Diagnóstico
Sou totalmente contra a verticalização nos diagnósticos prematuros do Transtorno do Espectro Autista e de outros transtornos Mentais, ate por que os indícios não costumam ser claros, não existem uma serie de comportamentos peculiares que poderiam ser chamados de estereotipias sobre tal distúrbio e sim um conjunto personalíssimo de manifestações, caso a caso com outras condições associadas. Creio ser crucial, para o caráter investigativo para um diagnostico preciso, ouvir e observar a vida do individuo por um tempo no âmbito comum, fora do ambiente clinico, para depois construir um parecer.
Sempre alerto para o perigo do diagnóstico precoce, de uma criança com um suposto transtorno do espectro autista TEA, para não se tornar uma "sentença" que apaga toda a subjetividade e por seguinte uma melhor comunicação e uma maior compreensão do comportamento inclusivo. O "isolamento" autista não deve ser visto necessariamente como um déficit social, mas como uma forma particular de gerenciar as fronteiras de suas emoções sensíveis na permissão, contato e retirada. O objetivo, não é forçar o contato do autista para com pessoas a seu meio, mas sim respeitar o ritmo individual de cada pessoa e ampliar cada vez mais as possibilidades de contato, quando cada qual, se sentir seguro.
Quem sabe a dimensão do barulho de um diagnóstico é só quem o vive, os que fazem disso um espetáculo, só imaginam.
Os que atravessam o instante em que um diagnóstico cai sobre a própria vida, sabem: não é apenas uma palavra, é um estrondo que reverbera por dentro.
O barulho não vem do som, mas do silêncio que se instala depois — aquele em que o futuro precisa ser reaprendido, os planos se recolocam em caixas frágeis e o coração passa a ouvir demais.
Para quem vive, o diagnóstico não é manchete nem assunto de corredor.
É matéria de oração, de medo contido, de coragem silenciosa.
E é o peso de ter que continuar respirando enquanto a alma tenta entender o que mudou sem pedir permissão.
Já os que transformam isso em espetáculo ou comentário ligeiro escutam apenas o eco distante.
Imaginam o impacto, mas não conhecem o abalo.
Confundem curiosidade com empatia, opinião com presença e ruídos com cuidado.
Talvez por isso, diante do diagnóstico alheio, o gesto mais humano não seja perguntar, expor ou explicar — mas silenciar, respeitar e permanecer.
Porque há dores que não pedem palco, mas abrigo.
E há barulhos que só quem os escuta por dentro sabe o quanto ensurdecem.
A inquietação das almas carentes costuma ser muito mais barulhenta do que qualquer diagnóstico.
Há inquietações que gritam, mesmo quando não dizem nada com clareza.
São almas carentes tentando preencher vazios que nenhum laudo consegue medir.
Enquanto o diagnóstico procura nomear a dor, a carência apenas a expõe — sem filtro, sem pudor, sem silêncio.
Por isso, faz barulho: não para ser compreendida, mas para ser percebida.
A inquietação da alma não pede rótulos, pede presença.
Não exige explicações, clama por sentido.
Talvez por isso incomode tanto: porque revela que há dores que não são patológicas,
são existenciais.
E estas, por mais incômodas que sejam, só se aquietam quando alguém aprende a escutar —
não o ruído,
mas o vazio que o produz.
Que o Médico dos médicos tenha misericórdia de todas as almas carentes!
Amém!
Me ocorre sintomas de felicidade, diagnóstico de uma mente livre para pensar, de um corpo livre para amar, de uma boca livre para se declarar. Me ocorre sintomas de sorriso deliberado, diagnóstico de felicidade anterior, de uma noite que antes de bem dormida bem acompanhada, sim me ocorre sintomas de boas coisas, de bons pensamentos, de fluidos em correntes de alegria, sem peso, sem choro nem vela
Diagnósticos são fundamentais, quando feitos corretamente.
Possuem muitos objetivos!
Um deles e o mais triste de todos, é fazer movimentar a indústria farmacêutica!
Olhares!
São capazes de passar qualquer diagnóstico ! Descrever um amor . . . ou uma imensidão de areia sopradas pelo vento!
A morte não é o diagnóstico mais interessante da vida, e nem o enigma mais vívido e intenso do universo. A Vida, algo ou qualquer coisa existente, em suma, a vida é o enigma mais interessante, pavoroso e complexo do universo.
Estrategicamente, entrar num novo mercado envolve antes de tudo:Diagnóstico preciso, Conduta padrão, Coerência
Ouve meu coração, meu amor... Sinta a intensidade dos batimentos... O diagnóstico, é você, meu cardiologista.
O negativismo do pragmatismo diagnóstico da psicoterapia técnica à respeito da depressão, é bem mais maléfico do que a patologia psíquica isolada.
“Se você diagnosticou que tem um problema: COMEMORE!!! Você só sabe que é um problema porque já tens a solução!”
Diagnóstico...
Dia seco, boca molhada.
Olhar sereno, rosto escamado
Longe se vai, rosto pálido
Andar congelante e pensamento cálido.
Poder supremo, jeito de mato
Simples! Descomplicado, de fato.
Agora mulher, que o sol ilumina.
Ainda criança, paisagem, menina.
DIAGNÓSTICO
Quando o olhar te trai
O corpo sua
A língua tem sede
A pele arrepia
Quando as pernas vacilam
Será doença ou paixão?
Indecisão!
Quem sabe são a mesma coisa.
O diagnóstico significa um instrumento norteador para compreender a realidade e a complexidade do Autismo. Isso significa aceitar, apoiar e agir.
O exame do meu coração
Um diagnóstico cruel, mas não poderia ignorar, essa doença espiritual que tenta assolar, uma alma sentimental e sonhadora, aquela atitude fora da incubadora, eu vi naquela corrente sanguínea, a pulsação, o sentimento anão, oh pai, de fato, por todo ato, conclusão, pequenino, um grão, sou a menor das criaturas, insignificante gravura, prestes a chegar aos 42, o antes e depois, nada, pó, um reles mortal, isso tudo quando sou carnal, pecador dilacerante, cheio de argumento, porém ignorante, nada tenho e nada sou, ainda na maturidade, na experiência viva da idade, na loucura, na sanidade, talvez com valor menor que o pardal, passando atestado de incompetência, puro sono, sonolência, evidência, sequelas da viva enfermidade, a vergonha, a timidez, o gole do pessimismo, a embriaguez, roubaram meu tempo, a juventude sem perdão, meu pranto, minha lágrima, juro que um dia almejei, o brilho do palco da vida, ser exemplo desejei, porém o vacilo, o tropeço, a contramão, o exame do meu coração.
Giovane Silva Santos
Diagnóstico e cura
Os que estão bem não precisam de médico, mas os que estão doentes. - Mateus 9:12
Uma das minhas histórias favoritas diz respeito ao médico do país antigo que examinou minuciosamente seu paciente, coçou a cabeça, confuso, e perguntou: "Você já teve isso antes?" Quando o paciente respondeu: "Sim", o médico franziu a testa e disse: "Bem, você conseguiu de novo."
Não há nada tão frustrante como um problema que desafia o diagnóstico. Que alívio é encontrar um profissional qualificado que possa dizer com confiança: "Esse é o seu problema e este tratamento ajudará".
Jesus Cristo sempre identificou corretamente a condição de qualquer um que viesse a Ele em busca de ajuda. De Bartimeu fisicamente cego (Marcos 10: 46-52) a Nicodemos espiritualmente cego (João 3: 1-21), Jesus colocou o dedo na verdadeira necessidade da pessoa e ofereceu uma oportunidade de confiar nEle na solução.
Oscar Clute, um hinógrafo do século XIX, celebrou essa verdade de uma maneira muito pessoal ao escrever:
Venha se alegrar comigo,
eu, uma vez tão doente de coração,
encontrei Aquele que conhece o meu caso,
e conhece a arte da cura.
Jesus Cristo é o grande médico. Qualquer que seja a nossa necessidade ou dificuldade, Ele nos convida a buscá-Lo, crer em Seu diagnóstico, aceitar Sua prescrição e nos colocar em Seu cuidado sábio e amoroso. Você fará isso com sua vida hoje?
Venha se alegrar comigo,
eu, uma vez tão doente de coração,
encontrei Aquele que conhece o meu caso,
e conhece a arte da cura.
Jesus é o mestre do diagnóstico e da cura. David C. McCasland
É só dar o contra num psicólogo desses da vida que ganha-se de graça um diagnóstico. Não serve pra nada, mas ganha.
NENHUM PACIENTE TEM UM DIAGNÓSTICO: O DIAGNÓSTICO É DE QUEM O FAZ, NÃO DE QUEM O RECEBE.
TODO DIAGNÓSTICO CORRETO É LIBERTADOR, REPRESENTA O FIM DA DÚVIDA E DA ESPERA E O COMEÇO DA AÇÃO.
QUANDO CAUSA DOR E ANGÚSTIA, O DIAGNÓSTICO ESTÁ ERRADO.
