Contar Histórias
O CONTO QUE NÃO SE CONTA
Cada história possui o lado que contamos e, aquele que ela por si só vai dizer.
Não seria diferente nesta que vamos agora prosear!
Em fins dos anos de 1960, surgia aqui no Brasil um sujeito que doravante vai figurar como protagonista de nossa narrativa.
Aqui, porque lá fora ele já dava o ar da graça, não sei se com o mesmo rosto. E, só agora, meio século de seu nascimento é que passei a conhecê-lo e ter meus primeiros contatos, afetivo e efetivo com ele, e tudo aconteceu, Plá, assim. Como um estalo. E me apaixonei. Claro, não sei se foi recíproco o sentimento. Mas foi amor, e amor à primeira vista. Quando ele me foi apresentado, logo chegou de mansinho, ali, tímido, conciso e integro. Pequenino porem forte, sua suposta timidez paradoxalmente trazia consigo muita definição.
Eu, que sempre fui amante da arte, alguma coisa mais, digamos romântica ou prosaica por assim dizer.
Fiquei embasbacado com a beleza e sutileza daquela persona.
A cautela me faz não querer contar nada a principio.
À medida que nossa relação se consolidava comecei a tornar pública minha admiração àquele jovem, de gênero ainda não bem definido aos olhos da crítica literária que ainda, salvo as exceções, permite-se negar sua identidade e seu lugar de pertença.
Digamos a pequena cidade de Guaxupé – MG. Onde nascera e, antes de demandar pânico à sociedade feminina Curitibana como O vampiro de Curitiba... Aquele jovem já se apresentava incorporado em Amanhã, Camila, A mal amada, o sabor do humano e outros. Todos, filhos dos pioneiros do grupo de Guaxupé.
Em 1969, enquanto eu dava meus primeiros passos à adolescência, o nosso personagem já estreava como protagonista e estrela de capa da Plaquete “Cadernos-20” publicada pela imprensa oficial de BH. E hoje somos efetivamente casados e com uma proposta de afetividade em construção.
Sobretudo esse moço que teve sua identidade havia anos, velada, possui nome, e é filho de Francisca Villas Boas e seus contemporâneos. Atendendo pela graça de Miniconto. Apesar de sua grandiosidade. Sendo assim, é, sim, um conto que se conta.
Se eu tiver que te contar uma história de amor, que se faz mais forte com os desafios e o tempo…
Conto-lhe sobre nós!
AS MALAS...
Coloquei todas as mágoas, dissabores e emoções de uma história vivida contigo dentro das malas… Enquanto isso espero que o tempo as busque e acople em tua consciência essa história inacabada…
Que floresceu luz e se fez vida, mas que por ti foi renegada…
Onde está essa luz?
Pergunte ao teu coração, que dirá que essa luz pra ti agora é uma casa vazia e fechada!
Quando aprenderes o valor do texto e não da moral da historia contada para alegrar ou entristecer o espírito, então saberás o que é literatura.
Cada pessoa tem uma história para contar, uma experiência singular que a define e a torna quem é.
É importante lembrar que a bagagem que carregamos não define quem somos, mas sim como lidamos com ela. Podemos escolher transformar dificuldades em lições e construir uma versão mais forte e resiliente de nós mesmos.
Nossa bagagem é o que nos torna humanos, vulneráveis e corajosos. Sejamos compassivos, solidários e dispostos a ajudar. Unidos, podemos enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresente, sabendo que nunca estamos sozinhos em nossa jornada.
- Edna Andrade
Vezes sem conta na história dos negócios, um concorrente desconhecido vem do nada e, em poucos anos, ultrapassa os líderes estabelecidos sem que aparentemente se tenha esforçado muito.
"Lembre-se de que o medo é uma história que nos contam ou que nós mesmos inventamos - em cima de nossas crenças limitantes - e tomamos como verdade. Mas que quando metemos o pé na porta do medo 😱, do outro lado tem uma vida memorável à nossa espera!" (CH²)
Não adianta me julgar, contar histórias fictícias e achar que vai ganhar algo valioso com isso.
A única coisa que você vai ganhar é algumas horas de atenção.
A verdade sempre prevalece e a mentira sempre tem um fim trágico!
Eu não era nem o melhor do mundo nem uma das piores contratações da história do Real Madrid. Eu era um filho de Deus. Minha identidade estava na fé. Deus me amava em qualquer situação.
"Eu não critico o fofoqueiro, porque ele é apenas um narrador que conta a minha história. Enquanto ele fala, eu sigo vivendo e escrevendo novos capítulos."
Me conte historias.
Deixe-me dormir
Em seus braços.
E me faça sonhar que
Sempre estará ao meu lado
Por toda a minha vida.
Não era um verso
Um soneto
Um contratempo...
Não era uma partida
Uma historia,uma saudade
Quem sabe seria um sorriso
Um beijo,detalhes....
Eram simplesmente nada
Mais que momentos
Eternizados entre eu e você
O escritor é um contador de histórias, um inventor de fantasias. Mesmo sendo algo absurdo ou improvável, defendemos com firmeza a citação, sem nos importarmos com a possível repercussão, escrevemos e divulgamos, em papel imortalizamos. Nossa meta é ser lido, todo escritor tem esta intenção.
Desde a criação do mundo esta história é contada, não é uma lenda, não é inventada, dizem que é a pura realidade, que acontece o tempo todo, na pequena e na grande cidade, faz parte do sentimento e da natureza, eu acredito e tenho absoluta certeza, digo isso com toda a minha sinceridade, apenas observando o comportamento das pessoas, da humanidade, dizem que mesmo delicada, a mulher tem o poder de matar o homem, não importando a sua virilidade, se ele é grande, se tem ou não maioridade, é a constatação de um fato, é muito simples, não é nada complicado, é um poder que somente a mulher possui, algo que no mesmo momento é ativado, isso se o homem estiver por ela apaixonado, diante desta fragilidade, ela não precisa usar a força e nem qualquer tipo de arma, basta o olhar e um sorriso de graça... Ah, se for exagero, me desminta se puder, pois acredito que todo homem apaixonado, sempre estará disposto a morrer por uma mulher!
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