Cidade

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⁠Capítulo 1




A MARCA


Era o ano de 2030, na cidade de Roma. O governo estava em sessão parlamentar . Foi aprovado por unanimidade, que o Governo da nação, entregaria o seu poder a um grande gevernador, que tinha dado já todas as provas que era um grande líder mundial. Esta pessoa falava e discursava com grande autoridade. Tinha grande retórica. Também em Jerusalém outro homem apareceu, fazendo fogo descer do céu à terra e confirmando ser esta primeira pessoa o único deus. Ele dava testemunho do líder e dizia que era o seu profeta.

No mundo inteiro tudo estava em "grande ruptura ". Deu-se um grande viragem na página da história da humanidade. Tudo mudara desde uma grande Pandemia no ano de 2020 .que surgiu numa cidade de um país na Ásia. Depois passou para todo o mundo. Morreram milhões de pessoas. Alguém disse, que esta Pandemia foi provocada por este governador, que já anteriormente fazia tudo para governar com o apoio dos "Iluminates". A bolsa mundial estava em crise, as economias dos países não tinham recuperação. A nível climático não cessavam as calamidades e os "Fenómenos Estranhos". Começou a cair sobre o planeta grandes meteoros, que muito contaminaram as águas de todos os rios e dos oceanos. A vida marinha morreu. As guerras não terminavam, as fomes aumentavam, as pestes continuavam. Em Portugal uma Idosa em Lisboa, clamava:

- Mas porque vim eu a conhecer isto? ! Porque Deus não me mata? Estava ela neste lamento, quando um jovem lhe diz:

- Avó vá aquele armazém ali buscar comida! É só ir lá! Vá enquanto ainda há alguma coisa. Uma rapariga disse:

- Tome estas bolachas! Vá buscar mais lá!

Na cidade de Londres, também o parlamento estava reunido. Decidiram entregar o governo a este líder mundial. O Rei Peter estava no uso da palavra:

-People o London. We can't do nothing to resolve ours troubles. All we've to do is gaving all the powers to the" beast". He is the only person able to get control of ours lives! He is the god. You Must praising him. Who is like him?

- Nobody. Said the congressists. - Only he is the lord!

Os países comunistas China e Rússia e os outros também comunistas, estavam de acordo em transferir todo o poder para o" Anticristo ". Todos os cinco continentes reconheceram que ele tinha todo o poder, para resolver os poblemas das nações . Em princípio só 10 países o reconheceram como líder, mas depois todos os paises se submeteram a ele. Exceto alguns países em África e na Ásia, que não aceitaram este governador. Os terramotos sucediam por toda a terra, milhões de pessoas morriam, toda a terra clamava por um homem com estes poderes.

Em Jerusalém dois homens de Deus pregavam a palavra de Deus aos povos dos gentios e aos judeus:

-Arrependei-vos porque Jesus Cristo o Eterno Senhor já tirou daqui um povo. Todos vós não fostes arrebatados, porque não éreis do Senhor. Arrependei-vos pois agora! Quem não o aceitar, não tem salvação! Vós estais na vossa maldade, impureza e devassidão! Crede no Senhor Criador dos céus e da terra! O segundo profeta continuava:

- Não aceiteis a Besta, nem tão pouco recebais a sua Marca na mão ou na testa! Pois o dia de Deus é chegado!

Com efeito Deus tinha arrebatado da terra uns milhões de pessoas e todas as crianças. Até os bebés que estavam por nascer, Deus arrebatara do ventre das suas mães. Nesse momento houve muitos acidentes nas estradas, no mar e no ar. Muitos automóveis, ficaram sem condutor, assim como aviões sem piloto, comboios sem maquinista e navios sem comando. Os dois homens Anticristo e falso Profeta tomaram todo o poder no mundo, obrigavam as pessoas a receber uma Marca na mão direita ou na testa e deram ordens em todo lugar, que quem não recebesse esta Marca e não adorasse as duas bestas deveria ser decapitado.

Numa cadeia em Nova Iorque, cristãos eram presos e decapitados. Um carrasco dizia:

- Aceita a grande Besta e não morrerás !

O mártir dizia:

- Louvado seja o Senhor Jesus Cristo! O meu Senhor! Imediatamente o carrasco o decapitou. Outros eram decapitados em Guilhotina...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠A cidade de Gaza é antiquíssima. Vem do tempo da formação das nações (Depois do dilúvio). Esteve na posse de Israel, mais propriamente Judá, no tempo dos juízes de Israel.

Inserida por Helder-DUARTE

AI da rebelde e contaminada, da cidade opressora! 2 Não obedeceu à sua voz, não aceitou o castigo; não confiou no Senhor; nem se aproximou do seu Deus.

3 Os seus príncipes são leões rugidores no meio dela; os seus juízes são lobos da tarde, que não deixam os ossos para a manhã. 4 Os seus profetas são levianos, homens aleivosos; os seus sacerdotes profanaram o santuário, e fizeram violência à lei.

5 O Senhor é justo no meio dela; ele não comete iniquidade; cada manhã traz o seu juízo à luz; nunca falta; mas o perverso não conhece a vergonha.

6 Exterminei as nações, as suas torres estão assoladas; fiz desertas as suas praças, a ponto de não ficar quem passe por elas; as suas cidades foram destruídas, até não ficar ninguém, até não haver quem as habite.

7 Eu dizia: Certamente me temerás, e aceitarás a correção, e assim a sua morada não seria destruída, conforme tudo aquilo porque a castiguei; mas eles se levantaram de madrugada, corromperam todas as suas obras.

8 Portanto esperai-me, diz o Senhor, no dia em que eu me levantar para o despojo; porque o meu decreto é ajuntar as nações e congregar os reinos, para sobre eles derramar a minha indignação, e todo o ardor da minha ira; porque toda esta terra será consumida pelo fogo do meu zelo.

Sofonias 3:1-8


O Senhor também tem contenda com Jerusalém e com todas as nações.

Inserida por Helder-DUARTE

"Não adianta trocar de casa, de bairro, de cidade,
de país, de amor...
Se você não trocar de você!"
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

⁠É preferível corta a cidade toda de ônibus, porém chegar ao destino com a consciência limpa, que andar no carrão do ano tendo consciência toda suja.

Inserida por DrDavid

⁠CONTO DE UMA MULA
Depois de passar um tempo fora do Brasil, voltei para minha cidade que tanto gosto. Chegando, fui ver o que havia mudado e saber as novidades. De “tão grande” que é, em poucas horas, consegui me atualizar sobre tudo.
Terminando o passeio, perguntei ao meu irmão onde poderia conhecer as meninas bonitas da cidade pois, pelo que me lembrava, era nas feirinhas de artesanato na praça principal, mas muita coisa mudou...
- Mas quero conhecer as meninas que têm uma beleza compatível com a minha! – exclamei em um tom bem sarcástico.
A procura não demorou dois dias. Não sei o que meu irmão fez, mas conseguiu me apresentar uma linda garota. Muito linda mesmo, só vendo para acreditar. Marcamos de sair algumas vezes para conversar e nos conhecer melhor. Quantas coisas conversamos... E eu ficava cada dia mais apaixonado.
Vinte dias depois estávamos namorando.
Ela falava de mim para as suas irmãs. Falava tanto que até ganhei um fã clube na casa dela. Toda a família, até o pai era meu fã sem nem mesmo me conhecer, pode isso?
Marcamos um dia para que pudesse visitá-los e enfim conhecê-los. Chamei um amigo, Frederico, e sua namorada, que era amiga da minha futura esposa, para irem juntos. Sim... Eu já estava pensando em casamento!
O grande dia chegou, a aventura estava apenas começando, iria conhecer a família dela no alto do São Francisco – e não pense que o rio, São Francisco é o nome da fazendo do meu futuro sogro e eu estava me achando por isso.
E lá fomos nós!
Saímos na madrugada de um sábado, em uma Brasília. Chovia tanto, até certo ponto estava tudo bem, isso enquanto estávamos em uma estrada de asfalto, mas depois... Aquele depois de mineiro sabe? Tudo tinha barro, as estradas, os meus amigos e a minha futura esposa, mas eu continuava me achando.
Os morros eram tão altos que pareciam que estavam nos levando para o céu. Cheguei a pensar em desistir, mas pensei bem e tudo parecia ser uma prova de amor onde eu estava sendo testado (mudança de posição – melhor adequação de leitura) e se eu falasse que queria desistir da viagem iria parecer má vontade minha de conhecer a família dela e todo fã clube criado para mim.
Levei uma prosa com meu amigo Frederico e com meu motorista que garantiy que nada iria nos impedir de chegar lá:
- Já dirigi em condições piores que essa, meu rapaz! E já estamos quase chegando.
O “quase chegando” demorou a manhã toda. Eu já não sentia minhas pernas, elas estavam dormentes, pois no banco de trás não tinha muito espaço para esticá-las.
E finalmente chegamos! Eu estava feliz em poder esticar minhas pernas e minha futura esposa em rever seus familiares. Todos estavam esperando no alpendre (nas fazendas é assim que são chamadas as varandas, né?), foi muto legal. O pai dela nos esperava bem na porta e, assim que chegamos ao alpendre, ele despachou as mulheres para a cozinha ficando lá apenas Frederico, ele e eu. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas a vergonha de pedir falou mais alto.
Se me perguntarem sobre o que conversamos, não saberei porque meu foco estava todo na minha bexiga – prestes a estourar – e que a cada minuto a minha vontade de ir ao banheiro aumentava. Lembro apenas que ficamos um bom tempo lá.
Foi minha futura esposa quem me resgatou. Certo momento ela apareceu para avisar que o café estava pronto e para acompanhar tinha broa de milho e queijo “fresquim”. Aproveitei a deixa e fui ao banheiro – QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! O único problema é que a descarga era aquela de caixa que tem que esperar encher para poder usar e eu tive que ficar esperando para conseguir dar a segunda descarga. A demora foi tanta que na hora que cheguei para tomar o café, a broa já estava um pouco fria.
Conversa vai, conversa vem... Fui percebendo que já tinha conquistado meu sogro. Pensei que estava tudo bem e na paz até que ele me chama para dar uma volta pela fazenda e conhecer a cabeceira dela. Não pensei duas vezes e respondi:
- Vamos sim, vou adorar o passeio! Essa fazenda me lembra a do meu avô.
Meu erro foi imaginar que iríamos de carro. Todo o passeio foi feito a pé (nossa que sofrimento!). Nunca tinha visto e subido um morro tão íngreme. A sensação que tive foi que estava subindo deitado e acho que tudo que comi assim que chegamos foi queimado no “exercício” que eu fiz. Fizemos uma parada em um lugar lindo e a vista de lá de cima era tão bonita. Ficamos um pouquinho por lá e meu futuro sogro já começou a andar novamente.
- Achei que nosso passeio acabava aqui. – disse a ele meio assustado
Ele riu e respondeu:
- Não chegamos ainda não, menino!
Andamos mais uns 20 minutos – detalhe: era só subida – para aí sim chegarmos à tal cabeceira da fazenda. Graças a Deus! Se tivesse que andar mais um pouco meu sogro iria ter que descer comigo nas costas, eu não tinha mais força nas pernas para dar um passo sequer.
A vista da cabeceira era muito bonita e a caminhada por lá não era tão ruim assim. Meu futuro sogro me levou a uma parte que era mata bem fechada, assim que chegamos lá ele começou a contar sobre cobras que viviam ali e não era qualquer tipo de cobra, não... Era uma tal de “jararacuçu”, se o nome já é difícil de ser escrito, imagina o quão pavoroso esse bicho deve ser (só de pensar eu morro de medo).
Onde estávamos era tão alto que o nome da fazenda (Ato de São Francisco) começou a fazer sentido. Lá eu realmente me sentia bem perto do céu e de São Francisco.
Começou a escurecer, minha apreensão de estar lá em cima começou a aumentar. Perguntei para meu futuro sogro se não já estava na hora de voltarmos. Ele percebeu meu medo e retomou a conversa sobre as tais cobras e seus perigos antes de começarmos a descida de volta.
Durante a descida ele me falava que elas, as cobras, cruzavam sempre esse caminho que estávamos fazendo para chegar ao ninho delas que era ali bem perto. Não esperei uma só palavra a mais dele e corri feito um corisco, chegando primeiro que ele em sua casa.
Depois dessa “fuga” eu só pensava: “Putz! Minha apresentação está indo de mal a pior. ”. Mas não terminou por aí não! No dia seguinte levantei bem cedo para tomar café e mais uma grande aventura me esperava. Imaginam o que era? Andar a cavalo! Dessa vez não iria desapontar minha digníssima futura esposa. Eu adoro andar a cavalo, vocês nem fazem ideia! Ele é meu animal preferido.
Então lá fomos nós, meu futuro cunhado trouxe os cavalos e logo me deu as rédeas de um bem pequeno, parecido com uma mula. Parecia que já estavam adivinhando que eu não me daria muito bem. Sim, eu disse que adoro andar a cavalo, mas a verdade é que eu não entendendo muito bem desse animal e as vezes que andei foi com meu pai.
E lá estava eu sentado na garupa dele.
Uma coisa que dizem sobre os cavalos que é verdade, é que eles têm uma percepção muito aguçada sobre quem está montando, se a pessoa tem ou não experiência ou até mesmo convivência com eles.
Bom, estava na cara que eu não tinha nenhuma experiência com cavalos. Assim que montei, o cavalo saiu em disparada em direção à porteira e eu não conseguia fazê-lo parar. Quem me salvou de passar uma vergonha ainda maior foi minha futura cunhada que foi ao meu encontro e conseguiu nos parar. Logo que todos montaram, começamos a nos movimentar e mais uma vez a minha mula saiu na frente em disparada. E, para piorar (mudança para ficar mais harmônica a leitura), eu não sabia como pará-la e muito menos onde era o freio do animal. Ela só parou porque fomos de encontro com uma porteira e todos estavam gritando ao fundo, mas assim que consegui abrir a porteira ela saiu em disparada novamente como se estivéssemos em uma corrida e, com isso tudo acabei batendo meus joelhos na porteira e indo parar no chão enquanto a mula corria pasto a fora. De longe essa foi a pior parte da minha apresentação aos pais da minha futura esposa.
Depois que eles garantiram que eu não tinha me machucado seriamente, as risadas começaram e tudo por causa de uma mula que não entendeu meus comandos e não me respeitou. No fim da história quem se saiu como super star foi a mula!
Estava envergonhado por todas as más impressões que causei, mas no fundo, e apesar de tudo, todos gostaram de mim e eu conquistei minha amada e sua família, mesmo com as mancadas.

Inserida por silasoliveira13

Agudos, a cidade que nós amamos. Agudos, parabéns por mais um ano!

Inserida por DanielChrystianno

Uma vez imaginei várias cachoeiras saindo dos pontilhões, dos Rios da nossa cidade, iluminadas, coloridas pelas luzes, lubrificando os passageiros no entorno e limpando a própria água, também visualizei umas praças de pequenas p florestas frutíferas que poderiam conectar as pontes para pedestres e passarinhos, devolvendo a natureza arrancada e sufocada pelos prédios que poderiam ter passarelas entre suas lajes para pedestres e ciclistas. Eu tenho sangue alemão, acredito no impossível, aquariana demais e fico coocriando mundos mais saudáveis e férteis para o futuro.⁠

Inserida por JeyneStakflett

As lâmpadas da cidade apagadas,apenas a luz das estrelas. Imensidão delas que me fazem lembrar de você...
- Uma jovem poeta

Inserida por Sarinhahh

Para te esquecer:

Talvez amanhã eu nade pela cidade de Atlântida, ou passeie por Arcádia. E depois de amanhã, eu passe pela ilha de Creta e lute contra o Minotauro, depois voe em um grifo. Semana que vem, eu poderia ver os escudos de ouro em Valhalla, ou pedir conselhos à Atena. E mês que vem, talvez eu fique em casa e dance com as fadas, e depois dê uma volta no ombro de um gigante.
Premeditado e arquitetado, mas não sei porquê, tenho a sensação de que vai dar errado.

Inserida por Bruno-Grigio

Felicidade não é a cidade de Felícia...

Inserida por tadeumemoria

Não me fale de felicidade
não conheço tal cidade
isso é uma província tão distante...
uma via inviável
tenho alguns sorrisos em molduras
alguns retratos em estantes
prateleiras de aglomerados
não sustentam o sentimento
assim por tanto tempo
não me fale tão suave de ternura,
essa rua deserta e escura
só me traz espanto...
não me faça sonhar ou ter pesadelos...

Inserida por tadeumemoria

Uma tarde cheia

Mais um dia ensolarado na cidade de Piranhas, AL, no município de Xingó; no final da minha rua a vegetação estava convidativa para mais uma tarde de aventuras. Pluto! Pluto! Vamos meu guardião feroz de caça! Peguei o meu estilingue, uma jarrinha com água e um belo pedaço de rapadura, chamei mais dois amigos e juntos com meu cachorro seguimos mata a dentro.
Primeira vítima foi um grandioso pé de coqueiro, atacamos ele com fé, só eu bebi umas três água de coco, depois de nos hidratarmos continuamos a nossa aventura; cinco minutos de caminhada e chegamos na beira de um riozinho ali nós ficamos por um bom tempo nos divertindo entre saltos, nados e mergulhos, fora as brincadeiras de afogar um ao outro, o clima estava muito legal; depois de um breve descanso na sombra dos pés de manga, nos levantamos é claro de barriga cheia e fomos em direção a uma área cercada de arame farpado, claro que aqueles arames não iriam segurar nosso impeto pela liberdade e curiosidade; então, invadimos o terreno privado e logo nos deparamos com um imponente pé de Umbu, que visão incrível, atacamos ele com vontade eu comi tantos com meus colegas que não conseguíamos nem descer dos seus galhos gigantes. Lá de cima ouvimos um rugido forte seguido dos latidos incansáveis do pluto, nós descemos do pé correndo e ficamos assustados quando vimos um Teiú brigando com o Pluto, foi muito barulho, correria e poeira levantada na briga, depois de algumas trocas de mordidas do meu cachorro com umas rabadas do enorme Teiú, nós conseguimos acertar algumas pedradas e espantamos o lagarto.
Já era bem tarde, perto de escurecer quase 17:30, nós estávamos cansados de tanto nos divertir e comer, decidimos ir para casa que ficava bem próximo, uns 15 minutos de caminhada, mas aconteceu o que não esperávamos, fomos avistados pelo dono da propriedade que nos recebeu a tiros pro auto, nesse momento de euforia e medo garanto a vocês que eu corri muito mais que meu cachorro, eu e meus amigos parecíamos guepardos correndo; quando nos distanciamos e nos sentimos seguros o que não faltou foi risadas, além de chinelos e umas camisas deixadas para trás.
Chegamos na nossa rua e não parávamos de zuar um ao outro dizendo quem era o mais medroso; foi uma tarde inesquecível e cheia de aventuras; meu Deus só vós sabes o quanto era bom para nós brincarmos naquela mata que ficava praticamente no quintal das nossas casas; carrego comigo muitas lembranças e saudades desse tempo, desse lugar.

Inserida por Ricardossouza

⁠Deixa entrar...


O frio predominava na cidade pintada de branco,
os galhos secos e as ruas sem vida eram surrados pelos ventos cortantes,
mãos na janela, a lareira acesa, o café quente espantando o frio da espinha dorsal,
coração gelado, olhos fixos no céu escuro e pontilhado,
uma estrela cadente passa, um suspiro e um sorriso de esperança embaçam o vidro,
a porta é aberta, uma voz familiar chega quebrando o silêncio da noite e o frio da alma.

Inserida por Ricardossouza

⁠Infrutíferos


Do topo do prédio observando a cidade vi as luzes, vi a correria das pessoas, vi o trânsito e me perdi numa explosão de sentimentos.

Entre o barulho urbano e a solidão da lua percebi a impotência do homem no seu existir frente a velocidade de como as coisas acontecem, senti medo ao perceber o quão fracassamos em relação a criação e ao criador.

Uma dor se abateu sobre o mundo e nós somos a praga.

Isso não é um recado é um retrato da nossa mais pura realidade que está sendo acompanhada pelos nossos astros, pela nossa já em "coma induzido natureza" e pelas nossas embriagadas e soberbas mentes infrutíferas.

Inserida por Ricardossouza

⁠Entre as luzes da cidade...


Um frio na barriga tomou conta de mim.

As luzes da cidade noturna não foram capazes de esconder você, senti sua presença a trezentos metros de distância, foi surreal saber que o nosso encontro estava para acontecer aleatoriamente minutos antes de te ver, porém com a mesma frequência de sempre nossos corpos se identificaram e uma força muito grande tomou conta daquele momento inusitado.

A ideia de pintar você em todas as paredes do meu quarto, a lembrança fantástica da gente tomando sorvete no MacDonald`s e o efeito colateral da saudade, vieram a tona com muito senso de responsabilidade.

As luzes dos faróis dos carros, dos postes , e dos prédios da cidade não puderam impedir a nossa conexão de acontecer.

Através dos teus olhos vibrantes eu pude ver tantas coisas boas existindo entre nós, temos um vínculo, nossos sentimentos são recíprocos e o nosso querer é saudável, possuímos uma riqueza natural, então vamos nos aproveitar.

Quer um MacDonald´s?

Inserida por Ricardossouza

⁠O beijo:Em uma pequena cidade da Itália...uma jovem chamada Roberta. Ela era conhecida por sua beleza e bondade, mas um dia, uma doença misteriosa a atingiu. Os médicos não conseguiam encontrar uma cura, e Roberta começou a perder as esperanças.

Um velho sábio disse que a única coisa que poderia curá-la era um beijo de amor verdadeiro. Mas, Roberta não sabia quem poderia ser o seu príncipe encantado.

Um dia, enquanto estava deitada na cama, um jovem chamado Ricardo entrou no quarto. Ele era um amigo de infância de Roberta, e sempre esteve apaixonado por ela, mas nunca teve coragem de dizer.

Ricardo se aproximou de Roberta e a beijou. Mas, não foi um beijo qualquer. Foi um beijo cheio de amor, carinho e sinceridade. E, para surpresa de todos, Roberta começou a se sentir melhor.

Com o tempo, Roberta se recuperou completamente, e percebeu que o beijo de Ricardo havia sido o remédio que ela precisava. E, para sua surpresa, ela também havia se apaixonado por ele.

A partir daquele dia, Roberta e Ricardo estiveram juntos, e a pequena cidade celebrou o poder do amor verdadeiro. E Roberta nunca mais esqueceu que, às vezes, tudo o que precisamos é de um pouco de amor para ficar bem.

Inserida por leila_boas

⁠"Sim, *Éramos Sete"*

Em uma pequena cidade rodeada por vastos campos e rios sinuosos, uma família numerosa vivia cheia de amor e aventuras. Os pais, figuras centrais dessa história, eram conhecidos por sua bondade e sabedoria. Eles tinham sete filhos, cada um com sua personalidade única e cheia de vida.

A história começa com o encontro dos pais em um rodeio, onde a mãe era a rainha da festa e o pai um vaqueiro corajoso. O amor floresceu rapidamente, e logo eles se casaram e começaram a construir uma vida juntos.

A família vivia em uma casa grande, com um quintal cheio de árvores frutíferas e um jardim colorido. Os filhos passavam os dias brincando, explorando e aprendendo com os pais. No entanto, a vida não foi sempre fácil. Quando a mãe faleceu em um parto, o pai ficou desolado e não sabia como cuidar dos filhos sozinho.

Com a ajuda da avó, os filhos foram distribuídos entre parentes e amigos da família. A protagonista, uma menina de 3 anos, foi adotada por uma tia-avó no Rio de Janeiro. Embora a tia-avó tenha feito o melhor que pôde, a menina sentia falta da família e lutava para se adaptar ao novo ambiente.

À medida que crescia, a menina descobriu sua paixão pela arte e com 14 anos, ela retornou para a casa da avó, onde se reuniu com os irmãos.

Juntos, eles enfrentaram desafios e superaram obstáculos. A avó, que inicialmente parecia severa, revelou-se uma figura firme na educação das crianças e sábia. Os irmãos aprenderam a se apoiar mutuamente e a superar as dificuldades.

A história de "Sim, *Éramos Sete"* é uma jornada de amor, perda e resiliência. É um testemunho da força da família e da importância de se apoiar mutuamente nos momentos difíceis. No final, a primogenita dos irmãos morre e os outros irmãos se reencontram... agora todos já têm seus filhos e muitos sobrinhos e netos hoje estão reconstruindo uma nova vida juntos, cheia de aconselhamentos esperança e amor.

Inserida por leila_boas

⁠⁠"Poços é uma cidade de muitos, que é governada para poucos".

Inserida por bluesmanmouth

INVISÍVEL
Essa cidade não sabe que eu sou de outro planeta
Que viajei na reluzente calda de um cometa
Sob uma chuva perene de meteoros incandescentes
Essa gente não sabe do que tenho
E não tenho e do que sou capaz...
Quando a solidão do inabitável
Castigava a terra com restos de estrelas.
A luz se impunha as trevas,
Então o Filho pregou o amor
E a justiça sobre as montanhas,
Esse soneto divino que é o existir
Não permitira ainda o orvalhar romântico
Sobre os jardins de Amsterdam,
Antes Moisés conduzira o êxodo
Sob o causticante sol do deserto
Eu estava longe de tudo e perto do nada,
E quanto mais perto de tudo,
Mais você se torna invisível,
As pessoas só veem o que lhes interessam...
Essa cidade não ouve nem lê
O que eu escrevo ou declamo
Não sabe dessa ternura mórbida
Que sacrifica os santos...

Eu tenho moléculas de hidrogênio e oxigênio,
Eu tenho a luz dos astros
E a melancolia impressa no olhar
Eu tenho a devoção dos mártires...
Essa cidade nada sabe de mim
Enquanto a lua dança num eclipse
E o arco Iris listra o firmamento
O apocalipse se revela...
Silenciosamente eu canto,
Eu toco um violino e a harpa...
Uma harpa angelical me acompanha...

Inserida por tadeumemoria