Escrever uma carta a uma Criança
É com esgar de esfomeado que me ponho a saborear vorazmente o verbo. A carne minha que do escrever depende. Do viver insólito, do morrer mais insólito ainda. O que era não mais é, o que será talvez já seja. Eu não sei. Nunca vi. Se vivo, amo. Se amo, desfaço. Se desfaço, refaço uma vez mais e assim, amo novamente. O ciclo de minha vida é acíclico. Mutante, mutável. Amável, entrementes. Ouço o risco do lápis no papel, dançando ao compasso de minhas mãos gélidas, deixando palavras vulneráveis, passiveis de serem apagadas. Que se apaguem. A mesma fome do verbo que me fustiga agora é a mesma que me fará escrever tudo de novo, viver tudo de novo, e ainda assim, viver tudo diferente.
Muitas pessoas me perguntam em que me inspiro para escrever outras me perguntam se estou apaixonado namorando gostando de alguém ou ate mesmo amando minha resposta sempre é a mesma "não não estou apaixonado gostando namorando nem amando " minhas palavras apenas estão memorizadas para q você saiba q mesmo antes de te conhecer já gostava de você mesmo sem saber quem você e sempre soube q você chegaria mesmo não sabendo o quanto você estava distante minha imaginação me faz flutuar ate você e sei q você com seus pensamentos vem ate min eu poderia dar varias explicações sobre minha inspiração para escrever poderia dar 1000 e uma desculpas mas minha verdadeira motivação inspiração e ver algum dia nossas vidas juntas
“Os conselhos não me servem. Me mandaram virar a página e lá fui eu. Me mandaram escrever outro livro e cá estou eu. Mas não adianta, porque quando se trata de você, nada novo me serve, me encaixa ou me completa. Nada sem você tem valia. E é por isso que eu sempre vou preferir a mesma página e o mesmo livro.”
Eu costumava escrever pra conversar com desconhecidos. Eu escrevia e externava todo meu sentimento, até os mais profundos e obscuros, e pessoas liam e tudo ficava bem. Eu costumava dizer coisas sobre a solidão e o amor, e a linha tênue que sempre existiu entre esses dois. Muitas vezes lágrimas escorriam pela minha face e eu só conseguia dizer com os dedos tudo o que me afogava por dentro. Porque na minha cabeça, todas as vezes em que eu só pensava na sua voz, e no toque das suas mãos, eu só conseguia alimentar isso, feito imaginação, como uma utopia de quem não tem direito de sentir. Mesmo tendo. Eu posso querer seus lábios, posso querer chamar sua atenção meia-noite antes de pegar no sono, e posso te ligar com voz de quem acabou de acordar porque sonhei contigo e foi tão real. O pior é que eu posso tudo isso, mas não posso aguentar o fato de não poder mais utilizar esse poder todo. E só resta, no final do dia, o poder de me calar e engolir tudo sozinha, me afogando cada vez mais aqui dentro de mim. E eu costumava escrever tudo isso, numa folha de papel, num rascunho, numa agenda do ano retrasado. Eu dizia pro nada e o nada respondia o que eu queria ouvir. As músicas tristes me consolavam fazendo chorar em mim o que pessoa nenhuma conseguia fazer. Porque no silêncio da minha casa sobra amor, sobra compaixão e tudo o que uma pessoa normal teria a oferecer. Não sei se sou normal. Mas que eu adoraria compartilhar essa loucura com alguém capaz de entender no meu olhar tudo o que se passa nessa cabeça que não pára um segundo, como queria. Eu costumava escrever, e isso não mudou. E nem tudo o que sinto, nem tudo o que isso significa. Escrever liberta, e acalma. Rejuvenesce. Enche o coração de curativos e traz paz. Só não traz a pessoa que fez você parar o que estava fazendo, pra começar a escrever. Não traz ela com o sorriso que fez você se apaixonar. Nem com o abraço, sem ser aquele último de despedida. Mas escrever faz bem. Você devia experimentar.
Depois de muito tempo resolvi escrever ou pelo menos tentar, não há muito oque dizer quando seu mundo esta caindo aos pedaços e você só fica em silêncio vendo tudo se destruindo e indo embora o pouco de esperança que restava em ti, mas talvez eu mereça toda essa dor. Depois de tanto chorar em baixo do chuveiro é que surjem as maiores certezas da vida e uma delas é que sou esmagadora. Mais esmagadora de que? de sentimentos, esperanças, esmago o coração dos meus pais, esmago o pouco de fé que as pessoas tem ou tinham em mim, eu realmente não sei mas. E talvez eu seja coveira também porque enterrei meu coração tão fundo que nem eu consigo encontra-lo, sim eu enterrei meu coração próximo aos frios girassóis onde chovia todos os dias, eu só quero acreditar que fomos feitos para algo mais do que apenas morrer qualquer coisa menos isso.
Comecei a escrever um livro e pensei.. Nem vou é muito cansativo.. Comecei a escrever um poema e pensei.. Tem muitos melhores que o meu.. Comecei a tentar escrever uma frase e logo me veio a cabeça " só ira existir melhores que você, se você não correr atrás, e cansativo a vida sempre foi e sempre será"
Escrever sobre a própria dor, é intrigante e difícil, ninguém sabe se explicar, quem dirá explicar o motivo de sua dor, quando na verdade não temos tanta certeza do porque ela começara a existir. A única certeza que temos é de que ela destrói qualquer um, e quando não demonstramos, quando guardamos ela para nós mesmo ela vai destruindo nossa alma, pouco a pouco, e quando não a suportamos, deixamos ela escapar por nossos olhos.
Eu sempre quis escrever algo que tocasse alguém, sobre amor, más não aquele amor que foi banalizado, aquele amor que é da boca pra fora, o fato é que até hoje eu não consegui, talvez por até hoje não ter amado alguém com tal intensidade que o amor tem, tenho amores passageiros, na verdade não são dignos de serem chamados de amor, amor é bem mais..talvez eu nunca consiga explicar nada sobre o amor, mais isso não significa que eu não sinta, pelo contrário, tiro a falta das palavras e recompenso com sentimentos, muitos... vários.
- Eu poderia escrever um texto de 8.000 linhas ou apenas um de 8 , poderia escrever em um caderno todo ou apenas em uma folha , poderia passar o dia , tarde e noite ou a vida toda pensando em você , poderia te descrever ... Se tu não fosse tão perfeita , me falta argumentos , na verdade nada me falta , tenho muitos e ainda sobra , menina de sublime beleza , anja sem asas , minha calíope , musa grega de nacionalidade brasileira , liberta da maldade , dona de uma ingenuidade que atormenta , tão pura , tão bela , tão doce , tão ela ...
Me desculpe por essa minha obsessão em escrever. É que consigo me expressar livremente em palavras escritas do que faladas. É um erro, eu sei. Quero que vá para longe com a certeza de que aqui ficarei, aqui permanecerei com meus versos e meu coração a espera da sua volta. Vai belo príncipe, vá cavalgar com seu cavalo branco em meio a mata, a procura de ar livre. Vá singelo príncipe, com a certeza que aqui te esperarei, que quando retornar-tes estarei na porta de seu quarto esperando um abraço de “oi, tudo bem? Prazer.” Volte, com a certeza de que meu amor é infinito, e que não haverá perigos. Volte com o alívio de começar do zero. Volte purificado, volte para meus braços.
Sou careta. Gosto de andar de mãos dadas, de abraços demorados, e de escrever cartas de amor. Acho gostoso dormir de conchinha, de assistir filmes românticos, e aparecer na janela para olhar a lua. Já contei estrelas no céu, e já fiz pedidos para algumas delas. Parece bobagem e caretice né? Mas tô achando que sou rara mesmo.
Lembrei de todos os meninos que souberam dessa história de escrever durante um ano. O meu ex namorado foi contra, o meu ex ficante também e resolveu ir embora, e eu não fiz nenhum esforço para ir atrás. Escrever causa certo medo. Estraguei meus relacionamentos por escrever para alguém que havia ido embora sem ao menos se despedir, sem ao menos dizer pela última vez que como desejava me abraçar. Estraguei meus relacionamentos por medo de me envolver e te deixar. Mas com o tempo isso não foi o suficiente.
Socorro... necessito desesperadamente escrever... mas as palavras ganham pequenas perninhas e correm... correm como se fossem disputar a são Silvestre... eu? apenas observo todo aquele alvoroço homérico pra ver no que dá. Sei lá... acho que se cansaram de mim e d toda essa dramaticidade intrínseca, me largaram depois d aprisioná-las durante anos em diários regados á lágrimas, corações borrados e pequenos laços de cetim... agora quem se encontra aprisionada sou eu... aprisionada dentro de um coração que bate acelerado e uma mente q tenta alcançar a velocidade da luz....
Escrever é benção e maldição na minha vida. Colho frutos e pedradas. Me esvazio e me sinto cheia. Me acalmo e enlouqueço. Tento manter uma certa privacidade, mas as palavras sempre me expõem. Me sufocam. Eu continuo sendo ninguém na fila do pão, muito provavelmente nem digna de ser lida. Mas mesmo ciente disso, não consigo segurar o impulso de traduzir em letrinhas o tsunami constante que vive dentro de mim.
Quando penso em começar a escrever sobre a traição/adultério, lembro da seriedade que esse assunto merece, e em como talvez eu devesse rebuscar o texto. Mas, acontece que trair alguém é algo tão informal, que perde o sentido eu tentar escrever e denunciar isso com tanta formalidade. Parece fazer mais sentido chamar esse comportamento de “filhadaputagem”, ou falta de vergonha na cara, do que só chamar, por exemplo, de insensatez.
Eu amo escrever arte, mas às vezes a sensibilidade soa como um alarme, que não tem como desativar. Não tem como fazer parar. Parece uma igreja quando o sino começa a tocar, às 9 da manhã. Quem dera pra isso eu também tivesse um sono tão pesado, que não me fizesse acordar de manhã. Tantas coisas que sem isso talvez eu não precisasse pensar.
A liberdade poética me autoriza a escrever sobre qualquer assunto, seja algo sério, bacana ou esdrúxulo, fatos engraçados, bobagens e metáforas... Mas se você quiser escrever sobre política, um conselho: "se for algo ridículo, a ponto de perder a sua credibilidade intelectual, mostrando a todos a sua incapacidade de entendimento, por favor, não escreva."
Eu tenho um estilo literário bem peculiar, gosto de escrever verdades, mas o meu texto tem que rimar, faz parte da minha essência, é algo que não abro mão, também faço críticas, mas de forma leve, sem indiretas que ofendem este ou aquele cidadão... Todo escritor possui um estilo próprio, faz parte de seu aprendizado, às vezes ele se inspira em um outro mais famoso, mas nunca copia a sua ideia, pois sabe que é errado... Cada um de nós escreve de uma forma, tentando passar algum recado, o meu contém rimas aleatórias, faz parte do meu estilo literário.
Sabe hoje eu queria ter alguma coisa especial para escrever até mesmo para dizer mas não tenho, a unica coisa que tenho é vontade louca de abraçar o que meus olhos não vêem, beijar e me deliciar não no mel mas de onde brota o mel, não olhar mas tocar o céu e fazer parte da pintura do seu lado quando olha para o céu como a mais linda pintada por Deus nesse mundo de papel...
Por mais que evitei, hoje completamente me vi embriagado apenas em pensar em te escrever, me vi em cálice transbordanto de imensa solidão, e me pus a beber gole após gole de toda tua ausência, passei a escrevi soluçando em desespero e pensando, todo esse meu maldito vazio causado por você, não suportando lancei as taças das de suas mentiras ao chão, e ajuntei a minha carne dos pedaços que ainda me sobrou, enfim, meu amor acabou, hoje eu te escrevi a minha dor apenas por escrever, por saber que a única coisa que restou a esse poeta bêbado que sou, foi o seu descaso com o meu amor, é seguir amando o que você não ousou a amar
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