Críticas
Criticar o passado desejando um futuro melhor, sem mudar o presente é mais estúpido que criticar o futuro desejando um passado melhor.
Não perca seu tempo com gente que te crítica mas não faz melhor que você. Gente que te julga sem saber o quanto você caminhou e lutou para chegar aqui. Então não valorize, não considere o que essa gente fala.se afaste e aprenda a não se incomodar com o que dizem..
Toda crítica é construtiva. Tudo depende apenas do seu discernimento, da capacidade de seletar informações relevantes e evolucionar-se a partir das mesmas.
Ser um grande atleta, é saber que grandes críticas também virão, porém jamais ser pequeno frente a elas...
Não poupamos críticas aos atos de nossos governantes, mas esquecemos de criticar nossas próprias atitudes.
CRitiCAR faz parte do vencer e perder de cada um, sendo que não é correto a conduta de malharem quem faz a crítica.
Antes de reclamar, saiba conhecer melhor. Antes de criticar, saiba fazer melhor. Nada funciona direito se todos os 'diretos' estão tocando errado.
Quem não faz sucesso algum pelo jeito que é, se debruça a criticar quem o faz pelo jeito que mostram ser.
Muitos dos que me criticam ou me criticaram já tentaram fazer muito do que fiz.
Fui insano, mas também feliz.
Frustrados por não terem a mesma coragem ou loucura foi fácil condenar, pois a imagem social da doçura está maquiada para de fato não se mostrar.
E entre insanidades e arrependimentos, os feitos. As falhas e os acertos, as glórias e os defeitos.
Uma palavra de força por alguém não são muitos que queiram dar, mas criticar e difamar pode haver coleções de pessoas.
Crítica teatral para peça “Las Heridas del viento”
(Víctor Bhering Drummond -Buenos Aires, 08.04.2018)
Fui convidado (ou presenteado) pelo grande e sensível ator Miguel Jórdan para a estreia de sua peça “Las heridas del viento” no @teatrobuenosaires
Dirigida por Gastón Marioni e protagonizada por Miguel e seu ótimo parceiro de cena, Mariano Fernández, a obra do autor espanhol Juan Carlos Rubio é um grande questionamento sobre as crenças que temos sobre o amor.
E leva este poderoso sentimento à um lugar vazio do espaço. À uma página em branco. Onde fisica e emocionalmente os personagens de Miguel e Mariano se lançam ao completo desconhecido. E nestas páginas em branco, as sensações e projeções do amor podem ser escritas e interpretadas de acordo com o desejo do coração de cada um.
“Las heridas del viento” é uma comédia dramática em que se questiona o que é o amor e como ele ecoa para cada ser. Os caminhos de personagens que nunca se encontraram se cruzam quando o pai de David (Mariano) morre e este, incumbido de repartir os bens, encontra tórridas cartas de amor que seu pai recebia de outro homem (papel de Miguel).
Nessa longa e dolorosa estrada, os personagens apresentam de maneira brilhante e orgânica (a leveza, segurança e poesia de Miguel são emocionantes - tanto é que levou o prêmio Estrella del Mar por sua interpretação na estreia em Mar del Plata. - e a convicção de Mariano em defender o filho cheio de dúvidas e amargores existenciais flui com muita naturalidade) a necessidade de entender quem é o falecido pai-amante, a reavaliação do que é o amor, o perdão e a revisão dos conceitos sobre solidão, paixão, entrega, paciência e como curar com valentia, coragem e claro, sofrimento, as feridas deixadas por ecos de amores silenciados.
(Domingos a las 19 horas | $ 300.- Promoción: 2 localidades x $ 400.-
Rodríguez Peña 411 - CABA / 5218-5238)
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Não se deve criticar uma situação que se desconhece. Só quem passa sente. Nada como as experiências para mudar suas certezas.
Temos mesmo que aprender a ouvir as críticas, mas evite ouvi-las de pessoas que não conhecem as suas lutas.
