E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Eu...
Às vezes sou exposta
Outrora, contida
Criada pela felicidade
Porém
Nem sempre
Quando não contente
Multiplico-me de forma incessante
E aumento minha constância
No oriente
Há a convergência sob o infortúnio
No ocidente
Sou demasiada no luto
Me faço presente na distância
Estou em todos
Há quem não externe-me
Compreensível!
Sou taxada como fraqueza
Na duração dos olhos ao chão
Transformo-me em um rio de sentimentalidades
Sempre que nos concentramos no que entristece e amargura,
criamos em torno de nós uma energia parecida com um imã,
que atrai ainda mais sentimentos amargos. Um esforço para
evitá-los nos faz muito bem e nos libera para vivermos as
alegrias do dia a dia, que deixamos de usufruir quando olhamos,
mais que o necessário, para o lado feio da vida.
Cika Parolin
Aprendi a reconhecer minha própria força e não depender demais ninguém. Sempre que dependemos do outro, o outro pode falhar conosco e qualquer felicidade excessivamente buscada fora de nós é absolutamente temporária, cultivo a referência do meu próprio poder pessoal e não me deixo levar pelos conselhos alheios. Reconheço em mim, a autoridade para comandar minha própria vida.
Amor não faz dívida.
Aprendi com livros e pessoas que atos de amor são sempre generosos, e que o que é dado é para ser absorvido sem medo ou culpa.
É claro que algumas pessoas ainda fazem o amor de moeda e fazem cálculos do quanto doam e quanto recebem ou acreditam merecer receber e, em geral, são as que mais sofrem.
O amor é um hectare de discussões, percepções e conceitos, e o que digo é que amor que me faz rir é aquele em que se doa o possível para sua própria alegria.
É investir em um sorriso de uma criança ou de um idoso, sem a expectativa de retorno. Sem o compromisso com o aplauso, mas sim, o compromisso com o momento presente em que o que você emana é absorvido por outro, sem depois.
E quem tem o privilégio de ser acariciado por gestos de amor, eu desejo que cultive a gratidão, o reconhecimento e se for espontâneo que ame também, mas não faça da graça recebida uma dívida.
Viver o amor é incompatível com réguas, contas e medidas, amor não faz caixa, não acumula para o futuro, não rende juros e não se paga.
Amor é apenas um momento de generosidade, que eu torço, seja repetido, repetido, repetido...
As pessoas vivem me dizendo que sou "ignorante". Talvez pelo fato de sempre me expressar de forma direta e com concisão. Talvez pelo fato fato de ser franco demais e sempre dizer o que penso.
Só pra saber, não ajo desse jeito para ser grosso com as pessoas ou para me colocar num nível mais elevado do que elas, mas para mostrar simplesmente, total sinceridade em tudo que digo, e se há pessoas que não conseguem observar isso, é porque em todo caso, o "ignorante" não sou eu, são elas.
"Se olhar a sua volta, sempre terá alguém mais rico, mais forte ou mais bonito. Mas eu duvido que encontre tão facilmente alguém com um coração como o meu"
Há pessoas que surgem em nossas vidas como que trazidas por um propósito ao acaso sempre no momento mais adequado. São mais que uma brisa de ar fresco que nos revigora a mente e a alma e ainda - sem pedir licença - se instalam nos nossos corações. Se você já tem essa presença positiva e reconfortante, não a perca, principalmente nesses tempos de muitos conhecidos e raros amigos.
A tese sempre será diretamente proporcional ao que se acredita e nem sempre o que se acredita é a verdade. Para uma tese, nada melhor que uma antítese. Uma antítese da antítese, outra antítese de outra antítese, etc. Resumindo, cada um tem a sua verdade em cima do que acredita.
A solidão que dilacera
E eu que fui tão tolo na minha vida
Enfim pude amar, mas o amor sempre acaba
E o que resta é a solidão a dilacerar
Em meio à tanta solidão
Nasce um belo dia
Vejo a felicidade raiar no brilho do sol
Será miragem ou quem sabe apenas um sonho?
Sim! A felicidade aqui habitará
Enquanto a manhã durar
Mas a manhã não dura para sempre
Igual ao amor, a manhã e a felicidade
Uma hora se vai
Anoitece! E o que era raio de felicidade
Transforma-se em sombras de solidão
De um coração vazio, um coração preto e branco
E tudo volta ao normal
Tolo sou mais uma vez
Por achar que as coisas são eternas
Percebo que tudo escorre pro nada
Tudo pode ser nada
E fico pensando
Que talvez eu esteja enganado, confuso
E que o amor e a felicidade nunca existiram
Não passam de um brilho que dura apenas segundos
É, tudo vira ilusão
Ilusão que dói
Esse lance de amor não existe
Nem a felicidade existe
A verdade é que meu coração vive sozinho
Nas profundezas da solidão
Aquiete seu coração menina. Saiba que a vida nem sempre nos traz alegrias. Ela (a vida), é feita de altos e baixos. O sol por mais que brilhe, no fim do dia ele se esconde para dar lugar a lua. E essa por sua vez, tenta de todas as formas continuar com o brilho do sol. Precisamos assim aprender a atravessar tempestades, deixar molhar um pouco...E acreditar que o amanhã nos trará o arco-íris!
Assumir que errou e pedir desculpas pertence aos fortes, os fracos erram sempre e ao invés de tentarem concertar seus erros, vão errando cada vez mais.
Mas eu me divirto...
Foi-se o tempo em que conseguiam me desalinhar.
Hoje em dia, sou bem mais feliz estando na platéia, sendo apenas a ouvinte, ao invés de ser a protagonista.
Não aceito os convites que recebo para o descontrole.
Hoje, não me permito mais e me dê licença, pois preciso retomar ao que é meu de direito, preciso reassumir MINHA vida
Sempre linda, sorridente, de um alto astral e um bom humor, com uma alegria contagiante, vivendo da forma que lhe convém, seguindo todos aqueles padrões da sociedade, mas nunca vivendo da forma que realmente queria viver. Repleta de de pessoas a sua volta, sempre em família, com boas amizades e ótimas companhias. Não perdia seu tempo e não se prendia, só se prendia a vida. Sempre livre, em festa com as melhores amigas, embrulhada pelo mais belo dos vestidos pretos, em cima daquele salto 15, com o mais fascinante dos sorrisos, e os olhares mais hipnotizantes já vistos por toda a vida. Todas rindo, bebendo, dançando, cantando e encantando por onde passam, deixando para trás tudo o que lhe aflige e lhe tira a paz que todas essas coisas trás. Vivendo na rotina, de acordar todos os dias às 5 da manhã, com a cara amassada, sempre com uma xícara de café com muita preguiça e ainda desacordada, com aquela farda escolar, e vestida com o umais lindo jeans de todo o teu guarda-roupas, ressaltando as curvas daquele lindo corpo. Levando na bagagem todo o caos que há em si, toda a angústia, toda a confusão causada por uma paixão insegura, frágil e imatura, muito pouco correspondida, mas muito bem sentida, com todas as emoções à flor da pele, todos os instintos do amor na forma mais apurada possível, amor compartilhado com quem não se pode compartilhar todas as mágoas, angústias e feridas, amor apoiado em uma outra pessoa, em uma outra amizade, amizade essa que cujo papel é ouvir a todo momento, coisas de um relacionamento do qual não lhe convém, ouvir desabafos, e pedidos de socorro. Sempre que chora se entrega ao ombro amigo, da pessoa que mais te quer o bem e o amor que não se pode ter, fazia dele um ventilador e jogava toda a merda acumulada dessa paixão que não é nada recíproca. E é claro, que, como melhor amigo, tirava de si os melhores conselhos e fazia de seus braços o teu melhor abrigo, em momentos de aflição e solidão, quando ela já se via sem ninguém e oprimida por não poder recorrer a quem tanto queria. Pra ele nunca eram bons momentos nunca foi, vê-la assim dessa maneira, aos prantos, com aquele olhar todo borrado e o sorriso mais lindo do mundo quebrado, era a pior coisa do mundo que ele poderia ter visto. O amor da sua vida aos prantos, chorando feito criança após o primeiro tombo quando estão aprendendo a andar de bicicleta, o amor da vida dele, chorando, e por "amor"... "O que fazer? O que falar? Será que devo ir ou ficar, acolher ou renegar" era só isso que pensava, quando se encontrava nessa situação, amando, alguém que só lhe enxerga da maneira mais amigável possível, alguém que ele sabe que nunca terá ali em seus braços pra ti e só por ti, e não aos prantos por conta de um outro amor. O mais pesado de todos os fardos agora estava em suas costas, o fardo do amor não correspondido. Amor que ao mesmo tempo que cresce, corroe tudo o que há por dentro, matando-o pouco a pouco.
Independente de qualquer que seja nossa conduta ou estilo comportamental, sempre daremos um jeito de lidar com nossos anjos ou demônios.
Alguns saem vitoriosos e conscientes dessa batalha, outros derrotados, mas não se conformam, há ainda outros que facilitam a derrota como forma de não optarem pelos anjos.
O dia sempre começa com uma xícara de café.
E deve terminar com um chocolate quente.
Os dois aquecem o corpo e fazem carinho na alma.
Bom dia!
Minha família sempre foi humilde. Lembro-me que meus primeiros passos foram no chão "vermelhão" onde me via refletida. Observava desde pequena o empenho daquela mulher brava que passava horas na enceradeira deixando o chão brilhando.
Minha mãe é um exemplo de força!
A casa era pequena, de madeira, com um quintal grande e uma goiabeira que eu amava me pendurar. Certa vez desabei da goiabeira. Fixei os pés em um dos galhos e comecei a cantar Roberto Carlos. O galho quebrou e eu fui cantando para o chão. Me ralei toda e cantei até o fim; mas também, tinha medo dos seus galhos quando fazia alguma "arte". Era a primeira coisa que minha mãe pegava: a varinha para dar nas pernas. Já fui para o parquinho da primeira infância com vergões. Eu não era fácil.
Quando eu sabia que tinha feito algo errado, me escondia atrás da casa. Como se não houvesse amanhã, esperava passar a braveza da mãe para escapar da varinha, ou fazia desenhos com declarações de amor para amolecer o coração daquela mulher...
Quando a noite caía, meu pai sentava na área da frente e me ensinava a contar estrelas... Meu pai é um poeta calado que nunca escreveu ou declamou seus poemas. Eu o entendo. Olhávamos o céu juntos e de fundo eu ouvia a vinheta do Jornal Nacional.
Em dias de faxina, minha mãe colocava os discos do Roberto Carlos, (eu sabia todas), Abba, Altemar Dutra, Júlio Iglesias, que até hoje sei de cor a sequência das faixas. Fora os sucessos dos anos 80 num disco de coletânea. Era sensacional!
Sozinha, com o socador de alho (que pegava escondido), eu cantava no fundo do quintal. Criava as próprias coreografias, tinha público e tudo. (Imaginário, claro!).
Eu imitava meus pais porque nas missas e casamentos os via cantando juntos. Observava aquelas pessoas que os abraçavam no final dos eventos. Eu sorria e achava lindo! (...)
Memórias, delicadezas do tempo. Sou nostálgica e me alegro ao sentir tanto amor nessas lembranças. Tanta coisa aconteceu depois disso...
Gosto imenso de bordar detalhes. A beleza da vida se encontra naquilo que o tempo nunca apaga. Eterniza.
Eu tive uma infância feliz...
Senhor Jesus eu sei que nem sempre meu coração esta aberto para ti, mas eu preciso de sua presença como o ar que respiro. Sei que sou falha e pequenina pai, mas em ti me sinto capaz de tudo. Seu amor me transforma em algo melhor e JAMAIS saberei agradecer adequadamente pai...obrigado pelo teu amor, pela sua misericórdia. Sei que á obstáculos pelo caminho porem não peço misericórdia pois sei que eles me faram mais forte em ti e suas mãos iram me segurar se eu cair. Sei que estou te dando constantemente MILHÕES de motivos pra deixar de me amar e sabe oque eu aprendi??? Que nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor.
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