Escrevo e parece que não Leio
Leio poemas para te esquecer.
Mas esse e o maior erro que já pude cometer.
Quanto mais leio, mas amo você.
Livros livres, livres homens.
Eu leio... Releio... Aprendo e conheço. Faço uma viagem pelo mundo, Respiro fundo... E sou mais feliz ! Um outro mundo é Possível, através dos livros. Há um outro mundo a sua espera. Conhecimento, Cultura e Felicidade.. Lhe esperam a partir da primeira página ! Poetas, Professores, Estudantes ou simples Trabalhadores... Todos beneficiados com este Mundo mágico dos Livros ! Ah...meu livro ! quando te abro, não quero te fechar ! Ah...meu livro ! quando te acho, não quero te deixar ! Ah...meu livro ! quando te leio... me encontro, me completo, não quero descansar !
Sempre que leio sobre “combater desigualdade” me embrulha o estomago.
Primeiro: Desigualdade não é ruim e nem deve ser combatida. Pobreza é ruim e deve ser combatida da melhora maneira possível que é através de uma economia livre e capitalista. A Venezuela é menos desigual que o Canadá, agora não precisa ser um gênio para constatar que todos vivem melhor (mesmo os mais pobres) no Canadá que a enorme maioria dos venezuelanos. A Nigéria é menos desigual que os EUA, porém um pobre nos EUA em sua maioria tem celular, carro e acesso a alimentação. Um pobre na Nigéria não tem acesso nem a água potável.
Segundo: Acúmulo de grandes fortunas é o motor da criação de riqueza, pois o empresário necessita de muito capital para realizar grandes investimentos em seus negócios expandindo-os e gerando mais empregos. Mesmo que esta fortuna fique no banco, o banco usará este dinheiro para investimentos e empréstimos. Se investir gerará mais riqueza, se emprestar permitirá alguém que não tinha capital no momento investir ou consumir.
Terceiro: Impostos destroem riqueza. O governo sob o pretexto de redistribuir cobra um enorme pedágio, gera burocracia, corrupção e investimentos superfaturados e desnecessários. Um exemplo é transposição do rio são francisco que custou 8,2 bilhões e não transporta uma gota de água até agora. Outro exemplo é a ponte Hercílio luz de Florianópolis que o restauro já custo 113 milhões e vai ainda consumir outros 150 milhões e não passa nem pedestre nela.
VISITA (soneto)
Nos paralelepípedos das calçadas
Leio os versos do viver de outrora
Meu, rimas sinuosas e poeiradas
Numa memória tão fugaz e sonora
Vou sozinho, outras as madrugadas
A trama diferente, e outra a hora
Outros destinos, e outras estradas
Desassossegado, o que sinto agora...
Choco na linha da vida, nas esquinas
Fico calado. Desfaço o laço de fita
Do fado. Tem cheiro de naftalinas
Corri ao encontro da velha escrita
Sorri, falamos, ofegantes narinas
Segui andando, na revinda visita...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19/05/2020, Triângulo Mineiro
Eu já não leio mais Drummond
Eu não escuto mais Tom Zé
Não vou mais ao Cine Odeon
Pra quê andar a pé?
Se eu já não te dou mais a mão
E nem te faço um cafuné
Você já não me acorda mais
Eu tomo chá pra não tomar café
Toda vez que eu leio um livro, eu costumo deixa-lo aberto na última página que li, não por preguiça de fecha-lo, mas para lembrar-me de onde eu parei, a última frase que li e por onde eu devo continuar. Assim deveríamos ser; sempre abertos. Abertos a ouvir outras perspectivas de vidas, dos caminhos que cada um levou a chegar até onde. Atentos ao que é dito e que muitas vezes deixamos passar. Aberto a novos desafios, às lições que nos ensinam, nos inspiram e nos motivam a continuar de onde paramos.
Sentado em uma cafeteria, leio uma carta com todo o amor que eu sentia por você apesar de você não ser mais o grande amor mas sendo uma simples pessoa que eu sentia algo pelo qual eu não descrever pois a imensidão me cegava mas depois que tudo passou, a tristeza me fez abrir os olhos e entender o que eu sentia pois só valorizamos quando perdemos.
Destino
Nas linhas da minha poesia
leio o teu olhar
com rimas cruzadas, luzidia
sinuosas a poetar.
Interferindo no meu destino.
E assim, eu pus a cantar
tal o badalar de um sino
o coração a anunciar.
E neste som divino
a vida nos seus caminhos
o meu e o seu num continuo
Desejar... íamos sozinhos
até nossas mãos entrelaçar.
E, neste poema marcado
de versos ao nosso dispor
desde então, o fado
juntos, passamos a compor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
28/02/2020, 23´21” - Cerrado goiano
Sinto uma ponta de inveja quando leio e vejo o sucesso das pessoas que de alguma forma conseguem o sucesso a fama e a fortuna.
E quem não?
Até prova em contrário ser ter grande sucesso ao que se dedica e ainda conseguir uma fortuna não é para muitos.
Tenho plena convicção de que o final é igual para todo mundo, mas convenhamos, até lá faz uma grande diferença rssss...
Sucesso para eles que merecem!
Me desculpa, mas eu não leio originais, não. Nem faço leitura crítica.
Eu sou escritora, não leitora beta.
Eu não leio originais.
"Marque nos comentários 3 amigos..."
Sempre que leio isso fico pensando, mas gente será que alguém tem 03 amigos?
O livro precisa de movimento.
Todo livro meu, eu doo.
Mas antes de doá-lo, eu leio,
voando no pensamento.
Depois o oferto, sem receio,
e ele continua o seu voo,
livre nas asas do vento.
Tenho medo da rapidez que leio sua mensagens, mais medo aínda da rapidez que as respondo...
Tenho medo de viver, e me apaixonar por
você... Tenho medo de te perder, mais ainda de que
você escolha ir...
Tenho medo por gostar de você...
Tenho medo, pois é minha única forma de defesa... Enquanto você, nem posso dizer...
Sou de escrever tanto
Que nem sei mais
Se eu leio tudo
Ou se me leem
Meu diário já não me comporta mais
Estravazo todas as minhas expectativas
Em escrever algo relevante
Que valha a pena
Alguém por curiosidade ou descuido, ler
Tenho tantos assuntos à expor
Tenho tanto de mim à falar
Tenho tantos pensamentos
Que preciso descrever
Tantos sonhos a colocar e a tirar do papel
Que eu nem sei se vai dar tempo
De fazer tudo isso
Me dou um tempo
Para continuar a pensar
Se sim ou se não
E enquanto isso vou vivendo
Vou escrevendo nas folhas verdes
Das flores que me restam!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
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