Escrevo e parece que não Leio
Eu escrevo como eu quero, provenho de uma desorganização de ato sedoso face à minha relação com a gramática romantista
Diálogo:
Você já me falou que gosta das coisas que escrevo... Vira e mexe eu faço a tradução para o inglês.. O pessoal gosta e fala que é muito bom.. Que a minha " namorada" deve ser muito feliz com as coisas que escrevo... Eu simplesmente falo que tenho uma grande inspiração...
Eles falam que não devo esconder as "poesias".. Que eu tenho que postar, publicar.. Algumas pessoas leram e já choraram.
Ai eu penso:
Nossa deve ser bom mesmo.....
Eu te falo a mesma coisa.. O pouco que eu já ouvir você cantando.. A sua voz é linda.. Acredite em você.. Eu acredito em você.. Sei que não sou nem um profissional... E você vai até falar que qualquer coisa que você fizer eu irei gostar... Sim é verdade.. Mais se fosse ruim.. Eu iria falar para você..
Eu aposto que muitos já falaram isso pra você.. Da sua voz..
Você manda super bem.. É um talento escondido.. Você guarda isso so para você....
Acredita no seu potencial.. Eu acredito...
Você acredita em mim quando eu falo que em julho eu estarei na minha melhor forma física?
Eu estou motivado.. Você está me motivando.. Eu não acreditava em mim.. Mais meus amigos me motivaram.. A mulher que eu amo me motiva... Porque eu não vou da o melhor de mim então?
Acredite mais em você.. Você é especial.. Eu ja falei isso para você..
A sua voz é linda é diferenciada.. Eu tenho certeza que um dia você vai cantar postar e ter milhos de visualização...
Eu tenho certeza que na frente do seu nome vai ter a sigla Dra.
Eu acredito muinto no se potencial.. Nunca esqueça disso.. Que tem pessoas que deposita toda a confiança e te desejar sempre o melhor..
Sua vó, sua mãe.. Seu pai.. Seu irmão..
Sua família.. São essas pessoas que tem e sempre terá orgulho de você..
CARREGO
Carrego no corpo todas as dores
Possíveis deste mundo cruel
Escrevo versos para repousar
A minha amargura no desassossego
Das minhas noites mal dormidas
Neste cansaço mental
Onde o colchão me faz doer
As costas ferozmente
Sonho sem asas que me faz cair
Entre a morte sentida ou desejada
Quem sabe se não é este ópio
Agarrado ao corpo
Tu és o meu anjo a minha cruz
Nestas noites de chuva escrevo
Sem esperança duma noite bem dormida.
Enquanto escrevo
Estes versos
Estou a revelar
O som da caneta
Do meu escrever
No silêncio da noite
Onde as palavras são imortais.
Escrevo-te fazendo
Amor com as palavras
Que te tape a boca
Com os meus beijos
E que os meus olhos
Te rasguem a alma
Que te cubra a pele
Todos os meus desejos
E que o meu coração
Desenhe em ti o meu amor.
PEDRAS GELADAS
São nas pedras geladas
Que te escrevo com alma
No chão onde fiquei
Onde me deixaste esquecida
De mim ou de ti
Nada ficou além de imensos vazios
Amor vivido com intensidade
No meu coração feito em prisão
Corrompido pelas pedras frias
Entrego-me à vida perdida
Pelas ruas de fragas frias
Minto se disser que não sofro
Nesta amputação imposta
Deste sonho quase como pesadelo
Para secar-me a esperança desejada
Maldita dor, maldito amor, maldita vida
Malditas estas pedras frias
Que me deixaste sozinha
Onde escrevo com todo meu fervor
Todas as madrugadas para te tentar esquecer.
Que linda rima!
a tentação de dizer que sou eu que
escrevo e forte,
pecado de morte!
mas não me atrevo
apenas escrevo!
a inspiração e divina.
Minha caneta e o prazer com algumas coisas.
Invariavelmente escrevo meia dúzia de palavras ou alguns números com uma das canetas que estão sobre a minha mesa.
Diferente de todas as outras do tipo descartáveis, essa eu tenho faz uns vinte anos e pasmem, com a mesma carga.
Não é uma caneta cara e se comprada hoje deve custar uns vinte ou tinta reais, não mais, provavelmente já ficou dentro da gaveta alguns desses anos e por esse motivo a carga ainda não esgotou.
Mas ultimamente ela está bem a vista e à mão e cada vez que eu a pego, lembro que quando a carga terminar provavelmente ela irá para o lixo para alguma caixa, junto com tantas outras cuja carga terminou e nunca foram trocadas.
Imediatamente paro de escrever com ela e pego qualquer uma das outras, as descartáveis.
Bobagem ou não, desleixo de nunca comprar uma carga para qualquer caneta, muito menos colocar tinta numa das várias Parker e Sheaffers que jazem na tal caixa da gaveta, parei para escrever essas linhas pelos pensamentos que isso me traz sempre, com essa atitude de preservar a carga tê-la mais um tempo à mão ou à vista.
Preciso relembrar o prazer de olhar para algumas coisas, independente do seu valor, aliás, acho que depois desse texto vou usar mais a caneta e quando a tinta terminar vou simplesmente deixá-la sobre a mesa ou até mesmo procurar uma nova carga para ela.
Parece que chegou a hora de olhar mais para o que eu tenho do que buscar coisas novas, quase sempre descartáveis.
Aqui Vou escrevendo através da minha imaginação que me guia e me ajuda, escrevo pra mim expressar para satisfazer o meu eu interior através da palavras mudo mundo salvo pessoas,mais uma pessoa em meio a multidão não tem voz suficiente pra mudar sozinha, venha comigo para esse mundo de mistérios e lugares imagináveis venha por favor para mudar esse mundo de horror e terror que nos assombra por favor.
Quem gosta do que eu escrevo está do meu lado e quem não gosta, também. O que não tem importância, não tem importância.
Não escrevo mais, talvez porque não faça sentido escrever quando não há ninguém disposto a ler. Eu me fiz poema a vida inteira mas as pessoas preferiam as fotografias.
Eu escrevo, escrevo por faltar bons ouvidos e opinadores, escrevo pois até mesmo meu grande amor virou minhas costas. E se você estiver lendo isso, Saiba meu bem, que enquanto você me ignorava, eu chorava e escrever para você, eu escrevia com toda minha alma as mais lindas cartas de amor, jamais escritas antes. Enquanto você jogava tudo fora, eu escrevi para você, eu colocava todo o meu sentimento em cada uma, e sabe que eu fiz no final? Pensei até em me entregar-te as 1001 cartas escritas com minh'alma, mas você meu bem, não merecia, então queimei todas junto com todos os sentimentos já sentidas pela tua pessoa, e aprendi, e espero que tu Aprenda. Que qualquer número multiplicado por zero, dá zero.
Da janela relembro e vivo
Do passado trago dias
Jogo na cama...
Escrevo letras
Canto
Vejo fotos, revivo fatos.
No caminho que já fui
Volto
E sinto...
O que perdi
O que busquei
O que não tive, nem encontrei...
Tudo longe
Distante, já nem sei
Se ainda sou, se serei !
Tardes
Versos, vinhos...
Vou, sigo caminhos !
Um olhar
Risos dados
Em vão.
Coraçao sofrido
Doído
Sem juízo.
Tudo perdido
Não vivido...
Jogado ao chão !
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