Escrevo e parece que não Leio
Talvez as coisas que eu escrevo seja ilusão de alguém que te amou, que transforma toda nossa história em glamour.
Talvez tu tenhas só me usado mesmo, talvez eu fosse aquela menina que tu sabias que terias em mãos.
Mas a minha incerteza fica naquilo que fazias, algumas ações tuas eram mais que palavras.
Manipulador? talvez.
Talvez, talvez, talvez.
Poder Te Amar
Isso qu eu escrevo agora são palavras improvisadas,
são versos inversos e insanas toadas
são juras sinceras e suplicas inebriadas
são palavras de amor que escrevo e mais nada.
É minha alma pulsante que agora sinto morrer
e se meus olhos não sentem em teus olhos o mesmo querer
e se a penumbra ofusca o semblante do teu ser
acho que não mais vale a pena viver...
E se morrer é dificil, viver é presciso mas sem você é impossivel
e se lutar não consigo não vai demorar muito pra eu me entregar,
e te dizer que meu mundo resume-se todo em poder te amar
e que você é meu tudo, minha deusa, meu mundo,minha agua, meu ar..
sem você sou metade, sou ruina da saudade que habita meu lar
sou fumaça, e fogo que a agua da chuva vem apagar
sou um copo vazio ou apenas um rio que nunca encontrará o mar
sem você sou um nada, sou um trecho de estrada onde ninguem quer passar...
E o silencio da morte que paira ao norte eu sinto chegar,
me dizendo de longe, corre e se esconde, mas não quero escapar
e o brilho em teus olhos que outrora me ofuscava eu quero avistar
e dizer que te amo no ontem, no hoje, e sempre vou te amar...............
autor: Cleiton Souza
Preciso escrever toda informação que absorvo. Quando não escrevo, lentamente vou esquecendo do que sei. Na verdade, eu penso que esqueço, mas ta tudo aqui, quieto, esperando a hora de ser exprimido.
Ou eu escrevo poemas uma madrugada inteira sem parar, bebendo uma vodka, ou escrevo meu testamento tomando um copo de veneno.
VIDA
Faz tempo que não escrevo nesse diário
Já é hora de deixa-lo de lado
Comecei a escrever quando achava que algo ia acontecer
Nada aconteceu
E o diário perdeu o seu significado
Hoje no colégio fiquei nervosa e senti tontura
meus amigos pediram para me acompanhar até em casa
passei na farmácia e comprei um analgésico
Estou grávida vou ter um filho
Em dias incertos tive relações
Talvez seja um filho o que falta em minha vida...
Acontecer ou não acontecer
Ele insiste em telefonar
mas eu nunca mais atendi o telefone
Mando dizer que não estou
Tinha necessidade dele mas agora
A intimidade esta quebrada
não o amo
Inclusive a esse filho que esta nascendo em mim
Pela primeira vez na minha vida
tenho que tomar uma decisão
que ninguém mais pode tomar em meu lugar
Logo mais eu destruo esse diário
Não precisarei mais dele
E talvez...
"Quando escrevo sinto que existe algo além de mim, algo diferente, algo especial, ou será apenas o momento em que consigo ser eu mesmo de verdade"
25/11/11.
Escrevo minha vida amorosa com lápis grafite, quando a ponta quebra dou uma parada para apontar (aprontar).
Ouvindo o barulho da chuva eu escrevo palavras que pra você talvez não façam sentido, e que para os demais também não, acho que só fazem um pouco de sentido para mim, pois a final sou eu quem as escrevo, mas mesmo nestas condições eu pouco as entendo, não pela letra embolada ou pelos poucos erros ortográficos, porque palavras, ah! palavras, elas são mais que isso, elas são como pessoas, cada uma tem sua importância e valor, cada uma faz o que melhor expressa, umas veem defeitos nelas mesmas, muitas procuram defeitos nas outras,mas o amor, AH! este ultrapassa os limites de palavras, não existem linhas suficientes para escrevê-lo ou pessoas suficientes para sentí-lo, o amor não é só uma palavra, é um impacto, impacto este que precisa ser dividido com as pessoas, pessoas pelo qual você o sente, as palavras são muito mais que apenas meras palavras, todas elas juntas tem um significado e que sós talvez o percam, assim como as pessoas.
Sede de amor... Esta minha sede tão sagrada! Não é brincadeira, não escrevo por escrever. Mas tenho sede de amor, sinto aquela falta das coisas com essência, daqueles doces sentimentos. Este mundo me deixa tão longe daquela vida doce que deveria acontecer naturalmente, da ternura que meu coração sempre teve, daquela paz que existe na alma. Parece que temos que lutar por essas coisas agora. Temos que insistir naquilo que somos para ninguém tomar aquilo da gente. São coisas que os homens estão substituindo em suas vidas. E nessa minoria que me tornei, devo lutar pela água que mata minha sede. Minha alma precisa viver, precisa dessas coisas boas para não secar.
E como se me faltasse água, minha garganta esta seca. Só frieza e egoísmo encontramos por aí.
Esta falta de amor me mata...
Então me diz como vai ser essa história... Vai se tornar apenas mais um livro que escrevo e que vai se juntar aos outros com suas paginas amarelas, antigas e corroídas da minha estante? Ou então me faça entender que é apenas o inicio de uma saga sem fim.
Não sou eu que escrevo minhas frases, as palavras saem da alma para o papel, bato os dedos no teclado sem ordem ou rabisco no papel, o formato e a ordem é Deus que faz, faz ser traduzido os sentimentos para o entendimento humano...
Escrevo-te agora palavras mudas que não podem chegar aos teus ouvidos. Esquivo-me em meus pensamentos, e, todos eles em um valsar inconstante, memoram-me cada instante de tua presença.
Morro pro mundo real quando escrevo; meu mundo é fantástico realmente por não ser real, crio o que quero nos meus romances inventados. As coisas só tem a melhorar quando tudo vai mal.
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