O que te move
Sem sonhos as perdas se tornam insuportáveis,
as pedras do caminho se tornam montanhas
e os fracassos se transformam em golpes fatais.
Mas, se você tiver grandes sonhos...
seus erros produzirão crescimento,
seus desafios produzirão oportunidades,
seus medos produzirão coragem.
Por isso desejo é que você
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS!"
VOCÊ É MUITOOOOOOOOOOOOOOO ...
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Nas montanhas do Paquistão
Nas montanhas do Paquistão, um repórter da Al Jazeera conversa com Osama Bin Laden.
-E aí Osama! O que achas da crise financeira dos EUA?
-É sem precedente, mais terrível do que o dia 11 de setembro. Não haverá mais a potência do mundo americano, tudo está em liquidação, e os seus ativos não valem um bombom. Amigo! Ninguém é tão forte pra segurar essas guerras na manutenção bestial que fez Busch. Vi milhares de mísseis que custaram milhões de dólares sendo lançados contra supostas cavernas, uma brincadeira americana nos vales e areias dos desertos asiáticos. Assim, o Fed (Federal Reserve) não agüenta. Afinal, eu estou aqui com as minhas reservas, e não tenho crise, vou andando a cavalo.
"O gênio fala muitas vezes mal e não sabe gramática. Mas transporta
montanhas, constrói cidades, estabelece estradas de ferro e telégrafos.
Muitos homens cultos falam e escrevem muito bem, mas são incapazes
de construir e criar"
Desagravo de mim
Hoje mergulhei no mar dos meus sonhos inacabados
Subi as montanhas dos meus sucessos inacessíveis
Corri ao tempo passado que levou as mais puras esperanças
Lutei sem armas contra as barreiras de toda as intolerâncias.
Hoje me matei com saudades
Contorcendo sem do e sem dor,
De toda amargura, de todo abandono.
Derramei em gritos todas as agonias, tristezas e mágoas.
Teci novos horizontes com fios novos e fortes
Apertei os lábios num último desagravo ao que vivi
E no pequeno jardim da minha antiga prisão
Cantei a primeira canção, desacorrentado e livre!
Jaak Bosmans 11-1-09
Nas tardes de Maio as horas circulam pela nossa vida como o vento circula pelas montanhas, arremessando coisas, suavizando outras, às vezes refrescando o dia, denunciando temores ou realçando a beleza, tudo sem que se veja, mas sentindo-se plenamente.
As horas passam pela nossa vida e difícil mesmo é colher delas a verdadeira dimensão, saber o quanto são únicas.
As tardes de maio morrem devagar sobre o olhar sereno, como deveriam ser todas as mortes.
Na doçura da tarde, os pássaros de inverno bordam as direções do olhar, dispersando
aqui e ali as melhores intenções sobre o que deverá ser a felicidade ou a liberdade servida ao ritmo natural das estações.
Como num tecido muito artesanal, as tardes de maio bordam o dia no coração,
na esperança de ter algo melhor para ser ou oferecer ao instante seguinte,
nesse maravilhoso mistério da vida.
A Razão de Nossas Vidas
(keidylee.blogspot.com)
Lá do alto das montanhas
Sejamos firmes – alguém gritou.
Friamente sinto um toque
Algo desandou.
Cumpria com paixão
Cada ordem recebida
Sim, estamos em busca,
Da razão de nossas vidas
Decifrando mapas
Atrás de novas conquistas
Às vezes esquecendo das velhas
Que no passado nos livrara da guilhotina.
O capitão havia esquecido as trilhas
Caminhar com o coração, é essa nossa ida
Atrás de alimentos que matem, toda a dor da partida
Sejamos fortes – novamente o capitão gritou
Nada vai nos parar enquanto houver vontade
Aqui é nosso lugar,
Novamente preocupados
Pois tudo se perdeu.
Um bando ameaça:
– Rendam-se ou morram!
Isso ainda não se ouviu
Devemos continuar tentando
Pois nada sucumbiu.
Não me entrego,
Não me entristeço
Com a ira dos dragões
Somos tão pequeninos
Mas nossa coragem se entrelaça
Com um desejo insano de vencer
Enfrentamos mil ladrões
Levantar é preciso quando o sol amanhecer
Nem que amanheça dormindo
E acorde quando o dia escurecer.
É de onde sai toda a raça,
Razão de nossas vidas
Pois preferimos morrer a nos render
A eternidade de nossas feridas.
Se vejo os meus defeitos como pequenos montinhos ao invés de grandiosas montanhas é porque os vejo no horizonte, com suas faldas tão distantes de minha compreensão quanto de minha superação.
Um dia um certo filosofo disse que com fé e paciencia moveriamos montanhas, o segundo filosofo, um pouco mais apressado falou, demora muito a montanha vir a mim, logo é melhor ir ate a montanha; o terceiro que tinha fe e racionalidade concluiu se levarmos um pouco de terra todos os dias nao so moveriamos uma montanha, mas poderiamos fazer uma outra.
Estava sentada olhando as montanhas no
horizonte, o correr e formatos das nuvens.
A frente uma árvore sem nenhuma folha
levadas pelo outono, com multiplos galhos
e semi galhos, que pareciam seus braços e
dedos. Ao bater do vento, ela em uma delicada
dança se remexia. Eu senti nitidamente que ela dançava para mim, ela sabia da minha presença......
Enquanto respirar, e no verde dessas montanhas
seu olhar enxergar, o vazio que me invade
mesmo nos dias de inverno e verão, dará lugar a motivação.
Completando o que me resta, meu ser
E a razão para os meus dias, será sempre, você.
Comigo, com ele, pensando naquele
Te esquecer não é o meu objetivo
Da nossa história se fará um livro
Nas ruas frias dessa cidade
amanhecer no bar, já não é novidade.
Pudera eu com a força desse vento gelado, te levar o que eu sinto
o que eu penso, num só recado
E acabar de vez com essa saudade
Queria impedir que um dia se vá
para em outros versos, não implorar pra voltar.
Comemorar cada dia, a alegria de te ter
Ser tua alegria, ter seu amor, ser teu querer.
Mesmo que seja necessário andar Quilômetros, mesmo que seja necessário passar por cima de montanhas e mesmo que seja necessário atravessar um oceano pra te ver, irei fazer isso tudo, porque longe de você não consigo viver.
Mesmo se o sol não quisesse brilhar ou mesmo as montanhas fossem cair ao chão ou até mesmo se as águas dos mares se transforma-se em larvas de vulcão eu iria amar você.
Onde está o Amor?
Que até ontem procurei
Entre os céus e as montanhas
Entre corpos e entranhas
Numa boca tão estranha.
Onde está o amor?
Posso até pensar que fujiu de mim
Pra que tanto silencio?
porque faz assim?
Se meu coração diz que sim.
Onde está o amor?
Que as vezes chego a sonhar, que não vai mais chegar
E começo a me perguntar, se nesse mundo você não está
Como é que eu vou viver, sem poder te amar?
O sorriso e a felicidade imantados pelo amor são capazes de remover as distâncias, as montanhas e os oceanos.
Na estrada há montanhas de frio sopé.
Ora tropeçamos, ora as transportamos.
Porque em parte somos alma e temos fé;
mas em parte somos corpo e duvidamos.
Epicentro
Duas montanhas se colocam á minha frente
E com minhas mãos acaricio seus cumes
Lentamente o vulcão se torna mais quente
Acariciando-me com suas lavas escumes
Tirando de seu epicentro o magma incandescido
Provocando terremotos e tremores
Sentindo sentidos que ainda não foram sentidos
Sentimentos de desejos e de amores
É no fremir das mãos que os corpos dançam
Como se estivessem num jardim coberto de magmas
Onde a lava mistura-se ao perfume e aos ardores
De dois corpos que se amam
E o amor ali declamam
De um livro sem palavras
