Da primeira vez
Então os olhos dele se chocaram com os meus. Congelados e brilhantes. Foi a primeira vez que me encarou tão intensamente e eu simplesmente não aguentei.
tudo na vida tem a primeira vez,tudo na vida é questão de tempo,na vida ninguem nasce sabendo,um dia você vai entender direitinho passoa a passo como se vive a vida.
"Momento Resenha Psicológica do meu ano" :(Que pela primeira vez nesta vida é só meu)
Meus amigos do meu mundinho real e virtual...
Estou ainda na “resenha psicológica” deste último ano, creio que depois destas magníficas férias no meu amado país; consegui estabelecer uma conexão menos dramática "eu versos eu", consegui resgatar algumas "Ana Terezas" que se perderam em alguns capítulos desta minha vida e creio eu está com muita designação tentando enterrar outras "Anas Terezas" que por força deste meu "destino sentimental" insistiam em tomar conta do meu espetáculo.
Acredito que por menor que seja uma viagem, nunca voltamos os mesmos destas...
Também creio que meu mundo virtual é uma extensão do meu mundo real, portanto sempre estou compartilhando com vocês meus sentimentos e imagens de momentos de minha vida...Por isso resolvi fazer uma faxina nele, assim como tenho feito na minha vida...
Aos que estou excluindo simbolicamente, não tenho nada contra e tão pouco a favor, pelo simples fato de não ter tido oportunidade e tão pouco percebido que tentaram criar alguma, para nos conhecermos melhor, ou aceitado as minhas investidas em conhece-los e feijoada com maionese e farofa rs.
Esta Ana Tereza e todas as que resgatei e todas que virão, está com o firme propósito de querer que permaneça na vida delas; só as pessoas que sinto e que demonstram reciprocidade na amizade...
Um beijo grande aos meus amigos e familiares que me alegram com sua amizade e me fazem sentir querida, amada e prestigiada...
Aos que existem aqui suponho eu,( no meu mundo virtual) só para saberem de minha vida e que nunca demostram nem um gesto de querer fazer parte dela, foi um prazer e o dia que quiserem realmente serem amigos e familiares estarei esperando de braços abertos para também ser amiga e familiar...
Ana Tereza A. B.
A primeira vez que eu te vi, você estava tocando guitarra com sua banda, me lembro de ter te achado um tanto quanto imponente, tentei disfarçar o meu fascínio pelo modo como você tocava como se ninguém tivesse olhando e me concentrar em outras coisas que não fosse seus braços fortes e seu olhar firme. Desde esse dia vez ou outra você vinha na minha mente, achei seu perfil na internet e como um vício visitava todo o dia, comecei a pensar o quanto era engraçado o fato de você nem imaginar que uma louca que nunca trocou nem um oi com você futucasse sua vida todo dia. Como numa dessas coisas que tem que acontecer, a gente enfim se conheceu, amigos em comum, e numa saída sem pretensão, com meu cabelo num dia de mau humor crônico, lá tava você no restaurante, incrivelmente sentado na mesa reservada a minha turminha, aí eu comecei a me culpar por ter saído de casa com aquela roupa imensamente sem graça e por não ter feito um coque no cabelo, mas já era tarde você já estava de pé e um casal de amigo já estava fazendo as devidas apresentações. Tentei disfarçar mas vez ou outra nossos olhares se cruzavam e quando isso acontecia eu pensava ‘calma, você havia se prometido passar um tempo sem ninguém, nem inventa isso agora”. Mas no fim da noite, cheguei em casa cheia de expectativas e com seu número gravado no celular. Um tempo se passou e como você tinha meu número não liguei, vi algumas apresentações de sua banda e fui vivendo minha vida de sempre, sem nenhuma emoção aparente. Quando numa tarde de segunda feira, você liga, meio sem graça, pergunta como estou e quando me dou conta uma hora se passaram e já tínhamos intimidade de amigos de longa data, marcamos um encontro, e quando desligo o telefone fico olhando o aparelho feito uma boba, e algo dentro de mim grita: começou tudo de novo. Chega o dia de saímos, tento ficar um pouco apresentável, ultimamente tinha engordado um pouco, mas compensei com uma roupa apropriada para meu atual peso e meu cabelo resolveu me dá uma trégua, nos encontramos no shopping e você me parece mais bonito que todas as vezes que eu te vi e fico feliz por pensar que um encontro comigo mereceu toda aquela produção, vemos um filme sem graça, escolha sua, mas me divirto do mesmo jeito, mesmo o filme sendo chato sua risada tornou ele até que engraçado. Você me deixa em casa, a gente se olha, meu coração dispara, agora devia ser a hora que nos beijamos e eu entro em casa mais perdida que mulher em liquidação, mas você vai contra as regras, me puxa pra perto, me abraça e me dá um beijo leve na testa. Tudo que eu precisava pra ficar fascinada e com uma dúvida dos infernos, você mal entrou na minha vida e já conseguiu me deixar confusa e elétrica ao mesmo tempo, comento com meus amigos e enquanto um fala que talvez você queira só amizade o outro fala que você pode ser diferente dos outros. Não sei o que pensar, mas tento relaxar e ver no que dá. Você manda um sms de bom dia e eu percebo que talvez você seja mesmo diferente. De noite me surpreendo com uma ligação sua dizendo que gostou de me ver, que ficou nervoso quando eu cheguei perto e que queria me ver de novo, e de novo e de novo. Desliguei o telefone estérica e liguei para o meu melhor amigo: - Lembra quando você disse que eu iria encontrar um homem que achasse meu jeito bobo lindo, que me olhasse além de apenas um pedaço de carne desfrutável e que quisesse está comigo sempre, por algum e por qualquer motivo? Vou sair com esse homem hoje!
Quando você passou pela minha frente pela primeira vez
Levou consigo o amor que escreveria nossa história
Meu
Quando o vi e abracei pela
primeira vez,
meu peito se encheu de ternura...
Foi aí que senti uma vontade louca
de te apertar bem forte
e nunca mais te soltar!
Porque te amo?
Lembro-me quando te vi pela primeira vez o quanto me encantei por ti.
Um encanto espontâneo, cujo interesse não foi outro senão tê-la para mim, só para mim.
Deste encanto veio a minha aproximação e dela a nossa conquista.
Sim, a nossa conquista, porque ela foi mútua, teve a minha, a tua, a nossa cumplicidade, o nosso querer, a nossa compreensão.
Assim desejamos e assim começamos.
O tempo passou e, logo eu pude perceber que aquele encanto não fora em vão.
Tu me proporcionavas a cada dia prazer e mais prazer pela vida; vontade de viver e ser feliz.
Sim, prazer, porque as mais lindas palavras que já ouvi saíram de dentro de ti; não importa, foram as mais belas palavras que já ouvi.
Dá-me um enorme prazer ouvi-las e, quero ouvi-las sempre.
Eu as desejo para mim e não me canso de concebê-las e registrá-las como se fossem um presente divino vindo de ti;
E o teu coração?
Do teu coração pude compreender a bondade, a bondade da mulher que sonhava, mas que confesso jamais pensara que antes isto ocorreria.
Dele pude perceber o quanto tu me aqueces; aquele calor humano que só o coração tem o condão de extravasar este momento sublime.
É preciso amar para compreender isso, não é verdade?
E o teu olhar?
Dele pude compreender a sinceridade, o afeto, o carinho, a afeição.
Do teu olhar parte a direção da minha vida; o teu olhar inunda a minha alma, transmuda-se para dentro de mim; faz-me fixar na tua pessoa, a única em mim.
Mário Quintana disse: “Quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação.”
E o teu sorriso?
O teu sorriso me enriquece.
Ele trás para mim um estado de espírito que me faz feliz.
Aquela felicidade que desejamos que seja perene e que perene será dentre nós.
Eu poderia continuar aqui falando dos teus cabelos, das tuas mãos, do calor que sinto do teu corpo e, por aí em diante, porque tudo em ti me encanta.
Mas quero falar sublimemente da tua ausência.
E a tua ausência?
A tua ausência me faz viajar a um paraíso e a certeza do quanto tu és importante para mim;
De que tu estás sempre muito próxima e junto a minha pessoa;
De ti não consigo esquecer; de ti não consigo deixar de pensar e a tua ausência me eleva a isto.
Tu és tão importante que a tua ausência me faz sentir a presença.
Porque te amo?
Por tudo isso e muito mais; palavras me faltam, mas sei que uma delas eu posso dizer: eu te amo.
Como te disse eu gostei mesmo de vc só que não dá, pela primeira vez em anos eu queria algo mais sério e vc não.
E eu sei que se eu ficar cm vc de novo, a merda desse sentimento vai voltar entendeu.
Hoje eu percebi que não te amo mais,que eu estou curada e pela primeira vez em anos, eu não te amo, não dói, não sangra e eu posso dizer que essa coisa tóxica e doentia acabou! Eu já não penso em você e você não faz mais parte da minha vida.E eu estou aqui agora, sem tristeza nem com a saudade dilatada em cada um de meus poros e não levo nem raiva nem tristeza, dor ou mágoa, levo apenas paz.E como Gonzaguinha, eu estou soltando a minha voz, coração na boca, peito aberto, mas diferente da música, eu não estou sangrando, eu estou respirando, eu estou sorrindo, eu estou vivendo.
Lembra daquele filme: Como se fosse a primeira vez? Pois é de repente me bateu uma saudade de quando não nos conhecíamos. Quando tudo tinha cheiro e essência de amor. Quando não havia, nem o peso da rotina, nem a morbidez do cotidiano e nem o convívio impregnado nas palavras. Mas sim, o dia-a-dia entre amores vivendo entre eternas metamorfoses.
A primeira vez
A primeira vez é sempre mais gostosa. É sempre a mais doce. A primeira vez é de fato inesquecível.
O romper de lacres. O andar de bicicleta. O primeiro beijo. O estourar do champanhe. Os primeiros passos.
O primeiro amor. As primeiras alegrias. As primeiras dores do parto. As primeiras lágrimas. Os primeiros sorrisos.
As primeiras conquistas. O primeiro salário. A primeira viagem.As primeiras dores de um fim.
Não há uma ordem, apenas desordem na primeira vez. A ânsia pelo acerto, o nervosismo pela estréia que nunca chega.
A primeira vez de um principiante, de uma debutante. A primeira vez que não volta, sempre tem cheiro e essência de amor.
É só adrenalina. Êxtase puro. Felicidade que se abre em risos, espasmos de alegria. É viver entre eternas descobertas.
A primeira vez pode duras alguns segundos, uma hora, uma noite, uma selfie em um flash, um poema, uma poesia.
Pode durar um capítulo, um parágrafo, uma linha, uma frase. Pode ser um ponto final. O início, reticências, pode durar uma eternidade.
A primeira vez sempre tem um gosto passageiro. A primeira vez é sempre a mais bonita. Não há arrependimentos, mas o desejo pelo bis.
A primeira vez é o apogeu. É mutação, o transformar, mudar de fases, descobertas e histórias. É o dia em que ele deixa de ser um principiante e vira homem.
É o dia em que ela perde o selo de aprendiz, transcende mundos e se descobre mulher. É uma lua de mel antecipada.
É o encontro com a maturidade e o desencontro com a infância. É tornar-se adulto e romper laços com a inocência.
A primeira vez. A primeira prova. Os primeiros erros. Os primeiros acertos. Não há professores, mas sim, aprendizes.
A primeira vez, quando consumada a gente nunca esquece!
A primeira vez é genuinamente única e especial.
Desde a primeira vez que te vi e ouvi tua voz, senti algo estranho acontecendo dentro de mim, no começo achei que fosse mera coincidência, mas me enganei, eu sentia amor , amor possível de viver, e te digo eu te amo e te quero por toda vida.
Quando te beijei pela primeira vez, foi meio ao um abraço ao som de Raimundos , tocando no carro meu coração acelerou pois não esperava, foi bom o tempo que passamos, sempre vou lembra!
Lembro da primeira vez que te vi, o modo fofo que me olhava, com aquele olhar meigo e aquela cara tímida. o jeito de mexer no cabelo. a rapidez de digitar no celular.
Pena que só me restaram pequenas lembranças. Sinto que nunca mais vou poder presenciar isso mas uma vez. Mas se Lembre. Nunca te esquecerei.
Passarinho....
Nasci e já senti a dor em meu pulmão..
Era a minha primeira vez fora do ventre de minha mãe
E por isso era doloroso sentir o ar entrar em meu peito...
Quando cresci, porém ainda criança, mas consciente de meus desejos e sentimentos aprendi a amar incondicionalmente...
Mas no meu primeiro amor puro e de verdadeiro já fui "traído"...
Pois como diz Freud nossa primeira experiência de amor é com nossa amada mãe que por sinal já pertence a outro...
O primeiro amor "platônico"
Para começar a andar eu cai, me machuquei.... até aprender que deveria respeitar os limites do meu corpo para ter sustentação o suficiente para permanecer de pé, respeite isso, ou caia......
Aprendi as brincadeiras de criança e vivi a inocência do faz de conta.....quem não se lembra da magia dos desenhos da Disney com aquele castelinho animado de vinheta..
Sem deixar de mencionar os super heróis que me ensinavam a ser forte independente da situação...
Fiz amigos, e comecei aprender sobre amizade...
Vi amigos partirem.....amigos que eu gostava..., mas era o que estava designado a mim para que eu aprendesse um pouco mais sobre separação....
Aprendi as letras, aprendi as palavras, aprendi a soletrar, e por fim a escrever , falar, cantar....
Aprendi que logo cedo somos avaliados...
Por nossos semelhantes...
Pelos grupinhos de amigos....
Categorizamos e somos categorizados...
Notas baixas ou altas...
Inteligente ou inapto...
Bonito ou Feio
Gordo ou magro....
Nesse momento nossas relações ficam mais intensas....
E a amizade novamente é um dos primeiros sentimentos que aprendemos...
Aprendemos que amigos são aqueles que não compartilham apenas brincadeiras, mas experiências, momentos, paixões....
Mas como nem tudo são flores, algumas amizades vem e vão, outras vão para nunca mais voltar, ou simplesmente vão pelos contextos muitas vezes impostos pelo tempo...
E mais uma vez aprendemos sobre separação...
Nos apaixonamos, criamos e alimentamos amores platônicos...
Que na maioria das vezes não se concretizam...., e devem ser assim! Essa é o papel deles, pois servem para mostrar que nem tudo que queremos podemos ter, e sofremos para entender isso...
Em meio a este caminho sofremos perdas, perdas irreparáveis e dolorosas impostas pelo tempo e pela ordem natural das coisas, e desta forma somos condicionados a viver com a eminência da perda.......da separação...levando como lição viver intensamente enquanto se tem....
Diante de tantas situações e experiência vamos criando nossa identidade, nossa personalidade, observando lentamente nossas fraquezas e pontos fortes, aprendemos um pouco mais sobre nós mesmos e entendemos um pouco sobre como é linda, porém perigosa e tênue essa jornada chamada vida...
Amigos continuam vindo e indo, e alguns por algum motivo ficando, os amores então nem se fala, uma forma romântica de amizade que se personifica em sensações táteis e cinestésicas, que nos entrega mais otimismo, música e poesia, nos tira a sanidade, principalmente quando não se demonstra no amor, e sim na paixão, sorte daquele que na primeira paixão encontrou o primeiro "amor amigo"...mas geralmente não é assim.., quando é amor não existe separação, pois antes de ser amor é amigo...
E ai aprendemos UM POUCO, sobre cumplicidade e amor..
Continuamos crescendo, evoluindo, progredindo (alguns..) estudando, até que é chegado o momento de sairmos do ninho, e dessa vez somos nós os traidores, pois deixamos nosso primeiro amor, nossa mãe, aquela que no começo de tudo nos traiu, mas que com o tempo aprendeu que o amor que sente por nós é o mais forte que pode existir neste mundo! E sabe o que fazemos? A "Deixamos".....mas "pássaros" devem voar para construir seus próprios ninhos.........note como é uma cadeia de "separações", quantos pássaros não estão voando agora ou almejam voar?
E mais uma vez aprendemos sobre separação, mas também aprendemos sobre amor, afinal a criatura que mais nos ama na face da terra aceita nosso voo..... e porque? Porque é bom pra nós!
É quando aprendemos que amar também envolve se sacrificar...
E que amor não se demonstra em palavras, mas sim em gestos.......
Ai passamos por mudanças, novas pessoas, uma nova cidade, um novo desafio, novas amizades, novos relacionamentos, contas, obrigações, mas na verdade, os desafios são os mesmos, mas com uma complexidade maior, mas a grande questão é: Aprendemos com o laboratório que nos foi proporcionado antes? Em algumas coisas sim, em outras não..., mas neste momento as lutas são mais intensas, pois desejamos construir nosso ninho, muitas vezes sem que saibamos, afinal de que adianta voar, voar, voar e não ter onde se apoiar? As asas precisam de repouso não é mesmo?
Quando entendemos isso um novo ciclo começa, mantemos fortemente as velhas e boas amizades, nos relacionamos pra valer, mas esquecemos de uma de nossas primeiras lições: Levante apenas quando seu corpo tiver sustento! Pois bem meu caro, a diferença é que aqui APENAS você não é o suficiente, andar dependia só de você....construir um ninho PRA DOIS não...
Mas não sabemos disso, e muitas vezes construímos ninhos em galhos secos......outros úmidos ou aparentemente perfeitos, mas ocos, outros sem seiva/vontade, gélidos e traumatizados, frios e que podem ceder...outros por comodidade....
Não faça isso, seu ninho vai cair....imagine então quando tiver algo de mais importante nele...., mas ninhos acabam sendo construídos nestes galhos, e inevitavelmente caem...
Nesse momento se você for inteligente vai aprender sobre a importância da cumplicidade, empatia, VERDADE, respeito, AMIZADE e PRINCIPALMENTE RECIPROCIDADE....
E ai continuamos nossos voos, com altos e baixos, nos deslumbrando com pássaros que voam como nós, nos chocando, nos machucando, e as asas vão cansando e passamos a criar dentro de nós nosso próprio ninho...e passamos a observar..
Nesse momentos aprendemos a nos recolher e entender que um ninho é pra dois, mas que se antes não for pra um, jamais será pra dois...
E quando entendemos isso aprendemos e esperamos que exista sim a possibilidade de separação, possibilidade de decepção, mas entendemos que isso existirá onde não mora a cumplicidade, a reciprocidade, amizade e a incapacidade de construir, onde mora a inércia que não te pertence que não é e nem deve ser sua, pois você sabe quais são os riscos, você aprendeu sobre eles, então novamente você se joga em voos rasantes, astutos e repletos de perspicácia, muitas vezes para mostrar o que aprendeu, outras vezes para motivar voos de outros pássaros, com sorte ao olhar pro lado vai notar um belo pássaro voando ao seu lado, em movimentos sincronizados, sem dor, orgulho ou medo, ele está ali por ser do jeito dele, ou por ter visto o quão bonito e singelo é o seu voo e por isso se jogou também...
E ai vocês passam a voar juntos, ERGUEM o ninho juntos, e o que vai separar vocês? Apenas aquelas perdas irreparáveis e dolorosas impostas pelo tempo e pela ordem natural das coisas.........e como deve ser bonito esse outro passarinho, se eu encontrei ? Acho que ainda não, mas "ele" esta por ai....voando...
