Contar Histórias
Evolua!
Das fontes da postura
Saí de mim
Encontrei culpa e
O que a história não conta
Não podendo calar
Tentei rir do tédio
Entre palavras de incentivo
Caiu moedas pelo caminho
Travei a batalha
Resiliência x Paranóia
Se alguém achar perdida
A batalha desta ida
E juntar as moedas
Do caminho
Ache o que está dito
Desde o início...
Ela aprendeu que o amor verdadeiro não é uma história perfeita de contos de fadas, mas sim uma jornada cheia de altos e baixos, de risos e lágrimas, de perdão e compreensão. E ela finalmente entendeu que o príncipe encantado não é aquele que a salva, mas sim aquele que a ajuda a se salvar a si mesma.
Você conta a história "A" para um colega e pede segredo!
O coleguinha entende "B", e sai contando para todo mundo
uma verdadeira sopa de letrinhas: "C", "D", "E", "F"...
E PIOR: AINDA DIZ QUE "A" NÃO PASSA DE UMA GRANDE INVENÇÃO!
É por isso que agora entrei em dieta.
Estou sem sopa de letrinhas, e sem contar nada a ninguém!
Vivo... Vivo... Vivo...
Tenho uma... História lembra...
Estou contente por ter te contado.
Aqui estou... Contente ou não...
Continuo vivo... Contente ou não.
Você esta pronta ou não...
Estou vivo.
Feliz ou não.
Você esta pronta para sofrer.
Eu não...
Sou feliz do meu jeito.
Você não...
Eu continuo vivo...
E você...
Eu mereço estar.
Você não.
Essa é a questão.
A Guerra da Balaiada sob o olhar do oprimido
Quem quer ouvir, ouça agora
A história que vou contar
Ouvi tudo dos mais velhos
Moradores deste lugar.
Hoje terra bela e abençoada
De belezas sem igual
Mas aqui já foi cenário
De uma cena triste e brutal.
Foi a Guerra da Balaiada
Um conflito esmagador
Derramando sangue de muitos
Um cenário de terror.
Aqui era Vila da Manga
Quando o caso sucedeu
Maranhão em meio à crise
E uma prisão que aconteceu.
Irmão do Raimundo Gomes
Vaqueiro distinto e afamado
Foi preso à mando do prefeito
Mas foi logo libertado.
Vaqueiro Raimundo Gomes
A cadeia logo invadiu
Libertando seu irmão
E todos, que ali ele viu.
Aproveitando o momento
De revolta e desconsolo
Juntou-se à Negro Cosme
Bravo líder quilombola.
Conquistando mais apoio
Juntou-se à Manoel dos Anjos
Um fabricante de balaios
Artesão que honrava o nome.
Mestiços e pobres brancos
Vaqueiros e escravos evadidos
Sertanejos e vaqueiros
Representando o povo oprimido.
Uma grande massa popular
Que logo se propagou
A Guerra da Balaiada
Que Raimundo Gomes iniciou.
Na luta continuaram
Contra pobreza e opressão
Conquistando Vila da Manga
E Caxias do Maranhão.
Sob o olhar do oprimido
Aquela luta era justa
Onde o povo tinha vez
Contra a miséria absoluta.
O saldo triste era grande
Suor e sangue derramavam
Pois os balaios guerreiros
Há muito tempo já lutavam.
Seguiam firmes nesta luta
Dominando terras estavam
Chamados por muitos de rebeldes
A elite já incomodavam.
Mas agora entrava em cena
Um homem também destemido
Enviado para tentar dominar
A rebeldia do oprimido.
Era o Duque de Caxias
Militar de vitórias afamadas
Para pacificar a província
Para a região foi enviado.
A luta cada vez mais sangrenta
Enquanto sua tropa avançava
Os balaios já bem cansados
Sem demora seriam dominados.
Caçando duramente os balaios
Conseguindo os dominar
Matando muitos rebeldes
A vitória veio a conquistar.
Assim viu-se o fim da saga
Daqueles homens guerreiros
Que sendo heróis ou rebeldes
Bravamente lutaram por seus diireitos.
...
Quantos silêncios
moram em uma árvore?
Até as pedras
contam histórias
devaneios de fim de tarde.
O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.
AS MALAS...
Coloquei todas as mágoas, dissabores e emoções de uma história vivida contigo dentro das malas… Enquanto isso espero que o tempo as busque e acople em tua consciência essa história inacabada…
Que floresceu luz e se fez vida, mas que por ti foi renegada…
Onde está essa luz?
Pergunte ao teu coração, que dirá que essa luz pra ti agora é uma casa vazia e fechada!
Cada pessoa tem uma história para contar, uma experiência singular que a define e a torna quem é.
É importante lembrar que a bagagem que carregamos não define quem somos, mas sim como lidamos com ela. Podemos escolher transformar dificuldades em lições e construir uma versão mais forte e resiliente de nós mesmos.
Nossa bagagem é o que nos torna humanos, vulneráveis e corajosos. Sejamos compassivos, solidários e dispostos a ajudar. Unidos, podemos enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresente, sabendo que nunca estamos sozinhos em nossa jornada.
- Edna Andrade
Vezes sem conta na história dos negócios, um concorrente desconhecido vem do nada e, em poucos anos, ultrapassa os líderes estabelecidos sem que aparentemente se tenha esforçado muito.
Não adianta me julgar, contar histórias fictícias e achar que vai ganhar algo valioso com isso.
A única coisa que você vai ganhar é algumas horas de atenção.
A verdade sempre prevalece e a mentira sempre tem um fim trágico!
Eu não era nem o melhor do mundo nem uma das piores contratações da história do Real Madrid. Eu era um filho de Deus. Minha identidade estava na fé. Deus me amava em qualquer situação.
Me conte historias.
Deixe-me dormir
Em seus braços.
E me faça sonhar que
Sempre estará ao meu lado
Por toda a minha vida.
Não era um verso
Um soneto
Um contratempo...
Não era uma partida
Uma historia,uma saudade
Quem sabe seria um sorriso
Um beijo,detalhes....
Eram simplesmente nada
Mais que momentos
Eternizados entre eu e você
O escritor é um contador de histórias, um inventor de fantasias. Mesmo sendo algo absurdo ou improvável, defendemos com firmeza a citação, sem nos importarmos com a possível repercussão, escrevemos e divulgamos, em papel imortalizamos. Nossa meta é ser lido, todo escritor tem esta intenção.
