Escrevo e parece que não Leio
Escrevo como quem acende uma vela em meio à tempestade: não para expulsar toda a escuridão, mas para provar que, mesmo ferida, a alma ainda é capaz de produzir luz.
Pele e Chocolate
Passo o dedo
no chocolate
e escrevo na tua
zona umbilical
um poema, que o irei ler
com a minha boca.
A minha boca aprendeu
a língua do Amor
quando encontrou
o teu molhado beijo - e um pedaço de chocolate.
Eu escrevo sobre o que me incomoda, me afeta, me enfurece. Não sou muito de escrever sobre amor. Apesar que escrever sobre o caos, foi a forma que encontrei pra falar de amor.
Eu escrevo no pensador
Para chegar no seu coração
Pare de brigar por besteira
E seja o amor e a paixão
PRAZER
Escrevo pelo prazer
de ver a minh'alma vagar
entre linhas e letras,
tecendo palavras em verbos simples
que possam tocar outras almas
e dissipar as sombras dos nossos dias.
Hoje eu escrevo para todas almas solitárias ao redor do mundo, escrevo àqueles que sofrem por amor,aos poetas, aos bêbados e aos loucos. Escrevo a todos que necessitam de paz, aos que anseiam por poesia, aos que carecem de amor. Escrevo para aqueles que perderam a si mesmos no meio do caminho e já nem sabem ao certo que identidade assumir, que direção seguir. Escrevo aos que se perderam de si mesmos...
Fuja com as palavras pro papel,
se a ditadura do escrevo depois
te pega com o, que era mesmo?
já te tomou o direito de mostrar:
olha o que escrevi...
(Leonardo Mesquita)
Escrevo umas linhas aí que saem de um cérebro pitoresco, desses que parecem estar do avesso. Um pouco controverso, inquieto, parecendo um menino travesso.
Espero que goste. Escrevo aqui e depois registro no Gov.
Escrevo sobre o vazio,
sobre o silêncio,
sobre o peso,
sobre o choro,
sobre aquilo
que ainda não sei nomear.
As águas que brotam na primavera
Escrevo-te de próprio punho.
Estamos na primavera; o inverno, na sua pressa, deu lugar às flores, ao cheiro bom e suave.
Neste mundo velho, onde as lembranças têm o seu próprio canto, sou conduzido pela justiça do presente a celebrar a verdade.
Aqueles que nos separam entoam um cântico triste: são desleais e deleitam-se no seu próprio engano.
Outrora, falámos que as águas que brotam na primavera são límpidas; as gaivotas reúnem-se ao teu redor para entoar melodias que só elas sabem cantar.
Assim também são os meus sentimentos pela tua vida: nutridos de lucidez, livres de qualquer mesquinhez.
As tardes aqui, no verão, são quentes e vibrantes, assim como o meu respeito pela tua vida.
Creio que há sempre tempo para expressar a verdade e esclarecer os factos.
Aqui, deste chão que me vê escrever, sou levado a não falar dos espinhos, das ausências nem do esquecimento, mas a registar o sentimento de afeto.
Risco todo o deslaço que os pérfidos celebram.
Digo e repito:
não há outro sentimento
senão o amor.
É com este mesmo espírito que, respeitosamente, te peço:
não te detenhas nos falsos dizeres que têm chegado aos meus ouvidos.
Antes, pelo contrário, mantenhamos este canal de diálogo em sigilo.
Por amor e respeito, escrevo-te:
este gesto é fraterno,
é de amor
e gratidão.
Mantenhamo-nos discretos; só assim estaremos protegidos da celebração dos pérfidos, porque eles anseiam pela discórdia enquanto santificam os seus pecados.
Escrevo como quem sente na pele o poder das palavras que sinto em meu coração: ecoando como trovão, causando uma tempestade de sentimentos e pensamentos em minha mente.
A dor, a profundidade de amar e o mergulho que foi viver aquele momento com você... seu toque quente e sua palavra gentil com sua voz calma. Você me viu naquele instante que eu vi sua alma e ao mesmo tempo, ambos sentimos juntos umas fusão e transformação individual, rumo a caminhos distantes e distintos.
Depois daquele momento, nos separamos e nunca mais retornamos para a ideia ilusória do que tínhamos e éramos um com o outro.
Percebo agora que te amei por alguns dias profundamente, e talvez isso tenha se tornado uma experiência marcante para mim.
A partir do meu reconhecimento em você pude perceber o potencial que eu tinha de me amar ainda mais, te amar e deixar você ir.
To: bpb
Entre luzes de velas que iluminam os meus aposentos,escrevo em páginas envelhecidas, sentimentos que adoraria não sentir...Mas é no lago dos cisnes onde minha alma é livre de verdade!
-Hellennah Bourbon:Cidade de Rosas.
*Toda Inspiração*
Toda inspiração tem teu nome.
Se escrevo sobre amor,
é você.
Se escrevo sobre saudade,
é você também.
Você é a rima que não achei,
e ao mesmo tempo a poesia inteira.
Toda inspiração,
toda vontade de escrever,
toda palavra bonita que sai de mim,
nasceu de você, Edilene.
Porque antes de você,
eu só vivia.
Depois de você,
eu comecei a sentir.
Escrevo sob corpos. Cada música é uma morte. Em todas, eu sou a vítima, deixando sobre o chão o meu próprio cadáver. Renasço como uma vampira, e sugo o meu próprio sangue para fazer da dor uma nova arte, enquanto gasto todas as minhas vidas, até que chegue o dia onde sol me queime, e não me deixe mais voltar a abrir os olhos. Quando terei escrito a última poesia, a última música e o último poema. Quando finalmente a dor cessará e não terei mais que morrer para me manter viva.
- Marcela Lobato
📜 Ainda te escrevo versos...
Carta de Amor📜
O tempo pode passar...
As vidas vão e vêm...
Mas ainda te escrevo em versos...
Tentando uma caligrafia perfeita,
com um suave perfume,
em um lindo papel.
Aos poucos,
como em uma melodia,
a emoção cria formas,
transformando-se em poesia.
O meu coração não entende...
Que preciso de silêncio
enquanto construo cada rima...
É mais uma carta de amor...
Perdida em algum lugar,
entre o passado e o presente...
Em meus sonhos,
na fantasia,
nas dobras do destino
e até no inconsciente.
Ainda te escrevo em versos...
Em papel de cartas...
Na calada da noite...
Enquanto te espero!
Meu amor!
Ass. Edineurai SaMarSi
Não escrevo para agradar consciências; escrevo para constrangê-las diante da verdade que escolheram poupar. Onde o senso comum enxerga normalidade, eu enxergo decadência; onde chamam conforto de amor, eu denuncio abandono; onde celebram direitos, pergunto pelos deveres; onde educam para depender, insisto em formar para enfrentar. Minha guerra nunca foi contra pessoas, mas contra toda mentira que se fantasia de virtude.
Sobre quem me critica pelo modo que escrevo, procure conhecer um pouco de tudo o que descrevo. Ignorância gera ignorância... Só o conhecimento traz entendimento...!
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
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