Depoimentos p Pessoas q Nao Conhecemos

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o homem nasce com o conhecimento! Se tens uma duvida, então quem ensinou os antigos filósofos"Platão, Sócrates, Leibniz,etc "?

Inserida por AdrianoMavale

Eu aprendo tudo aquilo que me ensinam e devolvo tudo aquilo que aprendo e transmito para as outras pessoas.

Inserida por ednilson268

Na quaresma existencial, nem tudo é penitência. Existem também as alegrias da conversão, ao sermos perdoados pela misericórdia daquEle que nos amou por primeiro.

Inserida por tasselobrelaz

A doutrina da providência de Deus afirma claramente que podemos confiar nEle, que Ele cuida de nós permanentemente (não só de maneira ocasional) e governa todas as circunstâncias de nossas vidas.

Inserida por Poliana16

Fala que vai compensar pelas noites de sono perdidas, pelas lágrimas desperdiçadas no travesseiro, pelas dores de cabeça, pelos cortes, por tudo. No fundo ela só espera um sinalzinho verde pra não desistir, uma confirmaçãozinha de que você ainda tá nessa junto com ela.

Inserida por katiacristinaamaro

concurso de poema da amizade
Mariana Cardoso 22-02-2015
Para: Elisabete Carneiro

eu fiz o poema da amizade
Aqui vai :


A amizade



A amizade é especial

Especial nós também somos !

Somos amigos de bom coração

No coração fica a alegria , amor e paixão ,

A alegria da nos forças !



Com alegria e vontade vamos te ajudar !

Sem acontecer nada , vou sempre a minha mão darte-a

Com este poema de alegrar ,

O teu coração ira respeitar e amar .

Inserida por Carlinha123CdS

Poemas à Morte. 2.

De que os teus fogem
se és a própria morte?
Dela eles chacotam,
chamam-a para jantar,
mas se escondem no altar,
vêem de cima quem os podem matar.
Mas eles estão em fuga, do que eu lhe pergunto.
O meu muro cega deuses,
mas do que adiantará?
Se por dentro deles, sem exitar, passarás?

Por entre mares, tuas feridas passarão.
Por cima de deuses, teus pés pisarão.
És a mais forte das armas.
Matou a mim em primeiro toque.
Chorei a ti, me olhou distante.
Do que foges, morte?

Inserida por WilliamPhilippe

Sem Rumo

Tudo na vida tem seu começo e seu fim
Os dias passam e junto vão meus sonhos
Hoje me pergunto quando terei meu fim
Já não aguento mais sofrer assim

Sinto uma dor que me destrói
Grito, clamo por socorro
Uma angústia infinita que dói
Ninguém me ouve, ninguém me socorre

Já não tenho mais lágrimas
Tento chorar e não consigo
Minhas lágrimas secaram
E junto meu coração parou

Vivo por viver
Sem propósito, choro
Vivo por viver
Sozinho eu imploro

Inserida por JosephL

PASSEIO NO INVERNO

Passeio pelos quintais do nosso inverno
Procuro os sinais do último outono
Pegadas de uma quimera tola
Guardada a sete chaves no peito
Talvez esquecida na primavera
Folhas caídas, raios de luz guardados
No tão nosso esquecimento, chão seco
De tempos idos, nas desilusões desfeitas
Passos fracos, tímidos pelo vento frio
Doce inverno, destes passeios pelos quintais
Momentos tão nossos, vagam as lembranças
Foram tantas luas de felicidade, desenhadas de cores
Foram tantos dias de alegria, noites quentes
Longas de calor, amam-se com um simples olhar
Amavam-se nos quintais do longo inverno
Onde ficavam à espera que a primavera
Voltasse a florir outra vez, no recomeço do passeio.

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Parei para escutaras batidas do seu coração
Foi maravilhoso poder escutar seu coração pulsar
Mas,percebi que de vez enquando
Ele ficava fora do compasso
Então constatei
Que seu coração estava confuso
Ou melhor dizendo
Seu coração esta dividido
entre o que ele deseja e o que ele quer
um passado inconsequente que interfere no presente
E um presente inesperado que pode modificar o futuro
no passo do compasso
você se divide no tempo e no espaço
deixando um á esperar

Inserida por CarlosDamasceno

As vezes eu me pegava tentando entender o que fazia de nós um casal e o que seria um grande motivo para brigarmos ou terminarmos algo que nem existia de fato.
As vezes eu só queria entender o que havia se tornado a nossa relação, eu já não gostava mais daquele posto que me era importo, pois eu queria mais.
Já estava cansada de guardar seus segredos e de saber que você tinha outras na sua cama desfrutando do seu prazer e eu me perguntava: o que me diferencia?
Será que ele olha para elas como olha pra mim? Será que tem um jeito especial de tratamento que só eu recebo? Eu me perguntava dia e noite. Para mim isso era importante para saber se eu era importante. Eu tinha uma necessidade de ser única, de ser especial, de ter características dele que me colocassem em uma posição de destaque diante das outras.
Numa relação tão anti-convencional como a nossa, eu esperava identificar formas peculiares de expressão do amor.
Eu passava um tempão poetizando cada momento que eu havia vivido com ele. E cada momento tinha um cheiro, um sabor e uma música de fundo.
Meu erro foi querer demais, poetizar demais e acreditar que a nossa história era uma história sem fim.
Hoje não aceito que é passado e portanto evito o presente para não te perder lá trás. Ainda as vezes me pego conversando com você na minha imaginação e em nossas conversas, rimos, trocamos frases de amor e discutimos muito, a milésima DR de nossas vidas que já não se cruzam.

Inserida por IngridOliver

Passa-se a noite, vem um sol ardente e bruto
Morre a flor e nasce o fruto
No lugar de cada flor
Passa-se o tempo em que a vida é todo encanto
Morre o amor e nasce o pranto
Fruto amargo de uma dor

Inserida por EmOutrasPalavras

Será que existe algo mais emocional do que optar por ser racional, por medo de parecer ridículo ou patético?

Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida achando que as pessoas racionais se dão melhor na vida. Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida achando que deveria me trancar dentro de mim mesma, passei achando que amor é coisa de gente boba, achando que as pessoas sempre iriam me machucar. Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida segurando as lágrimas que insistem em cair ao ver uma cena emocionante de um filme, passei vislumbrando as estrelas escondido, passei escrevendo uma frase aqui outra ali, sempre separadas para que não formassem a poesia que me encantaria. Eu passei os primeiros dezoito anos da minha vida querendo mudar o mundo sem antes mudar minha própria cabeça, organizar as ideias, o caos que existe aqui dentro, passei como passam apressados os carros na rua.

Depois dos dezoito percebi que o que eu fiz foi eliminar a minha própria essência. Tal que eu não posso e nem quero mais controlar. E agora dezoito vezes desejo que dezoito anos venham, para que eu não apenas passe, mas viva verdadeiramente a essência de ser eu, como só eu posso ser.

Inserida por LorrayneAndrade

Olhe bem para as lágrimas, que escorrem em minha face, pois elas secaram um dia,e quem sabe, outra pessoa, possa me fazer sorrir.

Inserida por dudakauan

Vai que tem gente na dança, olhando a festa...tem gente descendo a mangueira, subindo o morro, com pés na gafieira. Vai, samba no pé, peneira as cadeiras...ritmos misturados: gingado e molejo.

Inserida por LeoniaTeixeira

No horizonte a tempestade se aproxima,
Os mares das águas da vida revoltos
Quebram os sonhos nas pedras...

Os corações são arrastados pra longe da praia,
Congelados, icebergs esvaídos de calor...
Jaz no leito do oceano do tempo mais um amor.

Inserida por Valeriana

... Sou ponte em construção, estrada inacabada,
Inicio e fim na mesma estrada... os sonhos são as pausas,
as reticências no cansaço, a energia pra tudo que faço!

Inserida por Valeriana

Quando eu nasci

Numa casinha singela, lá estava ela, minha santa madrinha-parteira, após passar por várias porteiras. Em sua benemérita carreira já havia parido muitos recém-nascidos, trazendo alegria àqueles maridos de tempos indos. Assim as mães se alegravam pelo tão esperado acontecido. Lá estava eu, segundo os relatos; de parto normal, um obeso e piloso quase fatal, tal qual lutador de sumô, assim relatava o meu querido avô. Então o rebento foi crescendo até que um dia a madrinha engordou sobremaneira, e teve a morte por companheira, fora acometida de barriga d’água, com a qual me senti muito magoado. Como pode uma santa daquelas ter padecido assim, fui ao jardim e desabafei com o meu pé de jasmim. Fiquei indignado com aquela maldade e não entendi o porquê duma morte tão mesquinha, já que a natureza é tão rica e dona de tudo o que tem e tinha, e, assim foi lhe dar tão pobre “sobretudo”. Nesta velha concentração lusófona do português vem à contraposição do corretivo da língua a me pedir para colocar uma vírgula antes do sobretudo, contudo, estou tratando de um substantivo-provérbio e não dum advérbio, que nada mais é do que o caixão de defunto qual vem para estragar o assunto. Agora se você não gostou do substantivo-atual, paciência meu irmão, eu também não gostei do que aconteceu com minha madrinha, porém, jamais vou fugir dessa rinha. A vida é uma arena qual somente agora eu entenda, após continuar obeso por décadas e mais décadas, parece que vou padecer indefeso, acima do peso, porém, vou além, não deixarei cair à peteca.

Sou bem idoso e vaidoso, um velhinho levado da breca...
Aí vem a lusofonia fremir ao meu ouvido: Levado a breca...

Ah... Vá se danar, não vê que estou tratando de minha madrinha.

Inserida por camposcampos

Na mais fria das madrugadas me sinto só, procuro um sentimento real pra amenizar essa dor, mas aos poucos ela surge na transparência de lagrimas revelando a realidade cruel e singular que paira sobre mim. O que me conforta nessa solitária insônia é saber que em algum lugar a minha metade repousa serena e doce. Resta me esperar o sol no horizonte com a ideia de um dia novo levantar-me e continuar.

Inserida por HerickNoronha

Quem mais ama, mais madruga. O amor nasce com os olhos de quem pintou a vida de muitas cores, pois pintar com os olhos tapados cega a cor ao cego que vê. Esse amor, quando muito, será um amor pintado, um amor vivo e o verdadeiro sempre está com os olhos abertos, porque sempre vela.

Inserida por LUSITANEA