Carta a um Amigo Detento
🎵 “Lado a Lado” 🎵
(letra original)
[Verso 1]
Comecei de novo, sem me apressar
Era só um passo, mas já dava pra sonhar
Teu silêncio dizia
mais que mil palavras podiam falar
[Verso 2]
Não era fuga, nem era ilusão
Era o teu cuidado que fez sentido então
Você chegou devagar
e eu quis ficar
[Pré-Refrão]
Tinha algo no jeito que me ouvia
Como quem fica sem pedir guarida
[Refrão]
E eu vi amor no teu olhar
Interesse em me decifrar
Era sincero, era de verdade
Não tinha jogo, só vontade
E quando eu dei a mão, você ficou
Não prometeu, só mostrou quem sou
Era recomeço, mas parecia lar
Com você, é fácil acreditar
[Verso 3]
Tudo tão simples, tão real
Nada ensaiado, nada igual
Você lembrava até o que eu escondia
como se minha dor fosse tua poesia
[Pré-Refrão]
Foi leve, mas inteiro o que senti
E o mais bonito foi te ver em mim
[Refrão]
E eu vi amor no teu olhar
Interesse em me decifrar
Era sincero, era de verdade
Não tinha jogo, só vontade
E quando eu dei a mão, você ficou
Não prometeu, só mostrou quem sou
Era recomeço, mas parecia lar
Com você, é fácil acreditar
[Ponte]
Agora andamos lado a lado
Sem mapa, mas com rumo exato
Não é sorte, é reciprocidade
É amar com liberdade
[Último refrão – suave]
E eu vi amor no teu olhar…
Um recomeço feito pra durar…
Recomeçar no Amor
Recomeçar no amor é, antes de tudo, um ato de coragem.
É olhar para dentro de si, reconhecer os pedaços partidos, e ainda assim escolher acreditar que o amor pode florescer de novo — mesmo depois da dor, das decepções, dos silêncios que machucam.
Nem sempre é fácil. O coração, quando ferido, se fecha como quem tenta se proteger do que antes parecia tão bonito. Mas chega um momento em que a alma pede mais: pede leveza, verdade, conexão. E é aí que recomeçar se torna necessário — não como repetição do passado, mas como um novo passo, mais consciente, mais maduro.
Recomeçar no amor é entender que ninguém vem para nos completar, mas sim para caminhar ao nosso lado. É saber que o amor de verdade não exige máscaras, não precisa de perfeição — só de presença, escuta, e um pouco de paciência para os dias difíceis.
Talvez você esteja com medo. Eu também estive. Mas há beleza em se permitir. Há beleza em abrir o coração devagar, no seu tempo, com cuidado… e com esperança.
Seja com alguém novo, ou com a mesma pessoa em um novo capítulo, o recomeço é sempre uma oportunidade de amar melhor — inclusive a si mesmo.
Um Novo Amor
Talvez você tenha chegado devagar, sem fazer alarde.
Talvez eu não estivesse esperando, ou talvez estivesse tentando fingir que não esperava mais.
Mas você chegou — e algo em mim soube que era hora de recomeçar.
Recomeçar no amor depois de tudo o que já vivi é como caminhar descalço depois da tempestade: ainda sinto os restos de dor no chão, mas começo a perceber que há também flores nascendo ali. E cada sorriso seu, cada conversa sincera, cada cuidado pequeno… tem sido como um raio de sol depois de muito tempo nublado.
Não estou aqui com pressa, nem com promessas vazias. Estou aqui com verdade. Com vontade de construir algo bonito, leve, real.
Estou disposto(a) a aprender com o que passou, a não repetir erros antigos, a respeitar o seu tempo e o meu também.
Quero um amor em que possamos ser inteiros — não perfeitos, mas verdadeiros. Onde haja espaço para rir, errar, crescer e cuidar um do outro.
Quero descobrir os detalhes do seu mundo e te convidar, com calma, para conhecer o meu.
Porque, mesmo depois de tudo, ou talvez por causa de tudo, eu ainda acredito no amor.
E dessa vez, quero vivê-lo com os pés no chão, o coração aberto, e os olhos bem atentos ao que realmente importa.
Que esse novo começo seja, na verdade, o início do que sempre busquei.
Habitar-se é um tipo de exílio sagrado!
Sinto como se não tivesse sido feito da mesma matéria dos outros.
Minha infância era um espelho embaçado,
onde ninguém parecia me reconhecer.
E compreensível ou não, as vezes ainda carrego a mesma sensação,
como se o mundo me oferecesse moldes
que nunca abrigaram a forma da minha alma.
Tudo em mim
sempre foi um pouco desalinhado,
como se eu dançasse um ritmo
que só meu peito escutava.
Descompassado ou não, era o espetáculo que eu entregava - sem holofotes,
Sem plateia, somente a alma.
Nunca vi como os outros viam.
O mundo me parecia um palco deslumbrante e distante
e eu, um espectador melancólico,
sentado à beira do próprio abismo,
tateando sentidos com olhos em carne viva.
Ainda assim,
sempre que alguém cruzava o meu destino,
eu me doava inteiro!
Sem reservas,
sem cálculos,
sem planos de fuga.
Investia o que em mim era força,
o que era luz,
e até o que eu sabia que me faria falta depois.
Porque amar, mesmo que em ruínas,
é para mim,
uma das formas mais sinceras de tocar a vida que se deseja.
Mesmo que por um instante,
eu me permitia vibrar naquela realidade sonhada!
Ali onde o toque era cura,
a presença era templo,
e o “agora” … bastava!
Mas depois do “até logo”,
a maré me levava de volta à margem de mim.
Fechava os olhos ao mundo
e encarava, no escuro,
as rachaduras que ninguém via.
Tentava, com as mãos nuas,
tapar os vazamentos da alma,
ainda que tudo escorresse pelas frestas do silêncio.
Às vezes parecia inútil.
Às vezes era mesmo.
Mas nunca deixei de tentar.
Nunca deixei de viver com tudo que carrego.
Porque, mesmo nos dias em que a existência dói,
ainda creio que viemos experienciar a vida!
E por inteiro!
Não só o riso,
mas também o pranto,
o vazio,
as perguntas que giram sem respostas, nem repouso.
Creio que todos os dias são bonitos.
Mesmo os que machucam,
os que confundem,
os que silenciam demais.
Bonitos porque existem,
porque me atravessam a alma,
e sobretudo, me ensinam!
Alguns chegam com flores,
outros com pedras,
mas todos me convidam a sentir.
E em todos,
me mantenho aceso.
Contudo, alguns são apenas sobrevivência,
tormenta mental sem fim triunfante,
um salto visceral para os corredores mórbidos das camadas que me compõem.
E então compreendo, em silêncio:
as partes que em mim se partiram
não pedem camuflagem,
pedem reconhecimento.
Como ensina o Kintsugi,
não é preciso ocultar a rachadura -
é nela que o ouro se deposita.
É o que rompeu que revela,
é o que feriu que desenha
a cartografia exata do que sou.
E talvez, a beleza mais honesta
não esteja na perfeição preservada,
mas na imperfeição assumida
e transformada.
Porque habitar-se é um exílio, sim,
mas é também a única forma
de não se perder
no mundo dos que jamais se permitiram sentir demais.
Nem sempre por vontade,
às vezes só por não caber em lugar nenhum.
E quando não se cabe,
volta-se.
Para dentro, para perto,
para algo que ao menos ecoe,
para onde a existência faça algum sentido - mesmo que breve.
É ali, nas entrelinhas do sentir e do viver,
no ateliê invisível do tempo,
que acolho meus cacos com reverência
e os ressignifico em arte —
não para esconder a dor,
mas para deixá-la visível,
abrilhatada com ouro,
com presença e vida.
- Por Daniel Avancini Araújo
Fogo em Brasa
Que início de paixão
Um romance de televisão
Um mundo a prometer
Todo dia vem me ver
Fogo em lenha vira brasa
Diminui, mas não se apaga
O seu novo não voltou
Alegria se afastou
Quero mais para me animar
Só um beijo ao seu encontrar
Brasa queima e brasa apaga
Falta lenha e tudo acaba
Carinho o que restou
Lindo tudo e não durou
Um dia tive tudo, enfim
Hoje, só lembranças do seu fim
Eu segui seu conselho.
No meio da minha dor, quando a cabeça era um labirinto e o peito só sabia gritar em silêncio, eu escrevi.
Mas o que saiu de mim não foi autoajuda. Foi autoexposição. Foi verdade crua. Foi carne rasgada em verso.
Lancei seis livros que não prometem cura — só companhia no caos. E três infantis, porque até a infância às vezes precisa de abrigo.
Então, obrigado por me empurrar pra dentro da escrita.
Não virei guru. Virei espelho rachado.
E hoje, as palavras que eu sangro servem pra quem também já cansou de ouvir que “vai passar” sem saber quando.
Saudade
Maldita é a lembrança.
Saudade do que foi.
Em cada retalho dela,habita um sentimento previsível e inevitável.
Permeia todo o ser.
Preso em sua própria gaiola,o homem se encontra,a degustar esse maldito sentimento,remoendo,sofrendo pelo que foi e pelo que nunca será.
Vestido com sua túnica anti-sentimento,acredita que assim será mais fácil lidar.
Mas no fima saudade sempre terminara em lágrimas.
Nada se compara ao ato de acolher!
Acolher é partilhar amor - um gesto que revela cuidado, compreensão e entrega.
É a marca viva de Jesus neste mundo - imitador Dele - filho de Deus.
"1 João 2.29 - Visto que sabemos que Deus é sempre bom e só faz o bem, podemos corretamente supor que todos aqueles que fazem o bem são seus filhos".
Para as Professoras, com Carinho
Em cada gesto, um mundo de ternura,
Em cada aula, a luz da doçura.
Professora,estrela a brilhar,
Nos ensina com amor sem parar.
Com paciência, guia cada coração,
Planta saber, colhe inspiração.
Seu sorriso aquece como o sol da manhã,
Torna leve a estrada, tão humana e sã.
Suas palavras são sementes no vento,
Florescem em nós, viram conhecimento.
Nos braços da vida, é farol e abrigo,
Ensina com alma, caminha contigo.
Por isso hoje, com toda emoção,
Lhe entregamos este poema em gratidão.
Por ser tão especial, por ser quem tu és,
Nosso carinho por ti vai além da maré.
eu percebi no vínculo mais próximo de um parente de sangue a frieza de um defunto,
É interessante o homem gostar de parecer ser bom para amigos e cruéis para os parentes mais próximos. onde mora a nobreza de esnobar o irmão da sua própria casa e tratar como um rei uma pessoa que não tem vínculo sanguíneo algum com você. o Que Deus falaria pra vc no dia do embate? pense nisso.
Cada um dá o que tem, e oferece aquilo que é.
Devemos parar de incorrer no erro de sempre esperar de certos indivíduos, o que estes jamais terão a condição de oferecer. Como por exemplo não se deverá esperar de um PORCO que voe como ÁGUIA. Ou que uma Minhoca ruja como um Leão. Como também que alguém que ganhe apenas um salário mínimo por mês, lhe oferte um Milhão ( a menos que o salário mínimo de tal indivíduo fosse superior a esse valor). Schopenhauer por exemplo, embora sempre criticasse os indivíduos comuns, os abaixo da média intelectual, chamando-os por vezes de IDIOTAS ou IMBECIS, era do parecer de que esses tais indivíduos mesmo assim, tinham o direto de viverem conforme sua má dotação, distribuída pela própria Natureza. Então, é um erro esperar nobreza ou gratidão, de quem tem espírito de um , de uma ou seja mesmo um perfeito . Ao invés de nos irritarmos ou nos entristecer com certas atitudes, o ideal mesmo é nos consolarmos no entendimento de que cada um só pode ofertar o que tem ou oferecer o que é. E não esperarmos nada para além disso!
Às 07:16 in 12.07.2025
Em teu olhar, um convite se revela,
Um desejo que pulsa, uma chama acesa.
Minha Sapekinha, meu doce veneno,
Em teu abraço, o mundo se torna pequeno.
As palavras de amor, que já te confessei,
Ganham um novo tom quando em ti me perco.
Que o toque da pele, o sussurro na orelha,
Sejam a nossa língua, a nossa própria centelha.
Não há censura em nós, nem medo de arder,
Em cada carícia, um novo amanhecer.
Pois nosso amor é fogo, intenso e voraz,
E em teus braços, encontro a mais pura paz... e o mais ardente prazer.
Silêncio no Último Beijo
O nosso último beijo foi a pior despedida,
não houve adeus, só um suspiro preso no ar.
Teus lábios frios selaram a ferida
que o tempo insiste em não cicatrizar.
Ficou no espaço um gosto de ausência,
um toque sem alma, um fim sem final.
Teu olhar partiu com indiferença,
mas o meu ficou... preso no vendaval.
A rua era a mesma, mas tudo calava,
o mundo seguia — eu não. Eu parava.
Na esquina da dor, teu rastro sumia,
levando meu riso, minha melodia.
Eu beijei o adeus sem saber que era o fim,
imaginando retorno onde só havia fim.
E hoje entendo: o pior adeus
é aquele que vem...
com um beijo que não disse nada,
mas levou tudo.
É curioso, o ódio.
A raiva. A ira.
É como um fogo que arde por dentro,
sem deixar marcas na pele.
Já li que é melhor deixá-lo partir.
Mas eu não quero.
Não ainda.
Deixarei esse ódio queimar.
Ele me mantém aquecido.
Me lembra que ainda sinto.
Que não estou morto por dentro.
E quando a hora chegar,
porei fogo neste coração
que por tanto tempo
queimava em silêncio,
congelado.
Eu e você contra o mundo é como em um conto.
Dois melhores amigos, se amando, brigando como irmãos,
Que se amam, se provocam mas se protegem acima de tudo.
Não é sobre nada contra, na verdade sobre muito a favor.
A favor de se doar, torcer, pertencer, permitir juntos.
Sempre juntos, sempre próximos para tudo. Em todos.
Para viver tudo, sentir tudo, alcançar tudo. Ganhar tanto.
E não é ganhar de vencer. Ganhar de se permitir.
É partilhar e viver, momentos, emoções e sentimentos.
Não é sobre mais pra menos. Maior ou menor. Melhor e pior.
É sobre conseguir, estar ali, de viver para saber.
Também é sobre construir. O amor, o afeto. Um abrigo.
Não conter, delimitar ou para desconstruir.
É destruir o apego, o medo de ir. Porque já vai voltar.
Não há perdas, só há ganhos. Lembranças, recomeços.
Chuva que não alaga represa. Só pode contribuir, retribuir.
Para que o amor recomece de onde o apego foi cego.
Simplesmente você
Quando meus olhos encontraram os seus, foi como se o mundo parasse. Por um instante, desaprendi a respirar… e de repente, você se tornou o próprio ar. Seus olhos, seu sorriso intrigante, o seu jeito de ser — você, simplesmente você.
A palavra “razão” perdeu o sentido, pois ele foi roubado por um tentador par de olhos. E o orgulho que ainda me restava, foi destruído pela soberba do seu olhar desafiador. O amor jamais foi uma opção, mas a razão me foi levada com uma única risada — aquela que me desconcertou por inteiro. E por esse grande feito… me tens, agora, em tuas mãos.
Amor de Barzinho
Cabeça quente,
Copo de whisky gelado
Tudo dará certo um dia,
Mesmo tendo tendência a dar errado.
E se o plano A falhar?
Nós aciona o plano B
Afinal, mais importante do que tentar,
É fazer acontecer.
Se o clima esquentar?
A gente dança agarradinho
Cola tua boca na minha boca,
E eu te deixando louca, te beijo a noite toda
Nesse mesmo barzinho.
Se o amor acontecer?
A gente sai para comemorar
Toma uns whisky por aí,
E faz love intenso na beira do mar.
E a gente vai viver,
Um amor proibidão
Se amando até o amanhecer,
Se pegando até a escuridão!
Suave como uma pluma, forte como um trovão
Sou brisa que toca a face,
silêncio que acalma o chão,
mas carrego em mim o eco
de um antigo trovão.
Caminho leve nos campos,
como quem dança no ar,
mas meus passos têm raízes
que sabem onde pisar.
Falo com voz de esperança,
sussurro feito oração,
mas guardo no peito o grito
de toda libertação.
Não sou só flor nem espada,
nem só ternura ou razão —
sou amor que não recua,
sou fé, sou transformação.
Sou luz que rompe a névoa,
sou sombra em contemplação:
suave como uma pluma,
forte como um trovão.
Suave como uma pluma, forte como um trovão
por Alex Zanute Dias
Sou feito de silêncio e tempestade,
de calmaria e contramão.
Carrego no peito a leveza do amor
e nos olhos, o peso da superação.
Já fui vento que acaricia
e também vendaval que desaba.
Já fui lágrima escondida no lençol da noite,
mas também riso que renasce na alvorada.
Minha voz pode ser sussurro
que embala a alma em oração,
mas também é clamor que rasga os céus
quando a dor transborda o coração.
Sou feito da ternura que acolhe,
mas também da força que não se curva.
A vida me ensinou a ser pluma no ar,
mas também aço na luta mais dura.
Não sou frágil, nem pedra bruta.
Sou flor que brota em chão rachado.
Sou fé que se ergue após o abismo,
sou grito de quem foi calado.
Suave como uma pluma que dança,
mas quando é preciso,
forte como um trovão
que acorda o universo adormecido.
PRECISO...
Preciso de um amor que venha de mansinho e sem pedir licença invada meu coração.
Alguém que me surpreenda, arrebate, me faça acreditar que ainda é possível ser feliz.
Procuro um amor que seja verdadeiro, que me tire do chão e me faça flutuar...
Que me aqueça a alma, me complete, me baste e me inspire a cada dia a ser alguém melhor.
Preciso de um amor que venha sem medo, que venha por inteiro e esteja disposto a ser feliz comigo.
Preciso de um amor, de um amigo, de um cúmplice, de um parceiro para todos os momentos dessa vida. Que entenda a importância da tolerância e da reciprocidade, do respeito e do cuidado, da devoção e dedicação para com seu parceiro.
Preciso de um amor sem pudores, sem vergonhas, sem limites, sem mais e poréns. Alguém que ouse ir sempre além, capaz de ir atrás da lua antes mesmo de eu pedir.
Preciso de um amor sincero, desmedido, puro, disposto a criar um refúgio dentro do nosso abraço.
Procuro um amor com olhar acolhedor e sorriso envolvente. Aquela pessoa que faça meu mundo mais florido e colorido.
Alguém que me faça sentir confortável ao teu lado, e principalmente orgulhosa de tê-lo por perto.
Preciso apenas de alguém que me ame e saiba dar o meu devido valor, que dentre outras opções escolha ficar, porque sou única.
Alguém que escolha segurar minha mão e esteja disposto a enfrentar as adversidades que surgirem.
Preciso de alguém que me enxergue como alguém importante demais para se perder.
Porque da minha parte ele terá tudo isso, e um pouco mais.
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