Escrevo e parece que não Leio
Normalmente todo ano escrevo um texto mais lírico e homenageio as mulheres, esse ano não vou fazer isso, vou falar do fato que pode acontecer com mulheres que conhecemos.
Para vir ao mundo só por meio de uma fêmea, que gentilmente se doa, passa por transformações que só mulher para descrever, finalmente sente a dor do parto e nos dá a vida, e em troca damos-lhe o título de mãe.
Sabemos que os casamentos às vezes não duram o tanto quanto desejamos.
O da minha mãe com meu pai “foi um desses”, papai teve Alzheimer, e é o mesmo que o fim do casamento, no caso dela, se encontrou só, analfabeta, e teve que terminar de criar a mim e meus irmãos sozinha, e ainda cuidar do nosso pai até seu último dia.
Isso acontece todos os dias, os maridos se vão, por motivos mil, e vocês mulheres, ficam muitas vezes como minha mãe ficou, sem chão, com toda a responsabilidade do mundo sobre os “ombros”.
Aí é que surge uma força que nós homens não temos, vocês sabem como lhe dar com a situação sem cair em desespero.
A única coisa a dizer diante do exposto é: obrigado por ter uma mulher para me dar vida, cuidar de mim, me educar.
Saber que vocês mulheres são maioria no mundo me tranquiliza, sei que não verei, mas vocês transformarão esse mundo em um lugar melhor para se viver.
A todas as mulheres meus sinceros votos de admiração, que esse dia 8 de março seja sempre memorado.
Eu não tenho rótulo para o que escrevo,
escrevo e pronto.
Pego a caneta e rabisco no papel
o que me vem, e como me vem.
Sei que penso demais e nesse exato momento
estou pensando que isso não te interessa.
Necessito que não me leia, mas me sinta.
Sou uma maldita escritora amadora,
que não me conformo em
deixar na cabeça tudo o que ela pensa.
Rabisco tudo, e tudo parece tolo demais
para outro ser humano me ler.
E também minha letra é um amontoado de rabiscos
Não sei o que pensaria se visse.
Não tenho a escrita preguiçosa, eu só acho que
minha cabeça é rápido demais para uma mão alcançar.
Sou uma escritora amadora
e por agora não quero mais falar.
Escrevo versos quando o dia amanhecer. Está canção fala de mim e de você. O sol irradia inspiração e a poesia chega ao entardecer. Oh vento traz o meu amor/ oh vento traz o meu amor.O vento vem e trás você e eu não termino está canção. São tantas as palavras que eu finalizo no refrão.São tantas as baladas e as batidas do meu coração.
Não levem a sério tudo que eu escrevo,
O amor pra mim não foi bom
Mas isso não quer dizer que para os outros não será
Eu amei sozinha
Isso me levou a este modo de pensar
Único amor no mundo que deve ser só
É o próprio o resto
É filantropia.
ABRAÇO-TE NUM AMOR ONDE
As palavras que hoje escrevo
São as mesmas que eu senti ontem
Que elas naveguem entre as sílabas
De um mar de amor repleto de carícias
Que te acordam nas ondas de felicidade
E te sorriam como um belo jardim
Abraçando-te nas palavras escritas.
Quando escrevo é a brincar
Não levo nada disto a sério,
Qualquer dia vou embarcar
Num poema de cemitério.
Eu escrevo histórias humanas. Escrevo sobre pessoas. Não como um produto de seu meio, mas a partir do ponto de vista de que todo mundo é feito da mesma coisa.
Um tanto de amor
Tanto escrevo
Tanto penso
Tanto quero entender
Sobre o amor
Tanta bobagem
Só um tanto de sentir é o suficiente
Assim como na fotografia
Um flash ilumina tudo
O amor ilumina tudo
Novos ângulos aparecem
E não se tem mais dúvida
Não há um tempo certo pra sentir
Novamente como a fotografia
O agora é o que está valendo
Às fotos mais belas são as espontâneas
Assim como o amor simplesmente acontece
Ambos, fotografia e o amor podem durar uma eternidade
São registros de emoção
Mesmo com um segundo de duração
Quando transbordo corro pra cá, escrevo correndo, com pressa, já tenho uma dificuldade acentuada em conjugar verbos imagina sob o efeito de um interesse absurdo por alguém, esse alguém que me enche de tudo que é bom até que eu apareça por aqui.
Escrevo para ti, porque tu faz falta em mim
Me pergunto porque você partiu, éramos um belo ser singular em sua complexa magnitude. Com você eu nunca me senti só, pelo contrário me sentia acolhido, você tornava meus dias chuvosos em dias ensolarados, com você o café amargo se transformava em um chá de capim limão. Você partiu sem se despedir e me deixou um vazio, e o fato da sua partida me deixou abalado. O local que era teu está sendo ocupado por alguém que mal conheço, me pergunto quem o permitiu entrar e ocupar locais que não eram dele. Agora tentamos lindar com sua partida e com a chegada desse ser que ainda não consigo identificar o que ele quer.
Escrevo sobre o que me aflige,alegra e me toma.
Não sei dizer a quantas anda minha direção.
Sou desenfreada e suscetível,choro ao som de canções nostálgicas e por dentro,grito.
Me decifrar não é um feito.Sou clara como água limpa e turva como um céu nublado, mas quem me ler,terá uma biografia complexa,porém sonhadora,sexualmente voraz e humanamente sofrível.
Empática e contraditóriamente,individualista.
Entregue,porém,exigente.
No fundo só quero ser notada,não vista.Por que ver é diferente de notar e tocar é diferente de sentir.
Meu nome é Ânsia e sobrenome,carência.
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