Coisas que Voce Aprende depois dos 40
Depois de tudo que passamos longe um do outro, finalmente conseguimos ser amigos de novo, isso é quase uma vitória pra mim. Te ver de novo com um sorriso no rosto e dando gargalhadas tem sido a melhor coisa dos meus dias. Meu único medo é te perder, outra vez.
Quem humilha,quem pisa outros Quem faz outros chorar, depois pode ser humilhado pisado e há de Chorar também.
Depois dos 30 anos,
a vida é uma eterna reflexão,
onde a maior distração é tentar consertar os erros do passado
sem poder pedir perdão.
Pra não perder mídia tem casal renovando votos a cada mês de namoro. Depois vem todo o resto até a separação.
Negligência
Um dia tu tivestes uma jóia nas mãos.
Após adormecer, depois de uma noite frívola,
Destes por perceber que a gema não existia mais,
E que, naquele momento, não te importavas,
Acreditando que no escrínio encontraria uma semelhante.
No recipiente de madeira do armário, carcomido pelo tempo,
Encontrastes apenas lembranças de uma vida jovem magoada,
Cheia de ânsias, que te faz atirar olhares, braços e pernas,
Carne, alma, boca de onde saem poemas, para todos os lados.
E no vento tudo se esparge e nada se junta
Nada foi o que restou da gema desaparecida.
Talvez tu te lembres de um fino raio de sol que a permeou
E morreu na Iris dos teus olhos.
O Guerreiro também cansa, mas luta porque acredita na mudança, vai vivendo a esperança. Depois da tempestade vem a bonança então mantém! a vida é um dia de cada vez.
Qual o preço que se paga por optar o caminho errado?
Hoje, depois de anos, sigo ainda sem resposta e com uma única certeza:
A certeza de que nossa força vem conforme ganhamos humildade na análise do quão forte somos.
Muitas vezes me julguei forte demais e tomei decisões pelas quais pago um preço alto hoje.
Na prepotência do passado criei um presente doloroso.
Hoje vejo que nosso futuro está na insignificância da escolha de qual caminho seguir
Fique certo de uma coisa, as consequências virão
A vida precisa seguir seu curso, esteja você preparado ou não.
Seja humilde.
O mal de muitos é só admirar
e viver as pessoas depois que elas se vão.
Em vida, pouco valorizam.
Depois ficam ressaltando e vivendo de suas memórias...
Se alimentando de tudo que poderia ter sido.
"Poderia"... Exatamente.
FUTURO do Pretérito, mas que não foi...
Vai viver quem você ama para poder ser pretérito PERFEITO meu irmão!
Amor é quando a gente tem vontade de se perder dentro do outro... Simplesmente para depois...
Poder se encontrar dentro do outro..
Depois que se desnuda e se une a nossa alma a Deus, nenhuma atribulação a fará tremer, porque ela passa a ser unicamente essência, luz, fé, gratidão, humildade, paz e amor.
Hoje quando acordei depois de uma noite difícil abri a janela do meu quarto e olhei para o céu, estava um dia lindo um azul que acalmava a mente, somente os som dos passarinhos pela manhã e isso trouxe a paz que precisava, a angustia de alguma forma se foi, todo dia Deus lhe dá mais um dia, um dia de tentar, então aproveite o máximo porque são as pequenas coisas da vida que na verdade são as melhores, de mais valor por acorda mais um dia, viva os dias como se fosse o último, faça o que você gostaria de fazer, melhor se arrepender depois do que se arrepender de nunca ter tentado.
O TREM QUE PASSOU POR AQUI
Passou, primeiramente, o trem...
Logo depois, uma embarcação também
Ousou passar; e passou repleta de fardos banais
De minha vida, levando tudo pro fundo do mar.
Difundindo seu triste ruído insano,
Desponta-se no horizonte
Um impertinente aeroplano...
[todo dissimulado],
Trazendo, outra vez, terríveis fardos
Presenteando minha pobre vida;
E passou depressa,
Mais rápido que um foguete, cortando o céu
Fazendo minh’alma desencontrar guarida.
Passou mais rápido
Que o velho trem, que o pobre barco,
Que famintas águias destras a caçar;
Passou mais rápido que a própria aeronave
Executando voos rasantes pelo ar!...
[Na verdade, um míssil devastador e mui temível]
Ainda, assim, bem menos nefasto
Que as ondas bravias do meu triste mar.
E lançou um fardo pesado em minha vida,
E deixou um rastro marcante, causando ferida...
Um verdadeiro vai-e-vem de homem vencido, alucinado
Embevecido, [e desvairado].
Um pouco de tempo mais tarde,
Um som de interrogação preliminar soou aos meus ouvidos:
“Cadê o trem, o qual por aqui também passou”?
Respondi, escrupulosamente, que o trem só veio aqui
Presentear-me com a paz, a liberdade...
E sanar a minha dor.
AUTOR: Sivaldo Prates Ribeiro
OBS. Poema classificado em concurso literário nacional
(SARAU BRASIL 2017)
Borboleta errante.
Eu vi borboletas voando em duplas.
Depois de um tempo, só uma voltou.
Bem-vinda, borboletinha, ao meu mundo.
De possuir o céu,
de voar sem rumo,
de amar o prumo torto da vida,
de ter a esperança, perdida,
de encontrar nesse quintal mundano,
a outra borboleta que errando,
foi com o vento, passear.
Depois de muito de ler e algumas biografias de Mahatma Gandhi, em que toda a duvida ela gera uma pergunta ? Se Gandhi era da paz, por que foi para a guerra? O indiano Mahatma Gandhi trabalhou na África do Sul por duas décadas depois de se formar como advogado em Londres. Nessa época, ele admirava o Império Britânico. Na Guerra dos Bôeres (1899-1902), entre britânicos e colonos descendentes de holandeses, Gandhi tomou o partido dos ingleses e comandou um grupo de carregadores de maca.
“Aqueles que conseguem cuidar de si próprios no fronte de batalha vivem em saúde e felicidade”, escreveu Gandhi.
Ao ajudar os feridos, Gandhi queria conquistar mais direitos para os indianos que trabalhavam na África do Sul, então parte do Império Britânico. Em 1906, ele voltou a transportar soldados ingleses durante a repressão aos nativos zulus.
Gandhi voltou para a Índia em 1915. Três anos depois, ele se juntou a uma campanha governamental para estimular os indianos a se voluntariar e integrar o Exército Britânico. “Está claro que aquele que perde o poder de matar não pode praticar a não violência”, dizia o líder espiritual. Para convencer mulheres a liberar seus maridos para a guerra, ele apelava para a espiritualidade hindu: “Eles serão de vocês na próxima encarnação“.
Em seu país natal, Gandhi desenvolveu ainda mais suas ideias. Segundo ele, a Índia chegaria ao swaraj (autonomia) quando conquistasse quatro coisas: uma aliança entre muçulmanos e hindus, o fim da casta dos intocáveis, a aceitação da disciplina da não-violência como um modo de vida e a produção local de fios e roupas. “As conexões lógicas às vezes só eram claras para ele. Gandhi era capaz de dizer que a união entre hindus e muçulmanos não poderia ser alcançada sem a fiação manual de roupas (…) Nem todo mundo entendia, mas suas palavras se tornaram crença para um grupo crescente de ativistas“, escreveu Joseph Lelyveld no livro Mahatma Gandhi e sua luta com a Índia.
Em 1930, Gandhi comandou a Marcha o Sal contra os impostos ingleses e ganhou fama em todo o mundo. Em um tour pela Europa, ele se encontrou com o fascista Benito Mussolini. O italiano o considerou um gênio e um santo, principalmente pela sua capacidade de enfrentar o poderoso Império Britânico. Em uma carta para um amigo, Gandhi deu sua opinião sobre o fascista:
“Muitas das reformas dele me atraem. Parece que ele fez muito pelos pobres camponeses. Eu sei que tem uma mão de ferro lá. Mas, uma vez que a violência é a base da sociedade ocidental, as reformas do Mussolini merecem uma análise imparcial“
Só quando Benito Mussolini invadiu a Etiópia é que Gandhi mudou de posição. Em 1947, sua doutrina da não-violência comprovou-se fundamental para que a Índia se tornasse independente.
A inconstância dos bens do mundo
Nasce o sol, e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o Sol, por que nascia
Se formosura a Luz e, por que não dura
Como beleza assim se transfigura
Como o gosto da pena assim se fia
Mas no Sol, e na Luz, falte firmeza,
Na formosura não se dê constância.
E na alegria sinta-se tristeza.
Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância
Quando olho nos teus olhos, bebo...me delicio e vivo ! Sou paixão; depois...o que quiser !
27/06/2017
Élcio José Martins
A INTERROGAÇÃO DA CURVA
O que tem depois da curva?
Pode ser o monstro que uiva,
Ou o santo que cuida.
É São Cristóvão que ajuda.
A interrogação persiste,
No medo que existe.
Não tem regra nem palpite,
E nem Lei que eu acredite.
O que tem de lá,
Não pode ser o que tem de cá.
De cá é o que conheço,
De lá virá o que mereço.
Rezo a reza, rezo o terço,
Vida longa que eu mereço.
Tempo de ida e recomeço,
Vejo a curva pelo avesso.
Interrogo o tempo,
Interrogo o maestro do tempo.
Perco a hora, perco o tempo,
Faço contas, quero mais tempo.
Curva leve a acentuada,
Com descida e encruzilhada.
Estrada da vida transitada,
Pelo amor e a intolerância malvada.
Pequenos automóveis na estrada,
Cruzam carretas desgovernadas.
Estradas esburacadas,
Ceifam vidas estruturadas.
Vem o medo e some o riso,
Irresponsabilidade sem juízo.
Na placa tem o aviso,
Seu freio é seu paraíso.
Mas na curva da ilusão,
Tem caminho e direção.
Afoga as mágoas da emoção,
Tem o amor que acelera o coração.
O câmbio que muda a idade,
Troca marchas de sonhos e saudades.
Quinta marcha dos Casebres de bondade,
Pede a ré os rincões da falsidade.
Mas tem a curva da fé,
Homens justos ficam de pé.
Foi Maria e foi José na manjedoura de sapé,
Que deu ao universo Jesus de Nazaré.
Élcio José Martins
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