Cai na Real Voce me Perdeu
O dia nasce para amadurecer a noite
que cai na solitária onda do tempo
Aquietando um silencio e as sombras
que entre a dor e o amor acalentam
a esperança de corações
Como o meu e o teu, que em meio a tempestades
não se escondem e nem teme o medo
de fazer loucuras e na futilidade de cada momento
explora o que chamam de pegado
Que me julguem, pouco importa
quero mais que meus sonhos inundem o sol
e que a noite me traga desejos insanos
envenenados de excitação pela vida
No amanhecer de cada dia novas mudanças
para que eu possa novas loucuras cometer
ate o ultimo dia que me restar
e poder abrir meus olhos para novos sonhos
que entre sorriso, loucuras e canções
alguém possa me encontrar embriagada
em delírios de paixões
que devaneiam sons que esfolhem os Blues.
Antonia Diniz
"Amor é como um copo de vidro enquanto tá no seu devido lugar nada acontece, mas se toca e caí já foi"
Quando a chuva cai na terra, há uma demonstração clara de Deus se relacionando conosco, prova da sua infinita fidelidade de provisão divina, a fim de não deixar-nos morrer de fome e/ou de sede, isso é feito em prol de todos, os que acreditam e os que não acreditam, Deus está acima dessas controvérsias, assim sendo, demonstrada também fica a sua Soberania.
chuva que cai lá fora
chuva calma
chuva miúda
chuva que cai lá fora
como num triste lamento
envolve meu pensamento
chuva fria , chuva sem vento
chuva que continua
em compasso firme e lento
chuva calma, chuva fria
deixa o dia fresco e cinzento
trazendo melancolia
nos levando ao recolhimento
Chuva cai limpa a terra
leva o mal que esta nela
Chuva forte que não para
É muita dor pra pouca água
Chove agora e não para mais
Chove mais
Chove mais
Contorno torto, vive o morto
Longe de tudo, por puro desgosto
Cai ao chão, fel de salvação
Imperativa é a pura ilusão
Morrer nunca foi questão de solidão
Volta a cova sem esperança
Aquele que na morte procurou abundância
Inverno livre do verão, de amarguras as canções
De poesia morre o poeta imortal
Que com tamanha fome de viver, morreu no seu quintal
Se com gosto produz desgosto
Refaça a dança dos prodígios
Caminha aberta tua força em alerta
Com quem flerta a sorte grande
De majestades a imigrantes, produz o grito sorrateiro
Do gato desordeiro, que na noite canta no telhado
Tirando o sossego de quem nunca está molhado
Sereno e denso, rogo ao intenso.
Eu E A Chuva
Quando a chuva cai ao entardecer
É festa que dá no meu coração
Vibra pula ou sacode
E pra longe se vai toda a solidão
Quando a chuva cai e é só eu e você
A emoção que dá faz o meu dia amanhecer
Canta,dança e já se alegra
É essa a razão de eu estar com você
Quando a chuva cai eu me sinto tão bem
Eu olho pra rua e não vejo ninguém
Quando a chuva cai é que eu me sinto feliz
Eu olho pra vida e sinto o bem que ela quis
Porque eu e a chuva
Somos grandes amigos
Sorrindo ou chorando
Ela está sempre comigo
Como o joio e o trigo
Sempre fomos assim
Uma jóia tão rara
Quanto ao ouro ou marfim.
nos ritual de morte
sinto tua presença fúnebre,
quando percebo que não mais luz,
somente teu caixão...
tudo torna -se revelador
quando abre os olhos
sinto um calor dentro da alma
que já não sentia muito tempo...
depois de tua morte senti
que anjos a tocariam
todos dias fiquei aqui ao teu lado...
mesmo quando chove
e os adores dos mortos sobem
estou a espera do seu toque,
bebo um gole de veneno
que doce compensação,
dos meus sentimentos.
No ritmo da chuva
A chuva cai lá fora
pingos de água intermitentes
que envolvem transparentes,
o vidro da minha janela...
Arrebatadoras vão descendo,
molhando, vão acontecendo
caídas, rolando no chão
pequenas enxurradas de emoção...
Chuva que cai transbordante
molha a alma do poeta errante
que em lágrimas tende a escrever
o que da vida não pode conter...
Anjopoesia
Não se assuste com as tempestades que cai sobre sua cabeça, mas se apavore com os raios emitidos dos pensamentos daqueles que nos querem mal
"VESTES DA NOITE"
A noite cai, é noite de lua nova
Sozinha no meu quarto, olho para o teu retrato
A saudade é como uma espada que dilacera o meu coração
Despi as minhas vestes, vesti-me de solidão
Deixaste-me com uns restos, no corpo, na alma, no coração
Um olhar triste, lágrimas, choro
Mãos vazias, aflitas, coisas mortas, ideias soltas.
"NOITES EM DIA"
Noite perdida, esquecida
Cai a solidão sobre a minha cama
Neste quarto vazio, vazio de nada
O tempo sufoca-me, tempo perdido
Nasce, morre, renasce comigo
Não sei se ele cura, não sei se nos ama
Parece um anjo, mas é solidão
Cai a noite sobre a minha cama
Sombria, escura, com asas sentidas
Deste poema adormecido desta noite
Que se transforma em dia.
Este(L)ar
A noite caí
A negritude dos céus domina o sol que se pôs.
Enquanto ele se deleitava sob o horizonte infinito,
Eu via teus olhos.
Sentia tua pele.
Um arrepio bom passou pelo meu corpo agora,
Certamente foi a tua mão a me tocar.
Sinto o teu cheiro na madeira jovem do quarto.
Recosto minha cabeça sob a cadeira,
Imaginando ser o teu corpo.
Novamente sinto o vento a me arrepiar.
Chamo o teu nome.
Sinto-lhe.
Minha.
Tão minha.
Uma pequena gigante,
Que nem Davi poderia derrotar.
A tua aura é doce.
Fina.
Resplandescente.
Me invade como os raios de sol
Ao romper o crepúsculo.
Oh, meu doce anjo.
Que nossos olhares se encontrem entre as Marias do céu.
Que atravessemos os anéis de Saturno,
E façamos deles as nossas alianças.
Um casamento de almas.
De anjos que se encontraram.
Que no dia da Criação foram designados:
Um para o outro.
A mente,
O corpo,
A alma,
O espírito!
Estamos ligadas pelas forças celestes.
O nosso amor é puro!
Minha menina e mulher.
Meu doce bom!
Do qual jamais enjôo.
Amo-te de alma.
Não carnalmente.
Pois te sinto a cada brisa que toca o meu corpo.
A cada pulsar de neurônios na minha cabeça.
Os pensamentos te puxão à mim,
Minha pequena.
Que as estrelas nos protejam
E sejam nossas guias.
Acolho-me em teu abraço,
Beijo-te no silêncio
E amo-te,
Amo-te como se fosse o último dia de vida nas galáxias.
UM DIA CHUVOSO
Cai a chuva no telhado, chuva fria
Que cai sem culpa, gotas que passam
Sem deixar marcas, molham a terra
Molham as flores, deste jardim encantado
Incerteza de um belo dia, abençoado pelo amor.
Essa chuva miudinha, faz um sorriso de alegria
Quando a noite chegar, não conseguirei ver as estrelas
Bate a chuva na janela, queria dormir com ela aberta
Chuva fria deste outono, talvez volte amanhã
Molhe o meu coração, com muita alegria.
Meu amor brindemos juntos com uma taça
De vinho do porto, que eu tanto gosto e tu aprecias
Depois em forma de poesia escrita num livro
Ama-me sem medo meu amor com este teu sorriso
Este teu olhar com essa tua energia que transpareces
Aquece este meu corpo gelado por dentro
Queima-me o coração sem reservas
Vem amor até mim com o teu calor, sem pudor
Deixa-me sentir-te, amor, deixa-me sem forças
Estou a tua espera meu amor, ama-me sem medo
Que eu farei de ti o homem mais feliz e serei a mulher
Que se entregou de corpo e alma, sem medo, sem reservas
Brindemos meu amor neste dia chuvoso.
“Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Mas é um mito. Não acontece toda vez. Raios podem acertar da primeira vez. Quando se é atingido por 30 mil ampéres de eletricidade, você sente. Pode faze-lo esquecer de quem você é. Pode queima-lo, cega-lo, parar seu coração.. e causar graves danos internos. Mas para algo que acontece em um milissegundo.. pode mudar sua vida para sempre.
[…]
Os raios não atingem o mesmo lugar. É uma coisa muito rara. Mesmo que o choque pareça vir sem parar… eventualmente, a dor vai embora. O choque se desgasta. Você começa a se curar. Para se recuperar de algo imprevisto. Mas algumas vezes, estão a seu favor. Se estiver no lugar certo e na hora certa.. pode fazer uma loucura.. e ainda ter uma chance de sobreviver.”
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