comentar. Apenas compartilho aquilo que sinto, porque algumas coisas a gente não consegue guardar… precisa colocar no mundo.

Quando eu escrevo, faço uma letra bonita.
Quando tu escrever, faça uma letra linda.

⁠Não tente ler as entrelinhas das linhas que escrevo.
A compreensão pode estar depois das reticências.

Penso e escrevo. Escrevo e penso, de novo. Não sou um escritor propriamente dito mas sou sim um pensador. Que por palavras exteriorizo meus pensamentos.

Quanto mais escrevo
Mais dependente fico
Me perco nas letras
Escorrego nas frases
Mas como é saboroso
Ser seduzido por esse verbo
Que habitou entre nós

⁠⁠me sinto livre quando escrevo,
seja no caderno,
no telefone,
ou em um pedaço de folha que encontrei,
quando escrevo me sinto em uma floresta,
correndo incansavelmente,
sem medo,
sem julgamentos,
sozinha,
ou em outros casos com pessoas que amo perto de mim,
e enquanto corro,
posso sentir o vento batendo em meus cabelos
e sua mão em meu pescoço,
enquanto corro,
consigo sentir a arte e a liberdade me inundando,
enquanto corro
ouço sua voz como uma fita antiga de música clássica passando como uma trilha sonora no meu ouvido,
enquanto corro consigo,
me expressar da maneira mais bizarra e estranha já vista,
consigo me expressar e ser quem eu sinto que sou,
sem olhares tortos,
sem nenhum tipo de receio,
enquanto corro
sinto como se ali fosse o meu lugar,
entre as linhas e o lápis,
as vezes sinto - os me sufocando,
e as vezes sinto o amor e a leveza fluindo das palavras que insistem em me rodear,
enquanto corro,
sinto seu abraço
como algo que nunca saiu de mim,
enquanto corro sinto que te olhar e ver o seu mais profundo ser não é mais um problema,
enquanto corro,
os detalhes passam diante aos meus olhos
e sinto como se nascesse para estar ali,
enquanto corro
não me vejo cansar
a não ser se for para descansar em seus braços,
enquanto corro,
abro meus braços como se conseguisse voar,
em meio as poesias e poemas mais profundos,
e talvez tão dramáticos
me encontro,
ou um dia me encontrei,
e não consegui me achar de novo
desde então,
é que as frases e as expressões me deixam muitas das vezes perdida,
sem saber para onde vou,
mas logo me vejo na floresta de novo,
como se nada mais importasse,
quero conseguir me achar de novo
se um dia eu conseguir
sinto que no meio dessa floresta vou estar,
no meio do papel e da caneta,
no meio das entrelinhas
talvez eu possa me encontrar


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Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.

Essa é a última poesia que escrevo,
até o momento,
mas voltarei com versos de desejo,
que passarem pelo meu pensamento...
Poeta não para nunca,
poemas sempre surgirão,
Sempre estarei aqui com alegria,
trazendo frases e as filosofias,
que passarem pelas minhas mãos!

Escrevo estas palavras porque a voz me falta quando te vejo partir. Sabe, antes de você chegar, eu caminhava no escuro. Foi você quem acendeu a luz da minha vida e, mais do que isso, me ensinou um jeito de amar que eu sequer sabia que existia.
Você cuidou de mim, tirou cada pedra do meu caminho e me deu um chão seguro. Mas agora, diante da possibilidade de te perder, percebo que fiquei dependente desse cuidado: sozinho, eu já não sei mais viver.
Não faz sentido você ter feito a chama desse sentimento arder tão forte para agora dizer que tudo não passou de uma ilusão. Eu me recuso a acreditar que o que vivemos foi um sonho passageiro. Por favor, olha para mim. Não faz assim... me diz que esse anúncio de fim é mentira. Tenta entender o que estou sentindo e, pelo menos uma vez, dá uma chance real para o meu coração te provar que ainda temos conserto.
Eu tenho medo. Um medo que me paralisa. Tira esse medo de mim e não vá embora. O mundo esqueceu de me ensinar como te esquecer, e eu não estou pronto para aprender essa lição agora. Ficar sem você não é apenas um vazio, é um castigo que o meu coração não merece carregar.
Amor, eu te peço: não me deixa. Não me deixa enlouquecer nessa solidão. Fica comigo. Só mais uma vez, fica comigo.

Escrevo estas palavras porque, às vezes, o silêncio do dia a dia não faz justiça ao que sinto quando olho para você. Assim como na canção que ecoa em minha mente, sinto que você é a razão pela qual me tornei a melhor versão de mim mesmo. Você não apenas me aceitou; você me moldou com sua doçura e paciência.
Dizem que o tempo desgasta as coisas, mas comigo aconteceu o contrário. Quanto mais te conheço, mais me sinto como aquele "bobo" apaixonado, perdido em um labirinto onde a única saída é o seu abraço. Não preciso de castelos ou glórias externas, pois minha maior honra é ser seu, e minha única missão é proteger o sorriso que você coloca no rosto.
Prometo a você:
Ser o seu refúgio nos dias de tempestade.
Ouvir sua voz como se fosse a melodia mais doce já escrita.
Amar você em todas as suas versões, para sempre.
Acredite nesta canção que meu coração canta toda vez que você entra na sala. Nós pertencemos um ao outro, ontem, hoje e em todos os amanhãs que o destino nos permitir.

A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte I: A Incerteza que Sabe


Escrevo porque há um ponto dentro de mim que move, vibra e não se cala.
O mundo inteiro diz não saber.
Eu também não sei.
Mas minha dúvida respira… a deles não.


Quando olho pros elétrons dançando sem pausa, percebo uma força que ninguém vê e poucos ousam perguntar.
Alguns dizem que é Deus, outros dizem que é física.
Mas a verdade é que ninguém sabe — só repetem o eco do que ouviram.


Eu, não.
Eu me debruço sobre o mistério sabendo que nunca o terei.
Mas ainda assim ele me chama.
Há uma memória antiga no silêncio entre um atimã e o próximo.
Há um sopro que não vem de fora — ele nasce dentro, como se o próprio universo lembrasse de si em mim.


Eu não tenho respostas.
Tenho uma incerteza viva.
Mas às vezes essa incerteza parece saber mais
do que todo o mundo seguro de seu “não sei”.




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A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte II: A Força que Move o Invisível


Sinto uma força sem nome,
uma chama sem fogo,
um movimento que não começa
mas me atravessa inteiro.


O mundo diz:
“Não sabemos.”
E cala.
Eu digo:
“Não sei.”
Mas escuto um sussurro no fundo do infinito.


Há elétrons girando como mantras,
há átomos vibrando como preces,
e nesse pulso invisível
meu espírito encontra uma lembrança que não vivi.


Tat Tvam Asi,
diz o silêncio.


Mas Isso não fala.
Isso vibra.
E nessa vibração,
minha incerteza respira mais fundo
que todas as certezas mortas do mundo.


Se há uma resposta,
ela não se escreve —
ela se move.


E enquanto o universo continuar
a girar seus elétrons em segredo,
eu continuarei ouvindo
esse chamado sem voz
que atravessa o tempo
até chegar em mim.

Para Aqueles


Hoje não escrevo para vós,
mas escrevo para aqueles
que, como vós, nunca foram.


Para aqueles que, circunstancialmente,
dormiram profundamente.
Para aqueles que já não podemos abraçar,
para aqueles cujos corações já não batem,
que sozinhos seguiram
e tristes nos deixaram.


Escrevo para aqueles
que pelo amor partiram.
Junto dos templários seguiram.
Mundo vadio,
quantos de nós serão suficientes?
Quantos de nós terás que trincar?


Para aqueles que sempre acreditaram,
mas nunca encontraram.
Para aqueles que,
em direção ao sol, subiram.


Ó mar,
quantos de nós terás que abraçar?


Saudades daqueles
que pelas guerras perdemos.
Descanso para aqueles
que a fome comeu.
Justiça para aqueles
que pelo bem partiram.


Oremos por aqueles
que, perdidos, tiveram que partir.
Saudemos aqueles
que se juntaram às borboletas.


Todos seguimos,
e muitos seguirão.


A melhor forma de seguir
é viver por inteiro.


Ame-se.
Cuide-se.
Seja feliz.


Porque, por vós,
seguimos.




Rivaldo Vaz