Escrevo e parece que não Leio
Van Gogh tirou a própria vida porque o mundo não o entendia. Eu escrevo porque ainda espero que alguém entenda.
RAZÕES DAS MINHAS PALAVRAS
BY: Harley Kernner
Não escrevo para convencer.
Escrevo porque há emoções que se recusam a permanecer em silêncio.
Cada poesia nasce de um diálogo entre a alma e o tempo.
Cada crônica brota da observação de detalhes que a correria do dia a dia insiste em ignorar.
Escrevo sobre amores que ficaram, despedidas que deixaram marcas, silêncios que falaram mais alto que qualquer frase e memórias que aprenderam a sobreviver à distância.
Minhas linhas não buscam perfeição.
Buscam apenas a verdade.
Porque a poesia não é um enfeite da linguagem:
é a marca daquilo que vivemos e sentimos profundamente.
E a crônica não é apenas uma história contada:
é a vida olhando para si mesma.
Seja bem-vindo ao meu universo.
Aqui, cada palavra tem um lugar e um sentido.
E até o silêncio ganha voz.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Escrevo como quem sente na pele o poder das palavras que sinto em meu coração: ecoando como trovão, causando uma tempestade de sentimentos e pensamentos em minha mente.
A dor, a profundidade de amar e o mergulho que foi viver aquele momento com você... seu toque quente e sua palavra gentil com sua voz calma. Você me viu naquele instante que eu vi sua alma e ao mesmo tempo, ambos sentimos juntos umas fusão e transformação individual, rumo a caminhos distantes e distintos.
Depois daquele momento, nos separamos e nunca mais retornamos para a ideia ilusória do que tínhamos e éramos um com o outro.
Percebo agora que te amei por alguns dias profundamente, e talvez isso tenha se tornado uma experiência marcante para mim.
A partir do meu reconhecimento em você pude perceber o potencial que eu tinha de me amar ainda mais, te amar e deixar você ir.
To: bpb
POR QUE ESCREVO!
BY: Harley Kernner
Escrevo porque trago em mim o DNA do maior e eterno poeta, dono da minha alma.
Escrevo porque nasci para divulgar o amor e para amar, ainda que não seja correspondido.
A razão de tantas orações poéticas existirem é que, por muitas noites, o amor dormiu ao meu lado.
Escrevo porque um dia o ladrão de sonhos roubou o meu amor.
Escrevo também por gratidão: pois Deus é especialista em ressuscitar sonhos.
Disseram que a alma de um poeta é um universo sensível:
que sente o que os olhos não veem, que escuta o silêncio,
que transforma dor, amor e sonho em versos que tocam o coração.
É verdade. Mas não é uma escolha é um resultado.
É o fruto da dor que também gera amor.
Aprendi com Jesus: quando esteve na cruz, ferido pela raiva e pelo rancor da multidão,
nos entregou uma das poesias mais lindas da humanidade:
“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”
Mesmo desprezado, escreveu com sangue o maior verso de compaixão e misericórdia que o mundo já conheceu.
Eu aprendi com Ele.
Minhas lágrimas não caem à toa; minhas dores não são desperdício.
Elas se transformam em poesias e crônicas:
são sementes que choram na terra, são noites de sonhos que pareciam perdidos.
E toda semente que chora, um dia floresce em felicidade.
Por isso escrevo:
para eternizar o que seria passageiro,
para mostrar beleza no que é simples,
para lembrar que da cruz também brota vida.
Harley Kernner
Arquitetura de Poesias e Crônicas
Silêncio em Versos
Escrevo em poesia o que a voz não alcança,
O que o peito guarda e a fala cansa.
Nesta data que marca o ciclo de quinze anos,
Recordo o peso de antigos desenganos.
Dez foram os anos em quartos trancados,
Em roupas e gestos por outro moldados.
Dizem: “Isso passa!”, mas quem sente, bem sabe,
A dor não se esvai, no tempo não cabe.
Questionam o silêncio, o porquê do adiar,
Sem ver as ameaças e o medo no olhar.
Pela minha família, por segurança e zelo,
Abri mão de mim, vivi sob o pesadelo.
Havia palavras e gestos cordiais,
Mas a ira no brilho de olhos fatais.
Sinais de alerta surgiram tardios,
Quando me vi presa em laços sombrios.
Sem tempo de fuga, sem força ao gritar,
Pensei que o tempo pudesse curar.
Mas a vida chamou, a rotina mudou,
E a coragem de ser, enfim, despertou.
Saí para a rua, venci a agonia,
Pois dentro de mim a vida vencia.
Curei-me sozinha, na fé e oração,
Deus afastou o mal da minha visão.
Juntei meus cacos, as cicatrizes do chão,
Um ano em silêncio e em meditação.
Ouvia julgarem meu jeito ausente,
Mas era minha alma curando-se, urgente.
Não era loucura, não era o fim,
Era a paz que eu buscava dentro de mim.
Ass Roseli Ribeiro
Por que escrevo?
Escrevo para organizar o caos da mente, pois as palavras são o único lugar onde o tempo desacelera e a minha alma consegue se fazer entender.
Reno Fioraso
Hoje escrevo para ela, minha florzinha... Embora eu já tenha dito e demonstrado o quanto a amo e o quanto ela é importante, não é suficiente. Eu quero cuidar da nossa amizade porque dela cultivo respeito, companheirismo, alegria, amor e reciprocidade. Os meus dias são mais coloridos depois que vc surgiu. Gosto de te ouvir, de te ver, de te escrever e descrever você. Aos meus olhos todo dia você está linda amiga, eu vou sentir muita saudade disso. Que a distância seja só uma palavra e que não abale nossa parceria.
Amo você!
Gabriele Ferreira
Não sei o que dizer!
Já não escrevo poemas, já não sou mais poeta.
A ausência de palavras me aparecem do tanto que cresce nossa distância.
Confesso que não deveria ter conhecido o inimaginável, deveria ter deixado subentendido apenas em pensamentos.
Você se foi levando consigo todas as rosas, e palavras, e versos.
Levando o sol dos meus verões.
Voce foi chuva passageira, e eu fiz de você inverno, me agasalhem no teu frio e conheci a solidão.
Agora habitas tu nas estações das minhas recordações.
Tudo que é bonito me lembra você.
Tudo que eu escrevo de belo é pra você.
Meu amor por você é recente,
mas tenho a impressão
que já nasci com esse amor no coração.
Joelma Siqueira
Eu não te escrevo poesia porque é bonito.
Não é pela estética das palavras, Eu te escrevo porque eu te amo, e se eu te amo... eu te escrevo
- Patrick Wallace
' PAGINA MÁGICA '
Como vento adocicado que toca a alma,
Escrevo o amor numa página mágica
Meu coração numa balança calma
Num momento meio nostálgica
Sigo essa vida com muita satisfação
Escrevo meus versos com amor e paixão
São versos que vem de dentro
Seja lá qual for o momento
Bate forte esse coração
Num laço de inspiração
Que enfeita a alma
Como cheiro das flores de palma
Parece até alucinação.
Assim vou escrevendo, minhas mágicas páginas
Como fogo ardente que aquece as noites frias
No sussurro do vento, seja noite ou seja dia,
A ternura é meu desejo, em infinitos instantes
É tudo que mais quero dentro de seu abraço sincero
Nos raios do sol ou em noite enluarada
Em meu quarto florido, por Deus iluminada
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
Não consigo falar, por isso escrevo.
Não consigo expressar tudo o que sinto.
Queria poder me derreter em teus braços.
Queria que cuidasses de mim
como se cuida da rosa do Pequeno Príncipe.
Eu queria ser sua,
e queria que escolhesses ser meu.
Não por obrigação,
mas por paixão.
Há pessoas a me cortejar,
mas de que me adianta,
se o cortejo que desejo
é unicamente o seu?
Se não tens intenções comigo,
tenha a decência de sair dos meus pensamentos.
Não é justo comigo,
pois sempre que fecho os olhos,
vejo você:
a postura ereta,
os dedos ágeis sobre o computador.
Vejo o nosso abraço,
onde senti o calor do teu corpo.
Vejo teus olhos
atrás das lentes dos teus óculos redondos,
e pensar neles me faz perceber
como combinam perfeitamente com teu rosto.
Então vejo teus lábios
e perco a noção do mundo.
Eu adoraria dizer tudo o que sinto.
Talvez escrever seja limitado,
porque meus pensamentos
são mais rápidos que meus dedos.
Eu escrevo porque não consigo falar.
As palavras se recusam a sair da minha boca,
então derramam-se no papel.
Queria poder me desfazer em teus braços,
encontrar neles um lugar onde o mundo
parasse de pesar.
Queria que cuidasses de mim,
como o Pequeno Príncipe cuidou de sua rosa.
Queria ser tua.
E, mais do que isso,
queria que escolhesses ser meu.
Não por obrigação,
mas por paixão.
Há quem me corteje.
Há quem tente conquistar meu olhar.
Mas de que me serve qualquer cortejo,
se o único que desejo
é o teu?
Se não tens intenção de permanecer,
tem a delicadeza de partir dos meus pensamentos.
Não é justo.
Toda vez que fecho os olhos,
és tu quem encontro.
Vejo tua postura ereta,
teus dedos ligeiros dançando sobre o teclado.
Revivo o nosso abraço,
o calor do teu corpo envolvendo o meu.
Vejo teus olhos por trás das lentes redondas,
e descubro, mais uma vez,
que teus óculos parecem ter sido feitos
para o contorno do teu rosto.
Então meu olhar encontra teus lábios.
E, nesse instante,
o mundo deixa de existir.
Enquanto Escrevo
Escrevo
porque a voz não alcança
o lugar onde a dor mora.
Sinto-me
como uma xícara de café
esquecida num canto,
enquanto o mundo
se ocupa de coisas importantes.
Carrego um coração ferido,
uma mente barulhenta
e um silêncio
que ninguém escuta.
Às vezes penso em ir.
Às vezes lembro
que existem olhos
que chorariam por mim.
Então fico.
Não porque a dor passou.
Mas porque,
enquanto escrevo,
ainda existe
uma parte de mim
que escolhe permanecer.
Escrevo o que me inscreve nesta luxúria de silêncio.
Talvez o enigma seja a falta que me faz o seu barulho mesmo a apontar o adeus.
Vivo cosendo as letras da saudade que me deixou como herança nestas noites molhadas.
Meu segredo, escrevo-te como quem confessa ao teclado aquilo que a boca não ousa dizer, pois há em mim uma chama que nunca se apagou desde a juventude, quando teus olhos foram o primeiro altar onde depositei meu coração. O tempo passou, as estradas se multiplicaram, mas em nenhum lugar encontrei descanso igual ao que encontro na lembrança de ti. Talvez sejamos apenas dois prisioneiros de uma memória, talvez sejamos promessa suspensa no tempo, aguardando o instante certo para florescer outra vez. Não sei. O que sei é que, mesmo no silêncio, continuo sendo guardião do invisível que nos une. Há noites em que sinto teu perfume escondido no vento, como se a vida me lembrasse que ainda és a fonte capaz de saciar a minha sede. E se um dia este amor não passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado à saudade de ti do que absolvido de te amar.
Poema de amor
Tudo o que falo
O que penso ou escrevo
E por meio das narrativa
Do bico da caneta
E a folha de papael
Não por ser apaixonado
Mas por ser uma pessoa
Sinto atração por minimas coisa
Mas sei que me iludo
Minha paixao e como
A lua e o sol
Que se encontram em um eclipse
Eu sou ser humano
Mas como o sol
Apaixonado pela a beleza de sua amada
Com esse amor que facina
E emociona
Eu sou o que sou
Ou que pensa de um modo
Mas sou eu
Que vivo seguindo
E continuo a escrever
Para ser lembrado......
Autor: Flavio Luz
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