Escrevo e parece que não Leio
Querido,
Essa é especialmente para você. Escrevo aqui esta carta que nunca será entregue, e que em vão eu insisto em escrever. Eu quero que saiba que odiava quando você se deitava ao meu lado e roçava sua barba por fazer em meu rosto. Mas de certo modo, quando eu te conheci adorava isso. Achava que você era o homem dos meus sonhos, mas me enganei. Que clichê. Me enganei com você, como me enganei com todos os outros que passaram pela minha vida.
Com amor, Anônima.
Todos os versos que escrevo são palavras que esqueci de dizer, são desejos guardados no meu mundo inconsciente ou talvez consciente, eu é que não consegui desvendar, mistérios. São mistérios de mim, que como todo e qualquer mistério não se explica, não se desvenda...farsa, ou talvez eu mesma retratada no meu submundo, no mundo que vivo, que habito...estranho talvez, se certo ou errado quem sabe, porque eu não sei. No meu riso está minha maior parte, acho que o bom de mim. Sigo num espaço de tempo que passou e que está passando, aguardando o que virá, futuro assim se conhece, o que ainda está por vir. E nesse louco abismo de vindas de idas, de buscar de querer...me deparo com o que é real e me confundo com o que sonho.
Hoje que deveria ser dia 4,
Escrevo mais pela implicância ou pelo seu senso de perseguição e sorte com o número quatro, dessa vez falo do espaço de tempo tão curto, porém nem sei se chamaria de espaço devido a todo preenchimento que ele tem.
O início da nossa história desse pretérito esquecido e lembrado no presente imperfeito, sempre complexo como toda mente humana deve ser, por vezes louco e também sensato, por vezes virgem e também libra, por vezes incerto sendo certo, por vezes... Por todas as vezes que nos olhamos sabendo de algo que não sabíamos algo que já estava intuitivamente gravado, essas coisas que não consegue se sabe ao certo, mas se tem certeza que se sabe.
Nesses mesmos diários termos contraditórios, nas minhas idas e vindas contextuais exibo o paradoxo que nos definimos como conjunto, desconjuntado, o que não se completa mas está, por simples querer mútuo, nos juntando pelas faltas, que são tantas que fazem as nossa qualidades terem partículas de perfeição , pintadas nos nossos tão adorados defeitos , misteriosos pelas bordas pela parte nesse pequeno tempo que nos convém , ainda.
Somos o distinto que nos apreciamos pelas diferenças, pelo que tem de certo e errado, mesmo que não haja concordância em todas as coisas, até porque, onde se concorda com tudo nada há e dai nasce a monotonia e a indiferença, mesmo aquelas que se escondem por trás dos sorrisos, por isso adoro as nossas discordâncias, pode-se dizer que gosto até do que desgosto, desgostando de cada coisa que gosto, porque admito que não gostar disso tudo seria muito mais fácil, mas gosto.
E se eu escrevo, escrevo para falar oque já sei, mesmo se ninguém ler,eu quero guardas las. São palavras do meu interior, jamais sentidas por alguém ao não ser eu.. Se eu perder as palavras vão chorar.
Sou tolhida quando falo.
Aí eu fico sentida.
Quando eu me calo,
eu escrevo.
Ultimamente,
meus dedos estão cheio de calos...
“Fico horas e horas olhando sua foto no WhatsApp. Penso em chamar, escrevo e apago. O orgulho não me deixa enviar, não quero demonstrar a falta que você faz.”
"Não sou poeta, e não sei fazer poesia, mas as palavras que eu escrevo, são verdadeiras, e saem do fundo do meio coração..."
Minha Glória é saber que
tudo que sou
tudo que tenho
tudo que conquistei
tudo que escrevo ...
Vem da minh'alma !
Nunca precisei
invejar
xeretar
imitar ninguém e
maquiar ser do bem .
Já Nasci Essência!
É isso que me faz ter a Certeza
de que tenho Deus e seguir
em paz
muito mais além !
Amém!
As vezes eu queria que todos me ouvissem. Preciso que alguém leia o que escrevo e me diga: "Eu te entendo, eu estou aqui contigo, vai ficar tudo bem". Mas acho que isso é impossível.
As vezes não escrevo nada, nem sequer me atrevo a pegar no caderno, a pegar na esferográfica, quando isso acontece, é porque a minha escrita esta cansada e precisa relaxar, e eu tento ser respeitoso...
Redesenho. Escrevo lembranças, saudades...viver são reprises de palavras, momentos ! São idas e vindas na mesma estrada, caminhos que sabemos onde vai dar: o fim é o começo; o começo é o fim !
Tudo que é bonito me lembra você.
Tudo que eu escrevo de belo é pra você.
Meu amor por você é recente,
mas tenho a impressão
que já nasci com esse amor no coração.
Joelma Siqueira
Como escriba da vida me fiz
Falando da vida
E o que ela me diz
Escrevo o que conheço
Desconheço o que não quero conhecer
Crer não é só ver, é também ser
Pensa que crê
Mas não conhece MANDUME
Crer e morrer no que crê
Ser o que crê.
Teu corpo desenhado em poesia
Eu vou te desenhando em cada poesia que escrevo; em cada verso, traço a silhueta do teu corpo; uso das rimas, uma aquarela de multi cores para dá cor a sua pele.
Minhas palavras são traços suave, que componhe cada fio de seu cabelo; detalho o seu rosto com lindas frases que inspiram paixão, romance e sedução.
Desço minha mão suavemente, traçando o seu pescoço; desenho o teu colo, barriga e cintura com versos que traduzem minha admiração por você existir.
Braços e mãos, são desenhados com sublimes palavras de aconchego; coxas, canelas e pés, são modelados através da sutileza de frases escritas por anjos.
Assim, vou desenhando você em minhas poesias; transcrevendo com amor, cada sentimento que possuo por você em meu coração.
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