Brisa
Carinho é um toque de seda, uma carícia, uma brisa mansa na medida do anseio que clama nosso coração.
Você em meu lar chegou,
Brisa dentro dele vibrou,
Com vento leve identificou.
Seu sorriso, brilho, olhos minha mente massageou,
Foi como te visse, coração notificou,
Ele, avisou, perguntou !
Porque tanto escreve pra ela ?,
Porque não se entre-te com ela ?,
Então deveria, tempo passa, tudo acaba !,
Não se conquista numa escrita,
Verdadeiramente, ambos tem, carinho só de vista,
Imagine pessoalmente, esqueceríamos desta escrita.
“ Mergulhado em rosas”
Um céu cheio de estrelas, um sorriso vem a mente a quando a brisa da primavera atravessa meu coração... Um olhar me chama a atenção e como flor meu coração desabrocha então uma voz adentra meus sentimentos.
Um sentimento que vai além das estrelas, um amor que vem das profundezas enquanto tento lhe dar a lua de presente, uma esperança vinda da paz, a confiança que me guia a luz, uma luz surgida da alma e a fé que me leva aos raios do sol mais distante.
Um amor para todos os dias, um amor que jaze entre o sol e a lua... Uma possibilidade enraizada, viajar com você pela galáxia e uma palavra vinda dos olhos, amor pela vida com você ao meu lado.
Noite agradável
com um brisa suave
entrando pelas frestas
e tocando delicadamente
meu corpo...
É o verão começando
a sair de cena...
mel - ((*_*))
Simples assim
Tão simples
Veio, como um brisa, tocou meu rosto
Sutil e como um pássaro com leveza pousou
Me encantou, simples assim
Um toque e olhar
A boca a salivar
O beijo envolvo
A pele sensivel fica
E vem um suspiro
Pensa, acredita e sonha
A prece atendenta
O momento perpetua
Estaria pronto pra morrer
Mas agora é hora de viver
De sentir e querer
De acreditar e poder
De sonhor e ter
Um toque um olhar
Ofegante e arrepia
Sente tudo e mais
O fim e o começo
O fim da espera
O começo, começa
Simples assim.
Ele não temia a tempestade, nem mesmo quando trovejava;
temia a brisa, temia que as águas fossem frias;
perdido em suas palavras,só assim ele se encontrava,
cansado de suas poesias, mas era ali onde ele se reconhecia.
Aos rios ele gritava
seu pavor pela calmaria
e em seu medo lutava
completamente tomado pela covardia.
Trazia consigo a brasa, o óleo e a ventania,
chorando por uma casa,
um bosque
e uma fantasia.
"Sou tudo e também sou nada!
Sou a brisa leve e também sou tempestade.
Sou a linha tênue entre a insanidade e a normalidade"
É pra lá que eu vou
Sentir a brisa que vem do rio
Comungar os mistérios da natureza
Ouvir o o gemido do bugio
me envolver com tamanha beleza...
mel - ((*_*))
Bom dia queridos amigos!!!
Acordei antes do dia clarear
Uma fria brisa veio me acariciar
Fui até a porta ao encontro dela
E avistei a lua de sentinela
Anunciando que a manhã seria bela...
mel - ((*_*))
Liberdade é a fruta no quintal e a semente cultivada, a brisa fresca e o cintilar do sol, o rórido sobre as folhas e o garoo dos céus, o almejar e a felicidade.
Eu, brisa, quando vejo um vento forte, cheio de vida, dou-lhe a última porção de ar que me resta para que ele se torne um furacão
Andar por aí
Na relva molhada
sem dizer nada
só de mãos dadas
A brisa sentir
No corpo inteiro
deitar no canteiro
num riso festeiro
De amor consumir
Sem culpa de nada
soltando risada
sentindo -se amada...
mel _ ((*_*))
"Abrem-se as cortinas para mais um lindo dia de outono"!
O céu de um azul único, a brisa leve,
o cheiro característico das folhas se desprendendo
das árvores... são mensagens da natureza, dizendo-nos
que é período de recolhimento e de preparação para os
dias frios mas, não menos belos, que se aproximam...
Sensação que preenche o coração de esperança e
traz a certeza de que a existência é como as estações que
se sucedem e, cada novo acontecimento vem carregado de
lições que a mestra vida quer nos ensinar.
Cika Parolin
"Era de manhã. Não havia maldade. O sol tilintava. A brisa assoprava. Os pássaros cantavam. A água corria por entre as fontes e a nascente brilhava. Fixou-se em seus olhos. Como se nada acontecesse, como o vento, ou mesmo a brisa, como uma serpente, uma víbora, um pecado, um sinistro movimento, sobre as trevas do medo e do inconsciente, sob as luzes da vida, num acorde de instrumento... Lá estava. Um filete – marulhando. A tentação lhe invadindo... Sol após sol. Quando a lua surgia, encontravam-se de novo, desastrosamente, no quarto".
"Assim, por entre as rochas, onde a brisa assopra com vigor, uma mulher mergulhou nas próprias torpezas. E uma longa noite se deu, permitindo-lhe o alvorecer da consciência".
Deixei-lhe partes de mim.
Fragmentos invisíveis,
como brisa a tocar-lhe
a face.
Levei pouco
de ti.
O suficiente para
me fazer sorrir.
