Brisa
"Eu estava tranquilo, até você aparecer com esse sorriso, que me desmorona feito uma brisa em um castelo de cartas"
A PRESENÇA DA BRISA
(28.11.2018).
Conto com a presença constante da brisa,
Que o mar deixa em minha alma,
Pois com ela posso sentir a face pura,
E sem pensar em qualquer problema.
Sempre sendo acolhido pelo tempo...
Misturando-me ao espaço existente,
Como se não houvesse outro dia,
Por estar em uma dimensão: MINHA VIDA!
Então, em mim posso enxergar,
O repouso das página do livro...
Andorinhas voando e fazendo ninho,
Desconstruindo todos os seus medos.
Desbravo-me no silêncio que me surpreende,
Guiando meus passos até a entrada principal. Entrada? Principal?
Sim! O encontro com meu verdadeiro EU.
Poesia é brisa.
é vento que me leva, como folha seca,
para destino incerto!
Quando me deixo levar, num sopro,
a alma voa, voa, voa
e vai até o infinito.
Depois volta, trazendo do silêncio imenso,
palavras aladas
que farão o verso mais bonito.
Cika Parolin
"Sinta a brisa no seu rosto, feche os olhos...pronto só assim você se lembra de como era sua vida com as pessoas que você mas amou e que agora não está entre nós!"
"Já teve aquela sensação de sentir a brisa do mar e ao mesmo tempo sentir que alguém que tanto ama está ali ao seu lado? Então...isso se chama coração puro, espírito bondoso, e alma refrigerada! Nunca perca essa essência que vem de dentro de você, nunca deixe sua luz apagar!"
Eu vejo o peso da solidão nas minhas costas, vejo a brisa das folhagens pela janela, vejo um violao no canto da sala, vejo que o amor é de mais pra eu entender que, é um sacrifício necessário para uma paixão sagaz, quatro anos me trouxe um amor que eu sei que eu vou valorizar mais que minha própria vida e acredito que a vida seja insignificante demais pra ser levado a sério.
Sopro
Solto o olhar
permitindo-me degustar
a brisa conforta minha alma
vivendo o sopro vital
propria maneira de viver a veracidade.
Vento
Oh vento, que grande brisa,
oh vento!
Vento que corre sobre as dunas do âmbito.
Vento que passa pela fronteira,
que contorna o cenário florido.
Vento de guerra, que bate sobre o soldado
de joelhos feridos.
Vento imundo, que sobre os moribundos
acaba em desgraça.
Vento, vento que recebemos de graça.
Hoje acordei saudade. Uma saudade miúda, levinha, levinha... Saudade dessas que chegam com a brisa delicada da manhã, cheirando a flor de laranjeira.
Meus braços abrem sutilmente como asas
A brisa brilha meu corpo a seu favor
As flores murmuram uma linda melodia
Acanhadas pela falta de instrução
Coloridas de ousadia
Em tão bela canção
Ah se eu pudesse voar!
Livremente pelos céus me acorrentar
Livre, liberta liberdade que me aprisiona
Por si mesma em plena decolagem
Quanto mais longe, mais perto
Quanto mais livre, mais preso
Pouso na linha do horizonte
Esperando a chuva passar
E me lembro que não posso voar
Mas eu posso sonhar
Poderei então novamente voar
Março, o mês das mulheres que são mar, que são brisa, são vento, são luz... Nasceram neste mês com o encanto da natureza, por isso têm uma aura tão especial, tal como o encantamento do pôr do sol. Março é o mês da natureza e a natureza das aniversariantes do mês é pura magia, só os profundos são capazes de desvendar a doçura dos seus olhos e o que secretamente vai em seus corações... Que bom, pois só os verdadeiros são capazes de permanecer ao lado dessas belas mulheres, a essência delas só é visível aos que sabem enxergar para além do aparente, o que mais encanta mesmo é o interior, repleto de coisas boas, principalmente de fé, e com essa não há como falhar. Assim, elas não se cansam de se reinventar a cada dia se for preciso, mas nunca desistem dos seus sonhos, sabem que Deus as ajudará e é isso o que não as deixa desistir nunca...
O amor é como o vento, que chega de surpresa, beija sua face é deixa a brisa no rosto gelado
O amor e como o perfume das flores na primavera, libera nuvens de pólen anunciando sua presença mas ninguém as ver.
O amor é sentir que estamos fortemente ligados mesmo que não estejamos juntos.
O amor é saber que mesmo que não o conheça mas consigo esperar por ti.
O amor se entende, mesmo que não seja compreendido.
"A brisa leve tocava teus cabelos, e a luz do dia na janela emoldurava teu corpo seminu...Poesia do espaço."
O leve toque da pétala.
Quente como brasa acesa.
Suave como brisa do mar.
Intenso como ondas em tempestade.
Momento...
O misto perfeito!
Sereno noturno.
Louco...
Eterno...
Imperfeito...
Único e inesquecível.
Flash que me faz sorrir.
Tempo!
Você é uma arca de tesouros e mapas de segredos.
Sempre traz sensações de tudo que ficou de bom.
A Folha
Como uma folha que se movimenta junto a brisa do outono, o suave som de se alinhar ao encontro dos ventos, delineando formas diferentes ao montante se faz.
Algumas não se aguentam e ao esforço de um sopro se desprendem da vida conjunta, se deixa voar ao incerto, ao inseguro, apenas se deixa. Cair e caindo ao chão , ao mar, ao húmido.
Se encontra ao novo, e com o novo o passar do tempo ela se perde sua vivacidade em suas cores vibrantes, dando lugar as cores frias sem vidas de um ressecar até se deteriorar.
A folha no entanto cultiva cada momento de seu desprender, como se tudo aquilo vivido fosse experimentado com toda sua essência.
Deixar ser folha ao viver.
Minha ideia de cinema estava sempre ligada à brisa das noites de verão. Nós só víamos filmes no verão. Os filmes eram projetados em uma enorme parede branca. Eu me lembro especialmente dos filmes que tinham água. Cachoeiras, praias, fundo do mar, rios e nascentes.
A maior sensação de paz,
Misturada ao leve sopro da brisa do mar,
Aquela canção feita pelo som das águas,
As nuvens espalhadas pelo céu,
Como feitas de pincel,
Rodeavam as montanhas,
Como crianças,
Bailando ao tocar de cantigas de roda,
O massagear dos pés,
Com a leveza da textura das areias da praia do Campeche,
Ao avistar da sua ilha,
A solidão representada por aquele barquinho atracado,
Solitário na escuridão daquela noite fria de inverno,
No beco do surfista,
Com juras de amor eterno,
A lembrança,
Quase que fotográfica,
Daquele céu estrelado,
Dava para ver as Três Marias,
As mesmas que moravam no teu corpo,
Tão de perto,
À ponto de tocá-las,
Sentindo em meu corpo,
A euforia da manifestação do teu corpo,
Para depois me deitar,
Pegando no sono,
Acordar no meu lugar,
O preferido do mundo.
