Cara de Pau
" BANDIDO "
Bandido, sem-vergonha, salafrário,
conquistador barato, sem moral,
que quis, tão só, encontro ocasional
pra se manter guardado, e só, no armário!...
Chegou, já, com malícia intencional
e preparando o clima, até o cenário
que, enfim, tornou-se apenas meu calvário
pra sua artimanha de querer carnal.
É caso pra polícia, com certeza,
pois que levou, também, minha pureza,
meus sonhos, meu querer, minha paixão…
Roubou-me, esse bandido, o olhar, a fé,
orgasmos meus, os sonhos tais e, até,
tomou-me o amor que dei-lhe ao coração!
Ave ufana de Pátrias
Araponga sem-vergonha,
fica nas restantes árvores escondida
gritando aos setes ventos
uma rima forte e partida.
Araponga brincalhona
na janela do ferreiro.
Cata verme e compete,
canta por doçura e brinquedo.
Se o martelo bate no ferro
sua mãe é esverdeada
o pai branco como geada
tu só poderia ter nascido,
no litoral das terras salgadas.
Se agora eu apanho
na Mata Atlântica,
ou no interior do continente
o fruto no chão,
todo sangrado e ferido,
entendo um bocado,
a falta de comida
e sua perseguição.
Araponga voe livre
para longe inclusive
de toda à prisão.
Sua liberdade imponha,
é seu direito em ser viva
e tocar às pessoas
com seu murmurejar marcante.
Araponga inesquecível,
sem-vergonha.
Sem pudor me jogo entre os teus dedos, me entrego...Te faço dengo, chamego...Sem vergonha atiço tua pele, bulo...Mexo com os teus pelos...Juízo!
#MARIA-#SEM-#VERGONHA
Tal qual maria-sem-vergonha flor...
Mesmo sem entender muito bem por que...
Sem vergonha, é isso que sou...
Vício que nunca me curei...
Que se agarra ao meu coração...
Inunda meus pensamentos...
Brotando em qualquer chão...
Fico aqui esperando...
Uma volta que não existe...
Um acaso que virá...
Desejo que persiste...
Esperei e vejo minha vida passar...
Nem sempre me notam...
Mas estou eu cá...
Apenas uma desculpa...
Permito me arriscar...
Quietinho em meu canto...
Aguardando alguém me amar...
Insistente sei que sou...
Dádiva da esperança por Deus ofertada...
Não me vêem beija-flores...
Nem abelhas a me polenizar...
Talvez não seja tão ruim assim...
Não tanto me faz sofrer...
No abandono das noites frias...
Ou nos dias a transcorrer...
Me permito ser algo a mais...
Quando o vento me acaricia...
Por ser flor singela...
Em quantidade enfeito viela...
A ninguém devo nada...
Sou apenas uma Maria...
Maria-sem-vergonha...
Na beira da calçada...
Sandro Paschoal Nogueira
Talvez não seja por vergonha. Talvez não seja por timidez. Talvez seja por medo de ser ignorado mais uma vez.
Meus olhos são loucos
Descarados
Jogam charmes
No ar
Em qualquer rua
Se entregam
Metem medo,
São doidos
Pirados !
10/04/2017
Amor traiçoeiro
Enganos descarados, enganos enganados
Na cobra traiçoeira, envolto sereno
Abraça-me o amor, e o suave veneno
Morro na alma e o corpo usados
Que fado para um desventurado?
Louco o bastardo que em ti se deleitar
E na tolice, ingénuo se entregar!
Louco, lunático... morre mal-amado
Nas escamas e a peçonha
Fantasias de incenso e alabastro
Temo a morte ou a vergonha?
...
O Senhor conhece a minha afronta, a minha vergonha, e a minha confusão; diante de ti estão todos os meus adversários.
Porque insistimos tanto em quebrar a cara ? Porque erramos tanto, e no mesmo erro ? Nos machucamos tanto sem necessidade. Acho que as vezes é por causa que o tempo cicatriza as feridas e nos esquecemos o quanto algo nos machucou, e insistimos em cair novamente, mas pra falar a verdade, as vezes o que nos falta é vergonha na cara.
A gente aprende a ser forte quando ninguém mais acredita que a gente vai conseguir e mesmo assim a gente consegue; a gente aprende a ser forte quando nos olham nos diminuindo e mesmo assim encontramos forças para seguir; aprende quando nos desprezam sem que saibamos se quer o porquê, porém seguimos buscando algum resquício de valor em nós a fim fazer a caminhada valer a pena. A gente descobre o quanto é forte quando nos deparamos com situações adversas nas quais encontramos monstros disfarçados de anjos, mas que são verdadeiros dragões cuspindo fogo em nosso desprotegido corpo, vampiros famintos por sulgar a nossa alma e todo nosso sangue, ladrões de sonhos, assassinos de projetos, os quais por vezes se apresentam também dentro de nós mesmos. A gente percebe o quanto é forte quando apesar da dor, do desprezo, das adversidades, dificuldades, vergonhas e da solidão, a gente luta com todas as forças para vencer o que nos parece impossível. A gente luta às vezes ate à exaustão, mas é que a gente sabe que dessa luta só sairá vivo aquele não se render e só havera lugar para quem se propor a lutar com ousadia e coragem. Lembrando que o adversário nem sempre tem cara de adversário, sempre àquele que deseja te aniquilar, te destruir, e por vezes ele estar ai, bem do seu lado e vc até o chama de amigo... Por fim, a gente ja declara-se forte mas, a verdade é que a gente só aprende que é forte quando luta, cansa, chora, se queixa, duvida, reclama, pensa em desistir e ate se desespera, mas não perde a fé. Nunca perde a nossa pequena, porém, suficiente fé. Daí, a gente fica forte. Daí a gente vence. É através dessa fé e dessa força, que a gente vence! Pois, a verdade é que de uma forma ou de outra, a vida nos empurra e a gente acaba sendo forte!
A verdade está bem aqui para todo mundo ver e nenhuma palavra precisa ser dita. Eles dizem que a vergonha controla todos os aspectos do comportamento humano. É sobre acreditar em quem somos. Mas no fim, você não pode se esconder, o corpo não mente. A verdade está aqui para o mundo ver. Nossa vergonha pode nos sufocar. Nos matar. Pode nos destruir de dentro pra fora, se decidirmos mantê-la. Não deixe que isso aconteça com você.
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