Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
A única paixão que leva ao amor é aquela onde você se apaixona pelo o que a pessoa é, e não pelo o que ela tem.
Seria mais fácil gostar de outra pessoa pela beleza exterior, encontrar alguém bonito por dentro não é uma tarefa das mais fáceis.
A essência desta questão é entender que este nosso "eu" interior — esta outra pessoa dentro de nós — precisa ser controlado. Não lhe dê atenção — fale com ele, condenando, censurando, exortando, encorajando, relembrando-o daquilo que você sabe — em vez de ouvir placidamente o que ele tem a dizer, permitindo que ele o leve ao desânimo e à depressão. Certamente é isto que ele sempre fará, se você lhe entregar o controle. O diabo tenta controlar o nosso "eu" interior, usando-o para nos deprimir. Precisamos nos erguer, dizendo como este homem: "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim?" Pare com isso! "Espera em Deus, pois o louvarei. Ele é a salvação da minha face, e o meu Deus".
Ao contrário do superego, o Ego pode ser observado e analisado pela própria pessoa. Podendo ser analisado, a pessoa pode modificá-lo, retirando dele tudo que lhe parece ruim. É o que se chama autoanálise.
Da mesma forma que a paixão não nos deixa ver os defeitos da outra pessoa, a implicância não nos deixa ver as qualidades.
Remorso é um sentimento percebido pela pessoa quando ela é avisada pela sua própria consciência do erro cometido, daí, ela passa a carregar um sentimento de culpa, um peso ou tristeza profunda que tenta convencê-la que agiu contra a sua própria natureza. Mas isso não produz uma mudança nela e quando menos se espera comete o mesmo erro novamente. Já o arrependimento produz um sentimento de pesar, muito mais do que o derramamento de lágrimas, a pessoa se transforma e nunca mais comete o mesmo erro outra vez. Portanto, saiba diferenciar esses sentimentos.
“A pessoa de mentalidade pobre concentra-se na crise, mas aquela de mentalidade nobre procura soluções.”
Não soque a cara de quem você não gosta, passe maquiagem no rosto dessa pessoa e depois diga... Pronto terminei sua pintura de palhaço.
Mas a verdade é que todos nós - sem exceção - somos atores nesse teatro chamado vida. Algumas pessoas usam esse dom para enganar as outras. Já outras, usufruem dessa dádiva colocando um sorriso no rosto na tentativa de esconder uma dor, uma frustração ou uma decepção. A grande questão não é saber se realmente somos atores, mas sim que tipo de atores nós somos.
Toda pessoa viciada tem dificuldade para deixar a droga que lhe destrói a própria vida. Pense nisso e tome uma decisão. Se já fez, continue!
- Tu me enganaste com outra pessoa!?
- Desculpa, mas estava escrito.
- Não estava escrito, tu é que acabaste de escrever!
