Escrevo e parece que não Leio
Nem sempre o que penso, falo ou escrevo quer dizer, realmente, que estou correto, porém, é o que acho que é certo, aceito quem descordar de mim, pois sou democrático, mas, vale ressaltar, eu também não sou obrigado a concordar com ninguém, mas tenho obrigação de respeitar as opiniões contrárias.
Fortaleza/Ce., 21/04/2026.
Do privilégio de ter o seu amor
E sentir o seu calor
Escrevo esse pequeno reconhecimento
para que dele você tenha conhecimento
Que o amor seja nosso remédio
E não o nosso veneno.
-
Leonardo Procópio, Pindamonhangaba
Todos os dias eu escrevo
Por vezes dos males da vida que eu mesmo pereço
Outras não, são apenas fruto da minha imaginação
Muitos versos já foram perdidos na correria
Dessa louca rotina que me acompanha no dia a dia
Na maior parte dos lugares e ocasiões
Olho e enxergo a vida por belas canções
Tentando extrair dela o máximo
O mais lento o possível
Olhando para a vida com equilíbrio
Tudo na tentativa de ter uma jornada flexível
O mais interessante disso tudo é que o tempo é irresistível
Parando em momentos que queremos acelerar
E acelerado em momentos que queremos parar.
Fazendo da vida, um caminho sem volta para o futuro
Sendo o presente o que você tem de mais seguro.
-
Leonardo Procópio
4 de Julho de 2023
Escrevo minha história sem roubar o protagonismo de ninguém.
Cada um de nós tem seu próprio céu para existir, feito estrela.
— Nildinha Freitas
Linha Tênue
Escrevo esse poema
entre a dor e um dilema,
sabendo que muitos vão apontar
antes mesmo de tentar entender.
Pra nós…
já virou rotina sentir demais,
carregar um peso antigo
de quem, muitas vezes,
nem pediu pra nascer.
A vida… a morte…
quem é que diferencia?
Existe uma linha tão tênue
que meus passos caminham sobre ela
todos os dias,
sem garantia.
Já tive vontade de ir embora,
não por fraqueza,
mas por não achar lugar
onde eu pudesse caber.
Desajeitado, quebrado, perdido…
como só entende
quem já perdeu tudo
e ainda tenta sobreviver.
Mas a recuperação tem algo estranho,
quase um enigma que intriga:
a mesma dor que antes nos empurrava
pro fim,
hoje nos faz implorar
por mais um dia de vida.
E chega a ser irônico…
porque antes, sem perceber,
a gente se destruía aos poucos,
roubando os próprios dias
de uma contagem silenciosa,
de uma doença incurável,
progressiva
e fatal.
Hoje eu perdi um amigo.
Não foi para as garras
da adicção ativa,
e isso, de alguma forma, conforta…
mas não apaga a dor.
Porque perder…
ainda é perder.
E a vida, que antes parecia clara,
se mostra torta,
como um reflexo quebrado
de tudo que já fomos.
Mas no meio desse caos,
existe um porquê que insiste em ficar:
ele partiu limpo,
de cabeça erguida,
carregando uma vitória silenciosa
que o mundo nem sempre vê.
Meu amigo se foi…
sem saber que, no caminho,
salvou vidas.
Sem saber que foi luz
em meio à escuridão de muitos.
E talvez seja isso…
o que me mantém aqui:
entender que, mesmo na dor,
mesmo na perda,
mesmo na saudade que aperta…
eu ainda escolho viver
mais um dia.
Amo escrever sobre amor
Um poeta que escreve, nunca poderá sê-lo
Escrevo sobre o amor, porque sou incapaz de amar
E sinto-me triste, porque de amor não hei de morrer
Morro hoje, pela falta do mesmo
Morro pela falta de amor
Se é pela minha falta de amor ou da falta do amor de alguém
Eu ainda terei que descobri
Não sou poeta, nem planejo ser
Sou eu, ou é o que eu digo para mim mesmo
Sou alguém que sente muito
E para os que muito sentem, escrever se torna, em sua máxima, sua única esperança
Então escrevo, não por amor, ou por mim
Mas para sentir, sentir que não estou morto
O que escrevo?,
Não tenho ideias,
Só sentimentos.
Vontade de alagar,
Se inundar,
Se desabar.
O tempo passa-
"Meu deus eu não escrevi nada".,
Pensamentos intrusos,
Aparecem sempre,
Quando preciso eles são ausente.
Será que eu me enxergo diferente?,
"Meu deus, nada me surpreende.",
Ah ideias,
Palavras,
Não botam na folha por medo de ser julgada.
Uma vez me questionaram por que eu escrevo tanto sobre o amor, se eu já vivi alguma paixão ou se apenas invento as histórias que coloco no papel. Eu respondi que eu não escrevo sobre o amor por desejar ser amada como nos meus textos, mas sim por acreditar que o amor é a força mais poderosa e transformadora que existe. Eu escrevo sobre o amor porque ele me inspira, me desafia, me ensina e me faz crescer. É, escrevo sobre o amor porque ele é a essência da vida.
Eu nunca escrevi sobre como me apaixonei de verdade, mesmo que isso possa ter acontecido. Mas a verdade é que eu sinto o amor tão presente na minha vida, como se eu tivesse amado alguém de verdade. Eu sei que parece confuso, mas é que eu sempre fui fascinado pelos filmes de romance e pela obra de Shakespeare, a qual é a minha maior referência pessoal. É por isso que o romance é o meu tema preferido para escrever, mesmo que eu não tenha vivido um na realidade.
~Safira souza
"Não compare o meu capítulo 1 com o capítulo final de ninguém; eu escrevo sobre trilionários porque eu já sou um na mente, e isso ninguém me tira."
Entre a Dor e o Gesto
Marlene,
não te escrevo pra te convencer de nada,
nem pra pedir que volte —
o amor, quando é de verdade,
não se impõe… se reconhece.
Eu sei onde falhei.
E mais do que isso,
sei o quanto isso te doeu.
Hoje, o que mais pesa
não é a saudade —
é saber que eu poderia ter sido melhor
quando ainda tinha você por perto.
Mas a vida tem dessas ironias:
a gente aprende depois,
quando já não tem mais o agora nas mãos.
Ainda assim…
tem algo em mim que não se perdeu.
Não é insistência,
nem carência —
é só um sentimento calmo,
que continua existindo
mesmo em silêncio.
Se um dia nossos caminhos
se cruzarem de novo,
não quero te prometer o mundo —
quero te mostrar, nos detalhes,
que eu aprendi.
Aprendi que amor
não é só sentir,
é cuidar, é ouvir, é permanecer
quando é mais difícil.
E se esse dia não vier…
você ainda vai ser, pra mim,
a história que não terminou em vão,
mas em aprendizado.
Porque amar você
foi real —
e é isso que fica.
O sopro
Eu escrevo para mim, não para ti.
Recomponha-se. O sopro da verdade e do amor reacendeu meu coração, e, desde então, eu sigo feliz.
O Peso do Silêncio
Amo escrever.
Escrevo conforme a minha alegria ou a minha dor, e quanto mais vozes eu ouço, mais forte eu fico.
E não me subestime. Tema o meu silêncio, pois é nesse momento que estratégias e planejamentos estão sendo traçados — para abraçar ou ignorar, refletir ou questionar.
Eu sou o meu time.
Eu sou a minha prioridade.
Sim, não são apenas histórias.
Se temes, não me teste, pois a verdade mascarada que te envolveu agora recorre a mim — e eu nem mesmo a planejei.
Porque, no silêncio, até as verdades aprendem a falar.
Eu não apenas escrevo — eu deixo marcas. Cada história que nasce de mim carrega propósito, intensidade e verdade. Não caminho atrás de reconhecimento; eu o construo em cada linha. Os prêmios virão como consequência inevitável de uma obra feita para permanecer. Meu nome não será apenas lembrado — será sentido. Eu sou Anderson Del Duque, e minha arte não passa… ela fica.
A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte I: A Incerteza que Sabe
Escrevo porque há um ponto dentro de mim que move, vibra e não se cala.
O mundo inteiro diz não saber.
Eu também não sei.
Mas minha dúvida respira… a deles não.
Quando olho pros elétrons dançando sem pausa, percebo uma força que ninguém vê e poucos ousam perguntar.
Alguns dizem que é Deus, outros dizem que é física.
Mas a verdade é que ninguém sabe — só repetem o eco do que ouviram.
Eu, não.
Eu me debruço sobre o mistério sabendo que nunca o terei.
Mas ainda assim ele me chama.
Há uma memória antiga no silêncio entre um atimã e o próximo.
Há um sopro que não vem de fora — ele nasce dentro, como se o próprio universo lembrasse de si em mim.
Eu não tenho respostas.
Tenho uma incerteza viva.
Mas às vezes essa incerteza parece saber mais
do que todo o mundo seguro de seu “não sei”.
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A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte II: A Força que Move o Invisível
Sinto uma força sem nome,
uma chama sem fogo,
um movimento que não começa
mas me atravessa inteiro.
O mundo diz:
“Não sabemos.”
E cala.
Eu digo:
“Não sei.”
Mas escuto um sussurro no fundo do infinito.
Há elétrons girando como mantras,
há átomos vibrando como preces,
e nesse pulso invisível
meu espírito encontra uma lembrança que não vivi.
Tat Tvam Asi,
diz o silêncio.
Mas Isso não fala.
Isso vibra.
E nessa vibração,
minha incerteza respira mais fundo
que todas as certezas mortas do mundo.
Se há uma resposta,
ela não se escreve —
ela se move.
E enquanto o universo continuar
a girar seus elétrons em segredo,
eu continuarei ouvindo
esse chamado sem voz
que atravessa o tempo
até chegar em mim.
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