Contos de Fábulas
Em algum lugar além do arco-íris
Bem lá no alto
E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar
Em algum lugar além do arco-íris
Pássaros azuis voam
E os sonhos que você sonhou
Sonhos realmente se tornam realidade, ooh ooooh
Algum dia eu vou desejar para uma estrela
Acordar em um lugar onde as nuvens estão muito atrás de mim
É que não sou perigo pra você, é que não conto.
Não te causo arrepios, não te provoco...
Não há desejo na tua boca, não há vontade no teu olhar.
Pra você é tanto faz,
Se tou com frio, se tiro a roupa.
Pra você tanto faz que eu fale, cale.
Não diga nada
Não aumento, nem subtraio.
Sou nada,
Já você é tudo !
Meu riso solto, minha estrada...
Um conto sobre a perfeição
Em uma pequena aldeia existia um ancião, muito sábio, o qual todos o chamavam de mestre. Ele era muito respeitado por seus ensinamentos que eram repassados a outros, principalmente os jovens.
Certa vez, um jovem muito inteligente e perspicaz, buscou o mestre com uma grande dúvida a qual o angustiava muito:
- Mestre, por que a perfeição é algo tão difícil de se alcançar?
O mestre muito calmamente o respondeu:
- E você saberia me dizer o que é a perfeição?
O jovem pensativo, depois de alguns segundos em silêncio disse ao mestre:
- Perfeição para mim é fazer tudo certo e no tempo certo.
- Pois bem jovem, vou te convidar a fazer um exercício, talvez com ele você possa realmente saber ou confirmar se sua percepção sobre perfeição está correta, disse o mestre.
O jovem curioso logo se mostrou interessado. E então o mestre continuou:
- Vá para sua casa e amanhã nos encontramos, porém traga consigo um lápis e algumas folhas em branco. Assim o jovem o fez. No caminho para casa os pensamentos borbulhavam em sua mente:
- Por que será que um grande mestre como ele não teria a resposta para o que busco? E por qual motivo ele pediu que eu voltasse amanhã? E ainda trazendo lápis e folhas em branco?
E assim o jovem foi caminhando rumo a seu lar. A noite chegou. O sol raiou. E o curioso jovem se preparou para o encontro com o mestre, conforme suas orientações: papéis em branco e lápis nas mãos e assim seguiu ao encontro do sábio.
Chegando a casa do mestre ele já aguardava o jovem, e pediu-lhe:
- Jovem, vejo que seguiu minhas orientações, e traz consigo os papéis e o lápis. Muito bem!
O jovem olhava o mestre com muita ansiedade e então o mestre continuou:
- Pegue um de seus papéis e seu lápis e desenhe para mim aquilo que nesse momento você considera perfeito.
O jovem com muita avidez pegou o lápis e o papel e desenhou uma mulher e entregou ao mestre:
- Poderia me dizer quem é essa mulher jovem?
- É minha mãe mestre.
- E por que sua mãe seria a referência de perfeição para você?
- Ora, porque ela é uma boa mulher, se dedica a família e cuida muito bem de todos.
O mestre com sua costumeira calma se dirigiu ao jovem:
- E você já a viu errar?
O jovem se pôs a pensar alguns segundos e respondeu:
- Sim. Uma vez a vi deixar o leite derramar ao ferver.
- Pois bem jovem, sinto lhe dizer que sua nobre mãe não é perfeita, em alguns momentos ela se descuida. Mas vamos continuar nossa tarefa. Pense mais um pouco e pegue mais uma folha e desenhe um outro alguém ou coisa que te remeta a perfeição.
E lá foi o jovem se debruçar sobre o papel em branco e dessa vez desenhou uma criança e mostrou ao mestre.
O mestre olhou e perguntou:
- És uma criança. Quem seria?
O jovem sem titubear respondeu:
- Meu irmão de cinco anos.
O mestre então lhe questionou:
- E essa doce criança já te desapontou?
O jovem se pôs a pensar e respondeu:
- Sim, ele já brigou com um amigo.
E assim o mestre se dirigiu ao jovem:
- Perceba jovem que essa doce criança não é perfeita, pois já experimentou do gosto da raiva e com ela tentou ferir o outro. Tente mais uma vez.
O jovem se debruçou sobre o papel empunhando seu lápis e assim surgiu uma paisagem. Ele mostrou ao mestre e ele disse:
- Uma linda paisagem! Podes me dizer onde é?
- A vista da janela de minha casa, disse o jovem.
- E me diga querido jovem, essa paisagem representa a perfeição para você?
- Sim.
- E por que? Interrogou o mestre.
- Porque é uma obra divina! Exclamou o jovem.
O mestre com muita calma se dirigiu a janela de sua casa e pediu ao jovem:
- Então tenro homem, desenhe o que entendes por divino.
Com afeição assustada o jovem se manteve imóvel por alguns segundos olhando o papel. Após um longo tempo ele disse ao mestre:
- Mestre, sinto muito, mas não consigo!
O mestre com toda a serenidade disse:
- Mostre-me o que não consegue.
O jovem então expôs o papel puramente branco, sem nenhum sinal de grafite.
O mestre fixou o olhar no papel e então se dirigiu ao jovem:
- Você acaba de saber o que é a perfeição, meu querido!
O jovem muito confuso questionou o mestre:
- Mas como? Eu não toquei o grafite do meu lápis no papel!
E o mestre com um leve sorriso ao rosto se aproximou do jovem e disse:
- O divino é perfeito, por isso ele não tem forma, cor ou traços. A mais pura perfeição está no papel em branco! Não há definições, nem traços! A perfeição pertence ao divino e não aos homens! Por isso a perfeição se torna um mistério desafiador para você meu jovem! Deseje viver, tenha compaixão, empatia e confie na força divina e deixe a perfeição por conta do universo!
Assim o jovem seguiu seu caminho com a resposta perfeita em suas mãos.
Pelos contos que eu não conto
Dá um desconto ao meu silencio
Não conto dos versos tristes
Não conto da estrela cadente,
Dos girassóis reluzentes
Que reluzem nos meus contos,
Não conto do meu silencio
Pois assim não o seria,
Não conto da minha alegria,
Que não valem nem um conto,
Pelos contos que eu não conto,
Conto pelos e apelos
Só não conto meus segredos
Pelos contos que eu não conto
acho que todos na vida ja sonharam em vive em um conto de fadas, que um dia iraia tem seu castelo, sem tem medo de tudo nao acaba bem ,so que infelimente caimos na realida e vimos que a vida não é assim nunca sabemos oque vai acontece na próxima pagina de nossas vidas.
Sempre vai te uns obstáculos no meio do caminho, uns que talvez a gente acha que nunca vai superar.
Mas acho que pra gente te certeza em passa pro cima dos obstáculos temos que deixa nosso medos de lado e ter coragem pra ir enfrente sem olhar pra trás. ..
Bom dia 21/08/2016 (Domingo)
Às vezes paro e conto a quantidade de cicatrizes que acumulei durante toda minha vida, algumas boas outras ruins, outras insignificantes, e quando paro e penso que não há mais espaço em minha alma para novas cicatrizes Deus vem e mostra que enquanto respirar haverá uma infinita quantidade de espaços vazios para elas, cabe a eu escolher o caminho correto para que elas aumentem ou se estabilizem.
Um Conto De Amor!
[...] ele então
perdeu um grande amor...
Que dava asas,
sonhos, ilusões.
impulsionava-o a seguir
sorrindo e feliz.
Infeliz pela perda,
chegou ao fundo do poço.
Lá conviva com a solidão.
A escuridão.
E o desassossego.
Pensava que não encontraria saída.
Até que um dia sentiu
a presença de Deus.
E Ele lhe estendeu a mão dizendo:
_ Venha...Saia daí.
Venha para fora dessa prisão
Ai cheira mofo, é escuro.
Não existe sonhos e nem vida.
E a vida anda querendo
pulsar em seu coração.
Aqui fora a liberdade o espera.
O ar é puro.
A vida sorri.
Não se pode entregar
assim a sua vida.
Porque perdeu um grande amor.
Grandes amores
ainda surgiram.
Mostra-se forte.
Levanta a cabeça.
Abra um sorriso.
Ele então segurou
nas mãos de Deus
e o agradeceu.
Percebeu então que
poderia de lá sair.
Que tinha asas de sonhos.
Só bastava fortalece-la.
Conseguiu sair do buraco negro
de onde havia se enfiado.
E sorrateiramente sobrevoou
a sua superfície.
Descobriu que não era um buraco.
Era um lago.
Um riacho de águas cristalinas
que lutava para sobreviver.
E foi daí que sentiu o ar
circulando por dentro de si.
Dando força.
Trazendo os melhores ventos.
Fazendo chover em seu leito.
E ele se fez belo.
Lindo como um leão.
E daí nada mais o tornou inferior.
Porque nunca mais deixou
a fé diminuir naquilo que o fazia sofrer.
E voltou a desbravar novos sonhos
de vida e de amor!
O que estou fazendo?
Nem te conto face!
Sentada, preguiçosamente, numa confortável cadeira (aquelas com cordão de nylon colorido).
Só a varanda está iluminada, além disso um breu total.
Sequer uma estrela no céu!
Um ganso grasnando por perto, uma vaca berrando ao longe.
No mais, grilos "crililando" uma sinfonia de uma nota só....
Ah
O que estou fazendo?
Nem te conto face!
Sentada, preguiçosamente, numa confortável cadeira (aquelas com cordão de nylon colorido).
Só a varanda está iluminada, além disso um breu total.
Sequer uma estrela no céu!
Um ganso grasnando por perto, uma vaca berrando ao longe.
No mais, grilos "crililando" uma sinfonia de uma nota só....
Ah, e nas mãos um celular... teclando...teclando...--
me - ((*_*)) 15/01/2015
mel - ((*_*))
me
...eu ainda conto estrelas e suspiro em noites de luar! Eu ainda adoro quando o vento brinca de jogar os meus cabelos contra o meu rosto, e da vida não tenho reclamação nem desgosto! Eu ainda dou risada das minhas pérolas do dia a dia, quando troco Hong Kong por King Kong e nem percebo a diferença! Quando o sol nasce e me acorda dando um bom dia caloroso ou quando a chuva levanta o cheiro mágico da terra molhada! Eu ainda consigo imaginar coisas maravilhosas, como o formato de uma nuvem que parece um elefante, ou fazer daquela minha biju barata, um anel de diamante! Eu ainda sonho com o impossível e faço planos de conhecer Marte! Acordo cedo, durmo tarde e quando vou à praia, só saio quando a pele arde! Tenho uma certa ambição em me tornar uma mulata de cabelos black power depois de 5 horas de sol! Não consegui até hoje, mas sei lá, que voltas que a vida dá! Eu falo sozinha coisas que nem eu entendo: e respondo com a seriedade que merecem as coisas incompreensíveis! Um dia vou me armar até os dentes e acabar com as guerras, as bombas, os mísseis! Vou me alimentar de paz e emagrecer 10 quilos e viver feito um esquilo, comendo nozes! Ah, já contei que ouço vozes?
E depois de todas essas confissões - secretas e sagradas - eu me pego pensando se deveria ter exposto tanta intimidade, e gargalho certa ao perceber, que problema pode haver, se ninguém vai achar ser verdade?
Um conto que me contaram
Havia um viajante perdido sobre uma floresta virgem totalmente desconhecida sobre os olhos de Deus e principalmente dos homens.
Cansado e com fome se noção de onde estava, pois estava muito fraco não podendo caçar e nem pescar, desmaiou.
Disposto a salvar o viajante, três animais se comoveram.
Um urso, uma raposa e uma lebre.
O urso por ser grande e forte pescou o maior e melhor dos peixes do riacho.
A raposa por ser ágio e esperta, muito astuta por sinal, apanhou o mais lindo cacho de uva do melhor pé de parreira.
A lebre pobre e frágil, indefesa nada podendo fazer, atirou-se no fogo para se oferecer ao viajante faminto por sua própria carne.
Por mais indefeso que possa ser o homem ele tem muito valor no mundo espiritual, até mesmo um mendigo.
Faça o melhor para você e para os outros.
Mesmo sendo incapaz ou sendo inútil.
O CONTO DA IGNORÂNCIA E MANIPULAÇÃO EM MASSA
''
Sete irmãos foram convidados por seu pai, pra assistir à exposição de um quadro. E, no final da exposição, perguntaram-lhes o que foi visto.
O irmão teimoso, que considerava aquela exposição uma grande bobagem, não quis ir.
O irmão preguiçoso, que não se aproximou muito do quadro, só pôde ver um monte de manchas e borrões.
O irmão obediente notificou um leito de um rio cercado por árvores, com um céu límpido.
O irmão esforçado enxergou, que além disso haviam montanhas no fundo, com pássaros dilacerando o céu.
O irmão que entendia de pintura, percebeu tudo isso, e que na soma dos componentes da paisagem forma-se a face de uma
mulher com traços de tristeza. O irmão pensador teve o privilégio de assimilar a real intenção do pintor ao passar a mensagem.
O irmão desconfiado, considerado como o mais louco entre eles, que não muito sabia de pintura, teve o pressentimento
de que por de trás das intenções do pintor poderiam haver terceiros com uma proposta completamente diferente da transmitida
pela suposta intenção do pintor ao pintar o quadro.
Porque percebeu que o belo quadro que fazia alusão à natureza, possuía uma moldura feita de pele de animal.
As diferentes interpretações custaram uma semana de discussão em casa, entre todos os irmãos, com exceção daquele que
era considerado insano demais pra discutir sobre o assunto, que além disso não fazia a menor questão de defender o próprio ponto de vista.
Ficou observando o debate, e foi à exposição novamente, sozinho.
Enquanto os seis irmãos brigavam aos berros estrondosos do irmão teimoso (seguro de si devido os boatos que ouviu sobre o quadro),
e diante da prepotência do outro irmão que entendia de pintura, em um lugar distante dali, dois personagens comemoravam o sucesso da exposição, dialogando, aos ecos de gargalhadas.
-E no final das contas, quem é que pinta o quadro da nossa rotina com esse lodo, escombroso, imundo e pestilento?
Pergunta o patrão do pintor se rindo todo, tratando de complementar o silêncio reticente com a resposta na ponta da língua;
-O observador. São os olhos da mente que fazem a obra, e se essa apresenta-se turva, distorcida, é por culpa da
falta de visibilidade ou por falta de capacidade de interpretação do observador.
-Hahaha. Riu-se também o pintor, que continuou:
-O melhor disso tudo, é que, enquanto ninguém aqui entender de "arte", continuarei "pintando e bordando", como bem me for conveniente.''
M O R A L
1.) O QUADRO
O quadro é um tipo de conhecimento, acontecimento ou uma informação que está sendo apresentado(a).
Um mesmo acontecimento/conhecimento/informação é uma fonte geradora de pontos de vista diferentes. Esses pontos de vista são limitados à capacidade de interpretação de cada observador.
2.) A SIMBOLOGIA
Portanto, quadro é um tipo de conhecimento, acontecimento ou informação. O pintor é quem ensina, quem o apresenta ou quem o informa. O patrão é quem articula essa apresentação de acordo com um objetivo que geralmente é escondido, ou fica subjetivo por de trás dos bastidores, podendo ser a própria mente de quem o apresenta.
Os boatos podem ser os efeitos intencionais causados na massa.
Os filhos são os tipos de postura dos observadores diante da apresentação do quadro. O pai, será revelado em breve (7.)*.
3.) O IGNORANTE
Não importa a etnia, a classe social, o contexto, e nem mesmo o lugar; perpetuará ainda por bastante tempo, uma grossa camada, numericamente superior, composta por aqueles que não param pra observar o quadro (como o primeiro observador)
por entregar-se ao ledo engano de que a avaliação da obra não é digna do seu tempo. E esse é o ignorante. É o que constrói as próprias convicções, que não abre mão de suas verdades absolutas e inquestionáveis para ao menos prestar atenção nos outros possíveis pontos de vista e possibilidades. Afirma e nega de maneira incisiva
e combatente sem se quer ter parado para avaliar a obra, porque sempre acha que o que sabe já é o suficiente.
4.) EM ALGUM MOMENTO, EM ALGUMA CIRCUNSTÂNCIA, TODOS NÓS JÁ FOMOS, SOMOS, E AINDA SEREMOS IGNORANTES
Por mais que você tenha pensado em muitas pessoas
que se enquadram nessa definição de ignorância
não julgue-as, e muito menos se exclua dessa parcela, porque,
em alguma área e momento da vida, você já fez parte, você faz parte e você fará parte. Não importa o quão intelectual, científico, aculturado, sábio, coerente possa se considerar, ou ser considerado.
Em alguma área da vida até mesmo Einstein foi ignorante.
Então se você não enxerga ignorância em si, pode ser que seja o próprio exemplo de ignorância na maioria dos casos.
Principalmente se as suas opiniões/interpretações serem exatamente as mesmas de décadas atrás.
5.) AS DIFERENTES POSTURAS
Se não quiser ser um ignorante, não seja inflexível e teimoso. Não existe conhecimento inútil. Por mais que uns lhe sejam mais necessários no momento do que outros.
Se não quiser ser um ignorante, não seja mentalmente preguiçoso.
Se não quiser ser um ignorante, não seja tão obediente, porque nem todas as ordens são válidas, ou ditadas por pessoas sábias e bem intencionadas. Não discuta com um ignorante, se ele enxerga as coisas de uma forma limitada, talvez seja porque não exista nele a real vontade de enxergar a verdade.
Se você for esforçado mentalmente, poderá estar caminhando rumo à verdade do contexto. Mesmo que você entenda de pintura, ou seja, mesmo que entenda/estude o assunto que comenta, ou que tenha passado pela mesma situação na vida várias vezes, não quer dizer que saiba tudo sobre isso. Nunca se sabe o suficiente.
Se tiver gosto pela reflexão (pensamento), poderá ter uma percepção tão ampla do ''quadro''(acontecimento/tema/fato)
quanto aquele que o estuda, ou que passou por ele várias vezes (aquele que entende de pintura). O pensador é um questionador incansável, o entendedor de pintura geralmente acha que sabe o suficiente. Quem tem mais chances de cavar até as profundidades da verdade?
6.) AS PEQUENAS DIFERENÇAS ENTRE O SÉTIMO E OS OUTROS IRMÃOS
Nem sempre o que os loucos/excêntricos dizem é verdade. Muito menos o que você gostaria de escutar.
Muitas vezes não são lhes dado ouvidos. Mas talvez seja interessante dar mais atenção ao que eles têm a dizer.
Desconfiar nem sempre evidencia uma postura sóbria, mas nunca é demais questionar as mensagens ou contradições de um conteúdo apresentado. Se existem intenções particulares por de trás deles.
O que houve de sábio na atitude do sétimo irmão, tanto quanto esse questionamento, foi a falta de disposição pra debater.
E foi o fato de analisar a obra novamente, antes de afirmar ou negar qualquer coisa. Porque quem quer entende algo de fato não precisa persuadir ou convencer ninguém do que viu. Sabe que a interpretação dos irmãos, apesar de incompleta, poderia se igualar à ele se houver mais esforço ou interesse por parte deles para entender. E sabe também, que cedo ou tarde, saberiam da verdade. E caso ele estivesse errado, ao menos não se passaria por bobo.
7.) AS IDADES NÃO IMPORTAM TANTO
Não foi mencionada nenhuma referência feita às idades dos irmãos,
porque o número de aniversários nem sempre torna a percepção de um observador melhor que a de outro. Essa percepção é aumentada através da receptividade para aprender, seja com as próprias experiências, ou com a dos outros.
Há quem passe por muitas experiências acerca de uma mesma situação, e nunca aprende, mesmo depois de ter envelhecido.
8.) O PAI
O pai é um motivo por de trás dos acontecimentos da vida. Por de trás de todos os quadros que são vistos.
Pode ser o que você quiser; D's, o Universo, o destino, o ''eu superior'', a própria vida dando palpites. Não importa.
O pai leva os filhos para os fatos/acontecimentos (exposição dos quadros) para que aprendam algo. Se você recusa o que o seu ''pai'' tem a dizer, ou a te mostrar, ou finge/julga de maneira convicta que ele não existe, é provável que na essência, esteja sendo um ignorante.
Conto as horas
Para que apareça
De repente,
Numa manhã contente,
Numa noite reluzente,
Por aqui,
Com a fala branda
E a calmaria do signo
De terra,
Vendo de longe
A profundeza da água
Sem muito se aproximar,
Para nela não mergulhar!
Ah,
Olhar tão manso
Que outrora
Fez-se canto
Nessa terra brejeira
De encantos,
É uma tal de melancolia
Viver a aceitação,
Amar o tanto que se ama
E ter como aliada a imaginação,
É o que diz,
Que uso a imaginação,
Mas no fim de tudo
O que compensa é amar
Sem amarras e segredos,
De uma forma
Que o grande
Sequer alcance
A infinitude do mar.
O conto da flor rosa
Percebi que nos últimos dias ele estava meio cabisbaixo. Então resolvi, como ele sempre faz com todos, alegrá-lo. Só que descobri segundos depois que eu não tinha muito bem esse dom. Mas pensei em qualquer coisa, por mais sem graça que fosse. Então, me aproximei dele e, com as mãos juntas e fechadas, estendi-as à ele.
- Ei, tenho uma coisa para lhe mostrar.
Ele, um tanto curioso, perguntou-me o que era. Então, abri as mãos, ainda mantendo-as juntas, e perguntei-lhe se ele conseguia ver uma flor rosa. O fato era que não existia nenhuma flor rosa em minhas mãos. Elas estavam vazias. Mas ele disse:
- Sim, estou vendo.
Olhei-o um tanto curiosa. Então ele soube jogar. Soube usar a imaginação. E eu prossegui.
- Ok. Agora pegue essa flor nas mãos.
Ele fez de conta que pegava, porque a flor não existia. Feito isso, eu disse:
- Agora coloque-a no bolso. Mas, quando chegar em casa, tire-a do bolso para não amassá-la. Cuide bem dela.
Ele fez de conta que guardava uma flor no bolso da calça. e depois ele disse:
- Ok, mas a flor vai morrer depois de uns dias, e aí o que eu faço?
- Se quiser, chore. Ou apenas lembre dela. Lembre da beleza dela.
Terminado isso, me afastei dele. No dia seguinte, ele veio à mim:
- A flor ainda não morreu, mas já está murcha.
- Tudo bem, é a vida.
Ele ficou me olhando, parecia um olhar curioso. Perguntou-me:
- O que quer dizer com a história da flor?
- Ainda não compreendeu?
- Não.
- Pensei que já.
- Mas não entendi ainda.
- Ok, vou lhe ajudar. É simples. Relembre a história da flor. Agora imagine, no lugar da flor, uma pessoa. Uma pessoa qualquer, sem identificação.
Passados alguns segundos, eu prossegui:
- A flor é alguém que lhe ama. Você deve cuidar de quem lhe ama. Você deve apreciar a beleza interior de quem lhe ama. Você deve fazer isso antes que seja tarde. Antes que essa flor morra. Porque todos nós vamos morrer um dia, e não se sabe quando. Então saiba dar valor enquanto tem.
TEMPO ,tempo tempo ....
Me fale de você tempo ...
Que te conto de mim
E em cada frase seu nome será dito .
Tempo dono do meu tempo
Tempo dono de tudo
senhor das mudanças
Senhor das coisas
Tempo senhor de idas ,dono das voltas
Tempo que faz ruir ,tempo que constrói .
Tempo que leva esperança
Que derruba sonhos
Tempo que trás vida ,
Tempo que leva o sopro
Tempo de promessas esquecidas
Tempo de folhas caídas
Tempo que foste amigo
Tempo grande inimigo ...
Tempo de sorrir
Tempo maior pra chorar .
Tempo me diga então aonde esta seu coração
SE entra como brisa
e Destrói como furacão ?
Ah senhor tempo, não sei te peço a bênção .ou se me viro de vez ....
Tempo me diga por piedade mas me diga a verdade
O que você fez com meu pobre coração ?
Que hoje acorrentada na saudade
Lamenta assim , sem lado o presente de um passado
eo passado de um presente
Que não entra em comunhão pois você com sua mão embaralhou tudo !!!
Se podes me responder deixo aqui pra você meu verso triste desta hora ,que foi o verso de outrora e será amanhã talvez
Porque colheste meu fruto ainda tão verde e não me deixaste ver a marca do tempo em seu rosto que guardado no retrato jamais fará historia ....
edmasfcosta .....
MAIS UM CONTO DE AMOR
Foi no meio de um convívio feliz e duradouro que, desde que me entendo por gente e, permanentemente vi e senti o amor se propagar nas suas mais belas demonstrações. Pouquíssimas vezes vi meus pais discordarem aliás, eu diria até que foram feitos um para o outro. Se assemelhavam em tudo. Qualquer pessoa por mais estranha que fosse à nossa família, poderia perceber que naquele relacionamento havia uma coisa mais forte que um laço de uma simples união. E assim foram durante toda suas vidas, companheiros inseparáveis. Mesmo com tantos filhos e muitas dificuldades nunca se desentendiam. Apoiavam-se mutuamente. Praticamente, tinham os mesmo gostos pra culinária, artes cênicas, cinema, política e principalmente música. E, quando alguma coisa não andava bem, discutiam moderadamente o bem comum. Uma coisa que sempre me admirou neles, foi a forma como liam o pensamento um do outro, como se houvesse uma telepatia. E não eram raras às vezes...
Praticamente os amigos eram os mesmos amigos de sempre.
Na nossa casa, liberdade de expressão sempre era o 'prato do dia'. Lembro-me de que cada filho expressava à larga mesa seus sonhos, suas convicções. E o posicionamento dos meus pais era sempre de ouvir todos com o mesmo carinho acolhedor, com a mesma atenção. E quando discordavam porventura do pensamento exposto daquele filho, orientava e aconselhava da maneira mais sensata possível. Assim fomos todos bem criados, cada qual com sua opinião própria. Meus pais sempre foram justos, honestos, trabalhadores.
Tudo sempre era divido entre os filhos na mesma proporção.
Nos finais de semana, quando podíamos degustar do bolo saboroso que minha mãe fazia, observava meu pai reparti-lo em onze partes iguais. Éramos servidos por eles em uma única e repentina rodada...horas depois ainda mastigávamos o sabor tão repentinamente degustado. E sempre com o mesmo amor, a mesma alegria!
A vida é como um conto de fadas
A varinha mágica são os nossos sonhos
Cada pedido são nossas realizações
De coisas boas ou ruins
Vai depender o que desejarmos
A forma que plantarmos
Cada pedido desejado
Mas tudo tem sua causa e efeito
Se plantarmos coisas ruins
Colheremos frutos podres
E quando iniciarmos a subida da escarpa
Acontecerá uma grande queda
Num abismo de tristeza e sem vida
Mas se plantarmos coisas boas
Colheremos saborosos frutos
E nossa subida será tranquila
E contemplaremos lá do alto
A verdadeira felicidade de viver a vida
A vida nos encanta
e a gente canta a vida
a vida a gente conta,
conta como conto
letrado, manuscrito
e melodia ao choro
a força ela dedilha
à sombra dos seus sonhos
quando se tem cavaco
e quando não, aos olhos
a falta ou excesso
de algum amor
se vem, se bate e volta,
pra qualquer efeito
ela só quer que a gente
fale sobre ela
e se a gente não fala
se nega a cantar
ela te sulga toda
lágrima do corpo
então, eu vou cantar
que hoje estou amando
e que ontem chorei
sozinha procurando
uma forma de esquecer
meu bem há tanta vida
no meu coração
porque você ta dentro
em cada distração
em cada parte do meu ser
e existir, e quando eu paro
e penso ,logo penso em ti
Conto do Coração sedentário
Ontem encontrei um sedentário, um coração que descansava meio despreocupado, em seu rosto um sorriso meio morno, olhos que lentamente piscavam no horizonte, e por vezes e alguns minutos nem abriam.
Sentei ao seu lado, numa rede que havia, dei duas balançadinhas de leve e no "ringir" daqueles enferrujados tornos fui arrancar alguns motivos.
Ouvia pouco, pois era de uma voz meio arrastada, um tanto tremula, mas dava para entender do que se tratava. Em meio ao diálogo que fui arrancando percebi que algumas veias já estavam secas, então foi evidente perceber que aquele se tornara um coração preguiçoso, era muito claro a falta do sangue quente que pulsara ali outrora.
Me contou dentre tantas coisas, que tinha vivido com um outro coração, e o mesmo te dava muito carinho, todas as atenções possíveis e nos mais diversos meios de comunicação, porém te traiu, e foi uma decepção só. Mas dessa vez tentou sorrir e saiu a rua, e saindo de casa foi aos ambientes mais sociais em busca de outro coração (ainda estava decepcionado), quando se encontrou com outro coração, engoliu o ar e foi lá, dançaram juntos naquela balada noturna, quando no dia seguinte o mesmo não te ligou, e aquilo se tornou uma frustração.
Mas coração de balada você sabe como é (...)
Sem cansar muito e nem pensar mais que duas vezes, saiu a sua rotina diária acabando por se deparar com o que ele chamava de 'hipertenso', era aquele típico coração que quer fazer todos os planos, mas nada muda com o passar dos anos, só bate, bate e bate acelerado com muitos desses planos, sufocava, agredia, mas não parava e tipo, não mudava. Desse cansou, nem sabe mais por onde andará este.
Só restou voltar para casa e por eventualidade daquele momento encontrou outro coração, esse mais carente, molhado de tanto que chorava, convenceu a tomar um sorvete e dar uma volta na praia, fizeram isso juntos e por fim percebeu um ar de amizade, hoje são grandes amigos e moram em cidades distantes.
Chegou, abriu a porta, tomou um bom banho para tentar tirar todas aquelas situações, sentou-se ali no alpendre, descansou sua alma, quando num monólogo interior disse.: 'Sentai, esperai que tão como você apareceu a tantos corações, o seu haverá de ser apresentado, mas apenas a quem quiser ser seu.' Então ali ele permanece até hoje, descansado, preguiçoso, sedentário.
Depois de ouvir tanto, só não quis me convencer, então sai em busca de meu coração. É melhor morrer tentando, a enfartar por corações partidos.
Está na hora de acordar e perceber que a vida não é um conto de fadas. Que nem sempre os principes são tão perfeitos e as mocinhas tão indefesas.
Esta na hora de se dar uma chance e viver cada momento como se fosse unico, porém apostando tudo nos "sins e nos nãos" da vida. Nem sempre a gente pode ter tudo o que queremos, mas podemos fazer do pouco que temos um tudo...
Nessa chuva tão ensurdecedora , lá vejo a minha autora , autora do meu conto juvenil,com alegrias e amores mil
uma pessoa que eu queria sempre estar ou alguém que poderia namorar , mas como posso me apaixonar pela minha autora ,mas ela seria a mais promissora, nesse contexto não poderei pensar em nenhuma outra , sendo assim como pude me apaixonar pela minha autora , me deixar levar assim sem destino, assim depois de ser um homem volto a ser um menino.
