Escrevo e parece que não Leio
Escrevo para tentar esquecer, do cansaço que habita no meu ser.
Minha alma cansada grita em busca de paz, de saída nessa enorme escuridão.
Não me restaram mais forças para levantar desse chão, estou exausta, acabada..
Ficarei aqui aguardando o amanhecer, talvez eu não acorde, talvez eu esteja morta, do amanhã ninguém sabe o que pode acontecer…
Que se entenda eu não escrevo para nenhuma geração, não procuro que migalhas de atributos sejam dadas às minhas palavras;
Antes uma criatura feito eu escreve para si, tudo manifesto para o Eu, e não o Eu que vos fora dado à saber;
Quem afirma para si, que se achou nas minhas palavras, com certeza perdeu-se.
Não há resposta para vós aqui, idem e procurai em outros sítios;
Fiz uma vez uma desprezível criatura aos olhos de criaturas ainda mais desprezíveis humanas, provar o verdadeiro Amor, ela aprendeu e ganhou asas para voar.
Tudo quanto se pode convencionar à respeito de um Eu assim, não chega a ser próximo da minúscula coisa que concerne à verdade do mesmo;
A música que toca no fundo sou eu quem a fez, tudo nela bem definido, e vocês gozam da felicidade quando escutam-na;
Todo tipo de crença que estais depositando no incerto, cabe sempre à vós responder pela mesma...
Que não são daqui já se tem manifestado como um fragmento da verdade;
Bom, são de vários sítios excepto daqueles que se afirmam com convicção;
Alcançarão a verdadeira humanidade quando aceitarem as diferentes formas de existir;
A correção do tu é individual, procede que ninguém interfira nesse processo;
Que não se venham a manifestar àqueles que farão das minhas palavras as suas, responsabilidade tomem das deles;
Nisto me firmei acima da ilusão que leva a tolices dos homens;
O homem que se dobra uma só vez para si, alcança um já para o auto conhecimento ainda mais profundo de si próprio;
Consagrei para que sabido fosse, que o único mundo o qual o homem viveu e foi verdadeiramente amado, fora no ventre da Mulher;
De certo que tal criatura feito Eu, não mais será achada;
Assim consagramos a vida;
In, Marduk os Olhos de um Deus
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#3 Noite clara
escrevo poemas sem palavras
têm mais sentimento,
apago sonhos esquecidos
que voam no pensamento.
"Quando estou teclando com você sempre escrevo tantas coisas sobre eu e você...
Mais aí eu apago e deixo somente na minha mente..."
Escrevo pra você do outro lado do mundo, como faço todos os dias, é minha maneira de ficar mais perto de você, porque minha alma te anseia como nunca desejara outra coisa, te quero tanto, que nem a ausência do teu toque é capaz de cessar esse sentimento tão profundo, às vezes é como se embrulhasse meus sentimentos e mandasse pelos correios até a sua casa, você sempre me envia suas fotos em família e diz que tem um lugarzinho reservado para mim e eu sempre te envio as filmagens antigas que eu amo fazer e tu é um ótimo crítico.
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O amor é uma força difícil de ser medida, uma energia que liga duas pessoas, que as tornam uma só, e tampouco tem a ver com desejo, afinal, as pessoas se desejam, mas não se amam, unem seus lábios e corpos por uma noite e depois se despedem, eu nunca quis me deixar ser usada por ninguém dessa maneira...Sinto como se meu coração batesse em seu peito e o teu golpeasse no meu.
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A distância nunca será capaz de fazer com que eu desista de ti, quantas pessoas moram na mesma casa, mas suas almas estão à quilômetros de distância uma da outra? Entre nós nunca foi questão de estar longe, mas de se fazer estar perto.
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Muito se fala de confiança, e eu acredito em você, pois quem trai, irá continuar traindo, pois o carater será o mesmo, não importa o país em que você se encontra. Só te peço que lembre-se de mim todos os dias, e pense em mim ao acordar, com a certeza de que eu também estarei pensando em você, pois estamos tão longe fisicamente, mas nossas almas dormem juntinhas.
Eu me tornei um pouco frio depois de muito sofrer. E coloco meus sentimentos no que escrevo apenas. E em parte é bom sim, mas o lado ruim é que, ainda que te falem a verdade; você sempre duvida da veracidade do que lhe é falado.
Ricardo Baeta.
Queria escrever poemas
sobre flores e amor
Mas na minha intima
natureza
Só escrevo sobre dor.
Dor do coração,
da alma e da solidão
Desejo o seu perdão
para escrever uma
linda canção.
Coisas, escrevo, um pouco de sol, o que não disse em ígnea objetividade, um pertencer a quem ou voz que dar o que a vida quer ousar ser, ou encontrar, para surpreender e amar.
Aqui te escrevo para que lembre
Que te passo meu amor através desse correio
E te lembrar que o importante nunca foi o meio
Mas não deixar te esquecer que te amarei pra sempre
Este sendo meu primeiro poema ou não
Tu sempre será a o motivo e razão
Dentro do meu peito por ti bate meu coração
No ritmo lindo de uma linda canção
Em minha mente tu desperta criatividade
Em meu mundo você provoca vontade
Em esta vida te prometo cuidado
Te darei felicidade por estar ao meu lado
Sua voz doce me gera paz
A relação linda contigo me satisfaz
Estar contigo leva para longe tudo de ruim
Um amor tão lindo como esse não tem fim
Já faz algum tempo que não escrevo nada. Ando tão sem inspiração, preguiçoso, insolente, com tudo. Mil e uma histórias para contar, a vida disparada em assuntos e eu aqui nesse rabujo literário, em cacos com minha alma. Ando muito desanimado. De saco cheio de tudo. Né depressão não. Nem problema psicológico. Talvez seja fase. É isso. Tô de saco cheio de tudo. Até para escrever... eu tava aqui pensando. O motivo deste texto nem era sobre a falta de escrever. Era sobre a minha ingratidão, a minha covardia com as pessoas, com a vida, com Deus, comigo. Tenho adquirido também alguns vícios de caráter. Tenho sido mesquinho comigo mesmo. Do tipo que não dá valor nas coisas que tem e pensando em coisas que não posso, nem devo ter. Isso tem me angustiado muito. Nem são coisas essenciais. Que eu preciso. Acho que nem quero querer, mas quero sem querer mesmo assim. Se eu conseguisse tudo que quero acho que nem ia querer mais. Ia ficar com que tenho hoje, pois eu sei que sou feliz com o que tenho. Só preciso mesmo é assumir isso.
FLORES, Leandro, 2020;
Eu olho pro céu e ele faz sentido pra mim,
eu escrevo poesias e musicas falando de amor,
Eu sei que você existe e eu te espero o tempo que for.
Minha amiga séria perguntou por que só escrevo abobrinhas. É porque choveu na minha horta, respondo.
Um dia eu te escrevo.
Pode ser carta, bilhete, mas escrevo.
Espera a poeira baixar, espera meu café esfriar.
Espera o coração parar de bater tão forte ao pensar...
Um dia eu te paro na rua, te digo a aquela verdade toda.
Digo que senti tua falta, tua ausência.
E aí depois disso eu te escrevo.
Escrevo como foi passar tanto tempo sem ti.
O que foi matar tudo que eu senti.
Te digo o que foi não sorrir ao saber de você.
Por não poder mais te ver.
Não poder mais te escrever.
Como penso? Como vejo o mundo?
Está no que escrevo, nas minhas frases, nos meus poemas, no que compartilho...
Só aqueles que tem sensibilidade e vêem além das aparências conseguem captar a essência de minhas palavras...
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