Escrever porque Escrevo
Por que escrevo
Escrever me liberta
Dá-me asas para voar, alto
Sem medo da desigualdade
Da falta de tolerância
Sem se preocupar com julgamentos
Escrevo em prosa
Ou em versos
Com ou sem rima
Quando escrevo
Solto os pássaros
E as borboletas,
Soltos os ratos e
Os escombros,
Exorcizo a mente
Escrever me faz livre,
Faz-me infinita
Imortal!
Não preciso de caneta e papel para escrever, escrevo com os olhos também. Palavras são escritas mas o significado é o que você lê.
"Eu amo escrever é como ser uma criança e desenhar,
a diferença entre elas e eu é que escrevo as paisagens."
nao escrevo só
por escrever
Escrevo para desabafar
Tudo que minha alma carrega
e tudo que meu espírito
se inspira em contar
FELICIDADE DE ESCREVER
Sempre que escrevo
É a vida que tento embelezar
Na clareza do dia
Com o coração a palpitar
Já me decidi
Na condição de mulher
Tendo a luz a florescer
Na certeza do amanhecer
Sempre que escrevo
É a solução que tento resolver
Acreditando na força do mundo a se mover
Na palma da mão a sorte
Em rumo ao Norte
Na imaginação de ser
Sempre que escrevo
Tento ocupar o tempo
Tentando algo esclarecer
E no final poder dizer
Sou poeta
[...] Na versão charmosa de despertar para escrever. Escrevo até para o silêncio. Escrevo até onde não tem palavras...
Não escrevo poemas, escrevo memórias, minhas memórias.
Queria ter onde escrever. Um lugar onde nada pudesse se perder.
Um lugar que ninguém veja, mas que vejam quando eu quiser.
Muitos me perguntam por que escrevo somente sobre amores e paixões. Bom, posso escrever sobre economia ou dinheiro, caso me paguem bem, mas por ora estou satisfeito sendo amado.
"se eu podesse escrever na agua como escrevo na areia, escreveria o seu nome no sangue da minha veia"
"Escrevo, apago. Escrevo de novo, apago de novo. Já cansei de escrever frases incompletas. Você me faz perder totalmente o foco das coisas. Dessa vez vou escrever, e se eu errar, não irei apagar. Porque assim como nos texto, a vida é feita de erros e acertos, mesmo que incompletos."
Essa necessidade extrema de escrever...
Uma prisão, angustiado...
Escrevo para me-liberta...
Liberta-me de que?
Desde que ela se foi nada mais funcionou, um ar de melancolia.
Com um tom de saudade - Distância.
Eu sou assim...
Bagunçado, misturado, desenfreado,
Como um verso ou como um poema,
Como esse texto ou como esse pensamento?
Enfim... Desentendido, perdido,
Insano... Interne-me... Julgue-me,
Mate-me, carregue minha cruz... Queime,
O que não é entendido jamais e esquecido.
Incompreensível.
Eu uso o sentimento para escrever, eu não escrevo pra desabafar. O desabafo nunca me ajudou em nada, estou acostumada a resolver os meus problemas (mesmo os imaginários) sozinha, ou deixar que o tempo em toda sua glória transforme as cores vivas daquelas lembranças em meros borrões e manchas sem dor. Falar oque me move nunca me ajudou e nem mudou os rumos das minhas decisões.Eu uso o sentimento para escrever, eu não escrevo pra desabafar. O desabafo nunca me ajudou em nada, estou acostumada a resolver os meus problemas (mesmo os imaginários) sozinha, ou deixar que o tempo em toda sua glória transforme as cores vivas daquelas lembranças em meros borrões e manchas sem dor. Falar oque me move nunca me ajudou e nem mudou os rumos das minhas decisões.
Primeira vez que escrevo, tenho jeito para rimar e embora não goste muito de escrever, sinto-me bem a desabafar nas rimas...
A minha vida é um misturar de emoções
Dava muito para que ela fosse constante
Estou farto de incertezas e confusões
Só queria o meu momento importante...
momento esse que tarda em chegar
momento esse por quem eu anseio
momento esse que está prestes a acabar
momento esse que já foi e já veio...
Meu Metapoema
Escrevo por que tenho que escrever, sou obrigado a isso.
Até que, como magnetismo, meu lápis grude no papel, as palavras me maltratam e me algemam com a angústia dos meus versos mal escritos, amaçados e entregues ao lixo.
É uma dívida a ser paga
É um dever a ser feito
Uma missão a ser cumprida
Passo noites a claro com meu sofrimento permanente, que a mim é inerente, é de minha natureza.
Não sou nada, não sou artista, não sou poeta, não nenhuma coisa concreta, apenas libero em uma folha meus problemas mal resolvidos, como se contasse com cuidado os fatos para um velho amigo.
Mas eu gosto dessa dor persistente que me deixa impaciente até estar livre deste fardo.
Sou um masoquista nato.
Sempre de coração partido, me sinto punido ao escrever em um pedaço de papel rasgado os meus versos baratos e sofridos.
Não faria sentido escrever para outro alguém. As palavras sempre me levaram para o seu lado; escrevo então para ao seu lado estar o tempo todo, para a escrita não ser em vão.
Eu não sei escrever sentimentos, eu escrevo mais frustrações porque dizem que: Quando mais triste, mais bonito soa.
"Eu amo escrever, quando escrevo transformo o mundo, toco o céu, ilustro minha história, pincelo cores vibrantes, quero um sol bem amarelo, quero um verde brilhante, quero príncipes e não vilões, quero o final êxitante."
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