Diagnóstico
Um jovem americano que faleceu de câncer três anos após o diagnóstico dedicou-se a aproveitar ao máximo no tempo que tinha. Em seu último ano de vida, ele se apaixonou e casou-se com a namorada, que ficou ao seu lado até o fim.
Alex Lewis foi diagnosticado aos 17 anos com câncer nos ossos e passou por um tratamento intensivo contra a doença, sem sucesso. Ele faleceu pouco depois do seu aniversário de 22 anos.
Durante os últimos três anos, ele experimentou o que muitas pessoas levam toda a vida para conseguir, inclusive conhecer e casar com o amor de sua vida.
O garoto foi diagnosticado depois de sentir dor no braço por meses.
- Ele jogava muito tênis de futebol americano, por isso imaginou que havia distendido alguns músculos, mas a dor não desaparecia.
Quando finalmente recebeu o diagnóstico, o câncer já havia se espalhado para seus pulmões. Ele passou por uma intensa quimioterapia e um dos ossos em seu braço foi substituído por uma prótese de metal.
Mas apesar de cirurgias e radioterapia, os tumores continuaram a se espalhar.Quando começou a enfrentar a perspectiva de morrer, Alex jurou viver cada dia com o máximo de energia que pudesse.
- (A doença) Faz você compreender como a vida é preciosa. A vida é maravilhosa, na verdade, mas para aproveitar cada minuto você precisa olhar para tudo de uma maneira positiva.
Enquanto realizava as diferentes etapas do tratamento, ele decidiu fazer viagens de aventura. Entre elas, como pular de pára-quedas na Nova Zelândia, andar de buggy nas dunas de Dubai e mergulhar após saltar de um penhasco na Cornualha.
'Beijo inesperado'
Em seu último ano de vida, durante uma festa em Swansea, no País de Gales, Alex conheceu Ali Strain, uma garota que havia visto durante uma viagem para encontrar amigos na Austrália, e se apaixonou.
- Foi um beijo inesperado e depois disso, tudo foi muito rápido. Eu pensei que esta era a garota com quem gostaria de passar o resto da minha vida.
O casal começou a namorar e Alex a pediu em casamento três meses depois.
- O apoio mútuo e carinho que eles compartilhavam um com o outro era, ao mesmo tempo, alentador e triste de assistir.
Eles ficaram noivos e Ali se mudou para a casa da família para ficar com Alex.
- Apesar de estar piorando fisicamente, ele amava ter alguém com quem dividir sua vida, e descreveu o tempo que passou com Ali como um relacionamento de seis anos que foi acelerado e condensado em cerca de três meses'.
Na época, o pai de Alex, disse que o relacionamento de seu filho 'fez com que ele começasse uma vida nova. Ele anda com um sorriso no rosto quando não sente dor'.
No entanto, já no outono, os tumores de Alex já se espalhavam por seus pulmões e ele tinha dificuldades para respirar.
- Ele tomava tanta morfina para controlar as dores que era surpreendente que permanecesse acordado, mas estava determinado a continuar fazendo festas e vendo seus amigos todos os fins de semana.
'Momentos felizes'
Com sua família, Alex chegou a comemorar três natais como se fossem seu último.
Em janeiro, o casamento com Ali foi realizado apressadamente, mas depois da festa, sua saúde deteriorou-se rapidamente.
Seu Pai registrou o apoio que o garoto recebia da namorada durante pior momento da doença.
- Ele estava sentindo tanta dor, então eu só dizia 'lembre-se de todos os momentos felizes...pense na noite em que ficamos juntos e pense em todos os seus amigos maravilhosos'. E isso o ajudou muito'.
- Ele queria que sua família e amigos soubessem como havia gostado de sua vida e que não pensassem sobre o destino que ele teve. Alex também quis ressaltar a dificuldade de diagnosticar o câncer ósseo para que outros adolescentes não sofressem o mesmo que ele.
- Pouco antes de morrer, Alex fez questão de dizer a sua família como acreditava que a vida que teve havia sido completa, apesar de ter acabado antes do tempo.
Crises vivem mais de perplexidades do que de diagnósticos. E sem diagnóstico, remédios são perigosos.
DIAGNÓSTICO
Raras
erosões
psíquicas
de moderada
consequência...
eventuais
distúrbios
de origem
emocional...
exiguidade
de memória
e alguns
sintomas
de coisa
alguma.
Meu analista concluiu que a minha loucura é incuravel. Recebi o diagnósticoc com alegria, pois jamais me agradaria viver sem ela.
As avaliações devem constituir-se em diagnósticos para o melhor exercício do processo de ensino-aprendizagem e não para rotular os alunos como melhores ou piores.
Diagnóstico da Vida
No plano de Deus...
tenho em minhas mãos o que fiz e o que farei.
Nesse constante exercício de viver,
parte é estratégico, outra, permito que me leve.
Não é possível viver o tempo
tracejado e rabiscado em uma prancheta.
Para quem só se importa consigo
vivesse em uma gaveta.
Não corre risco, nisso não me entediarei.
Espera! Vou a buscas, de leve me lava e me leva.
Improviso! Deixo a vida me levar.
Atitude é virtude!
Montes e montanhas... vou escalar.
Sou impreciso! Alvo móvel.
Me arrisco! Não me escondo.
Desafio o viver como missionário.
Não sou feito de pedaços.
Primeiro! Sou integro. Sou inteiro.
Não vivo para sobreviver!
Viver é ir de encontro com a morte.
Fugir dela serei eu um embrião?
Como entenderei a vida?
Ignorar ou conhecer?
Parceiros dependentes!
Não há cerca.
Há razão, sentimento.
Há arrojo e coração.
Gentilmente peço; não duvides!
Diagnóstico
- Doutor, eu tenho um problema... meu coração dói. Mas não é uma dor aguda, nem latejante, eu não sei o que é... será que eu vou morrer?
- Conte-me mais sobre isso.
- Doutor, acontece mais à noite. Às vezes eu acordo no meio da noite e sinto algo estranho, não dói de verdade mas é profundo eu fico suspirando e o sono não vem.
- Acontece mais alguma coisa garoto?
- Sempre vejo algumas imagens que surgem de minhas lembranças, são até boas sabe? Mas é estranho doutor, eu nunca senti isso. Que doença é essa?
- Essa doença se chama amor meu filho. Ela está fixada em seu coração, e em vários casos, se já estiver em estágio avançado, não tem cura.
-E agora doutor?!
-Garoto, vou te receitar algumas doses de encontro a dois com sua amada, use também toda a quantidade de felicidade que encontrar e não se esqueça: amor é uma doença boa de se ter, se bem controlado.
- E se eu morrer de amor doutor?!
-Ninguém morre de amor meu filho, muito pelo contrário, você viverá muito mais com o amor!
Rosival Evangelista
Não se pode fazer um diagnóstico
Ou traçar um perfil de alguém
Simplesmente pela sua aparência.
Não no meu caso!
Porém, mais importante do que enquadrar num diagnóstico, é identificar as possibilidades e potencialidades da criança numa perspectiva inclusiva de sociedade e educação.
Quando recebi o diagnóstico positivo, uma infinidade de sentimentos me invadiu, e um dos maiores medos que senti foi o medo de ser rejeitado. Eu temia que as pessoas se afastassem de mim, que me julgassem, que tivessem medo de se aproximar e de me tocar. Também tinha medo de perder a minha autonomia, de não poder mais fazer as coisas que eu gostava ou de precisar depender dos outros. Além disso, tinha receio de que a minha vida profissional fosse prejudicada, de que as pessoas não quisessem trabalhar comigo ou de que eu perdesse oportunidades por conta da minha condição de soropositivo. E, por fim, o maior medo que eu senti foi o medo de morrer, de não ter mais tempo para viver os meus sonhos e de deixar as pessoas que eu amo.
Todos esses medos foram difíceis de lidar, mas com o tempo, aprendi que não podia deixar que eles me dominassem. Fui atrás de informações sobre a minha condição, busquei apoio em grupos de ajuda, e fui trabalhando minha autoestima para não me sentir inferiorizado em relação aos outros. Aos poucos, fui me adaptando à nova realidade, e percebi que ainda tinha muitos sonhos a realizar e muitas coisas para viver.
Se você está passando por isso, saiba que é normal sentir medo e insegurança, mas é importante que você busque ajuda e informações para lidar com a situação. Não deixe que o medo te paralise, e lembre-se sempre de que você é capaz de viver uma vida plena e feliz, mesmo com a condição de soropositivo.
Realizar o diagnóstico precoce do HIV é essencial para um tratamento adequado e uma melhor qualidade de vida. Falo por experiência própria, pois tive a sorte de realizar o teste a tempo e iniciar o tratamento rapidamente. Por isso, não subestime a importância de fazer o teste regularmente e cuidar da sua saúde. E você, já fez o seu teste hoje?
Diagnósticos sem medida matam a subjetividade.
Na pós-modernidade, traços de personalidade viram enfermidades.
