Crônica sobre Política
César(político romano), quando criou a política do Pão e Circo, há muitos séculos atrás, não imaginava que teria tanto sucesso, principalmente no Brasil. É vergonhoso ver tanto dinheiro investido em construção e reformas de estádios, enquanto milhões de brasileiros morrem nas filas dos hospitais, esperando por atendimento médico, enquanto a educação está sucateada, segurança pública um lixo...entre outros problemas. As vezes sinto vergonha de ser brasileira! Amo futebol, mas não tenho os olhos fechados. Consigo ver o que há por trás da mídia manipuladora e do nosso governo corrupto. Pelo menos, agora, vejo um raio de luz no final do túnel.... Acho que o véu da ignorância está caindo e estamos começando a exercer nossos direitos, como seres políticos.
A filosofia política e social atual se baseiam no princípio da desconstrução. Desconstroem a solidez dos princípios morais, depois descontroem os princípios morais. Atribuem os princípios liberais e solidificam-no. Este é o mecanismo que desvaloriza os verdadeiros valores essenciais de uma sociedade sóbria, que está em estado patológico, tornando-se irreversivelmente incorrigíve
Está mais do que na hora das pessoas perceberem que política é coisa séria, que é preciso fiscalizar, agir e comprometer-se em ações voltadas para o povo em geral. Infelizmente algumas pessoas ainda confundem a função do verdadeiro político e acham que ele deve ficar sempre bajulando as pessoas, promovendo churrasquinhos e engolindo "sapos". Na verdade, o verdadeiro político age com sabedoria, não tem medo de ser sincero, busca o que é bom para o coletivo e não para o individual ou um grupo de privilegiados e, sem dúvida, valoriza e conserva sempre sua dignidade e personalidade. É preferível ser tachado de "chato ou sistemático", mas honesto e responsável, do que de mentiroso e falso, não é mesmo? Eu defendo a política de cara limpa, onde as pessoas buscam ser elas mesmas e somente se envolvem politicamente pois têm a certeza de que é possível fazer o bem sem esperar nada em troca, sem passar por cima dos outros e beneficiando uma maioria, ou seja, toda a população. Política, ao meu ver, é doar-se pelo bem de todos e fazer acontecer!!!! Eu acredito nisso!
Se política fosse coisa séria, bastaria o clamor do povo e a vida social na qual se atenham, pra dirimir todas as necessidades contudentes das primicias necessárias de um todo, como um requerimento avocado por merecimentos. Entregar esse direito nas mãos de pouco mais de meia dúzia de seletos é burrice coletiva e falta de subjetividades também. Um dia, essa pobreza intelectual vai acabar e o senso metafísico vai despertar no povo e então a politica passará a ser um mero capítulo sujo da HISTÓRIA HUMANA. Essa é minha visão, essas palavras são minhas e quem viver verar...
Que se diminua 90% dos salários na política, e logo política deixa de ser coisa de político e passa a ser coisa de pobre íntegro, de Caxias honesto e benevolente que sente e conhece a dor do próximo, aí então Brasil deixa de ser Brasil e ao invés de náuseas ao toque do hino nacional, haveria cívica emoção, pena isso ser pobre utopia.
Não é a politica que torna o politico corrupto, mas sim é o politico que torna a politica corrupta. Assim também, não é a instituição religiosa que leva um ministro/a a ser uma pessoa hipócrita e corrupta, mas sim, é os ministros/as que levam uma instituição religiosa a ser hipócrita e corrupta.
Quando eu olho para essas pessoas que vivem e usurpam da política, pessoas ávidas por dinheiro e poder, enxergo nitidamente que elas não querem simplesmente viver com luxo, conforto e fartura, elas também querem se prevalecer sobre seus semelhantes, dominá-los, torná-los subservientes e cativos da sua vontade.
A verdade é que o povo é a mais valiosa mercadoria desse mega negócio chamado POLÍTICA. Política no Brasil é escambo de caráter. Política no Brasil é comércio de voto. Política no Brasil é câmbio de favores e privilégios. Política no Brasil é cabide de emprego. Política no Brasil é sacanagem, é grana, é "plata", é bufunfa, é capim. Não deveria ser, mas, infelizmente, a política no Brasil é assim.
O dia em que meu nome aparecer associado a qualquer sigla política, filosófica ou religiosa, sugiro dar prosseguimento à pesquisa até descobrir o dia da minha morte, pois que só assim não o teria desmentido de pronto. Minha única bandeira é a liberdade, e meu sentido nunca será o de integrar qualquer delas, mas me posicionar a uma distância que me permita mantê-las bem visíveis tanto para aplaudir as que encontraram seu rumo quanto para combater as que não têm nenhum, mas seguem iludindo seus convertidos de que estão trilhando o único.
Depois de meio século testemunhando o ioiô em que transformaram a política do país, me rendi à tese de que só nações que zeram tudo pelo caos conseguem romper com seu histórico de erros em moto-contínuo e renascer para um estado de maturidade política e desenvolvimento efetivo. Não alimento hoje qualquer esperança de que nossos governantes nos devolvam a prosperidade por decisões que nunca tomarão, mais até por intenção do que por incompetência. Em se concluindo que apenas a convulsão que se vê no horizonte terá força para mudar o estado de podridão em que nos mergulharam, que ao menos os alicerces de uma identidade obtida a duras penas se mantenha preservada quando renascermos das cinzas.
Na política não deveria haver inimigos ou inimizades. Adversário político não deve jamais ser confundido como inimigo em uma guerra fria. Nos limites da democracia é salutar a alternância de poder, ou alternância de direção dentro de um mesmo poder. Os conflitos estimulam ao crescimento, mas os extremos caracterizam sempre o não entendimento da ordem.
Trata-se de uma lei natural: seja no âmbito da vida política ou na pessoal, a oposição exerce um papel primordial no equilíbrio de forças que se opõem. Na ausência desta a situação assume todas as prerrogativas da autocracia que a ausência de resistência lhe franqueia, cobrando a ingerência de forças externas para o resgate da sensatez e da ponderação. O problema é o desgaste levado à rotina de quem se propõe a cumprir o papel do interventor, levando-o a questionar se deve comprar uma briga a que não deu causa mesmo sabendo que, direta ou indiretamente, acabará afetado por ela.
É senso comum que a razão da política é a de introduzir melhorias e levar qualidade de vida ao cidadão, que a remunera com seus impostos. Incompreensível, portanto, que a legislação não contemple um mecanismo para cassar os direitos políticos de qualquer mandatário público que tenha deixado seu território eleitoral pior do que quando assumiu. E não seria por falta de indicadores não termos ainda essa regra como cláusula pétrea nas três esferas de governo, deixando claro que, por serem os próprios políticos a criarem as leis, não hão de querer abrir mão das benesses do estado "apenas" por se mostrarem incompetentes.
São cinco os princípios que norteiam a ocorrência de improbidade administrativa na política: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. No entanto, apenas os quatro primeiros são tomados como razão para retirar um político de suas funções apesar de se ter na eficiência o mais importante de todos, já que é eleito para melhorar as condições de vida da população, e não omitir-se ou piorá-las. Prova-se assim que não é a ausência do mecanismo legal que impede o avanço da incompetência, mas seu desrespeito.
Pode-se ser crítico ferrenho e sistemático da má política desde que isso não nos deixe insensíveis ao perfume e à beleza de uma flor. O antídoto contra a amargura é não olhar as coisas sempre pela mesma lente, nem torna-la refratária à multiplicidade das cores. Lembrando Guevara, há que se mostrar duro quando preciso, mas sem nunca abrir mão da ternura.
Não trate de política com quem não vê além da própria ideologia, ou de religião com quem se encerra dentro dos seus dogmas; também não fale do mundo a quem pensa saber tudo sobre ele, e nem do universo a quem já acredita conhecer todas as verdades. A sabedoria surge de não se abrir mão da busca, e só alcança os que descobrem não saber nada!
Falar sobre Política? Não! Com sabedoria me expresso somente em poesia, faço de forma escondida, separo comigo uma simples analogia, meu candidato já está definido, não preciso provar meu ideal e nem o que sinto, o meu voto é algo pessoal e não dividido, prefiro mil vezes a paz do que a razão em um comentário mal sucedido, pois isto não vai mudar em nada a intenção do outro indivíduo, apenas haverá discussão, grosserias dirigidas ao semelhante amigo, que após o embate proferido, talvez até se torne um ferrenho inimigo... Não, prefiro a paz, o sossego e a tranquilidade no olhar, como cidadão, com certeza em alguém capacitado irei votar, mas não preciso detalhes te contar, faz parte da minha analogia, nem que você saiba, nem que insista, neste embate não me verá entrar...
O que está acontecendo com o mundo afinal? Por causa da política se comemora um desastre ambiental, do mesmo modo desejam a morte do presidente que está internado em um hospital... O dia começa com uma tragédia, jogadores e funcionários morrem em um incêndio fatal, mas por incrível que pareça, com piadas comemoram alguns torcedores de um time rival. Infelizmente é um fato real, há entre nós vários egoístas,pessoas com ausência de sentimentos, com uma frieza excepcional. Impressionado com o que vejo, musicalizo com algumas rimas o meu texto, apenas para deixar mais leve este recado fundamental, de forma tranquila e em poesia, deixando exposto o que vejo na rede social, são pessoas próximas, que se divertem e simplesmente sentem prazer em fazer o mal.
Enquanto utilizarmos a política como desculpa para agredir e humilhar o nosso semelhante, infelizmente, da evolução intelectual, mais ausente e mais distante estaremos, pois a cada xingamento, a cada ataque vil, mostramos quem realmente somos, intolerantes, donos da verdade absoluta e senhores da razão bruta...
A doutrina educacional tem sua base aliada a politica e a religião. A partir destes princípios se constituiu as diferenciações: étnico racial e social. São estéticas que se mantém em conformidade com os planos políticos e religiosos, na forma domesticada e ingênua para atender a soberania governamental e a tirania do clérigo. A democracia não garante a instrução liberta entre professores e alunos, pelo risco de a criticidade oferecer ameaça aos sistemas políticos e religiosos. Acredita-se no contínuo da educação crítica, e de perspicácia entre professores e alunos, observando oportunidades aonde sejam valorizadas as diferenças culturais, melhorando os métodos e relações humanistas para a construção da aprendizagem.
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