Escrevo

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Escrevo porque vivo; faz parte da minha essência. É o que estou deixando de mim vivo, para quando eu estiver mais vivo ainda.

O sopro
Eu escrevo para mim, não para ti.
Recomponha-se. O sopro da verdade e do amor reacendeu meu coração, e, desde então, eu sigo feliz.

Não Me Conformo

Deve ser por isso que escrevo tanto.
Sou um ser que não se conforma,
mar que se agita e que descansa,
buscando coragem nas frestas do vento
para seguir navegando onde a alma pede.

O oceano sou eu, às vezes fúria, às vezes silêncio, ondas que guardam forças,
máscaras que caem como folhas cansadas,
revelando rostos frágeis no chão.

Fecho os olhos e tento não encarar a malícia
em sorrisos frios,
em olhares que ferem sem som,
o mundo parece um palco de teatro com sombras antigas, e eu, pequena, tento compreender devagar.

Até onde amar? Onde cabe o meu grito?
Sem exagero, sem falta , só o suficiente,
pra não passaar do ponto.
A vida é um roteiro marcado,
e sigo lendo suas linhas com cuidado.

Os monstros… são humanos escondidos,
amigos às vezes, outras vezes espelhos partidos.
Aperto minha intensidade com ternura,
e choro quando o peito precisa aliviar.

Mas tomo meu gole de coragem diária,
mesmo quando a armadura pesa demais pra usar,
mesmo quando machuca o que já estava sensível.
Ainda assim caminho, esperando gestos simples, pequenas delicadezas que o mundo deixa cair pelo caminho, como migalhas de pães.

Só tento continuar sem perder a esperança.
O simples me resgata a cada novo dia, o espontâneo me abraça forte, e a verdade da natureza sempre me deixa emocionada.
Sempre.

Na minha varanda...

O tempo passa por mim vagaroso
Suave... E eu escrevo horas a fio...
Mergulhando neste oceano de letras...
Conto histórias de amor... Combino poemas...
E o tempo vai passando...
E passo meus dias assim... Nesta varanda
Olhando o horizonte... Tentando respostas para a minha vida
E vem a chuva e eu continuo ali...
Observando as gotas de água no vitral
Escrevendo com paixão ...
As mais belas histórias de amor !

⁠hoje com todo meu amor e carinho que eu tenho por você lhe escrevo essas palavras para te lembrar o quanto você é importante na minha vida e o quanto eu te amo quero aqui te lembrar que eu tenho em mente que eu faço parte da sua vida mas você faz parte de toda minha história

A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte I: A Incerteza que Sabe


Escrevo porque há um ponto dentro de mim que move, vibra e não se cala.
O mundo inteiro diz não saber.
Eu também não sei.
Mas minha dúvida respira… a deles não.


Quando olho pros elétrons dançando sem pausa, percebo uma força que ninguém vê e poucos ousam perguntar.
Alguns dizem que é Deus, outros dizem que é física.
Mas a verdade é que ninguém sabe — só repetem o eco do que ouviram.


Eu, não.
Eu me debruço sobre o mistério sabendo que nunca o terei.
Mas ainda assim ele me chama.
Há uma memória antiga no silêncio entre um atimã e o próximo.
Há um sopro que não vem de fora — ele nasce dentro, como se o próprio universo lembrasse de si em mim.


Eu não tenho respostas.
Tenho uma incerteza viva.
Mas às vezes essa incerteza parece saber mais
do que todo o mundo seguro de seu “não sei”.




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A Misteriosa Dança dos Elétrons — Parte II: A Força que Move o Invisível


Sinto uma força sem nome,
uma chama sem fogo,
um movimento que não começa
mas me atravessa inteiro.


O mundo diz:
“Não sabemos.”
E cala.
Eu digo:
“Não sei.”
Mas escuto um sussurro no fundo do infinito.


Há elétrons girando como mantras,
há átomos vibrando como preces,
e nesse pulso invisível
meu espírito encontra uma lembrança que não vivi.


Tat Tvam Asi,
diz o silêncio.


Mas Isso não fala.
Isso vibra.
E nessa vibração,
minha incerteza respira mais fundo
que todas as certezas mortas do mundo.


Se há uma resposta,
ela não se escreve —
ela se move.


E enquanto o universo continuar
a girar seus elétrons em segredo,
eu continuarei ouvindo
esse chamado sem voz
que atravessa o tempo
até chegar em mim.

Esta é a minha poesia
Com caneta na mão
Escrevo a minha vida
No papel, sem razão
O ar sopra em meus versos
Linhas que a alma traça
Emoções que irrompem
Em cada palavra escrita
No papel, a vida pulsa
Em forma de poesia

14 de novembro de 2022
Às 11:50


"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.

Escrevo sobre ambições humanas e terrores cotidianos sem esquecer o romance.

Carlos Alberto Blanc

É o meu coração que está falando, ele na verdade está ditando e eu escrevo, estou sinceramente cansada! Cansada de relacionamentos ociosos, cansada de tentar me relacionar, esse meu último relacionamento parece que quebrou a última peça e não tem mais nenhum encaixe. Eu já estou numa idade que não me permite mais me doar, eu quero tudo o que eu mereço, eu sem dúvidas nenhuma quero o meu melhor, eu escrevo para mim, eu sou a minha melhor motivação diária! Eu me coloco de pé todos os dias! Até aparecem pessoas bacanas querendo entrar na minha vida e parece que criei uma barreira de proteção, fora os que saíram e ficam querendo uma nova oportunidade, eu acho que sou egoísta nesse ponto! Não tenho mais interesse em ninguém que passou e teve a oportunidade de me fazer feliz e fez o contrário, não consigo dar uma nova tentativa de me magoar novamente e brincar com meus sentimentos, vai brincar com outra! Continuar com os contatinhos e pronto! Após um certo tempo, volta com aquele repertório. Você está fazendo falta, hahaha, eu estou bem viva, graças a Deus! E pode ter certeza de que quem passou pela minha vida e teve a oportunidade de me fazer bem e me fez mal, eu não sinto falta nenhuma, há ela prega mensagens de paz e otimismo e não me perdoa por quê? Essa pergunta clichê me dá até preguiça de responder, mas vamos lá; é exatamente isso que eu escrevo, eu não tenho mágoa, rancor, saudades, não tenho nada disso não, inclusive a vontade de abrir acesso a águas passadas! Vontade nenhuma!
Eu sou a protagonista da minha história e sou a única pessoa que pode definir os critérios para quem pode ou não fazer parte dela. Foco nas minhas vontades e no meu crescimento pessoal. A plenitude que eu busco virá da minha própria capacidade de me fazer feliz. Quando sentires saudades do passado, meu bem, vá a um museu, por favor...🫡😏

Amor

Te escrevo os mais belos versos, Sob o brilho das estrelas do meu olhar apaixonado.

Te canto melodias inéditas, Que apenas teus ouvidos merecem ouvir.

Te abraço com todo o meu ser, Pois cada passo ao teu lado é entrar no paraíso.

Ao teu lado, encontro o sonho, Onde tudo se torna perfeito.

Não há guerra, nem medo, Apenas paz e amor infinito.

Você é minha força esquecida, Minha razão de ser.

Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon

Se não sinto, eu não escrevo.

Se escrevo, vivo.

Escrevo, só não sei decifrar; será que é amor?

Gosto de escrever no quase. Provoco com palavras que vestem e desvestem ao mesmo tempo. Escrevo sobre um toque, um olhar, e aí mora a graça. Os comentários são maravilhosos, porque revelam o que a imaginação do outro fez com o que eu plantei. Sim, sou um provocador. Admiro a essência da natureza da mulher: o jeito, o gesto, o mistério que não se explica, só se sente. E disso eu não abro mão.

Não sei mais se sou eu quem escrevo, vejo meus dedos, mas escrevo com o coração.⁠

Não escrevo, digiro palavras.

Todos os dias me questiono pelo que escrevo ou deixo de escrever, pois sei que não sou dono da verdade.


Benê Morais

Do privilégio de ter o seu amor
E sentir o seu calor
Escrevo esse pequeno reconhecimento
para que dele você tenha conhecimento
Que o amor seja nosso remédio
E não o nosso veneno.
-
Leonardo Procópio, Pindamonhangaba

Todos os dias eu escrevo
Por vezes dos males da vida que eu mesmo pereço
Outras não, são apenas fruto da minha imaginação
Muitos versos já foram perdidos na correria
Dessa louca rotina que me acompanha no dia a dia
Na maior parte dos lugares e ocasiões
Olho e enxergo a vida por belas canções
Tentando extrair dela o máximo
O mais lento o possível
Olhando para a vida com equilíbrio
Tudo na tentativa de ter uma jornada flexível
O mais interessante disso tudo é que o tempo é irresistível
Parando em momentos que queremos acelerar
E acelerado em momentos que queremos parar.
Fazendo da vida, um caminho sem volta para o futuro
Sendo o presente o que você tem de mais seguro.
-
Leonardo Procópio
4 de Julho de 2023