Caverna
As ideias para mim são mais como uma caverna, um refúgio para que as pessoas possam se sentir seguras face um mundo que em si mesmo é perigoso e que em tudo inspira temor.
Os maus e insensíveis sempre encontram uma caverna onde se escondem. Abandonada, hostil, fria e sombria nelas encontram o seu espelho.
Boas sementes
"O inverno é o recolhimento, a busca interior a caverna onde nos encontramos com o saber, selecionamos as sementes ateamos nossos sóis até alçar o amadurecimento do outono da vida que desejamos".
Aqueles que estão na caverna (quando muito) consideram um delírio existir realidade além das sombras. E os que finalmente saíram dela, consideram um disparate ainda existir gente lá dentro. A verdade é que, independentemente de onde estejam, a intolerância sempre os acompanha.
Mônica e Cebolinha costumavam fazer piquenique numa pequena caverna em um lindo bosque, próximo de onde moravam.
A caverna oferecia abrigo e lá comiam os diferentes pratos que Mônica preparava com muito bom gosto e Cebolinha adorava tudo que ela fazia.
Mônica num destes piqueniques, observando Cebolinha devorar as gostosuras com satisfação, perguntou:
— Cebolinha, entre tantos e diferentes pratos que preparei pra comermos nesta caverna, me conte, qual deles mais gosta?
— Se está culiosa eu conto:
— Não adolo plato algum.
— Adolo Platão.
A ilusão que a caverna proporciona parece confortável, mas ao espiar e depois sentir a floresta ensolarada podemos ver quão úmida e escura estava lá dentro.
Sou atraido
por uma doce voz
que vem do fundo de uma caverna...
parei...
pensei...
na escuridão adentrei
caminhei
dei alguns passos
caí...
e preso me senti
sem forças para levantar
rezei...
pedi a Deus ajuda
uma luz invadiu o lugar
me deparei com uma energia sobrenatural
e com ela da caverna saí
Espírito de luz...
anjo da guarda
era uma luz divina
celestial...
uma benção angelical
estava salvo
daquele lugar que me oprimia
Acordei...
sem medo de nada
nem da morte
nem de nada
foi um sonho bom
um banho de energia
tudo passou
voltei com uma paz interior
amor...
e calor no meu coração.
(Fouquet, maio 2010)
O mito da Caverna!!!
Anônimo ser, ser que se oculta
oculta da história, oculta da memória
memória que se acaba
por fim se reinicia
memória que se lembra das frases que dizia
Anônimo que morreu
morreu e renasceu
por memórias exprimidas
nasceu seu apogeu
seguiu-se um raciocínio.
Platão que dizia!
Aonde está escrito??
Escrito na memória
memória infinita
nas folhas que registras as belas poesias.
A Caverna é Madiwanu
Ela
a alma desalmada vagueá indestinada,
que energias anónimas seguem-na ?
Sorrisos à beira do mar, rimas descobertas na areia
Pensamentos levitam, as sombras condenam,
os objectos enganam
Se fores para fora, não voltes para relatar aos outros.
a caverna é madiwanu
as mentes estão fechadas
mãos e pernas acorrentadas
a caverna é madiwanu
os firmamentos estão abertos
os corações estão abertos
Ele
queria o mundo apenas para si,
aspirava um astro para si
A praia velha recebia novos inquilinos
A sorte era fortuita
a saída da caverna estava aberta,
mas calma aí ...
usa estes óculos para te protegeres do sol, tuas vistas são imaculadas
a caverna é madiwanu
as mentes estão fechadas
mãos e pernas acorrentadas
a caverna é madiwanu
os firmamentos estão abertos
os corações estão abertos
Eles
hão de matar-te se transmitires as descobertas,
o silêncio é a arma da sabedoria
Homens insignificantes, manipulados por forças poderosas
ao pó voltarão
com um sopro hão de desvanecer
entretanto,
correm mesmo tendo as suas pernas mutiladas
a caverna é madiwanu
as mentes estão fechadas
mãos e pernas acorrentadas
a caverna é madiwanu
os firmamentos estão abertos
os corações estão abertos
Passei uma vida com medo de entrar naquela Caverna, pois é exatamente lá que guarda o tesouro que procuro!
TRIGÉSIMO HEXÁSTICO
há por certo ainda muitas sombras
a caverna no ser resiste
“eus” diversos acorrentados
vidas assim são condenadas
Guaraci há de resgatá-los
luz… calor… há de libertá-los
Seja Sol, seja Luz, seja Você!
Reflexões sobre "A alegoria da caverna" - Platão, 380 a.C.
(A partir da leitura do livro "A aurora de uma criança", REZENDE, Lenilson Moraes. Goiânia-GO, 2019)
Estaria eu falando não por mim, mas pelo ser humano - e daí, também, por mim, obviamente! - , inspirada nos ensinamentos de Sócrates? 🤷🏻♀
Quando estou habituado, condicionado, a ver as coisas de determinada forma, tenho dificuldade de ver o novo, de ver sob uma nova perspectiva.
O que vejo pode ser uma ilusão, mas não consigo (ou até consigo mas não quero) ver de outro modo. Nas diversas voltas da vida, é-me dada a oportunidade de enxergar: posso aproveitá-la ou não. Posso me libertar das minhas correntes, das minhas prisões, posso me curar da minha "desrazão". A escolha cabe unicamente a mim.
Ver algo novo pode ser difícil, pode incomodar, pode doer. Serei a todo o tempo tentado a ficar ou retornar para a minha zona de (des)conforto. Mas se eu persistir, lá na frente verei que terá valido a pena.
Preciso me permitir o novo. Preciso me esforçar nesse novo caminho. E então verei o sol, tal como ele é.
Ao ver o novo, ao ver a luz do sol, desejo que os demais a veja.
Tentarei falar sobre o que vi, sobre ver novas possibilidades. Estarei atento sobre a melhor forma de fazer isso, pois estarei focado em atingir o meu objetivo. Alguns, inspirarei. Por outros, serei ignorado ou até mesmo hostilizado.
Mas não posso desistir! Mais vale suportar qualquer provação do que voltar àquela caverna.
Preciso aprender a assimilar o mundo pela vista de quem está na caverna e não consegue (ou não quer) ver senão o que está acostumado a ver.
Preciso aprender a assimilar que minha essência - sol - está o tempo todo disponível para iluminar a minha prisão, basta eu querer quebrar as minhas correntes, basta eu querer enxergar, basta eu olhar para o meu verdadeiro caminho e segui-lo. Todos, sem exceção, somos sóis. Só precisamos decidir acessar a luz que pulsa dentro de cada um de nós.
Seguindo firme o meu caminho, subo e contemplo o que há no alto: minha alma ascende aos últimos limites do mundo inteligível, onde está a "Ideia do Bem". Percebo-a com dificuldade. Somente a vejo quando compreendo que ela é a causa de tudo o que há de reto e belo.
Se quer se comportar com Sabedoria, seja na vida privada ou na vida pública, você precisa ver a "Ideia do Bem". E "é preciso que se habitue, para que possa ver as coisas do alto", disse Sócrates.
Que possamos escolher ser luz e nos esforçar nesse sentido. E que possamos irradiar essa luz à nossa volta. Assim, contribuiremos para um "eu" melhor, para um "outro" melhor, para um lar melhor, para uma família melhor, para um trabalho melhor, para uma comunidade melhor, para uma sociedade melhor, para um país melhor, para um mundo melhor.
O homem ao sair da escuridão da caverna de sua ignorância, vai em busca da luz do conhecimento, e nesse aspecto de racionalidade, torna-se extremamente questionador e crítico de si mesmo.
OS HOMENS DA CAVERNA
Em história, você deve ter estudado o tema "Os Homens da Caverna", expressão que nos trás uma metáfora muito profunda. Ao analisá-la, veremos que uma caverna é desprovida de luz. A luz nos permite sabermos onde pisamos e pode ser compreendida como conhecimento. Portanto, um dos significados da expressão acima é, "Os homens Desprovidos de Conhecimento."
LUIZ CARLOS VIEIRA SIMÕES .'.
Eu já nasci pronto.
Faltava o mito da caverna, certo?
Simples e direto.
O mito da caverna é um ser humano que é uma presa social. Uma presa psíquica. Uma presa psicológica. Uma presa moral. Uma presa da natureza humana capitalista. Só a liberdade social, psíquica, psicológica, moralista e capitalista. Desfaz o ser humano da caverna e o torna liberto de seus próprios paradigmas.
Os brasileiros vivem no dia a dia o mito da Caverna de Platão. A exemplo daqueles escravos presos e assistindo o desfile de imagens na parede da caverna, os brasileiros assistem diariamente o desfile de autoridades dos três poderes da república, que,- agora em telas digitais e até mesmo ao vivo -, falam, prometem, encantam, decepcionam, mentem, assaltam e deixam os escravos ainda mais escravos. Mas como os antigos escravos da caverna, também os brasileiros continuam iludidos que tudo que vêem é a verdade. De tempo em tempo, alguns destes escravos se libertam e se tornam um daqueles e tentam mostrar para os que não entraram na política que as coisas são bem diferentes do que eles imaginam. Mas como mito original, continuam acreditando nos políticos safados como se honestos fossem e que lhe falam a verdade.
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