Escrevo e parece que não Leio
Eu escrevo porque gosto, não porque sei
Penso, escrevo, existo, insisto
Sinta...
Por que a vida é tão extinta?
tão dura e tão boa
magoa, injoa
Se veste de preto
de branco
Tem encanto, depois não tem mais
Sacia, dá fome
Feliz? não se engane.
Problema, dilema
e com a cruz rasteja
se lembra?
Suma, se esconde
Me leva pra longe,
me prende, me mata
Mas nunca me chame de ingrata.
Eu tento te esquecer mas tudo que eu escrevo é sobre você
eu não posso me enganar fingir que estou bem porque não estou preciso de você preciso de você essa noite
e hoje estou aqui só pra te fala EU TE AMO o que me resta
escrever nessa carta pra lembrar eu passo tanto tempo
só te procurando em um outro alguém mas não posso me enganar sinto sua falta e ninguém pode ver ,sinto é preciso de você.
Não preciso provar o quanto a poesia me faz bem,basta olhar as palavras que escrevo e então compreenderás.
Hoje escrevo aqui palavras que você nunca lerá .. e muito menos saberá que foram escritas a você . Ninguem saberá .
Afinal sempre foi assim ..escolha minha ou não , só sei que te amo.
Certo pensas que te esqueci . Certo era o que deveria ter feito , esconder do mundo a beleza do que sinto por ti é a tarefa mais dificil . Já não concigo esconder a dor de te amar em silêncio .
É,confesso que escrevo coisas tristes , mas as escrevo justamente para jogá-las ao vento e libertar-me de sua influência sobre meu corpo e alma.As escrevo em sinal de protesto,por que as tais são hóspedes inadimplentes que sufocam e cegam em certos momentos de turbilhão...as libero ao mundo,para que se unam a todos os demais elementos que Pandora libertou outrora, e que por si mesmas encontrem seu lugar no mundo e quem sabe tornem-se poesia para alguns...
Escrevo milhares de frases apaixonadas e nem imaginam que eu faço meninos sofrerem. Escrevo milhares de frases de pessoa bem resolvida, mas mal imaginam que sou a pior pessoa do mundo para tomar qualquer decisão. Daí eu fico naquela dúvida de quem eu sou de verdade, o que eu quero e o que realmente preciso.
Escrevo a favor da vida, da saudade e até mesmo da loucura que criei. Foi essa loucura que me fez ter blog e até mesmo aflorou o meu lado tão menina. Mas nesse processo de loucura, a única coisa que realmente queria fazer era abusar da vontade de todos. Não me importei quem me amou ou quem iria me amar. Passei por cima de tudo aquilo, e eu não queria mais ser de ninguém. Só conseguia sentir um vazio filho da mãe. Ele havia sumido do meu mundo e eu só conseguia ser uma vaca.
Eu escrevo meio desenrolado, e me divirto em pensamentos quase que inteiros mesmo que sem sentido, em palavras que provocam situações plenas...
Eu sempre escrevo meio desenrolado... Para você.
Escrevo
Escrevo em anseio,
palavras repitidas
coisas sobre a vida
entre o amor e dor
coisas sobre o mar,
entre o vento e o sol
coisas sobre mim
entre os sentimentos
que ficam e as vezes
eu deixo ir.
Entre sonhos e a realidade.
Que dentro,
de um coração
fica muito tempo preso.
E mesmo assim,
não consigo me livrar
de todo esse peso.
As verdades retratadas
não são mais do que
meras desilusões.
Tudo acaba e você
nem viu como foi.
Eu prometo, escrevo, assino termos de responsabilidade só pra te deixar claro, que nunca, nunca mesmo irei desistir de nós.
Quando escrevo, o processo criativo se assemelha a um parto a fórceps, e não raro o texto nascituro vem à vida aos pedaços...
Penso, logo sinto, e não é o bastante.
Escrevo e ainda acho irrelevante.
Mas se eu tentasse empregar o verbo "agir",
seria o complemento perfeito
do meu pensar e sentir.
Se você soubesse
Se você soubesse a magia que acontece nas madrugadas em que escrevo, você ficaria acordada comigo até que se findasse o aconchego que os lençóis da noite me trazem!
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