Cartas Tristes de Amor

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⁠"Para os vivos, eu fui embora,
Para os tristes, eu nunca voltarei.
Para os bravos, fui enganado,
Mas para os felizes, estou em paz.
E aos fiéis, eu nunca fui embora.

Não posso falar, mas posso ouvir.
Não posso ser visto, mas posso ser ouvido.
Então, enquanto você está sobre uma costa olhando para um lindo mar,
Enquanto olhas para uma flor e admiras a sua simplicidade,
Lembrem-se de mim.

Lembre-se de mim no seu coração:
Os teus pensamentos e as tuas memórias.
Das vezes que amamos,
As vezes que choramos,
As vezes em que lutamos,
As vezes em que rimos.
Pois se pensares sempre em mim, eu nunca terei ido. ” 🌹

Inserida por PaulaFreitas

⁠Todos os dias são tristes, desde que você foi embora,
Não há mais a magia do dia, nem os risos de outrora,
Toda a vida é só lembrança do que já não tenho agora...
Nossa lira já não existe, nem os versinhos de balancê,
Nem vou mais àquela rua, pra buscar teu rosto ver,
Tudo agora virou saudade porque eu não tenho mais você...

Inserida por samara_sousa_3

⁠De histórias tristes o mundo está cheio,seus resultados não perguntam se está apto a começar,as oportunidades vem de forma abruptas e inesperadas nem sempre na melhor hora.
Portanto não reclame de seus fracassos,não conte suas conquistas com quem não participou do processo,e nem desanime no primeiro obstáculo,pois resultados sólidos se dão pela junção de oportunidade, qualificação e trabalho inteligente.
Reclamar só te fará perder tempo e energia,faça o que tem de ser feito sem temer errar.
Conheça seus propósitos e valores inegociáveis, ignore críticas "construtivas" e elogios infundados,e assim irá obter sucesso ou experiência.

Inserida por AlexandreRibeir

⁠HOMENAGEM AO PROFESSOR LAURISTON

Todos os alunos estão tristes
Não é momento de alegria
Porque está nos deixando
Nosso Professor de Geografia

Ele que por muito tempo
Nos dedicou sua atenção
Tem um carro de paciência
E é muito brincalhão

Entre todos os alunos
O comentário é geral
Ah! O Professor de Geografia
É um cara muito legal!

Quando dava uma prova
Costumava assim dizer
Se vocês tentarem colar
O livro vai derreter

É gordinho e usa óculos
Se acha simpático demais
Tem muitas qualidades
E é torcedor do Goiás

Na aula de Geografia
Quando outro Professor entrar
Vamos sentir muita falta
Mas teremos que acostumar

A você, o nosso abraço
E que de nós sempre possa lembrar
A minha voz fala por todos
Igual a você, jamais iremos encontrar

Edvaldo José / Mensagens & Poesias

Inserida por edvaldojoseescritor

⁠Alguma coisa me aconteceu
E tudo parece fugir para outro lugar
Estrelas tristes tentam me explicar
E nada acontece se dissipam todas pelo ar

Há medo em meu jardim
Pois uma rosa disse adeus pra mim
Mas tudo tem um fim, eu sei
Só não sonhava que seria assim

Aonde quer que Você vá
Eu quero Te encontrar
Por onde Você for
Eu preciso de mais
Eu preciso mais
Preciso de Você aqui

Inserida por henriquebenjamim

⁠Título: Talvez Eu Pertença ao Talvez.

Gosto de ruas vazias, tão calmas,
De rostos tristes — talvez por simpatia.
Prefiro as noites de poucas almas,
Com poesias sendo minha companhia.

Há uma alegria nas luzes apagadas,
No som da chuva a varrer a cidade,
E nos grilos que, entre pausas marcadas,
Regem o silêncio com suave sintonia.

O vento carrega segredos no ar,
Um eco perdido, sem rumo ou lugar.
Talvez eu pertença a esse divagar,
Ao "talvez" eterno de sonhos fugaz.

Um temporal não me traz tormenta,
Mas uma dança onde me encontro inteiro.
Sou um reflexo que ninguém sustenta,
Uma sombra errante, sem paradeiro.

No "talvez" eu habito — começo e final,
Entre o vazio e o desejo de estar.
Sou o instante breve, o ponto crucial,
Que nunca se cansa de apenas vagar.

Inserida por Zeta


Um fracasso.

Em versos tristes, a alma se revela,
Um labirinto de sombras, onde a dor se instala.
O fracasso, um manto que me envolve e pesa,
E a cada passo, a esperança se dispersa.
As lágrimas, como rios de desilusão,
Afogam os sonhos, a doce ilusão.
O espelho reflete um ser desvanecido,
Onde a alegria se perdeu, em um passado esquecido.
A solidão, companheira constante,
Acalma a alma, em um abraço distante.
As palavras, como navalhas afiadas,
Cortam a carne, ferem as esperanças frustradas.
Mas em meio à escuridão, uma faísca teima em brilhar,
A chama da resiliência, que insiste em não se apagar.
Pois mesmo na queda, a força se encontra,
E no fracasso, a oportunidade de recomeçar.

Inserida por gabriel_luiz_maroli

⁠Silêncios e matizes -

Sem ti, meus dias tristes são lilases,
sempre à espera daquilo que nunca dizes
do tanto que de ti anseio e nunca fazes
do teu olhar pintado de silêncios e matizes.

Lá longe mal te vejo mas ainda ouço
o som dos poemas que te compus
sinto um aperto, uma corda no pescoço,
como se fosse um Sol em contra luz.

Há nos campos flores brancas e amarelas
de toda a parte oiço a voz das ventanias
há gente espreitando p'las janelas
encostada à sombra dos seus dias.

E o vento traz o eco do teu nome
um estranho odor de oliveira e de mel
mas hoje, de ti, ainda tenho fome
louco que sempre fui p'la tua pele.

Inserida por Eliot

⁠DEUS É BOM O TEMPO TODO

Com sentimentos de desamor, tristes e densos; porem, um ponto de luz em mim já rumina e chora. Mas no conforto de sentir-me também vitima, sem ouvir o chamado de trabalho no Bem, o atendimento, engarrafo a vida com o noticiário do momento.
Passiva diante da TV, sem atitude; afeiçoada as noticias; viciada em suas inquietudes num desaguar que assimilo, sofro intensificando a dor do agora e navego sem alternativa em situações que geram descompromisso, numa passividade que se estabelece e não sai no improviso.
No meu querer não quero, mas ás vezes quero e sinto constantemente, que necessito erguer-me do sofá que acalento, apertar um botão dentro de mim e soltar-me da rotina que insisto e entorpece, criando novas memórias, libertando-me de enredos vivos que sofrem e padecem.
Doar de mim, extrair de mim para mim mesmo e posteriormente ao outro, ou invertendo o caminho, do outro para mim, no inicio a contragosto; ser ativo e interativo com Deus e Suas Leis e sua luz
na fortaleza que existe na elaboração no novo objetivo.

Inserida por PROJETOTREMDAVIDA

⁠Ao pé do túmulo

Eis o descanso eterno, o doce abrigo
Das almas tristes e despedaçadas;
Eis o repouso, enfim; e o sono amigo
Já vem cerrar-me as pálpebras cansadas.

Amarguras da terra! eu me desligo
Para sempre de vós... Almas amadas
Que soluças por mim, eu vos bendigo,
Ó almas de minh’alma abençoadas.

Quando eu d’aqui me for, anjos da guarda,
Quando vier a morte que não tarda
Roubar-me a vida para nunca mais…

Em pranto escrevam sobre a minha lousa:
"Longe da mágoa, enfim, no céu repousa
Quem sofreu muito e quem amou demais".

Auta de Souza
Horto. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1910.
Inserida por pensador

⁠Lembro de dias tristes aonde cada minuto era um fardo e cada hora uma dor sentida
Dias em que viver era somente suportar o sofrimento
A luz da aurora e o brilho das estrelas não me tocavam
Caminhava cabisbaixo por trilhas escuras e lugares sem cor
Hoje estes dias ficaram somente na memória das coisas que merecem ser esquecidas
Hoje eu vivo por você
A ti entreguei meu coração
A ti confiei as chaves
Neste gesto deposito a esperança de que a vida voltará para mim
E assim poderei, ao seu lado, sorrir novamente para o mundo
Esquecendo o medo da decepção
Repelindo a angústia da desilusão
Pronto para fazer do seu desejo meu maior prazer

Inserida por gilfleming

⁠As luzes tristes da cidade

Debaixo de um poste
De luz amarelada
A qual mal iluminava o próprio entorno
Numa rua sem saída, escura e úmida
Morria aos poucos de fome mais um morador de rua

Esse é um de tantos outros cantos tristes escondidos na selva de concreto e aço
A qual não sede espaço pra esperança
Aqui mora um milhão de milhares de pessoas
Sem perspectiva de futuro

Sobre as luzes tristes dessa cidade faço meu nome, não pertenço a lugar nenhum
E ao mesmo tempo sou de todos os lugares
Sigo firme
Pois
Assim são
Os cantos iluminados
Pelas tristes luzes dessa cidade

Não tenho certeza do futuro
Não sei se tem algo nesse mundo
Não quero sair no escuro
Tenho medo deste mundo
Imundo

Naquela rua morreu um senhor
Naquela outra, mora um senador
No final nenhum dos dois tem valor

Aos bairros nobres desejo boa sorte
As favelas desejo que Deus tenha pena
Para que eles vivam e prosperem a cada dia
Pois aqui, não existe piedade
Sobre as luzes cruéis e tristes da cidade.

Inserida por Hamiro

⁠"Temos dias alegres, tristes, chatos e entediantes. Todos com reflexo direto em nosso humor e bem estar.
Ao fim do dia estamos exaustos e famintos por relaxamento e afago.
Sejamos receptivos e atenciosos com o carinho alheio. Às vezes a cura do seu dia está tão perto... Mas nossos olhos estão vedados pela impaciência e ignorância. A oração é sempre bem vinda."

Inserida por FEBA

⁠**"Sou um paradoxo vivo.
Gosto de ser feliz, mas vivo invadido por pensamentos tristes.
Queria ser leve, mas me tornei denso — resultado de tudo que me quebrou ao longo do caminho.

Às vezes me faço de frio, de durão, de quem não liga.
Mas a verdade? Eu ligo. E ligo demais.
Me importo com coisas que ninguém vê. Sofro calado. Amo em silêncio.
Mesmo despedaçado, eu ajudo.
Mesmo sem respostas pra mim, tento dar força pros outros.
Mesmo sendo caos por dentro, ofereço abrigo por fora.

Sou feito de extremos:
Sol e tempestade.
Razão e emoção.
Silêncio e grito.
Sou um quebra-cabeça incompleto tentando se montar com peças que a vida levou.
Mas sigo aqui… buscando me entender, me aceitar, me reconstruir.

Não sei por onde começar, mas sei que ainda tô tentando.
E só isso… já diz muito sobre mim."**

Inserida por bruno_simas_soares

⁠As simples luzes de astros tristes
Barcos aportam a mastros ristes
Já outros partem em velas mestras
Buscando terras que inexistem

Divagam em ondas vagarosas
Em vezo evadem suas garrafas
Entonam rezas poderosas
Deflagram então sua desgraça

Perpétua é a ideia de ser livre
Porque promessas não bastaram
Da proa à popa à prosa e verso
De tão imersos se afogaram

Inserida por JorgeAntosko

⁠Que o vento leve

Que o vento leve todas as recordações tristes da minha vida...
Que todas as coisas que me fizeram mal sejam esquecidas...
Que nenhuma delas encontre em meu peito guarida.

Sepultei-as sem flores... sem lágrimas...
Quero seguir sem sofrimentos pela vida.
Noites serenas... madrugadas plenas.
Novos dias e eu feliz em cena.

Sorriso que não morre.
Doses de felicidades que não sejam pequenas...
Que o vento leve tudo o que fere minh’alma.

Que as cicatrizes sejam apenas leves lembranças
... que não tirem minha paz e minha calma
O que me causou sofrimento, definitivamente, lembrar não vale a pena.

Inserida por RosangelaCalza

Hora Vil -

⁠Vai alta a madrugada
no raiar da solidão
batem tristes badaladas
no meu pobre Coração ...

Dobram sinos cansados
da minha desilusão,
horas mortas, veladas
guardadas num caixão.

Tumba em que me deito
leito que não mereço
Alma sem jeito
Sonho em que pereço.

Nada mais me resta
nesta hora vil,
poiso a pena de Poeta,
choro e adormeço!

Inserida por Eliot

⁠Emoções Diárias -

Pela Estrada caminhamos ...
Tristes ou alegres,
seguros e imberbes
de Esperança nos fazemos!

E onde vamos?! Vamos simplesmente.
Caminhamos e amamos,
ignoramos, ultrapassamos,
construímos e ganhamos!

Mas perdemos também!
Odiamos, perdoamos
- tudo e nada - de onde vem?!

Vem simplesmente ...
E de que vale o que ganhamos
se morremos lentamente?...

Inserida por Eliot

⁠Encontro desencontrado -

Não te via há tantos dias
quando tristes nos cruzámos,
passeando pela rua, noite fria,
nem tampouco nos falámos ...

Ao teu lado, outro Alguém,
acompanhava os passos teus!
E nessa hora, intensa, de desdém,
fixaste sem pudor os olhos meus ...

E abrandámos o passar ...
Em silêncio recordámos o Passado
e partimos sem falar ...

Recordei o meu tormento,
solidão que me deixaste
num falso juramento ...

Inserida por Eliot

⁠Évora Morta -

Évora morta curvada à solidão,
ruas tristes, tristes ermos, calçadas e janelas
que na dolência, ao passar, ansiando por perdão,
gemem pelas horas a desgraça das vielas …

Évora morta deleitada à solidão
terra seca de melancolia
que o tempo leva pela mão,
na brancura, dia-a-dia …

Évora morta num silêncio que vigia,
num espasmo de quimera
numa noite que inicia … e quase desespera!

Mas quando manhã alta o Sol desponta,
Évora desperta, Évora amanhece,
para logo anoitecer, e voltar a ser, Évora morta!

Inserida por Eliot