Contar Histórias

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Todos nós temos uma história pra contar,eu, você. tu sabes qual é a tua história?procure entender o teu passado ,so assim entenderá o teu presente e desenvolverá o teu futuro.

Inserida por Simao48

Venha cá meu colega,
Venha aqui se sentar,
Pois uma breve história de um amigo,
Preciso lhe contar.

Um camarada ingênuo,
Sempre achava ter razão
Acabou por supérfluo,
Perdendo-se de antemão.

Dentro de seus pensamentos, pensava avistar
Sob próprios fomentos, começou a turistar.
Triste história sobre qual imaginar entre
Suas palavras perdia o amar, iminente.

Venha cá meu colega,
Vamos nos encontrar,
Pois essa breve história de meu amigo,
Não quero que vá reencenar.

Inserida por Ancassuerd

⁠Diferente dos demais,
evito olhar para trás.
Não sou de contar histórias,
pois todo erro é um aprendizado,
e não preciso relembrar o passado.
Diferente dos demais,
não olho para trás,
pois tenho um olhar flexível,
e cada dia é outro nível.
Diferente dos demais,
curto olhar para frente,
esperando sempre algo diferente.
Diferente dos demais,
não olhe para trás,
pois tudo tem um fim,
feliz ou triste,
mas ele existe...

Inserida por JesuelAndrade

⁠A vida é uma dádiva,
E vivo com maestria.
Cantando, contando histórias...
Escrevendo poesia.
A família é minha base,
Cada um têm sua arte,
Têm amor, têm alegria.

Inserida por paulinhoalves

⁠FOREVER!!!
Quando contextualizamos nossa verdadeira história, elas atravessam as portas do contemporâneo! Viva, para nos fortalecer! Ancestralidade, rainhas, moças, rapazes e mocinhas, narrativas de bravura! O cajado são contos passados, nossa ferramenta! nosso legado! A consciência motiva a resistência! O super-herói! Sempre será presente vivendo em nós...

Inserida por elizete1598

Você mente, colonizador!

Existem histórias que você não contou,
bonitezas identitárias de povos que subestimou!
A nobreza do povo preto, que você ocultou,
e em atos de violência raptou,
levou para as diásporas, escravizou!

Hoje dizem que esse povo não contribuiu,
que a cor preta não tem valor,
que não existem dívidas.
Mas o trabalho forçado, que você explorou,
é um silêncio perturbador!

Essa dívida, colonizador,
gerou juros, correções,
riquezas que você embolsou,
privilégios que seus descendentes acumularam.
Nem dividendos compartilhou!

O senhor mente, colonizador!

Escondeu nos escritos, nos livros,
que havia pretas e pretos cientistas, arquitetos, criadores!
Que havia conhecimento de doutor!
E a ciência natural, que você usou?
Desconsiderou!

E as ervas medicinais,
indicação dos ancestrais,
aquelas que te curaram?
Chamou de magia,
condenou como inflação, bruxaria!
Sentenciou e matou,
ainda mata nestes dias!

Queimou, ainda queima,
nossa religião,
negou, demonizou!
Nos deu rótulos de infratores,
mas foi você quem transformou em escravo
um ser humano,
livre como pássaro,
para depois abandonar, desempregado,
sem assistência, sem reparação.

Quem com ervas te salvou?
Intolerância é sua moeda de valor!

Mulheres pretas foram dizimadas,
as mesmas que seus filhos amamentaram,
lavaram suas roupas, passaram,
cuidaram da sua casa, cozinharam,
deram à sua boca sabores e iguarias!
Ah, como o branco gostou!
Tanto, tanto, que se apropriou.

Ainda assim, eram obrigadas
a satisfazê-lo nas madrugadas,
quando a senhora estava cansada.
Essas pretas, criadas,
apanhavam das mulheres brancas mal amadas,
tinham seus bicos de seio arrancados,
eram chicoteadas,
mas o pior destino era ver seus filhos arrancados!

Vocês rotularam de liberdade
quando expulsaram o povo preto da cidade,
enxotaram das mansões,
sem direito a indenização,
sem direito à educação,
sem direito ao trabalho,
sem remuneração,
sem direito, sem dignidade de cidadão!

Convidaram brancos de outras nações
para assumirem cargos,
com cotas e indenizações,
com renda e título de cidadão.
E disseram que o povo preto,
andando na rua sem emprego,
seria preso.

Aí, superlotação!
Matança!
Antes de chegar na prisão,
o extermínio é a solução!

E a contemporaneidade?
Quinhentos anos depois,
quase nada mudou!
O rio é de dor,
encontro de sangue derramado
com lágrimas de mães em luto, afogadas!

Tiro certeiro do preconceito,
não é bala perdida.
A direção é sempre a mesma:
pretos nas periferias!

Toda mãe teme o cruel destino
de seus filhos amados.
Mas quem está sentindo?
Se as balas já têm destino?

Corpos-crianças,
meninos estendidos,
perfurados de balas!
Quem matou os caras?
Os inimigos!
Nos veem apenas como bandidos,
os pretinhos.

Toma cuidado, filho!
As drogas abreviam os caminhos,
encurtam vidas de meninos!
Mas, qual seria mesmo o destino?
Não responde.
Mas silêncio não é racismo?

Silêncio.
OUVI TIROS!
Dor no peito.
Mais um extermínio do povo preto.
Sempre escolhido.

Estas terras,
que tantos povos abrigaram,
agora são regadas
com sangue de pretos,
Senhor Colonizador!

Mas o que cresce livre
é nossa consciência.
Ela brotou.
Nossa ancestralidade aflorou.
E agora, brotamos para sustentar justiça.

A justiça há de haver!
Neste caminho de identidade a florescer,
este é nosso oásis!
Onde saciaremos nossa sede temporal
com liberdade.

Tudo que se foi,
renascerá em tantos outros tempos,
quantos forem necessários,
para fazer-se presente
em todos os presentes modernos e borboletear.

Nós sabemos, nós podemos!
A raiz vingará!
Viveremos em outras, tantas naturezas.
Formaremos os nós,
resistindo por ideais,
com a força dos Orixás!

Inserida por elizete1598

⁠A História Não Contada
O vento soprava forte sobre as águas revoltas. No horizonte, o sol se punha, tingindo o céu de vermelho, como se sangrasse em despedida. Nos porões escuros do navio, o ar era denso, pesado, misturado ao cheiro da madeira úmida e dos corpos amontoados.
Ali, entre as sombras, estavam aqueles que tiveram suas vidas arrancadas à força. Eram reis, guerreiros, mães e filhos, agora reduzidos a mercadoria. As correntes marcavam seus tornozelos, mas não podiam acorrentar suas memórias.
Dentre eles, um jovem chamado Obafemi mantinha os olhos fixos na pequena fresta de luz que entrava entre as tábuas. Ele não conhecia aquele mar, mas sabia que, além dele, havia uma terra desconhecida — e um destino cruel à espera.
— Meu filho… — sussurrou uma mulher ao seu lado. Era Iyalá, uma anciã que carregava no olhar o peso de muitas luas. — Se não podemos mudar o caminho, que o caminho não nos mude.
Obafemi não respondeu, mas apertou os punhos. Seu coração queimava com a dor de sua gente.
Alguns, em silêncio, decidiram que não seguiriam viagem. Preferiram entregar-se ao mar, nas mãos de Iemanjá, do que viver sob o domínio do inimigo. Obafemi os viu partir, um a um, dissolvendo-se nas ondas, e por um instante, pensou em fazer o mesmo.
Mas não fez.
O navio atracou dias depois. Os que restaram foram levados à força, empurrados para um mundo onde seriam vistos apenas como mãos para o trabalho, como corpos para o lucro. Chicotes cortaram sua pele, línguas estranhas tentaram roubar sua identidade. Mas dentro deles, a chama não se apagava.
O tempo passou. Obafemi sobreviveu. Seu nome foi mudado, sua voz abafada, mas ele nunca esqueceu quem era. Aprendeu a resistir, a lutar sem armas, a falar sem palavras. Seus filhos herdaram sua força, seus netos contaram sua história, e mesmo quando tentaram apagá-lo da memória do mundo, ele permaneceu.
Pois um povo pode ser acorrentado, mas sua essência jamais será escravizada.

Inserida por elizete1598

A Serra do Cipó é um pedaço do paraíso, onde a natureza conta histórias e a paisagem parece o começo do mundo.

Inserida por Ivo67

⁠"Enquanto os homens contam histórias que nunca viveram;
As mulheres vivem histórias
que nunca vão contar...
Talvez um dia eu te conto o
quanto gostei de você."

Inserida por olhos_tristes

Temos que respeitar a vida,
E tudo que nela contém,
Pois nossa história querida,
Só tem graça juntos de alguém.

Que possamos desabafar,
As vezes mostrar algo,
As vezes só pra conversar,
Sobre vida de um fidalgo.

Se destruirmos o planeta,
Com nosso EGO voraz,
Esqueçamos a caneta,
Não escreverá mais,

Vivemos em conjunto,
Com outros humanos,
Os animais,
Lutando todos juntos,
Nós como insanos,

Pensando que o planeta,
É nosso,
Aí ela a trombeta,
Daquele troço,

Apocalíptico,
Que nos demonstra,
Estamos deixando paralítico,
O nosso saber divino,

Precisamos dele,
Para caminhar,
Pois sem ele,
Não conseguimos,
Nem respirar,

Isso tudo é a criação,
Deixando vocês saberem,
Que devem se dar as mãos.
Pra não se esquecerem.

Que sendo humilde,
Podemos aproveitar a vida,
É um só um palpite,
De uma Vitória preferida.

Para termos casas,
Carros, barcos,
Apartamentos,
Tem que ter brasas,
Junto ao vento,

Queimar florestas,
Destruir a natureza,
Pq o que interessa,
É nossa proeza,

Em ser o mais rico,
O mais belo,
No alto do pico,
O mais intelectual,

Pensando não ter mau,
Ser só mais um,
Mas sabe o sal?
Que qualquer um,

Conhece,
Anda na vida,
Participa de sua prece,
Até nas tripa,
Ele desce.

Pra te alertar,
Que sua sabedoria,
É como o mar,
Você poderia,
Só demonstrar,

O quanto é bom pra tudo,
Pois nas aldeias de índios,
São todos juntos,
Tudo parece lindo,

Respeitando a natureza,
Vivendo com o que precisa,
Assim vejo a pobreza,
Uma forma que ameniza,

Essa nossa tempestiva,
Forma de levar a vida,
Usando de tudo um pouco,
E descartando como loucos,

Vamos comprando,
E substituindo,
Só estamos caçando,
Algo,
Nos iludindo.

Fazendo da vida uma miséria,
Pois sabedoria,
Tem provas na matéria,
É grande alegria,

E cores,
Tudo natural,
Quando por nossos amores,
Fazemos de um tudo artificial.

Pode até ser legal,
Mas as outras vidas,
Encontram seu destino fatal,
Na extinção.

Que causamos,
Tudo pra ter algo,
Enquanto andamos,
Construindo nosso viver,

Achando tudo nobre,
Mas pobre estamos a ser.
Enquanto não descobre.
Que é direito saber,

Que vida e viver,
Se misturam,
Pra você saber,
Que muitos juram,

Entender,
Muitas informações,
Estão a escrever,
E criar novas prisões,

Pra iludir seu EGO,
Seu modo de agir é cego,
Por isso emprego,

Junto a tantos,
Que por aqui passaram,
Que eram os santos,
Que outros alegaram.

Chico Xavier,
São Francisco de assis,
Sabe como é?
Gandhi,
Buda,
Jesus,
Bezerra de Menezes,

E quantas vezes,
Temos que ver de novo,
Pra perder os interesses,
Em meio ao povo.

De fantasias materiais,
Já tiveram nossos ancestrais.
E temos que repetir?
Acho que já é demais!

Tem que ter um fim,
A evolução é de tudo,
Para mim,
Parece absurdo,

Mas tudo quer viver,
E estar neste lugar,
Onde você,
Nem precisa falar,

Que também quer ficar,
Mas quando tem demais,
Além do que precisar,
Algo que se refaz.

Tenta te mostrar,
Que pra ter sua jóia,
Precisa tirar de algum lugar,
Pois então olha,

O que quero te dizer,
Sua simples carne,
Vem a ser,
Grande destruição,
De tudo e de você.

Gerando mais CO2,
Que veículos,
Tudo isso pra depois,
Arrancar os testículos,

E criar seu alimento,
E se acham evoluidos,
Nesse seu advento.
Sendo instruídos,

Por sabe lá o que.
De informações,
Sabe o que é merecer?
Alívio de tensões?
Crescer?
Em meio a tentações?
Ou mesmo ver.
Suas lamentações?

É necessário um lugar,
Para tudo isso,
Pra impactar,
De improviso,

Te digo,
E provo,
Sou seu amigo,
E me coloco,

Ao seu lado,
Por isso me ouça,
Esteja antenado,
De toda essa bagunça,

Pra se ver libertado,
Desta realidade,
Que está sendo fantasiado,
Em todas as idades,

Precisa olhar pro lado,
Pro mundo,
É tudo junto,
Animais, nos rios e lagos,

Árvores, natureza, mar.
Terra, pedreiras, e tudo que há,
Tudo junto,
Pra junto estar,

É preciso se conformar,
Que a evolução,
Pode se juntar,
Com a criação,

E viver de forma inteligente,
Fazendo da vida um milagre,
Não ser só mais um indigente,
Que fala que sabe.

E pra terminar,
Gostaria de agradecer,
Por poder compartilhar,
Todo o viver,

Que vive a implorar,
Um pedacinho,
De tudo,
Em tudo que há.
Pra ter sua simples vida,
A contracenar,
Com a sua e a minha.

Isso não é uma disputa,
De poder,
É uma grande luta,
Pelo simples direito de tudo.
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Mário Magalhães

Inserida por Mario-Magalhaes

⁠As vezes as histórias de amor são realmente um conto de fadas, só existe na sua imaginação.

Inserida por Rosane32

⁠minha alma pertence ao Senhor, minha história é contada e escritano livro da vida. busquei minha sabedoria com o tempo,deixarei ao mundo meus pensamentos para que sejam compreendidos. esquecer o homem que viveu nesse plano,e compreender a alma de um pensador.

Inserida por ted_willian_jacinto

É através do olhar no passado que o historiador contempla a história.

Inserida por yhuldsbueno

⁠As histórias contadas ao pé do fogão são arquivos vivos, tão valiosos quanto qualquer documento oficial.

Inserida por yhuldsbueno

Quem conta

Quem conta livros, conta histórias, conta poesias, canta músicas, canta mulheres. Quem canta desencanta por pessoas que se faz de conta.

Inserida por Fernand0S

Se você der uma grande contribuição à vida de alguém, passará a fazer parte da história de vida desta pessoa para sempre. Faça diferença neste mundo tão indiferente.

Inserida por AlexsandraZulpo

⁠Nunca contei com a sorte.
Sempre foi Deus o autor de toda a minha história.

Inserida por NeiaCastro

⁠Vencer não é fácil. Os perdedores contam a história; os vencedores estão sempre em batalha, sem tempo para narrá-la.
Pois bem sei eu que vencer não é chegar a algum ponto, mas buscar o que não se pode achar e manter-se em constante peleja, sob a égide da defesa do que se conquistou até então.

Inserida por LeviGomesBizerraLVGB

Em ti eu quero ser
Em ti eu quero estar
A ti eu Apresento meu querer
Minha história poder contar

Não se nega a Verdade
Nem pode se esconder
Quem estiver com falsidade
Escondendo Deus vai se arrepender

Deus é o homem verdadeiro
Ele veio à terra para nos salvar
Fora maltratado,humilhado,morreu no Cruzeiro
Hoje está no Céus a Reinar!

Quem quiser que tenha outra esperança
Mas nessa aqui vou me firmar
Para sempre guardar na lembrança
O que Deus tem para nos dar

Inserida por SamuelRanner

Fiques tranquilo.Tua História jamais será esquecida.Alguém sempre a lembrará e a contará por gerações!

Inserida por SamuelRanner