Carta de Amizade Expressando seu Sentimento
""Gostaria de poder ver pelo olhos dos estranhos que vc encontra no seu dia dia, apenas para poder apreciar os detalhes da sua beleza por mais tempo.
E aproveitar da beleza do seu sorriso espontâneo, do brilho dos seus olhos e do seu cabelo cacheado que combina perfeitamente com cada detalhe do seu rosto....
E por fim me pegar perdendo o chão com cada vez que me encanto pela pessoa especial que você é.""
Se estiver buscando o amor...
Experimente olhar em seu interior...
Osculos e amplexos,
Marcial
ESTAMOS SEMPRE EM BUSCA DO AMOR
Marcial Salaverry
Essa interminável busca do amor, poderia ser bem mais simplificada, observando-se a sabedoria desta mensagem de autoria de Norman Mailer.
"As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é recompensa por você ter resolvido os seus problemas. "
Na realidade o grande problema do ser humano, é pensar que o amor é algo que se busca, que tem de ser procurado, e até mesmo caçado. Então, procuramos encontrá-lo nos bares, na internet, na praia, e até mesmo em uma prosaica parada de ônibus, ou até mesmo numa "paquera de rua"... E assim, com base nessa idéia, procuramos pelo amor que pode estar eventualmente oculto nas boates, ou mesmo nas salas de aula, em cinemas ou teatros. Acontece que, na realidade, ele está por ali, está por aqui, está à nossa volta, podemos mesmo sentir seu cheiro, degustá-lo, apenas é preciso saber descobrir por onde anda, e entende-lo o mais rápido possível, pois já chegamos à conclusão de que só o amor pode nos trazer felicidade. E tal assertiva é válida para qualquer espécie de amor, desde o platonico, até o "pratonico" (por um prato cheio...)
Contrariamente ao que muita gente pensa, o amor não é terapia, não é remédio que possa curar certos males, pois se estamos deprimidos, mal humorados ou ansiosos demais, o amor sequer se aproxima, e, caso o faça, poderá frustrá-lo, porque o amor precisa encontrar bom humor, para ser recebido com alegria e bem estar. Não é um comprimido para ser ingerido como cura da solidão e da falta de auto-estima. O amor não viceja em meio a tristeza e depressão. Até foge disso.
Muitas vezes o amor aparece quando já desistimos de tentar encontrá-lo. Desistimos daquela ansiosa perseguição, e passamos a tratar as pessoas com naturalidade, até mesmo felizes e aceitando uma eventual solidão ou desamor, estando, portanto prontos para recebe-lo e pensando assim, entendemos que para sentirmos o amor, é preciso amar-se, em primeiro lugar, para então poder amar e, principalmente, ser amado por alguém. O amor apenas floresce em corações que sabem cuidar dele.
O amor não precisa necessariamente vir antes de tudo, para nos trazer felicidade, ao contrário, ele é uma consequencia de nosso bem estar, pois é preciso estarmos bem conosco, para podermos bem receber o amor. Caso contrário, não seremos capazes de entende-lo, e poderemos afugentá-lo por nosso mau estado interior. Ele não é garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É por aí mesmo.
Na realidade, o que se pode dizer em defesa do amor, é que ser feliz é apenas uma exigência razoável, não sendo na verdade uma tarefa tão complicada, e destarte, podem se considerar felizes aqueles que, sabendo administrar seus conflitos, sabem aceitar suas eventuais oscilações de humor, e que realmente procuram analisar seus erros e acertos, sem ficar pensando que o mundo é cruel e que suas mazelas se devem ao desamor e à falta de sorte. O que realmente lhes falta é a motivação interior para encarar a vida e o amor de frente. Devemos saber cuidar do amor, e não esperar que ele nos cuide. É preciso entender que a felicidade é serenidade, é paz de espirito, está em nosso interior, nada tendo a ver com principes (ou princesas) encantados, e com luxo e conforto. Na realidade, o amor é o grande premio que a vida oferece para aqueles que sabem vive-la, amando-se, sabendo amar aquilo que tem, àqueles que estão ao seu lado, e sabendo ser amado por quem o ama, e descobrindo enfim, a paz interior, tão necessária para o bem viver bem...
E quando conseguirmos nossa paz interior, estaremos prontos para o amor. Mas um amor sincero, vivido com serenidade, e não aquele amor frustrante e frustrado que não soubemos entender, e por isso o perdemos, porque não soubemos regar adequadamente a plantinha do amor.
E a melhor maneira para isso, é vivendo a cada dia, sempre UM LINDO DIA, e se não tiver um amor ao seu lado, saiba amar-se e a vida sorrirá melhor...
Para "ver" o amor... feche os olhos e abra o coração...
Saiba bem recebe-lo quando ele chegar...
Marcial Salaverry
07/09/2006
Quantos anos
luz separam
seu universo
do meu.
guardião
das minhas
noites insones.
sol que
me desperta
de um sono
longo demais.
voz que me leva
às estrelas.
longe de
onde você
está.
longe de onde
consigo ir.
Um tudo
particular
e singular.
tão íntimo
e distante
que talvez
nem exista.
um sonho
um devaneio
um desejo
um pedido
preciso que
você me traga
de volta pra mim.
[PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES: seu entrelaçamento, a partir de um exemplo]
As práticas e representações se entrelaçam nos diversos processos históricos que podem ser estudados pelos historiadores cuturais e sociais. Será possível compreender isto a partir de um exemplo concreto. Para este fim, acompanharemos as “práticas culturais” (e neste caso as “práticas sociais”), que se entreteceram no Ocidente Europeu durante um período situado entre a Idade Média e o período Moderno com relação à aceitação ou rejeição da figura do “mendigo”.
Entre o fim do século XI e o início do século XIII, o pobre, e entre os vários tipos de pobres o mendigo, desempenhava um papel vital e orgânico nas sociedades cristãs do Ocidente Europeu. A sua existência social era justificada como sendo primordial para a “salvação do rico” . Consequentemente, o mendigo – pelo menos o mendigo conhecido – era bem acolhido na sociedade medieval. Toda comunidade, cidade ou mosteiro queria ter os seus mendigos, pois eles eram vistos como laços entre o céu e a terra – instrumentos através dos quais os ricos poderiam exercer a caridade para expiar os seus pecados. Esta visão do pobre como ‘instrumento de salvação para o rico’, antecipemos desde já, é uma ‘representação cultural’.
A postura medieval em relação aos mendigos gerava ‘práticas’, mais especificamente costumes e modos de convivência. Tal como mencionamos atrás, fazem parte do conjunto das “práticas culturais” de uma sociedade também os ‘modos de vida’, as ‘atitudes’ (acolhimento, hostilidade, desconfiança), ou as normas de convivência (caridade, discriminação, repúdio). Tudo isto, conforme veremos, são práticas culturais que, além de gerarem eventualmente produtos culturais no sentido literário e artístico, geram também padrões de vida cotidiana (“cultura” no moderno sentido antropológico).
No século XIII, com as ordens mendicantes inauguradas por São Francisco de Assis, a valorização do pedinte pobre recebe ainda um novo impulso. Antes ainda havia aquela visão amplamente difundida de que, embora o pobre fosse instrumento de salvação necessário para o rico, o mendigo em si mesmo estaria naquela condição como resultado de um pecado. O seu sofrimento pessoal, enfim, não era gratuito, mas resultado de uma determinação oriunda do plano espiritual. Os franciscanos apressam-se em desfazer esta ‘representação’. Seus esforços atuam no sentido de produzir um discurso de reabilitação da imagem do pobre, e mais especificamente do mendigo. O pobre deveria ser estimado pelo seu valor humano, e não apenas por desempenhar este importante papel na economia de salvação das almas. O mendigo não deveria ser mais visto em associação a um estado pecaminoso, embora útil.
Estas ‘representações’ medievais do pobre, com seus sutis deslocamentos, são complementares a inúmeras ‘práticas’. Desenvolvem-se as instituições hospitalares, os projetos de educação para os pobres, as caridades paroquiais, as esmolarias de príncipes. A literatura dos romances, os dramas litúrgicos, as iconografias das igrejas e a arte dos trovadores difunde, em meio a suas práticas, representações do pobre que lhe dão um lugar relativamente confortável na sociedade. Havia os pobres locais, que eram praticamente adotados pela sociedade na qual se inseriam, e os “pobres
de passagem” – os mendigos forasteiros que, se não eram acolhidos em definitivo, pelo menos recebiam alimentação e cuidados por um certo período antes de serem convidados a seguir viagem.
Daremos agora um salto no tempo para verificar como se transformaram estas práticas e representações com a passagem para a Idade Moderna. No século XVI, o mendigo forasteiro será recebido com extrema desconfiança. Ele passa a ser visto de maneira cada vez mais excludente. Suas ‘representações’, em geral, tendem a estar inseridas no âmbito da marginalidade. Pergunta-se que doenças estará prestes a transmitir, se não será um bandido, por que razões não permaneceu no seu lugar de origem, por que não tem uma ocupação qualquer. Assim mesmo, quando um mendigo forasteiro aparecia em uma cidade, no século XVI ele ainda era tratado e alimentado antes de ser expulso. Já no século XVII, ele teria a sua cabeça raspada (um sinal representativo de exclusão), algumas décadas depois ele passaria a ser açoitado, e já no fim deste século a mendicidade implicaria na condenação .
O mendigo, que na Idade Média beneficiara-se de uma representação que o redefinia como “instrumento necessário para a salvação do rico”, era agora penalizado por se mostrar aos poderes dominantes como uma ameaça contra o sistema de trabalho assalariado do Capitalismo, que não podia desprezar braços humanos de custo barato para pôr em movimento suas máquinas e teares, e nem permitir que se difundissem exemplos e modelos inspiradores de vadiagem. O mendigo passava a ser representado então como um desocupado, um estorvo que ameaçava a sociedade (e não mais como um ser merecedor de caridade). Ele passa a ser então assimilado aos marginais, aos criminosos – sua representação mais comum é a do vagabundo. Algumas canções e obras literárias irão representá-lo com alguma freqüência desta nova maneira, os discursos jurídicos e policiais farão isto sempre. As novas tecnologias de poder passariam a visar a sua reeducação, e quando isto não fosse possível a sua punição exemplar. Novas práticas irão substituir as antigas, consolidando novos costumes.
O exemplo chama atenção para a complementaridade das “práticas e representações”, e para a extensão de cada uma destas noções. As práticas relativas aos mendigos forasteiros geram representações, e as suas representações geram práticas, em um emaranhado de atitudes e gestos no qual não é possível distinguir onde estão os começos (se em determinadas práticas, se em determinadas representações).
[extraído de 'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, p.77-80]
Sta Terezinha
É neste silencio , nesta busca de paz e amor deixando sempre seu reconhecimento ao meu senhor que me aproximo de ti , destilando amor e intercendendo por seus pedidos . Aproximo - me de ti , porque es fonte de bondade , pureza e encantas minha m' alma , meu coração .
Amém Amém Amém !!
Simone Vercosa
"Quando o vi alí naqule quarto deitado naquela cama quase desnudo de carne em seu corpo; percebi a sua partida...
A única coisa que consegui dizer para ele Já saindo do quarto para ele não me ver chorrar"Pai, mas que foi "Pai, mas que bosta."
Coração de Ouro
Queria eu, conhecer o que esconde em seu coração, poder navegar nesse emaranhado de letras e rimas, aglomerados desde o seu tempo de menina.
O tempo passou muito de repente, a menina cresceu, virou adolescente, mesmo com a vaidade, formou personalidade e amadureceu.
A vida seguiu com naturalidade, a juventude chegou com a beleza e a formosura,
trazendo consigo, a sabedoria e a ternura.
Seu corpo foi tomando forma, não uma forma qualquer, mas a forma de um anjo , no corpo de uma mulher.
A anatomia se fez presente, utilizando os mais lindos traços, onde o escultor utilizou riscos, rabiscos e contornos especiais, onde hoje pouco se vê ou até mesmo não se vê mais.
Até mesmo a sua voz continua a mesma, parece uma escala de harmônica, sem semitonar, obedecendo os acordes, quando tem algo a pronunciar.
Du 23 / 01 / 2022
Yasmim
Não poderei amar - te assim
Oh! Yasmim!
Que me padeço
Ao seu olhar frenético
E me acusas de rude
Posto que muitas vezes me negaste
Ao seu agradável Abraço
Só isso eu queria
E depois de tudo minha ira engordou
E me tornei pólvora
Pronto a explodir
De preferência em seus braços
Não me leve a mal
Não me deste tempo
De me mostrar
Tirar meu véu,anel ou que mais rimar
Me colocar nu
Sem defesas
Sem amarras
Refém de sua mania
Somente domado
Pronto a sua montaria.
Lupaganini
01.02.2016
Manina
Benina
Memina
Mem nina
Mi le na
Mim lê na
Na escola?
Na biblioteca mesmo
Do seu coração?
Em poemas de amor
Eu compro uma flor
Um buquê de sentimentos
Sem choro e nem lamentos
Mas sinta as emoções
O pulsar das sensações
Sem mesmo hesitar
Eu corro até cansar
Chego ao meu único destino
O destino do teu olhar
no qual sou um mero clandestino
Sabe qual a diferença entre pessoas ?
Não existem diferenças
Cadê um tem seu estilo de vida, sua escolha, sua opção
Temos que respeitar o modo de viver de cada um
Faça você a sua parte, seja você feliz do seu jeito
De o seu melhor sempre
Seu melhor bom dia, seu melhor sorriso
Porque a felicidade é uma escolha, só escolha a sua e seja feliz.
Corrente da Felicidade
Saiba tudo, em poucas palavras, sobre as estrelas e seu destino.
Entenda o Iluminismo mais puro, cujos pensadores nos tiraram das trevas com o mundo racional, lógico e tudo mais acima de nossa cabeça aos pés na Terra, assim como no Céu e o subsolo, solo ou Infinito no Universo pequeno, sem precisar ler nem ir à Universidade!
O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem.
Agora ficou fácil ver o Mundo, seja à noite ou de dia, com a luz que vem da estrela iluminar nosso caminho pleno de pedras, pedaço dela do tamanho de cada um.
Está explicado?
Passe esta mensagem adiante à dez amigos, para fazer o dia e a noite dele ou dela mais alegre e feliz e evitar que uma caia na sua cabeça e a abra literalmente a mente embotada.
Feliz dia da consciência e inconsciência Humana e do espectro da bestialidade que assola o Mundo.
Racionais do mundo uni-vos, nós não temos nada a perder exceto os grilhões da nossa liberdade e da sabedoria, porque o que te preocupa, te escraviza.
Tire o seu futuro e os seus projectos de vida do pretérito.
Siga os conselhos do saudoso líder da Índia Mahagma Gandhi, " seja você o mundo que deseja viver".
Seja o exemplo do mundo que você deseja viver. Esculpa-se, construa-se, e transforme-se.
Pare de se espelhar no mundo dos outros, a vida não tem fórmula. Desenhe a sua, esforce-se com coragem e determinação, sem perder o foco dos seus objectivos.
A transpiração é melhor que a sorte, porque a sorte é a justificação dos fracos, pelo esforço que não fazem.
Há algum anacronismo.
Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.
_Não seja pueril, a terra que você semeou não se importa com seu desenvolvimento nem sua maturidade de agora; também não se ilude com a água fresca usada para regar. Ela fará brotar, exatamente a semente que você lançou.
Um pouco de honestidade e reflexão pode ajudar na colheita problemática ou maravilhosa.
Sergio Junior
É, chegou o seu dia né?
Talvez não venha pro RJ nunca mais. A gente nunca sabe.
Foi muito foda te conhecer, por mais que tenha sido tão breve. Mas antes breve, do que nenhum pouco.
Melhor do que te conhecer, foi ter compartilhado momentos de prazer com você, dividir uma cama, dividir uma roupa despida, uma troca de olhar, uma conversa mais pessoal, uma entrega.
Dessas conversas mais pessoais, eu nunca te disse uma coisa: eu nunca soube lidar com a saudade.
Eu sou um cara que vivo com todas as saudades de quem eu gostei um dia. Sofro desde então com o passar do tempo.
Você se junta agora a esse time de lendas em meu coração.
Eu ficarei na sua torcida daqui do Rio de Janeiro. Acompanhando de longe, alguém que eu tive tão de perto.
Posso afirmar com segurança que você foi uma das pessoas mais importantes do meu 2021.
Sentirei falta de você e isso não terá um tempo. A saudade sempre será eterna!
Obrigado por tudo!
No meu silencio ainda tem você
De manhã até o anoitecer
Cada detalhe é grande demais
Seu sorriso, seus encantos
Ah medo cruel que destruiu
O que nem existiu, já partiu
Na morte que morri me iludi
Serpente somente é demente
Caus aqui e lá desencontro
Maldito limite imposto
Vagando na memória da dor
Sobrevivo a tempestade
Maldade, vaidade, veneno
Amargo nem me tomo, só olho
Dentro de mim e oco está ali
Caída nessa vida bandida
Entre silêncios olhares eu sigo
Vivendo sonhando querendo
Desnudar minha alma, mas pra que?
Roteiro que fere com medo não vive
Luciani Marcondes 11/02/2021
Nenhum homem merece o seu sofrimento ou que você corra atrás dele e muito menos as suas lágrimas derramada por ele.
Você é tudo que se busca e deseja encontrar em uma mulher incrível e grandiosa.
Então tire de tudo que passou como experiências e aprendizados, para que possas viver no momento certo o melhor com quem lhe enxerga, valoriza e realmente te merece.
Ricardo Baeta.
Seu belo sorriso,
Seu jeito sedutor,
Seu olhar encantador
E até seu modo truta de falar.
Por seus detalhes sou apaixonada.
Por você eu sinto
Um turbilhão de coisas,
Algumas podem parecer bem loucas.
Mas não sei com chegar e falar
Que você quero amar,
E só com você quero
Me deitar à luz do luar,
Para observar um céu de estrelas
Caindo sob à imensidão do mar
O inverno foi capaz de congelar seu coração, sem amor abraçou a solidão.
Na imensidão da dor, suas lágrimas foram ao chão.
Diante do medo, apenas lhe restou a paixão.
Enfrentando os dias mais sombrios, sua voz ressurge da escuridão. Sem saida, ela implora por libertação.
Esperando que o meu calor possa aquecer seu coração.
Mesmo sem direção, tenho a impressão de estar regando minha rosa com lágrimas, suplicando para que seus espinhos não machuquem tanto a minha alma.
Não quero arranca-lá do meu Jardim, ela está florescendo em mim e será assim até o fim.
Sabia que gostava de mim
Notava seu olhares
Sabia que gostava de mim mas não fazia ideia
Ideia de quão profundo foi
Disso não sabia
Não acreditava no que estava vendo
Nos olhares intensos
Na aflição de sua voz nas últimas vezes que conversamos
Nas dores, anseios e sofrimento que carregava
Jamais poderia imaginar
Só me dei conta depois de ler tudo em palavras
Palavras colocadas por você mesma na Internet
Palavras antigas, superadas a muito mas reveladoras
Pois agora sei que tudo existiu um dia
Que foi real e febril
Como pude tocar tão profundamente a alma de alguém que mal conhecia?
O que viu de tão especial em mim?
O que fiz para tanto?
Mas saiba que não passou em branco
Também fui tocado
Com leveza mas fui
Levarei você comigo também
Esteja onde estiver e com quem for saiba que levarei você comigo com amor e ternura
Para sempre
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