Crônica sobre Política
Vivemos em um país de tribulação, desastres naturais, assassinatos, a política vai de mau a pior. Se o simples fato de tentar fazer a diferença lá na frente deixando algo que no futuro possa a ser aproveitando para pró do beneficio político ou social, então começamos a fazer agora, só de falácia disto lá em Brasília está cheio...
Não faço questão de fala sobre politica ou futebol e essas coisas que nunca dão em nada, mas diante dos fatos e não das conversas paralelas todos podem admitir e discernir sobre o que realmente é o governo brasileiro. Tudo é motivo para piada e festa, quase nada é levado a serio, cada voto dado parecia um gol feito nos últimos minutos de jogo, não sei bem o que achar sobre isso mas definitivamente o Brasil não vai melhorar com esse impeachment, não vai ressurgir das cinzas e muito menos vamos ter tranquilidade em confiar nossos recursos para quem não os usa direito, porém, acredito que é um passo largo para o bom senso, quem é inteligente e sabe compreender certo de errado vai concordar que tirar dinheiro da educação, saúde e princípios básicos para alimentar luxos, pagar propina e sustentar salários absurdos não é legal, nem para quem participa e muito menos para quem assisti e resmunga no sofá da sala. Retirar o atual governo não vai dar em muita coisa, mas já é o suficiente para refletir sobre o que é melhor para o futuro e para quem acredita que tempos melhores podem vir.
Percorri os labirintos da medicina à política, da economia ao direito, navegando entre números e palavras, entre bisturis e leis, engoli livros como quem devora o próprio destino, reconstruí-me em silêncios que ninguém ouviu e venci batalhas que nem sabiam que lutei, calei dores que gritavam dentro de mim, e ainda assim tentam me convencer de que só vale a pena dedicar-se a uma única coisa? Como se fôssemos feitos para caber em moldes, como se a vida nos permitisse uma única pele. Mas eu já fui muitos para poder continuar sendo eu. Fui queda e recomeço, medo e coragem, perdi-me para me encontrar. E se às vezes me perguntam o que sou, sorrio, porque sei que a resposta nunca caberia em uma só palavra.
Quando a política é política, ela admite compromisso. Ela admite gradualismo. Ela admite erro. Ela admite que o adversário pode ter parte da razão. Já quando a política vira sagrada, compromisso vira traição. Gradualismo vira covardia. Erro vira pecado. Adversário vira inimigo moral. É nesse ponto que sociedades livres se tornam nervosas e começam a pedir pureza, não competência; lealdade, não debate; sinalização moral, não resultados.
Parece que a política, ao longo dos séculos, faz tudo para que pensemos exatamente da forma que "ela" quer que pensemos. As informações filtradas e distorcidas o são no sentido de direcionar nossos pensamentos de acordo com sua vontade. As opções políticas oferecidas são caminhos diferentes que conduzem à mesma prisão, mudam apenas os carcereiros. O dono da cadeia nunca muda
Os erros são inerentes à ação política. Quem está no centro da luta política, tendo que lidar com problemas práticos e prementes, dispõe de pouco tempo para a reflexão, não há precedentes para guiá-los e estão sujeitos a errar muitas vezes. Mas no devido tempo, desde que sejam flexíveis e preparados para um exame crítico do próprio trabalho, adquirem a experiência e a visão necessárias para evitar as ciladas mais comuns, e podem seguir adiante em meio à palpitação dos eventos.
Sem entrar no mérito, nem julgar Alguém, acho que postagens do tipo ofensivas,( Politica) são desnecessárias pois incitam os dois lados a uma condição de enfrentamento através do ódio e não da inteligência. E todo aquele que age desprovido de inteligência pode ser facilmente manipulado. ( Estou falando dos dois lados) Acredito que o atual momento do Brasil é delicado, mas também acredito que há muitos interesses por trás dessa movimentação toda. Não preciso nem ser partidário desse ou daquele para não aceitar esse tipo de situação. Moro em território brasileiro e temo pelas pessoas que podem ter suas vidas destruídas por um enfrentamento que visa apenas o poder politico... Fui candidato a vereador em 1992 e ouvi de muitos possíveis eleitores na época, que não votariam em ninguém pois achavam que todo politico era ladrão. Agora parece que temos um Sassa /Mutema (Salvador da pátria, eu assisti essa novela, mais para torcer pelo romance da professora com o pião, do que pelo lado politico)....É preciso apurar os fatos e condenar quem de fato deve a justiça...Seja do petrolão ou do caso do helicóptero de um certo cidadão, sem no entanto usar o povo para incitar o ódio ou fazer frente numa possível revolução interna...
A grande ilusão que nos atravessa não está apenas na política ou na religião, mas na esperança cega de que exista, em algum lugar, um refúgio onde a verdade repouse intacta. Somos todos enganados, sim — mas o engano não é o oposto da verdade; é seu disfarce mais íntimo, moldado pelo grau de consciência que conseguimos suportar. Cada mentira que abraçamos com devoção, cada crença que nos tranquiliza ou revolta, revela menos sobre o mundo e mais sobre a anatomia oculta de nossa alma. No fim, não cremos no que é verdadeiro, mas no que ecoa silenciosamente aquilo que somos.
Tenho repulsa por quem usa da fé de alguém para se favorecer política ou materialmente, até porquê a fé é as vezes o único alento de muitos, acredito que estamos na terra para coexistir respeitando o direito á todas as existências baseados na verdade e honestidade uns dos outros, pois a única certeza possível é a de que somos todos perecíveis e temos prazo de validade
A política atual brasileira pode ser comparada ao futebol, onde as pessoas não querem saber quem está a jogar e sim se o seu time vai ganhar. Pouco importa o jogo, o que interessa é o resultado. E automaticamente se seu time está fora ou não, torcem contra os outros. Muitos brigam e por vezes matam, elevam o tom de voz pra dizer que seu time é melhor que o do outro. A política é um jogo.
O que muita gente ainda não entendeu é que o politicamente correto não passa de uma mordaça política marxista e da elite burguesa. O politicamente correto não está nem ai sobre o conteúdo da discursão, mas é sobre quem está expressando as ideias. Portanto, o politicamente correto é uma mordaça para quem pensa diferente da esquerda e da elite burguesa.
"As disputas ideológicas, sobretudo no campo da política, serve apenas para dois propósitos: Separar duas classes, os polos que agregam os estúpidos, os tripas, que lutam pelo que desconhece, motivados por instinto violento, e para definir a porcentagens dos que estão na área cinza, e, no Brasil, esta porcentagem não chega a 2 por %...."
Brasília é o centro da alimentação dos corruptos, onde a política desonra a história e a força dos trabalhadores, onde os adeptos da facilidade e impunidade financeira prejudicam a economia nacional, onde a justiça pouco atende às necessidades da sociedade e as responsabilidades da união sufocam os interesses da nação.
A política ganha força na corrupção, na ignorância social, nos impostos da ganância e no desprezo pela justiça, em vez de produzir valores sociais nas áreas da segurança, da educação, da saúde, do transporte e do trabalho, a fim de favorecer a todos os cidadãos a grandeza, a nobreza e a riqueza do espírito humano.
Os comentários oportunos repercutem positivamente nas esferas cristãs, na política, na sociedade, na grande mídia e nas redes sociais; porém, poucos tiram proveito de seus conselhos e de suas experiências para melhorar o ambiente educacional, profissional, familiar e social, deixando-se levar pelo pessimismo e pelas dificuldades em seus respectivos relacionamentos.
Nos fins dos tempos homens irresponsáveis ligados à política, à religião e à inteligência artificial verão que poderiam ter feito o melhor para suas civilizações, deixando-se levar pela onda moderna e ilusória de que, no futuro próximo, as suas decisões, melhorariam o mundo, senão deixar todas as sociedades insatisfeitas, revoltadas e aprisionadas pelos seus fracassos mentais, científicos e culturais.
“Pense que pode parecer simples viver sem vincular algo à política. Todavia, até mesmo a tentativa de se manter distante dela acaba por constituir uma ação política, inclusive a concepção de não desejar participar. A política não se restringe exclusivamente aos seres humanos, mas pode ser compreendida como uma característica inerente às espécies que vivem em sociedade, organizando relações de convivência, hierarquia, cooperação e conflito. Quando analisamos o comportamento de muitos seres vivos, além de nós, humanos, visualizando-os sob a ótica da disputa por poder, recursos, território e alianças, fica evidente que diversas espécies estabelecem formas complexas de convivência, organização e governança. No fim, a partir do momento em que nascemos e tomamos consciência da nossa realidade, do mundo em que vivemos e da sociedade na qual somos inseridos, tudo se torna político. Nós não escolhemos a estrutura do mundo ao nascer. Somos moldados por sua linguagem, suas leis, sua cultura, seus valores e suas divisões socioeconômicas, que antecedem nossa própria existência e condicionam inúmeras possibilidades de nossa trajetória. Viver em sociedade significa, portanto, negociar espaço, poder, interesses, pertencimento e sobrevivência o tempo todo.”
Nunca houve representatividade em nosso país, pois a política sempre foi e continuará sempre sendo um caminho para o poder, para a realização de interesses pessoais e partidários. A política é uma falácia da democracia, porque o homem em sua essência é egoísta. Nunca haverá um governo com propósitos da equidade, de uma governabilidade em prol da justiça e igualdade, sem diferença sociais, porque há uma desgraça maior chamada capitalismo que governa os governos, nas três esferas, e cuja existência e manutenção depende da exploração da classe menos favorecida. Pensar que o processo eleitoral nos conduzirá a um governo para o povo, não pode ser chamado de utopia, mas de infantilidade. Só acredito no governo do povo para o povo, por meio de uma ruptura de todo o sistema e isso sim é utopia em um Município, Estado, País, em um mundo de políticos e eleitores que somente sente a dor que o incomoda, pois empatia é apenas uma palavra que se sabe que existe, mas que não é praticada. Essa ruptura não ocorre sem luta e muito menos sem conscientização e principalmente, sem espírito de igualdade, que não se pode adquirir ao se filiar a um partido, tem que inato.
O sistema é corrupto, as pessoas são simples peões no grande tabuleiro de xadrez da politica globalizada. Existem peões ativos, que se movimentam para ilicitamente crescerem mas existem também os passivos, que se movimentam para não verem ou quando vêem, acovardados esquecerem. O Rei, a Rainha e a Torre, são intocáveis e aguardam estrategicamente para vencerem a partida.
A politica do "Pão e Circo" continua atolando na cidade e no estado do Rio de Janeiro. O prefeito e o governador, fazendo os cariocas e fluminenses de palhaços. Contratando shows milionários desnecessários, com uma infra estrutura municipal e estadual caótica, na saúde, na segurança, nas águas fluviais que vitimará inúmeros inocentes da camada mais pobre da população, na próxima grande chuva.
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