Caverna
"Só porque não moro em uma caverna não quer dizer que eu não seja pré-histórico."
Evoluir é estar além do ano em que se vive.
Ovelha que segue o lobo
Em breve será levada
Para uma caverna escura,
Perderá a visão da luz,
Da fé, e sua esperança
Será destroçada.
Fecho os meus olhos
A caverna e o coração
Perdidos entre um sim e um não
Na calada da noite preta
Deus, Deus, Deus
Aonde eu vim parar
À noite preta vou me entregar.
"Não é estar na CAVERNA, mas estar num lugar de PREPARAÇÃO e TREINAMENTO, num tempo de SEPARAÇÃO JUNTO AO SENHOR. ⭕AQUIETADA porém , ALERTA;
⭕ACALMADA porém, MUITO MOTIVADA!
Projetando meu futuro, sonhando e colocando cada dia diante de Deus, porque realmente não dá para viver sem depender da direção clara do Senhor!"
—By Coelhinha
Fogueira mantida acesa
Com uma fogueira na caverna mantive o nosso amor aquecido e bem cuidado da neve lá fora,
o inverno é duro e duradouro, a escassez e os sons estranhos vindos do tempo sombrio tentam esfriar as almas, nos atentam a reações incomuns ao que acreditamos ,
os perigos do frio e de seus ventos penetrantes são visíveis na pele, deixam marcas profundas nas lembranças,
mais uma caça foi bem sucedida, mais lenha é posta na fogueira, a noite cai e com isso os sorrisos e o clima de segurança se levantam e renovam os laços na caverna,
ao dormir, os arrependimentos e as mágoas fogem pelas sombras da fogueira,
é manhã, os pássaros nos acordam, o barulho da correnteza do rio é ouvido, a neve timidamente se esconde e no ensaio de acordar com a pressa de um urso voltando da hibernação, nos levantamos e a imagem do sol nascendo a nossa frente com a vegetação recebendo sua fotossíntese foi o que marcou o momento de dois corações ganhando novos sentidos, assim como, respirando vitoriosos o som da mesma música.
A CAVERNA DO PATRÃO
Esperança é terra sem alma.
Faca que não corta .
O distanciar da arte/cultura
Torna seus entes coxos.
Seu pensar formal
Sucumbe a sede de justiça
E a sede d'água
Coloca-a no limiar da escuridão.
Vertendo seu esperançar.
Em uma das minhas aventuras,
encontrei uma misteriosa caverna
Mesmo sem saber se era segura,
quis descobrir o que havia dentro dela,
Ao adentrar, dois corredores pude encontrar,
Pensei "Qual será a melhor direção?", mas tomei uma decisão e por um deles comecei a caminhar
Até chegar num lugar sombrio,
comecei a sentir um grande vazio,
Depois, por uma angústia fui envolvido, senti-me sem rumo, perdido,
Quando as forças estavam acabando,
vi passando uma Luz de Esperança mostrando
A fuga da minha dor, do meu desespero,
era o acesso para o outro corredor,
Logo caminhava novamente
e ao final entrei num lugar totalmente diferente,
Muito belo, senti um alívio,
retirou minha agonia, meu cansaço,
trouxe de volta minha alegria, meu entusiasmo,
Lá, desfrutei de alguns instantes tão satisfatórios
Que o tempo parecia não passar,
até gostaria de ficar,
Entretanto, já tinha chegado
a hora de ir embora,
Segui para saída e só então percebi
que tinha uma mensagem na entrada escrita
"Cuidado com as Lembranças
As sensatas Renovam,
As insensatas Aprisionam".
LEITURA DO CREPÚSCULO INTERIOR.
Nas horas em que o peito se torna caverna,
e a esperança aprende a falar baixo,
há um cântico antigo que retorna,
feito bruma sobre a memória.
Não chama pelo nome,
não exige resposta,
apenas envolve,
como quem conhece a fadiga de existir.
A dor, então, se refina,
abandona o grito e escolhe o sussurro,
e o sofrimento deixa de ser castigo
para tornar-se linguagem.
Quem suporta esse instante,
sem pressa de escapar,
descobre que o abismo
também é um lugar de revelação.
E compreende que resistir
é uma forma elevada de oração,
na qual o espírito se ergue silencioso
e permanece inteiro diante da noite.
Se você deixar que os teus olhos vejam somente as sombras da falsa realidade, passará o resto da vida acorrentado na caverna, conformado com este destino. O mito da caverna nunca foi mito.
Quem está sempre a expressar a mesma opinião sobre tudo, e foca seu comentário, de preferência, sobre um mesmo assunto se assemelha ao antigo escravo da caverna de Platão. Urge libertá-lo para que ele possa expandir sua visão do mundo e das coisas.
Prometeu:
“Se me calo, não é por orgulho, ou desprezo; mas o furor devora minha alma quando me vejo preso a esta rocha. No entanto, a quem mais, senão a mim, devem os novos deuses as honras que desfrutam? Não falemos mais nisso; seria repetir o que já sabeis. Ouvi, somente, quais eram os males humanos, e como de estúpidos que eram, eu os tornei inventivos e engenhosos. Eu vo-lo direi, não para me queixar deles, mas para vos expor todos os meus benefícios. Antes de mim, eles viam, mas viam mal; e ouviam, mas não compreendiam. Tais como os fantasmas que vemos em sonhos, viviam eles, séculos a fio, confundindo tudo. Nã sabendo utilizar tijolos, nem madeira, habitavam como as próvidas formigas, cavernas escuras cavadas na terra. Não distinguiam a estação invernosa da época das flores, das frutas e da ceifa. Sem raciocinar, agiam ao acaso, até o momento em que eu lhes chamei a atenção para o nascimento e ocaso dos astros. Inventei para eles a mais bela ciência, a dos números; formei o sistema do alfabeto, e fixei a memória, a mãe das ciências, a alma da vida. Fui eu o primeiro que prendi os animais sob o jugo, a fim de que, submissos à vontade dos homens, lhes servissem nos trabalhos pesados. Por mim foram os cavalos habituados ao freio, e moveram os carros para as pompas do luxo opulento. Ninguém mais, senão eu, inventou esses navios que singram os mares, veículos alados dos marinheiros. Pobre de mim! Depois de tantas invenções, em benefício dos mortais, não posso descobrir um só meio para por fim aos males que me torturam".
(Prometeu Acorrentado)
Com pouca paciência
Estamos impondo limites
Restringindo e sufocando
Com raiva o que incomoda.
Excluir é melhor do que ouvir
Abandonamos o bom senso
Retornando às cavernas.
Um dia, em um passado não muito distante, eu viverei o presente do futuro que imaginei. Paro... penso. Estou no presente, com um pé no futuro e debruçado no passado. Naquele passado que só eu sei. Naquele passado escondido na caverna. A caverna escura que só eu tenho a luz para ilumina-la. Essa luz é o futuro, ressoando em meu ouvido dizendo que tudo dará certo. O presente jaz. O presente trás. O presente faz. Refaz. É fugaz. Perspicaz. Ele é o meu algoz, chega a ser feroz. Me corrói. Mas não me destrói. Me torna um herói. Eu te quero; te venero. Oh futuro que reluz no passado, ouve-me. Estou aqui, consegues me ouvir? As súplicas pairavam em um silêncio fúnebre, o silêncio ecoou, o vazio criou forma, criou asas. E lá estava eu, na imensidão daquilo que ousei ver, eu era uma letra perdida em uma biblioteca, assim como os meus pensamentos estavam perdidos em mim. Ah! atrevo-me mais uma vez. Atrevo-me a viver o presente, a ser presente, um presente, um ente.
Enquanto a educação for sinônimo de liberdade, o professor continuará sendo inimigo comum do estado.
Miséria e injustiça acabarão por desaparecer se for permitido à pura luz da razão penetrar nas cavernas escuras da ignorância, da superstição e do ódio.
SABER VIVER
O lhe para as estrelas dos céus,
Porém, não esqueça as pedras no chão.
Admire as formações das nuvens,
Porém não esqueça as poças d'água no caminho;
Tire momentos pra contemplar os montes,
Mas não esqueça dos vales.
Desfrute do Oasis,
porém, no que ainda está no deserto!
Entre na caverna da alma,
Entretanto , saia de vez em quando!
Viva, conte os dias!
A vida é bela!
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